Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Independência ou morte?

Amigos e amigas.
Sempre que essa palavra mágica (Independência) me vem à mente, imagino a risada nervosa dos grandes corruptores, senhores parasitas da humanidade. E a resposta deles é automática: MORTE! Nem em seus piores pesadelos essa possibilidade de permitir a autodeterminação de nossos atos nos seria dada. Afinal, independência é sinônimo de liberdade, fuga da submissão, progresso, transformando-se no fim do parasitismo. O culto da total dependência nossa aos desmandos e caprichos deles tornou-se o que lhes há de mais sagrado e imperioso.

Em todo e qualquer nível, eles procuram nos cercar de dificuldades tais e tamanhas, tencionando nos deixar exasperados e sem opções, senão aquela de nos submetermos à sórdida e podre assistência do Estado. Já há muitas situações em que estamos no ponto de não podermos minimamente as coisas mais simples, como nos medicar.

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Ao menos, o hospital parece bem limpo...!
Se quiser outros exemplos, veja aqui
Vejam este micro exemplo: se você precisar de uma simples pomada antibiótica que já conhece há anos e sabe da sua eficácia para seu recorrente problema, você não poderá comprá-la sem uma receita (ao contrário de cigarro e bebidas alcoólicas, que são de livre consumo. Irônico, não?!). Então, você terá três opções: procurar um amigo médico, que certamente lhe daria na hora a receita; ou pagar uma consulta e pedir para o doutor prescrever a sua pomada, explicando-lhe seu histórico (grandes chances dele atendê-lo); ou fazer como a esmagadora maioria: ir a um posto de saúde ou pronto-socorro públicos, pegar aquela mega fila, esperar um bocado (ou rezar para haver médicos) e, ao ser atendido, tentar convencer o médico a receitar-lhe a pomada que você espera.

Neste caso, olhamos o lado do médico, que justamente pensaria: "Fiz cinco anos de Medicina, a exerço há três anos, estou sozinho neste plantão pela quinta vez, já atendi a quase cem pacientes só hoje, em condições quase precárias, com um salário ofensivo,... e ainda tenho que ouvir um paciente me dizer que remédio tenho que receitar?!?" Poderia facilmente se transformar na bicuda que faltava para entornar o caldeirão que há um bom tempo vem fervendo e a coisa degringolar de vez.

Mas não há dúvidas de que o quesito alimentação é o mais nevrálgico, como sentenciou o pai da Medicina, Hipócrates: "Fazei de vosso alimento vosso remédio". Se você se alimenta mal, seu risco de adoecer e permanecer assim é total. E o que mais pode-se dizer do alimento subversivo que nos é oferecido para nos manter no limbo da saúde? Arroz, trigo, soja, açúcar, hortifrutigranjeiros, etc, todos super processados e envilecidos com as mais variadas químicas (transgênicos à frente). Se pensarmos nos alimentos industriais como refrigerantes e achocolatados, veremos que estes exemplos são basicamente açúcar, um veneno deliciosamente insidioso. Conservantes, acidulantes, espessantes, corantes, anabolizantes,... são absolutamente constantes na dieta das sociedades modernas. Em contrapartida, alimentos naturais, livres dessa química e realmente saudáveis são relegados a uma casta de privilegiados que possuem e utilizam todas as condições necessárias (intelectuais, financeiras,  racionais, além de pertinácia e consciência) para viver deles. Logo, a grande maioria se submete àqueles venenos disfarçados, que estão mais acessíveis.

E o controle opressivo dos conhecimentos de nossos filhos? Vejam aqui e aqui.

E certamente, você conhece, imagina ou já passou por situações de desesperadora dependência como a que exemplifiquei em diversos outros casos: segurança, transporte, água, energia,... Se qualquer um desses (e muitos outros) der pane, o desespero se instala. Estes e todos mais são açambarcados e controlados ao máximo pelo poder público, essa entidade apodrecida, cruel, impiedosa e insaciável que embrenha suas metástases em nossas vidas e nos obriga a depender dele. Tal assistencialismo é a pior das nossas desgraças, pois nos impede de decidirmos o que é melhor para vivermos dentro de nossos desejos, necessidades específicas e idiossincrasias e, desta maneira, solaparmos a amaldiçoada máxima dos supremacistas: "Nós sabemos o que é melhor para vocês!"

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O Estado controla nossa luz.
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Bem pior é a falta d'água.
Elementos-chave são constantemente cevados pelos grandes parasitas para garantir a dependência da humanidade à sua influência: drogas, divertimentos e subversão. Resumindo: vícios que, somados à desculturação, arruínam a sociedade e a enredam numa enorme teia ou labirinto que resume nossas vidas a uma rotina de acordar, trabalhar (escravo e sem futuro), pagar (por tudo, exceto respirar), se alimentar (em geral, lixo disfarçado de alimento), se entreter (desbragadamente com o que há de mais nocivo, devidamente maquiado e bem produzido) e dormir. A realidade das coisas é sempre oculta.

Quando racionalizamos a respeito das produções industriais que abastecem o mundo e da quantidade incrível de pessoas que trabalham como autômatos nas linhas de produção (tudo sob controle e vigilância do Estado), tendo a rotina que citei acima, vemos o escárnio provindo desses degenerados que veiculam via mídias a antítese dessa vida: centenas de propagandas que se resumem em "Viva intensamente!". Comerciais de bebidas, carros, viagens, etc, onde jovens e/ou famílias grassam por 'N' locais se divertindo a valer, como se nada mais existisse, nada mais fosse importante e tudo fosse essa simplicidade que todo mundo poderia conseguir realizar.

Tais veiculações (respaldadas pelo Estado) só visam fomentar, na grande maioria, mais e mais exasperação, pois afetam de sobremaneira e principalmente a juventude, que é imperiosa em seus desejos, que são diuturnamente fustigados e incentivados por essas armas sórdidas de sedução. A insatisfação crescente da juventude causada pela impossibilidade da maioria dos pais de satisfazê-la é uma das mais cancerígenas maneiras de se degradar a união familiar. O jovem, não tendo aquilo que os comerciais, filmes e televisão lhes fustigam na mente e coração, se rebelam e vão procurar quem e onde tem tais "maravilhas", que não passam de armadilhas. Afinal, numa manada de búfalos, os leões não conseguem nada. Por isso, causam confusões para que um filhote se desgarre e...!

Tudo lindo, chique, sofisticado,... Daí pro fundo do poço, não é muito longe.
Em suma, cada vez menos temos o controle de nossas ações. Nossa dependência é controlada a ferro e fogo. Nossos direitos são os que os grandes corruptores parasitas nos permitem. Nascemos para ser seus escravos (em todos os sentidos), gado, capachos, ratos de laboratório, bichinhos de estimação, sacos de pancada,...! Nossas vida e morte são meros detalhes a eles. Estamos no meio termo: zumbis.

FAB29

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