Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Racismo onde?!?

Amigos e amigas.
A atual comoção nos EUA a respeito dos negros assassinados mostra a parcialidade, virulência e sordidez da grande mídia. É óbvio que tais atos precisam ser investigados e qualquer que seja o culpado merece punição. Isto vale para o contraponto da história toda.

Leiam abaixo uma reportagem da Veja sobre o outro lado, com dados bem contundentes que a grande maioria já sabe, mas o politicamente correto esconde, classificando de "racista". Antes, este vídeo.
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I. “Os fatos são coisas teimosas; e quaisquer que sejam os nossos desejos, nossas inclinações, ou os ditames da nossa paixão, eles não podem alterar o estado de fatos e provas.
Assim disse John Adams (1735-1826), um dos pais fundadores dos Estados Unidos e segundo presidente do país (interpretado por Paul Giamatti em minissérie premiada da HBO, que rendeu matéria na VEJA em outubro de 2008).
Cerca de duzentos anos depois, um gigante negro rouba uma loja, parte para cima do dono, anda pelo meio da rua, tenta pegar a arma de um policial, parte para cima do policial, leva tiros – e a moral da história é que “a América é racista”.
Hoje, na mídia e nas ruas, os militantes teimam em ignorar os fatos, as provas, a legislação e Adams. Seus desejos, inclinações e ditames de paixão ideológica se sobrepõem ao amor à verdade e ao senso de justiça.
II. O argumento do racismo no caso de Ferguson, como antes no de Trayvon Martin, é apenas uma farsa usada para legitimar outra: a de que os ataques de brancos contra negros são acontecimentos comuns, muito mais frequentes do que os de negros contra brancos, ou negros contra negros.
Os dados omitidos na cobertura da imprensa mostram o contrário:
Rudy Giuliani crimes negros
1)  Assassinatos:

- Entre 93 e 94% dos negros assassinados nos EUA são mortos por outros negros.
Mas se você apontar este dado oficial do governo, como fez o ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani no programa de TV “Meet the press” do dia 23, lamentando que ele não desperte a mesma atenção do caso de Ferguson (e que a violência de Chicago seja ignorada pela esquerda), os militantes esquerdistas chamam você de racista.
Giuliani ainda foi chamado de tal coisa pelo ativista negro Michael Eric Dyson por dizer, no calor do debate, que “policiais brancos não estariam lá (nas comunidades negras) se vocês não estivessem se matando uns aos outros”. Depois o ex-prefeito teve de explicar na CNN:
Eu disse a mesma coisa que o presidente dos Estados Unidos disse e fui acusado de ser racista. O presidente disse ‘porque as comunidades minoritárias normalmente estão sujeitas a mais crimes, elas precisam de aplicação da lei mais do que ninguém’. Quando ele disse isso, ele não foi acusado de ser racista. Quando eu disse, o meu adversário disse que eu era um racista. Se houver grandes quantidades de crime na comunidade, nós colocamos mais policiais lá. Se não fizéssemos isso, seríamos racistas (também). Se eu colocar todos os meus policiais na Park Avenue e nenhum dos meus policiais onde estão ocorrendo cinco vezes mais crimes, então eu serei acusado de racista. A polícia vai aonde o crime é cometido.”
Claro. O resto é melindre da militância histérica, que, de uma forma ou de outra, xingará seu adversário político. Na Fox News, Giuliani fez bem em reagir ao ataque de Dyson mostrando o próprio legado nessa área:
Até o momento em que me tornei prefeito, milhares de negros estavam sendo mortos a cada ano. Quando deixei o cargo, o número havia baixado para cerca de 200. Eu provavelmente salvei mais vidas de negros como prefeito de Nova York do que qualquer prefeito na história desta cidade. Eu gostaria de ver se o dr. Dyson já salvou tantas vidas em sua comunidade como eu salvo, e eu fiz isso por ter de usar policiais em áreas de negros onde havia uma quantidade enorme de crimes.
2) Crimes violentos não letais:
Os dados da Pesquisa Nacional de Vitimização de Crime (NCVS, na sigla em inglês) sobre crimes violentos não letais cometidos em 2010 – último ano disponível – são os seguintes:
- Brancos contra negros: 62.593;
- Negros contra brancos: 320.082.

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Logo:
- Negros cometem 5 vezes mais crimes violentos contra brancos do que o contrário.
Captura de Tela 2014-11-26 às 17.53.13
Mas estes são números absolutos. Proporcionalmente, ainda é pior.
- População branca: 197.000.000.
- População negra: 38.000.000.

Captura de Tela 2014-11-26 às 17.53.34
- Crimes violentos de brancos contra negros por cada 100 mil brancos = 62.593 x 100.000/197.000.000 = 32.
- Crimes violentos de negros contra brancos por cada 100 mil negros = 320.082 x 100.000/38.000.000 = 842.

Logo:
- Taxa de crimes violentos de negros contra brancos é mais de 25 vezes maior do que o contrário.
Captura de Tela 2014-11-26 às 17.53.53
No caso específico de “agressão agravada”, a diferença ainda aumenta:
- Brancos contra negros: 1.748.
- Negros contra brancos: 67.755.

Logo:
- A taxa de crimes de “agressão agravada” de negros contra brancos é 200 vezes maior do que o contrário.
Captura de Tela 2014-11-26 às 17.54.16
Nos casos de roubo e estupro, há um dado curioso (e aqui vou inverter a ordem, em nome do suspense):
- Negros contra brancos: 13.000 estupros; 39.000 roubos.
- Brancos contra negros: 0!

Isso mesmo: o número de estupros e roubos de brancos contra negros relatados na pesquisa é tão infinitesimal que o dado foi arredondado para zero.
[* Os dados são públicos. As imagens acima do vídeo de Bill Whittle sobre Ferguson, tantas vezes recomendado neste blog.]
III.
Para atiçar o fogo do ressentimento racial em face desses fatos contrários”, como escreve David Horowitz, “os defensores dos direitos civis fingem que as estatísticas mentem ou que apenas mencioná-las é um ato de racismo. Eles nos dizem que os criminosos negros não são, na verdade, os criminosos; o verdadeiro culpado é o ‘sistema branco e injusto de justiça’”.
Eis alguns políticos e militantes – citados por Horowitz – que concordam com esse embuste:
1) Deputada Maxine Waters: “A cor da sua pele determina se você vai ser preso ou não, julgado severamente ou menos severamente, receber uma sentença dura ou ganhar liberdade condicional ou a entrada em tratamento”;
2) Bill Quigley, diretor jurídico do Centro (esquerdista) para Direitos Constitucionais: “O sistema de justiça criminal dos EUA é… uma instituição baseada em raça, onde os afro-americanos são diretamente alvejados e punidos de uma forma muito mais agressiva do que as pessoas brancas.
3) Presidente Barack Obama, durante as primárias do Partido Democrata em 2008: Negros e brancos “são presos em taxas muito diferentes, são condenados em taxas muito diferentes [e] recebem sentenças muito diferentes” para “o mesmo crime”.
4) Hillary Clinton, para não ficar atrás na ocasião, denunciou a “desgraça de um sistema de justiça criminal que proporcionalmente encarcera muito mais afro-americanos do que os brancos.”
Eu acrescentaria uma colunista do Globo, que aliás insiste na mentira de que o gigante Brown estava de “mãos para o alto”:
5) Helena Celestino: “a cada 28 horas um afro-americano morre em confrontos com a polícia com seguranças privados”; a presidência Obama “coleciona casos de jovens negros desarmados abatidos por homens liberados de prestar contas à justiça”.
Escreve Horowitz:
Nenhum membro da imprensa perturbou seu dueto [Obama e Hillary] salientando que os afro-americanos cometem muitos mais crimes proporcionalmente do que os brancos. Isto é ‘privilégio de pele negra’ e ilustra como as atitudes racistas anti-brancos tornaram-se predominantes na cultura política.
Por pura repetição e falta de informação corretiva, os mitos de ‘privilégio de pele branca’ deixaram uma marca profunda na cultura em geral e na cultura dos negros americanos em particular. De acordo com uma recente pesquisa do Washington Post e da ABC News, 84% dos negros norte-americanos acham que o sistema de justiça os trata de forma injusta. Mas, se é verdade que os negros são presos em maior número do que sua representação na população, também é verdade que eles cometem crimes em número muito maior do que sua representação garantiria. Os afro-americanos são 12,6% da população dos EUA, mas eles são responsáveis por 38,9% de todas as detenções em casos de crimes violentos - incluindo 32,5% de todos os estupros, 55,5% de todos os roubos e 33,9% de todas as ‘agressões agravadas’. Isto porque eles são presos por crimes que não cometeram? Eles são apenas ‘culpados por serem negros’? Na verdade, as estatísticas são compiladas por meio de entrevistas com as vítimas destes crimes violentos, o que, no caso de crimes cometidos por negros, são em sua maioria negras elas próprias. Em 2010, autores negros eram responsáveis por 80% de toda a violência contra os negros (incluindo 94% dos homicídios), enquanto autores brancos representavam apenas 9% de toda a violência contra os negros.
Outro fato inconveniente para os promotores do mito racial ‘sistema de injustiça’ é que muitas cidades de alta criminalidade com população de maioria negra e altas taxas de prisão de negros são dirigidas por prefeitos afro-americanos e chefes de polícia afro-americanos. Entre eles estão Detroit, Jackson, Birmingham, Memphis, Flint, Savannah, Atlanta, e Washington. Conhecedor dos métodos usados pela polícia para combater o crime e da contribuição desproporcional de negros para as taxas de criminalidade, o ex-chefe de polícia negro de Los Angeles Bernard Parks disse: ‘Não é culpa da polícia quando eles param homens das minorias ou os colocam na cadeia. É culpa dos homens das minorias por cometerem o crime. Na minha mente, não é uma grande revelação que, se os oficiais estão à procura de atividade criminal, eles vão olhar para o tipo de pessoas que estão listadas em relatórios de crimes.’ Mas esta atitude sensata não penetrou na liderança do Partido Democrata, nem no moralmente degradado movimento dos direitos civis neste país.
Retomo. Nada disso você lê nos jornais. Nada disso importa à militância. Os casos Trayvon Martin e Michael Brown mostraram que a esquerda agora quer que os negros também tenham o “direito” de espancar ou tentar pegar a arma de autoridades sem correr o risco de serem mortos.
E se você acha que Giuliani, Horowitz e eu só constatamos esses fatos porque somos brancos, assista ao épico massacre moral e intelectual imposto pelo radialista negro Larry Elder no âncora esquerdista branco da CNN Piers Morgan sobre a violência interracial, na ocasião da morte de Martin: “O racismo não é mais um dos principais problemas da América. O problema número 1 entre as pessoas negras é o alto número de negros nascidos fora do casamento: 75%. Em 1960, 5% de todas as pessoas deste país haviam nascido fora do casamento. Atualize-se, Piers. O número agora é de 43%. Olhe para isso, para os crimes, para o abandono dos estudos – está tudo conectado”, ensinou Elder.
Pois é. Os fatos são coisas teimosas. E, felizmente, não dependem da cor de ninguém.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/11/26/violencia-de-negros-contra-brancos-nos-eua-e-mais-de-25-vezes-maior-que-o-inverso-mas-jornais-escondem-dados/

E para complementar, este gráfico:
"Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque.
Relatório Anual sobre Disparos de Armas de Fogo - 2011

1º gráfico: Porcentagem por raça de atiradores criminosos;
2º gráfico: Porcentagem por raça de criminosos que atiraram em policiais;
3º gráfico: Porcentagem por raça de criminosos mortos pela polícia.

O estudo da Polícia de Nova Iorque mostra que brancos são apenas minúsculos 3% de atiradores criminosos e apenas 4% dos crimes violentos. Também mostra que nenhuma pessoa branca baleou um policial naquele ano. Ainda, brancos são 44% daqueles mortos pela polícia. Negros, que perfazem 72% dos atiradores criminosos e 67% daqueles que alvejaram policiais, são apenas 22% daqueles que foram mortos por policiais."

Adendo: Eis um exemplo velado de racismo (de preto para o branco), nestes trechos da letra do rapper MV Bill falando sobre uma "Declaração de guerra" (à guisa de ter sido um mero pesadelo):

"Vou procurar mais guerrilheiros pra esta noite
Vida longa aos pretos, fim do açoite
Vou programar mais homicídio para esse dia
Fim da vida aos brancos, da covardia (...)

De um lado os Alvos, brancos, tiranos
Senhores carrascos mundanos
Do outro, o medo, os pretos, plebeus
Escravos, mulatos, ateus (...)

Adestrador prepare os cães, não dê comida, ***
Avise aos lobos a pele é branca e a carne é viva ***
Aí neguim! sai do sinal largue a cocada
Somos Zumbi da madrugada
Se encontrar aquele loiro no caminho,
Pode atirar, leve seu sonho de menino (...)

Brancos camaradas larguem as espadas
Peçam arrego, chegou a madrugada
Mãos ao alto, vocês perderam !!!
Não mexam um fio se quer de cabelo
Acabou o desafio, proibido pensar
Sei o quanto é difícil aceitar
Tenho a mão no explosivo – pá-pá
Pronto pra detonar - pá.pá
Um dedo no gatilho - pá-pá 
É melhor se entregar 
Essa guerra foi vencida 
Pense na despedida
Que eu poupo sua vida
Vocês não tem saída
Faz seu último pedido
Menos ser meu amigo."

Imagine esta incitação à violência na raivosa oligofrenia coletiva!...

Aqui estão alguns fatos para se conhecer:

Fato = Apesar de ser apenas 13% da população, os negros cometem metade de todos os homicídios. Há 5 vezes mais pessoas brancas do que negras, então, que diabos está acontecendo?

Fato = De 2011-2013 38,5% das pessoas presas por assassinato, homicídio, estupro, furto, roubo e agressão agravada eram negras.

Fato = Em mais de uma década (1999-2012), houve 2152 brancos mortos pela polícia tirânica em comparação com 1130 negros mortos.

Fato = Os brancos são duas vezes mais propensos a serem baleados pelas crescentes da polícia do estado do que os negros.

Fato = Apesar de estar em desvantagem de 5 para 1, negros cometem 8 vezes mais crimes contra o branco do que vice-versa.

4 comentários:

  1. ESSE QUADRO É BEM ELUCIDATIVO - AINDA QUE OS NEGROS DOMINEM CONTRA CIVIS COMUNS DELES E DE OUTRAS RAÇAS E AINDA CONTRA A POLICIA SÃO OS BEM MENOS ATACADOS PELA POLICIA VIA PC E FF-CIA NO PROPORCIONAL..AINDA ASSIM OS MERDIAS INVERTEM TUDO

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    1. Confiar na grande mídia é uma ato masoquista. Já viu este post?

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com/2015/04/quanta-imbecilidade.html

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  2. Isto está tudo de pernas para o ar. Faz-me impressão, como é que os negros, não tomam consciência de que este "politicamente incorrecto" que no fundo e no longo termo, lhes é prejudicial ? A desestruturação da base familiar, como esses 75% nascidos fora do casamento, é um dos pilares que conduz à cegueira da própria raça negra. Esta desestruturação acontece também fortemente na raça branca. Nada mais é questão que favorecer mediaticamente um dos lados que se crê e estima acima do outro lado.

    Boas

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    1. Muitos por aqui dizem que não há maior racista que os negros. Afinal, muitos deles se clareiam, alisam o cabelo, preferem se casar com loiras ou brancos, aceitam cotas raciais,... e grande parte deles gostam de se vitimizar. Já viu este?

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/11/sou-um-macaco-e-voce.html

      Abraço.

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