Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Planeta lixo?

Amigos e amigas.
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A revolta se aproxima!...
Das tantas preocupações que existem, possivelmente a que mais merece atenção é sobre o lixo. Toda e qualquer espécie dele: do visual ao nuclear. O primeiro (menos agressivo) se resume às grandes cidades e à televisão; o segundo pode destruir a biosfera num instante. Entre os dois, a nocividade vai aumentando: o lixo sonoro (insidioso, que invade cada recôndito e tem razoável alcance, podendo enlouquecer quem ficar à sua mercê), o lixo plástico, o hospitalar, o químico,... a diversidade parece infindável.

E ele se espalha por tudo lugar: lixo nos ares (fumaças e rastros químicos), lixo na terra (todos os tipos possíveis) e lixo nas águas (o destino final de quase tudo que se joga fora). O acúmulo em certos pontos é brutal por culpa das autoridades que pouco se importam com isso (exceto quando as atinge) e da população, que crê não ser sua responsabilidade, exceto deixar seu respectivo lixo à frente de casa para o lixeiro levar.

Então, é muito comum vermos a baixa eficiência dos governos em otimizar o recolhimento e destinação do lixo e a grotesca atitude de milhões que simplesmente jogam o lixo em terrenos baldios, transformando-os em pequenos lixões, focos de todo tipo de ajuntamento de animais nocivos e/ou peçonhentos, não nos esquecendo das enchentes, que trazem tudo de volta aos infratores e a quem não tem culpa nenhuma.
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"Convivência pacífica"...
Seria bom...!
E, nesta tabela, dados interessantes: o país mais consumista do mundo não é tão mais que o Brasil:
Impressionante como tem lixo em Brasília!...
E, estranhamente deixado de lado, temos o acidente nuclear em Fukushima, ocorrido em 11/03/2011. Sua nocividade é calculada como crítica, mas a grande podre mídia, há um ano, talvez, o deixou de lado. O lixo radioativo da usina liberado pelo tsunami que matou quase 16 mil pessoas continua bem ativo e abrange uma área respeitável. Veja:
Fukushima: "Mapa do impacto radioativo nas águas do mar"
É bem certo que os 7,5 bilhões de humanos não produzem lixo suficiente para abalar o planeta e que a natureza sabe perfeitamente lidar com as extrapolações pontuais: se nesses pontos, a coisa desandar de vez e as condições de vida se degradarem a um nível desastroso, seus habitantes se verão obrigados a abandonar a região, permitindo que a natureza a cure, ou se extinguirão. Porém, tal capacidade da Mãe Terra não nos dá a liberdade, o direito e nem mesmo a opção de grotescamente poluir onde vivemos.

O egocentrismo, comodismo e/ou estupidez da maioria da humanidade transforma as cidades e, por extensão, todo o resto, num asqueroso ambiente, perfeito para os parasitas (disfarçados de humanos) se refestelarem. Fato: ambientes saudáveis em todos os sentidos são a desgraça para eles, não lhes permitindo proliferar e dominar. Portanto, urge limparmos a consciência do lixo que eles nos impõem para entronizar essa verdade, melhorando nossas atitudes para consertar o presente e garantir um futuro desinfestado.
FAB29

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Independência ou morte?

Amigos e amigas.
Sempre que essa palavra mágica (Independência) me vem à mente, imagino a risada nervosa dos grandes corruptores, senhores parasitas da humanidade. E a resposta deles é automática: MORTE! Nem em seus piores pesadelos essa possibilidade de permitir a autodeterminação de nossos atos nos seria dada. Afinal, independência é sinônimo de liberdade, fuga da submissão, progresso, transformando-se no fim do parasitismo. O culto da total dependência nossa aos desmandos e caprichos deles tornou-se o que lhes há de mais sagrado e imperioso.

Em todo e qualquer nível, eles procuram nos cercar de dificuldades tais e tamanhas, tencionando nos deixar exasperados e sem opções, senão aquela de nos submetermos à sórdida e podre assistência do Estado. Já há muitas situações em que estamos no ponto de não podermos minimamente as coisas mais simples, como nos medicar.

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Ao menos, o hospital parece bem limpo...!
Se quiser outros exemplos, veja aqui
Vejam este micro exemplo: se você precisar de uma simples pomada antibiótica que já conhece há anos e sabe da sua eficácia para seu recorrente problema, você não poderá comprá-la sem uma receita (ao contrário de cigarro e bebidas alcoólicas, que são de livre consumo. Irônico, não?!). Então, você terá três opções: procurar um amigo médico, que certamente lhe daria na hora a receita; ou pagar uma consulta e pedir para o doutor prescrever a sua pomada, explicando-lhe seu histórico (grandes chances dele atendê-lo); ou fazer como a esmagadora maioria: ir a um posto de saúde ou pronto-socorro públicos, pegar aquela mega fila, esperar um bocado (ou rezar para haver médicos) e, ao ser atendido, tentar convencer o médico a receitar-lhe a pomada que você espera.

Neste caso, olhamos o lado do médico, que justamente pensaria: "Fiz cinco anos de Medicina, a exerço há três anos, estou sozinho neste plantão pela quinta vez, já atendi a quase cem pacientes só hoje, em condições quase precárias, com um salário ofensivo,... e ainda tenho que ouvir um paciente me dizer que remédio tenho que receitar?!?" Poderia facilmente se transformar na bicuda que faltava para entornar o caldeirão que há um bom tempo vem fervendo e a coisa degringolar de vez.

Mas não há dúvidas de que o quesito alimentação é o mais nevrálgico, como sentenciou o pai da Medicina, Hipócrates: "Fazei de vosso alimento vosso remédio". Se você se alimenta mal, seu risco de adoecer e permanecer assim é total. E o que mais pode-se dizer do alimento subversivo que nos é oferecido para nos manter no limbo da saúde? Arroz, trigo, soja, açúcar, hortifrutigranjeiros, etc, todos super processados e envilecidos com as mais variadas químicas (transgênicos à frente). Se pensarmos nos alimentos industriais como refrigerantes e achocolatados, veremos que estes exemplos são basicamente açúcar, um veneno deliciosamente insidioso. Conservantes, acidulantes, espessantes, corantes, anabolizantes,... são absolutamente constantes na dieta das sociedades modernas. Em contrapartida, alimentos naturais, livres dessa química e realmente saudáveis são relegados a uma casta de privilegiados que possuem e utilizam todas as condições necessárias (intelectuais, financeiras,  racionais, além de pertinácia e consciência) para viver deles. Logo, a grande maioria se submete àqueles venenos disfarçados, que estão mais acessíveis.

E o controle opressivo dos conhecimentos de nossos filhos? Vejam aqui e aqui.

E certamente, você conhece, imagina ou já passou por situações de desesperadora dependência como a que exemplifiquei em diversos outros casos: segurança, transporte, água, energia,... Se qualquer um desses (e muitos outros) der pane, o desespero se instala. Estes e todos mais são açambarcados e controlados ao máximo pelo poder público, essa entidade apodrecida, cruel, impiedosa e insaciável que embrenha suas metástases em nossas vidas e nos obriga a depender dele. Tal assistencialismo é a pior das nossas desgraças, pois nos impede de decidirmos o que é melhor para vivermos dentro de nossos desejos, necessidades específicas e idiossincrasias e, desta maneira, solaparmos a amaldiçoada máxima dos supremacistas: "Nós sabemos o que é melhor para vocês!"

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O Estado controla nossa luz.
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Bem pior é a falta d'água.
Elementos-chave são constantemente cevados pelos grandes parasitas para garantir a dependência da humanidade à sua influência: drogas, divertimentos e subversão. Resumindo: vícios que, somados à desculturação, arruínam a sociedade e a enredam numa enorme teia ou labirinto que resume nossas vidas a uma rotina de acordar, trabalhar (escravo e sem futuro), pagar (por tudo, exceto respirar), se alimentar (em geral, lixo disfarçado de alimento), se entreter (desbragadamente com o que há de mais nocivo, devidamente maquiado e bem produzido) e dormir. A realidade das coisas é sempre oculta.

Quando racionalizamos a respeito das produções industriais que abastecem o mundo e da quantidade incrível de pessoas que trabalham como autômatos nas linhas de produção (tudo sob controle e vigilância do Estado), tendo a rotina que citei acima, vemos o escárnio provindo desses degenerados que veiculam via mídias a antítese dessa vida: centenas de propagandas que se resumem em "Viva intensamente!". Comerciais de bebidas, carros, viagens, etc, onde jovens e/ou famílias grassam por 'N' locais se divertindo a valer, como se nada mais existisse, nada mais fosse importante e tudo fosse essa simplicidade que todo mundo poderia conseguir realizar.

Tais veiculações (respaldadas pelo Estado) só visam fomentar, na grande maioria, mais e mais exasperação, pois afetam de sobremaneira e principalmente a juventude, que é imperiosa em seus desejos, que são diuturnamente fustigados e incentivados por essas armas sórdidas de sedução. A insatisfação crescente da juventude causada pela impossibilidade da maioria dos pais de satisfazê-la é uma das mais cancerígenas maneiras de se degradar a união familiar. O jovem, não tendo aquilo que os comerciais, filmes e televisão lhes fustigam na mente e coração, se rebelam e vão procurar quem e onde tem tais "maravilhas", que não passam de armadilhas. Afinal, numa manada de búfalos, os leões não conseguem nada. Por isso, causam confusões para que um filhote se desgarre e...!

Tudo lindo, chique, sofisticado,... Daí pro fundo do poço, não é muito longe.
Em suma, cada vez menos temos o controle de nossas ações. Nossa dependência é controlada a ferro e fogo. Nossos direitos são os que os grandes corruptores parasitas nos permitem. Nascemos para ser seus escravos (em todos os sentidos), gado, capachos, ratos de laboratório, bichinhos de estimação, sacos de pancada,...! Nossas vida e morte são meros detalhes a eles. Estamos no meio termo: zumbis.

FAB29

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

"Ô, isquindô, isquindô!!"

Amigos e amigas.
O que mais ouvimos em época de carnaval são frases na mídia mais ou menos assim: "APESAR DE TUDO, O CARNAVAL ESTÁ GARANTIDO!" Mais tarde, em outra mídia, a frase: "HÁ MUITAS DIFICULDADES, MAS NÃO VÃO ATRAPALHAR O CARNAVAL!" No dia seguinte, a frase: "O CARNAVAL NÃO PODE SER AFETADO POR NENHUM PROBLEMA!" E finalmente, ontem: "A GREVE VAI DIFICULTAR MUITA COISA, MAS O CARNAVAL ACONTECERÁ DE QUALQUER JEITO!" Apesar de qualquer pesar (seca, enchente, corrupção, violência,...), o circo precisa ser garantido para o povinho lobotomizado se manter anestesiado e inofensivo.



Perceberam a ironia (pra dizer o mínimo)? A política do "Panis et Circenses" jamais mudará! O que não falta neste país é iniquidade pública:
- saúde caótica, com milhares de mortos e sequelados por falta de assistência, leitos e remédios;
- educação massacrada, com alunos na oitava série que mal sabem ler (interpretar a escrita, então,...!), escrever ou calcular por conta de um ensino subversivo e de falta de estrutura;
- segurança perdida (e a violência grassando) pelo mal aparelhamento da polícia (em contraste com o incrível aparelhamento do crime organizado) e leis que beneficiam e facilitam a não-punição do infrator;
- milhões morando em péssimas condições (barracos de pau-a-pique, palafitas,...) ou ao relento, sobrevivendo da piedade da natureza, da Providência e da previdência;
- desemprego, subemprego e emprego informal, fantasmas reais que rondam a sociedade, ameaçando ruí-la;
- o custo-brasil (superlativizado por uma inominável carga tributária), uma ofensa social e motivo de escárnio mundial;
- e os Três Poderes da república se locupletando com salários estratosféricos e mordomias, sem se dignarem a buscar reais soluções para tudo isso.

Soma-se a tudo isso os desastres naturais, como secas e enchentes, que afetam de sobremaneira 99,9% dos mais necessitados. Os abastados nunca são ribeirinhos ou 'sertânicos'.

Daí, voltamos ao início do artigo: a despeito do que discorri, O CARNAVAL TÁ GARANTIDO! A lógica é decrépita, digna das mentes mais malsãs: com tanta desgraça diuturnamente financiada por esses seres abjetos, é urgente e imprescindível que as diversões não faltem. Além do carnaval, o futebol, o big brother, as novelas, os barzinhos, os "viciozinhos" básicos (bebida, cigarro, sexo, drogas,...), os bailes da vida, etc. E a permissividade é a lei, como a abaixo:

Sequelas de democracia torpe
Toda e qualquer coisa que embote os sentidos do povão, anestesiando suas carências e sua capacidade de racionalizar, é totalmente prioritária para esses grandes parasitas da humanidade! Disse Ezra Pound, sensacional poeta americano, inimigo nº zero da corrupção: "A USURA É O CÂNCER DO AZUL". A usura é a base de toda e qualquer corrupção. Se ela fosse eliminada, as "doenças" sociais seriam gripes, no máximo.

Dizem que o Saber não ocupa espaço. É verdade: quanto mais eu leio, escuto, me informo, escrevo, pondero, analiso, opino, discuto, aprendo, mais me conscientizo do "Nada que sei". Sócrates, o Pai da Filosofia, acertou totalmente nisto. Por isso, chego à conclusão de que a Ignorância ocupa espaço.

Porém, sabedoria e espiritualidade, aliadas ao bom senso, bem querer, compaixão e, principalmente, união, são tudo o que necessitamos para uma vida próxima da perfeição. Justamente por serem tão maravilhosas é que são as mais difíceis de se alcançar, principalmente com as "âncoras" que o nefasto "Poder das Sombras" nos impõem.

Para que as névoas do medo se diluam no horizonte, precisamos vencer o comodismo e o pessimismo que assolam nossas vidas.
FAB29

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

"Santas Casas"...

Amigos e amigas.
Esta é a primeira parte de quatro longos artigos que traduzi sobre as oito mais poderosas famílias político-financeiras do planeta. Resumidamente, eles conseguem dar um ótimo panorama da imensurável influência que elas exercem na vida humana de cada recôndito das sociedades.
Mergulhem na história do poder que rege cada respiro de sua vida.
FAB29

The Four Horsemen of Banking (Bank of America, JP Morgan Chase, Citigroup e Wells Fargo) possuem os Quatro Cavaleiros do Petróleo (Exxon Mobil, Royal Dutch / Shell, BP e Chevron Texaco); em conjunto com o Deutsche Bank, BNP, Barclays e outros antigos gigantes europeus do dinheiro. Mas seu monopólio sobre a economia global não termina na borda da mancha de óleo.

De acordo com a empresa 10K filings for the SEC, os Quatro Cavaleiros do Banking estão entre os dez maiores detentores de ações de praticamente todas as corporações Fortune 500.

Então, quem são os acionistas nesses bancos centrais do dinheiro?

Esta informação é guardada muito zelosamente. Minhas consultas às agências reguladoras bancárias relativas à propriedade de ações no top 25 holdings bancárias dos EUA foram dadas pelo ato estatal Freedom of Information, antes de serem recusadas por motivos de "segurança nacional". Isto é bastante irônico, já que muitos dos acionistas do banco residem na Europa.

Um repositório importante para a riqueza da oligarquia global que possui nestas companhias de holdings bancárias é US Trust Corporation - fundada em 1853 e, agora, propriedade da Bank of America. Um recente Diretor Corporativo US Trust e Trustee Honorário foi Walter Rothschild. Outros diretores incluídos: Daniel Davison, do JP Morgan Chase; Richard Tucker, da Exxon Mobil; Daniel Roberts, do Citigroup; e Marshall Schwartz, do Morgan Stanley.

JW McCallister, uma fonte da indústria de óleo com conexões com a Casa de Saud, escreveu no The Grim Reaper que a informação que ele adquiriu de banqueiros sauditas citou que 80% dos proprietários do New York Federal Reserve pelo Banco, - de longe, o mais poderoso ramo do Fed - são de apenas oito famílias, quatro das quais residem nos EUA. Elas são Goldman Sachs, Rockefellers, Lehmans e Kuhn Loebs, de Nova York; os Rothschild, de Paris e Londres; os Warburg, de Hamburgo; o Lazards, de Paris; e Israel Moses Seifs, de Roma.

CPA Thomas D. Schauf corrobora as afirmações de McCallister, acrescentando que dez bancos controlam todos os doze ramos do Federal Reserve Bank. Ele nomeia NM Rothschild, de Londres; Rothschild Bank; de Berlim; Warburg Bank, de Hamburgo; Warburg Bank, de Amsterdã; Lehman Brothers, de Nova York; Lazard Brothers, de Paris; Kuhn Loeb Bank, de Nova York; Israel Moses Seif Bank, da Itália; Goldman Sachs, de Nova York e JP Morgan Chase Bank, de Nova York. Na lista de Schauf, William Rockefeller, Paul Warburg, Jacob Schiff e James Stillman como indivíduos que possuem grandes ações do Fed. Os Schiffs são insiders na Kuhn Loeb. Os Stillmans são insiders do Citigroup, que se casou com o clã Rockefeller na virada do século.

Eustace Mullins chegou às mesmas conclusões em seu livro "Os Segredos do Federal Reserve", em que ele exibe gráficos que ligam o Fed e os seus bancos membros às famílias de Rothschild, Warburg, Rockefeller e os outros.

O controle que essas famílias bancárias exercem sobre a economia global não pode ser exagerada e é bastante intencionalmente envolta em segredo. Seu braço de mídia corporativa é rápido para desacreditar qualquer informação expondo este cartel de bancos centrais privados como "teoria da conspiração". No entanto, os fatos permanecem.

Família Morgan
A Casa de Morgan

O Federal Reserve Bank nasceu em 1913, no mesmo ano que o herdeiro bancário norte-americano J. Pierpont Morgan morreu e a Fundação Rockefeller foi formada. A Casa de Morgan presidia as finanças americanas de uma esquina de Wall Street e Broad, na qualidade de banco central quase-americano desde 1838, quando George Peabody a fundou em Londres.

Peabody era um associado de negócios dos Rothschilds. Em 1952, o pesquisador do Fed Eustace Mullins estendeu a suposição de que os Morgans eram nada mais do que agentes de Rothschild. Mullins escreveu que os Rothschilds, "...preferiam operar anonimamente nos EUA por trás da fachada de JP Morgan & Company".

O autor Gabriel Kolko afirmou: "As atividades de Morgan em 1895-1896 na venda de títulos de ouro dos EUA na Europa foram baseadas em uma aliança com a Casa de Rothschild."

O polvo financeiro Morgan envolveu seus tentáculos rapidamente ao redor do globo. Morgan Grenfell operava em Londres. Morgan et Ce governava Paris. Os primos Lambert, dos Rothschild, comandavam Drexel & Company, na Filadélfia.

A Casa de Morgan serviu aos Astor, DuPonts, Guggenheims, Vanderbilts e Rockefellers. Ela financiou o lançamento da AT & T, a General Motors, a General Electric e a DuPont. Como os bancos Rothschild e Barings, com sede em Londres, Morgan tornou-se parte da estrutura de poder em muitos países.

Em 1890, a Casa de Morgan estava emprestando para o banco central do Egito, o financiamento de ferrovias russas, flutuando títulos do governo provincial brasileiros e financiando projetos de obras públicas argentinas. A recessão em 1893 aumentou o poder de Morgan. Naquele ano, Morgan salvou o governo dos Estados Unidos de um pânico bancário, formando um sindicato para sustentar as reservas do governo com uma remessa de 62 milhões de dólares em ouro Rothschild.

Morgan foi a força motriz por trás da expansão ocidental nos EUA, financiando e controlando as ferrovias união-Oeste através de relações de confiança de voto. Em 1879, a Morgan de Cornelius Vanderbilt financiou a Ferrovia Central de Nova York, dando as taxas de transporte preferenciais para o surgimento do monopólio da Standard Oil, de John D. Rockefeller, cimentando a relação Rockefeller / Morgan.

A Casa de Morgan agora caiu sob o controle familiar de Rothschild e Rockefeller. A manchete do New York Herald dizia: "Reis das estradas de ferro formam gigantesco Trust". J. Pierpont Morgan, que certa vez declarou: "A competição é um pecado", opinou agora alegremente: "Pense nisso. Todos os concorrentes do tráfego ferroviário oeste de St. Louis foi colocado no controle de cerca de trinta homens".

A Morgan e o banqueiro Edward Harriman, do Kuhn Loeb, realizou um monopólio sobre as ferrovias, enquanto dinastias bancárias Lehman, Goldman Sachs e Lazard juntaram-se aos Rockefellers no controle da base industrial dos EUA.

Em 1903, um trust de banqueiros foi criado por oito famílias. Benjamin Strong, do Trust de banqueiros, foi o primeiro regente do New York Federal Reserve Bank. Em 1913, a criação do Fed fundiu o poder das Oito Famílias para os poderios militar e diplomático do governo dos EUA. Se os seus empréstimos no exterior não eram pagos, oligarcas podiam agora convocar Marines dos EUA para cobrar as dívidas. Morgan, Chase e Citibank formaram um consórcio internacional de empréstimo.

A Casa de Morgan estava confortável com a Casa britânica de Windsor e da Câmara Italiana de Sabóia. O Kuhn Loeb, Warburgs, Lehmans, Lazards, Israel Moses Seifs e Goldman Sachs também tinham laços estreitos com a realeza europeia. Por volta de 1895, Morgan controlava o fluxo de ouro dentro e fora dos EUA. A primeira onda de fusões americana estava em sua infância e foi sendo promovida pelos banqueiros. Em 1897, havia sessenta e nove fusões industriais. Em 1899, havia mil e duzentas. Em 1904, John Moody - fundador da Moody's Investor Services - disse que era impossível falar de interesses de Rockefeller e Morgan separadamente.

Desconfiança pública do crescimento combinado. Muitos deles os consideraram traidores trabalhando para a velha finança Europeia. Standard Oil, de Rockefeller, US Steel, de Andrew Carnegie e ferrovias de Edward Harriman foram todos financiados pelo banqueiro Jacob Schiff, da Kuhn Loeb, que trabalhou em estreita colaboração com os Rothschilds europeus.

Vários estados ocidentais proibiram os banqueiros. O pastor populista William Jennings Bryan foi três vezes o candidato democrata à presidência de 1896 -1908. O tema central da sua campanha anti-imperialista era que a América estava caindo em uma armadilha de "servidão financeira ao capital britânico". Teddy Roosevelt derrotou Bryan em 1908, mas foi forçado por este incêndio populista espalhando para aprovar a Lei Anti-Trust Sherman. Ele então foi atrás da Standard Oil Trust.

Em 1912, foram realizadas as audiências Pujo, abordando a concentração de poder em Wall Street. Naquele mesmo ano, madame Edward Harriman vendeu suas ações substanciais no Guaranty Trust Bank de Nova York a JP Morgan, criando Morgan Guaranty Trust. O juiz Louis Brandeis convenceu o presidente Woodrow Wilson para pedir o fim dos conselho diretor de bloqueios. Em 1914, a Lei Anti-Trust Clayton foi aprovada.

Jack Morgan - filho e sucessor de J. Pierpont - respondeu chamando os clientes Morgan, Remington e Winchester, para aumentar a produção de armas. Ele argumentou que os EUA precisavam entrar WWI. Instigada pela Fundação Carnegie e outras frentes oligárquicas, Wilson cedeu. Como Charles Tansill escreveu na 'América Goes to War': "Mesmo antes do embate de armas, a empresa francesa de Rothschild Freres telegrafou ao Morgan & Company em Nova York, o que sugere a flutuação de um empréstimo de US $ 100 milhões, uma parte substancial do que era para ser deixado nos EUA para pagar as compras francesas de produtos norte-americanos. "

A Casa de Morgan financiou metade do esforço de guerra dos EUA, enquanto recebia comissões para alinhar empreiteiros como a GE, Du Pont, US Steel, Kennecott e ASARCO. Todos eram clientes da Morgan. Ela também financiou a Guerra dos Bôeres, na África do Sul, e a Guerra Franco-Prussiana. A Conferência de Paz de 1919, em Paris, foi presidida pela Morgan, o que levou ambos os esforços de reconstrução alemães e aliados.

Em 1930, o populismo ressurgiu na América após o Goldman Sachs, o Lehman Bank e outros lucraram com o Crack de 1929. O presidente do Comitê Bancário da Câmara Louis McFadden (D-NY) disse da Grande Depressão: "Não foi por acaso. Foi uma ocorrência cuidadosamente planejada (...) Os banqueiros internacionais procuraram levar a uma condição de desespero aqui para que eles pudessem emergir como governantes de todos nós ".

O senador Gerald Nye (D-ND) presidiu a uma investigação de munições em 1936. Nye concluiu que a Casa de Morgan tinha mergulhado os EUA na Primeira Guerra Mundial para proteger os empréstimos e criar uma indústria de armas em expansão. Nye mais tarde produziu um documento intitulado "A guerra seguinte", que cinicamente se refere ao "velho truque da deusa da democracia", através do qual o Japão poderia ser usado para atrair os EUA à Segunda Guerra Mundial.

Em 1937, o secretário do Interior Harold Ickes alertou para a influência das "60 famílias da América". O historiador Ferdinand Lundberg mais tarde escreveu um livro com o mesmo título. Supremo Tribunal de Justiça William O. Douglas lamentou, "influência da Morgan (...) a mais perniciosa na indústria e das finanças hoje."

Jack Morgan respondeu empurrando os EUA em direção a Segunda Guerra Mundial. Morgan tinha relações estreitas com as famílias  Iwasaki e Dan - dois clãs mais ricos do Japão - que possuíam Mitsubishi e Mitsui, respectivamente, uma vez que as empresas emergiram de Shogunatos do século 17. Quando o Japão invadiu a Manchúria, matando camponeses chineses em Nanking, Morgan minimizou o incidente. Morgan também tinha relações estreitas com italiano fascista Benito Mussolini, enquanto alemão nazista Dr. Hjalmer Schacht tinha uma ligação com o Morgan Bank durante a Segunda Guerra Mundial. Depois da guerra, representantes da Morgan se reuniram com Schacht no Banco de Compensações Internacionais (BIS), em Basileia, Suíça.


Família Rockefeller
A Casa de Rockefeller

BIS é o banco mais poderoso do mundo, um banco central global para as oito famílias que controlam os bancos centrais privados de quase todas as nações ocidentais e em desenvolvimento. O primeiro presidente do BIS foi o banqueiro Rockefeller Gates McGarrah - um funcionário do Chase Manhattan e do Federal Reserve. McGarrah era o avô do ex-diretor da CIA, Richard Helms. Os Rockefellers - como os Morgans- tinham laços estreitos com Londres. David Icke escreve em "Children of the Matrix", que os Rockefellers e Morgans eram apenas "garotos de recados" dos Rothschilds europeus.

BIS é de propriedade do Federal Reserve, Banco da Inglaterra, Banco da Itália, Banco do Canadá, Banco Nacional Suíço, Nederlandsche Bank, Bundesbank e do Banco da França.

O historiador Carroll Quigley escreveu em seu livro "Tragedy and Hope that BIS was part of a plan": "...para criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo (...) para ser controlado de uma forma feudal pelos bancos centrais do mundo, atuando em conjunto por acordos secretos ".

O governo dos EUA tinha uma desconfiança histórica do BIS, fazendo lobby em vão para o seu desaparecimento no pós-Segunda Guerra Mundial, na Conferência de Bretton Woods de 1944. Em vez disso, o poder das Oito Famílias 'foi exacerbado, com a criação de Bretton Woods, do FMI e do Banco Mundial. O Federal Reserve dos Estados Unidos só teve ações no BIS, em setembro de 1994.

BIS detém pelo menos 10% das reservas monetárias de pelo menos 80 dos bancos centrais do mundo, FMI e outras instituições multilaterais. Ele serve como agente financeiro para os acordos internacionais, coleta informações sobre a economia global e serve como emprestador de última instância para evitar o colapso financeiro global.

BIS promove uma agenda do fascismo capitalista monopolista. Ele deu um empréstimo-ponte para a Hungria na década de 1990 para garantir a privatização da economia daquele país. Ele serviu como canal para as oito famílias financiarem Adolf Hitler - liderado pela Warburg, de J. Henry Schroeder e Mendelsohn Bank of Amsterdam. Muitos pesquisadores afirmam que BIS está no nadir da lavagem de dinheiro da droga global.

Não é por acaso que o BIS está sediado na Suíça, esconderijo preferido para a riqueza da aristocracia mundial e sede do Maçonaria Alpina Lodge e Internacional nazista P-2 italiana. Outras instituições que as Oito Famílias controlam  incluem o Fórum Econômico Mundial, a Conferência Monetária Internacional e a Organização Mundial do Comércio.

Bretton Woods foi uma benção para as Oito Famílias. O FMI e o Banco Mundial foram fundamentais para esta "nova ordem mundial". Em 1944, os primeiros títulos do Banco Mundial flutuaram pela Morgan Stanley e First Boston. A família Lazard francesa tornou-se mais envolvida nos interesses da Casa de Morgan. Lazard Freres - maior banco de investimento da França - é propriedade das famílias Lazard e David-Weill - antigos rebentos bancários genoveses representados por Michelle Davive. Um recente Presidente e CEO do Citigroup foi Sanford Weill.

Em 1968, Morgan Guaranty lançou Euro-Clear, um sistema de compensação bancária com sede em Bruxelas para títulos em eurodólares. Foi o primeiro do tal esforço automatizado. Alguns passaram a chamá Euro-Clear "The Beast". Bruxelas serve como sede para o novo Banco Central Europeu e para a OTAN. Em 1973, funcionários da Morgan se reuniram secretamente nas Bermudas para ressuscitar ilegalmente a antiga Casa de Morgan, 20 anos antes do Ato Glass Steagal ser revogado. Morgan e os Rockefellers deram o apoio financeiro para a Merrill Lynch, impulsionando-a ao Big 5 de banca de investimento dos EUA. Merrill agora é parte do Bank of America.

John D. Rockefeller usou sua riqueza em petróleo para adquirir Equitable Trust, que tinha devorado vários grandes bancos e corporações por 1920. A Grande Depressão ajudou a consolidar o poder de Rockefeller. Sua Chase Bank fundiu-se com Manhattan Bank, de Kuhn Loeb para formar o Chase Manhattan, consolidando uma relação de família de longa data. O Kuhn-Loeb tinha financiado - juntamente com Rothschilds - a busca de Rockefeller para se tornar rei da mancha de óleo. National City Bank, de Cleveland financiou John D. com o dinheiro necessário para embarcar em sua monopolização da indústria de petróleo os EUA. O banco foi identificado em audiências no Congresso como sendo um dos três bancos de propriedade Rothschild nos EUA durante a década de 1870, quando pela primeira vez incluiu Rockefeller como a Standard Oil, de Ohio.

Um parceiro da Standard Oil de Rockefeller foi Edward Harkness, cuja família passou a controlar o Chemical Bank. Outro foi James Stillman, cuja família controlava a Manufacturers Hanover Trust. Os dois bancos se fundiram sob o guarda-chuva de JP Morgan Chase. Duas das filhas de James Stillman se casaram com dois dos filhos de William Rockefeller. As duas famílias controlam uma grande parte do Citigroup também.

No negócio de seguros, os Rockefellers controlam o Metropolitan Life, Equitable Life, Prudential e New York Life. Bancos Rockefeller controlam 25% do total de ativos dos 50 maiores bancos comerciais dos EUA e 30% de todos os ativos das 50 maiores companhias de seguros. Insurance Companies, a primeira nos EUA, foi lançada por maçons através de sua Woodman da America, desempenha um papel-chave na evasão de dinheiro das drogas em Bermuda.

Sociedades sob controle Rockefeller incluem Exxon Mobil, Chevron Texaco, BP Amoco, Marathon Oil, Freeport McMoran, Quaker Oats, ASARCO, United, Delta, Northwest, ITT, International Harvester, Xerox, Boeing, Westinghouse, Hewlett-Packard, Honeywell, International Paper, Pfizer, Motorola, Monsanto, Union Carbide e General Foods.

A Fundação Rockefeller tem estreitas ligações financeiras com ambas as Fundações Ford e Carnegie. Outros empreendimentos filantrópicos familiares incluem Rockefeller Brothers Fund, Instituto Rockefeller de Pesquisa Médica, General Education Board, Universidade Rockefeller e da Universidade de Chicago - que agitam um fluxo constante de economistas de extrema-direita como apologistas do capital internacional, incluindo Milton Friedman.

A família é proprietária do 30 Rockefeller Plaza, onde a árvore de Natal nacional é acesa a cada ano, e Rockefeller Center. David Rockefeller foi fundamental para a construção das torres do World Trade Center. A principal casa da família Rockefeller é um complexo desmedido em Nova York, conhecido como Pocantico Hills. Eles também possuem um total de 32 quartos duplex na 5ª Avenida, em Manhattan, uma mansão em Washington, DC, Monte Sacro Ranch, na Venezuela, plantações de café no Equador, várias fazendas no Brasil, uma propriedade em Seal Harbor, Maine e resorts no Caribe, Hawaii e Puerto Rico.

As famílias Dulles e Rockefeller são primas. Allen Dulles criou a CIA, ajudou os nazistas, encobriu os Kennedys, bateu de sua posição elevada na Comissão Warren e fechou um acordo com a Irmandade Muçulmana para criar assassinos mente controlada.

Irmão John Foster Dulles presidiu os falsos trusts Goldman Sachs antes do crash da bolsa em 1929 e ajudou seu irmão a derrubar governos no Irã e Guatemala. Ambos eram Skull & Bones, infiltrados no Council on Foreign Relations (CFR) e maçons grau 33.

Os Rockefellers foram fundamentais na formação do despovoamento - orientada do Clube de Roma, em sua propriedade familiar em Bellagio, Itália. Sua propriedade Pocantico Hills deu à luz a Comissão Trilateral. A família é um importante financiador do movimento eugênico que gerou Hitler, a clonagem humana e a obsessão sobre o DNA nos atuais círculos científicos.

John Rockefeller Jr. dirigiu o Conselho da População até sua morte. O seu filho homônimo é um senador de West Virginia. Irmão Winthrop Rockefeller era vice-governador de Arkansas e continua a ser o homem mais poderoso do que o Estado. Em uma entrevista de outubro de 1975 para a revista Playboy, o Vice-Presidente Nelson Rockefeller - que também foi governador de Nova York - articulou uma cosmovisão paternalista de sua família: "Eu sou um grande crente do planejamento - econômico, social, político, militar, planejamento total mundial."

Mas de todos os irmãos Rockefeller, é o fundador da Comissão Trilateral (TC) Presidente do Chase Manhattan David que tem liderado a agenda fascista da família em uma escala global. Ele defendeu o xá do Irã, o regime do apartheid sul-Africano e da junta chilena de Pinochet. Ele foi o maior financiador do CFR, do TC e (durante a Guerra do Vietnã) do Comité para uma paz efetiva e duradoura na Ásia - uma contrato próspero para aqueles que fizeram suas vidas fora do conflito.

Nixon pediu-lhe para ser o Secretário do Tesouro, mas Rockefeller recusou o trabalho, sabendo que seu poder era muito maior no comando do Chase. O autor Gary Allen escreve em "The Rockefeller file" que, em 1973, "David Rockefeller reuniu-se com vinte e sete chefes de Estado, incluindo os governantes da Rússia e da China Vermelha".

Após o golpe contra o primeiro-ministro australiano Gough Whitlam, do Nugan Hand Bank / CIA, em 1975, seu sucessor nomeado da Coroa Britânica Malcolm Fraser acelerou para os EUA, onde se reuniu com o presidente Gerald Ford depois de conferenciar com David Rockefeller.