Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O Talmud tem razão?

Amigos e amigas.
É pública e notória a crença de que o povo judeu foi "eleito por D'us" e, a partir desta premissa, todos os outros povos estão abaixo dele. Em suma: o judeu pode e os não-judeus devem.
Vejam abaixo trechos de ensinamentos, declarações e afirmações feitas por proeminentes rabinos e figuras ilustres das tradições judaicas que compõem o Talmud.
É impossível, penso eu, permanecer passivo e alheio a tanto mal querer. Extraído daqui. E se quiserem ver bem mais, vejam AQUI.
FAB29
"Sanhedrin 57a. Quando um judeu mata um gentio ("Samaritano"),
não haverá pena de morte. O que um judeu roubar
de um gentio, ele poderá ficar".
Por Michael A. Hoffmann

Crianças não-judaicas são sub-humanas.
Yebamoth 98a.- Todas as crianças gentias são animais

Abodah Zarah 36b.- Garotas gentias estão em um estado de niddah (imundície) desde o nascimento.

Ataques do Talmud a cristãos e livros cristãos.
Shabbat 116a.- Judeus devem destruir os livros dos cristãos, p.e., o Novo Testamento: “Os livros dos minim (cristãos) não poderão ser salvos do fogo, pois devem ser queimados.

Prof. Israel Shahak relata que os israelenses queimaram centenas de bíblias com o Novo Testamento na Palestina ocupada em 23 de março de 1980.

Ensinamentos doentios ou insanos do Talmud.
Abodah Zarah 22a-22b.- Gentios preferem sexo com vacas.

Yebamoth 63a.- Declara que Adão teve intercurso sexual com todos os animais do Jardim do Éden.

Abodah Zarah 17a.- Declara que não há uma prostituta no mundo que o sábio talmúdico Rabbi Eleazar não tenha com ela mantido relações.

Gittin 69b.- Para curar a doença da pleurisia (“catarrh”), um Judeu deveria “pegar o excremento de um cachorro branco e misturar com bálsamo, mas se ele puder possivelmente evitá-lo, ele não deveria comer o excremento de um cachorro que perdeu os membros."

Pesachim 111a.- “É proibido para cachorros, mulheres ou palmeiras estarem entre dois homens, nem podem outros caminhar entre cachorros, mulheres ou palmeiras. Perigos especiais são envolvidos se as mulheres estão menstruando ou sentadas em um cruzamento.”

Abodah Zarah 70a.- Um rabino diz não haver razão para preocupação que o vinho seja permissível para uso judaico, porque a maioria dos ladrões em Pumbeditha, o lugar de onde o vinho foi roubado, é de Judeus (também em Rosh Hashanah 25b.)

Dr. Israel Shahak e seu co-autor, Prof. Mezvinsky, qualificam essa injunção desta forma: “O Halacha permite que os Judeus roubem não-Judeus naqueles locais onde Judeus são mais fortes que os não-Judeus. A Halacha proíbe os Judeus de roubarem não-Judeus naqueles locais onde os não-Judeus são mais fortes.” (Jewish Fundamentalism in Israel, op. cit. p. 71)
Dizem que tais "opiniões" são exceções...
Ódio aos gentios.
Kiddushin 66c.- Os melhores dos gentios devem ser mortos. (Também em Soferim 15, regra 10, pelo Rabbi Simon ben Yohai)

A injunção acima do Rabbi Simon ben Yohai permeia o Judaísmo. Israelenses anualmente tomam parte em uma peregrinação nacional ao túmulo do Rabbi Yohai, para honrar o rabino que defendeu o extermínio de não-Judeus.

Essa obsessão com o corpo do Rabbi Simon ben Yohai está no centro da peregrinação, que ocorre na primavera, coincidindo com Lag b’Omer, que comemora a revolta de Bar Kochba contra os romanos, cerca de 132-135 D.C., a partir do qual sobrevêm o aparente cânon da “doutrina do Holocausto judeu de que ‘um terrível massacre de mais de meio milhão de judeus’ se sucedeu”.

No propositado túmulo do Rabbi Yohai, dez milhares de Judeus Khazares e Sefarditas reúnem-se para receber “emanações” de seu corpo.

Um milhão de árabes não valem a unha de um Judeu.” (Rabbi Yaacov Perrin, NY Times, 28 de fevereiro de 1994, p. 1)

Yebamoth 61a.- [Ezequiel 34, 31] "Vocês são chamados homens (Adão), mas os idólatras não são chamados homens (Adão)".

Em Berakoth 58a., o Talmud usa Ezequiel 23, 20 como prova do status sub-humano dos gentios. Também ensina que quem quer que (mesmo um homem Judeu) revele esse ensinamento talmúdico a respeito dos não-Judeus merece a morte, desde que revelando-o torne os Gentios irados e cause a repressão do Judaísmo.

A citação talmúdica dessa passagem de Ezequiel como uma “prova textual” causa espécie, haja vista que a passagem não prova que Gentios sejam animais. A passagem de Ezequiel somente diz que alguns egípcios tinham grandes órgãos genitais e copiosas emissões. Isso não prova de nenhuma forma ou mesmo conota que os egípcios fossem referidos na Bíblia como animais. Novamente, o Talmud falsifica a Bíblia por meio de interpretação distorcida.
O professor rabínico Moses Maimonides (“Rambam”) é honrado no Judaísmo como um “sábio” supremo da mais alta estatura.
Moses Maimonides - Rambam (1138-1204)
Moses Maimonides é considerado o maior codificador e filósofo na história Judaica. Ele é freqüente e carinhosamente referido como o Rambam, relativo às iniciais do seu nome e título, Rabenu Moshe Ben Maimon, “Nosso Rabbi Moses, filho de Maimon.

De acordo com a introdução do livro Maimonides Principles, p. 5 (editado por Aryeh Kaplan, União da Congregação dos Judeus Ortodoxos da América), Maimonides gastou doze anos extraindo toda decisão e lei do Talmud, e dispondo-as todas em 14 volumes sistemáticos. A obra foi finalmente completada em 1180, e foi chamada Mishnah Torah, ou “Código da Torah”.

Eis que Maimonides ensinou exortando não salvar as vidas das pessoas, especialmente as vidas dos Gentios e Cristãos, ou mesmo de Judeus que ousavam desafiar a “inspiração divina” do Talmud:

Conseqüentemente, se nós vemos um idólatra (gentio) sendo arrastado ou se afogando no rio, nós não deveríamos ajudá-lo. Se nós vemos que sua vida está em perigo, nós não devemos salvá-lo.” O texto hebraico da edição de 1981 de Feldheim, do Mishnah Torah, diz a mesma coisa.

Em seus escritos, Maimonides ensinava que Cristãos deveriam ser exterminados. Imediatamente depois da advertência de Maimonides que é um dever para Judeus não salvar um Gentio se afogando ou perecendo, ele nos informa do dever talmúdico dos Judeus aos Cristãos, e também aos Judeus que negam o Talmud. Maimonides, Mishnah Torah (Capítulo 10), p. 184:

É um mitzvah [dever religioso], porém, erradicar traidores Judeus, minim e apikorsim e fazê-los  descer até o buraco da destruição, na medida em que eles causarem dificuldades aos Judeus e inclinarem as pessoas para longe de Deus, como fez Jesus de Nazaré e seus estudantes, e Tzadok, Baithos e seus estudantes. Possa o nome dos maus apodrecer.”

O comentário do editor Judaico acompanhando o ensino precedente de Maimonides, declara que Jesus era um exemplo de um min (plural: minim). O comentário também declara que os “estudantes de Tzadok” eram definidos como aqueles Judeus que negam a verdade do Talmud e que sustentam somente a lei escrita (em outras palavras, o Antigo Testamento).
O crime dessa senhora: ser palestina.
Racismo judaico.
A Kabbalah ensina que a presença do Skekhinah divino no mundo é exclusivamente devido à existência do povo Judeu.

As tradições orais dos antigos decretam que o estudo para toda a vida da tradição rabínica não é somente um meio para ficar mais íntimo de Deus; é um meio de se tornar Deus. De acordo com o Talmud, o próprio Deus é um estudante das tradições dos rabinos – “Ele estuda o Talmud três vezes ao dia.”

Cabalismo é imbuído com um elemento homicida pela virtude de sua lendária origem com Rabbi Simon ben Yohai, que, de acordo com a crença tradicional, é o autor do Zohar, o principal texto do misticismo Judaico. Justamente antes de sua morte na Galiléia, ele revelou a alguns de seus estudantes alguns dos maiores segredos da Kabbalah. Como registrado na seção precedente do Talmud, Simon ben Yohai é o rabino que proclamou que “Mesmo o melhor dos gentios deveria ser morto.

A Kabbalah e seus devotos exibem pelo menos o mesmo grau de hostilidade fanática rumo aos não-Judeus, como faz o Talmud.

Um muito respeitado Cabalista dos anos de 1500 (foi) Issac Luria, cujo Etz Chaim (“árvore da vida”) discute o olam ha-tobu (“reino da confusão” – o mundo sub-humano não-Judaico) e olam ha-tikkun (“reino da restauração” – o paradisíaco império mundial sionista a vir)...” (Grimstad, op. cit. p. 252)

Tishbi continuou a citar adiante a obra de Vital em enfatizar o ensinamento cabalístico de Isaac Luria de que não-Judeus são satânicos: “As almas dos não-Judeus vêm inteiramente da parte feminina da esfera satânica. Por essa razão, as almas dos não-Judeus são chamadas más.” (Yesaiah Tishbi, Torat ha-Rave-ha-Kelippah be-Kabbalat ha-Ari “A teoria do mal e a esfera satânica na Kabbalah”; 1942)

Pois é, como o famoso rabino judeu, Maimonides, aclamado por muitos cristãos que defendem o sionismo como "o grande homem de Deus", encoraja judeus a matar todos os gentios especialmente cristãos, muçulmanos, palestinos, negros, etc... No Talmud (Hilkoth Akrum, X, 1), Maimonides diz: "Não tenha piedade por eles. Não demonstre nenhuma compaixão. Então, se você vê um se afogando, não vá ajudá-lo (...) é seu direito matá-lo pelas suas próprias mãos, empurrando-o para o inferno ou por outra forma."

O tratamento monstruoso e bárbaro que é dado por Israel para Palestinos e outros árabes feitos prisioneiros é facilmente entendido quando visto aos olhos do Talmud, que determina que "hereges e traidores" sejam assassinados sem demora (Abhodah Zarah, 266) e os não-judeus feitos prisioneiros podem ser mortos "mesmo antes que eles confessem (...) quanto mais rápido, melhor." (Choschen Hammischpat, 388, 10).

O Talmud é cheio de expressões que retratam os judeus como a "raça master escolhida por Deus (Moloch)" e denigre todas as outras raças como sendo lixo e porcaria. Ele alerta os judeus para ficarem longe dos cristãos, porque cristãos são "sujos" e "assassinos".

Por outro lado, um judeu é descrito como membro do "povo escolhido por Deus". O judeu possui tão grande dignidade que nenhum outro, mesmo um anjo, pode ser igual a ele. De fato, o judeu é descrito como sendo igual a Deus. O rabino Chanina diz que "aqueles que resistem aos judeus agem como se estivessem dando uma bofetada na divina majestade de Deus".

Segundo o talmud (David Libbre 37)
"Comunicar qualquer coisa para um goy sobre nossas relações religiosas seria igual à morte de todos os judeus, pois se soubessem o que nós ensinamos sobre eles, iriam nos matar abertamente. Se um judeu for chamado para explicar qualquer parte dos livros rabínicos, ele deve dar apenas uma explicação falsa. Quem alguma vez violar esta ordem deve ser condenado à morte".

E, para completar: “Jeová criou o não-judeu em forma humana para que os judeus não tenham que ser servidos por bestas. O não-judeu é, consequentemente, um animal em forma humana e comandado para servir ao judeu dia e noite”. (Midrash Talpioth, P-225 L.)

A empáfia e a impudicícia talmúdica:
As decisões do Talmud são palavras do Deus vivo. O próprio Jeová pede as opiniões dos rabinos terrestres quando há assuntos difíceis no céu.
Rabino Menachen, comentários para o quinto livro

O próprio Jeová no Céu estuda o Talmud em pé, pelo tanto de respeito que tem por esse livro.
Tractate Mechilla / Me'ilah

Quando o Messias vier, cada judeu terá 2.800 escravos.
Simeon Haddarsen, fol  56-D

Que a nação judaica é a única nação selecionada por Deus, enquanto todas as restantes são desprezíveis e odiosas.

Que toda a propriedade de outras nações pertencem à nação judaica e que, consequentemente, tem direito a se apoderar sem quaisquer escrúpulos. Um judeu ortodoxo não está obrigado a observar os princípios de moralidade para com as pessoas de outras tribos. Ele pode agir de forma contrária à moral, se rentável para si mesmo ou para os judeus em geral.

Um judeu pode roubar um Goy, ele pode enganá-lo ao longo de um projeto de lei, que não deve ser percebido por ele; caso contrário, o nome de Deus se tornaria desonrado.
Schulchan Aruch, Choszen Hamiszpat, 348

Tudo o que um judeu precisa para o seu ritual da igreja não é permitido ao goy fabricar, mas apenas a um judeu, porque isso tem que ser fabricado pelos seres humanos e o judeu não está autorizado a considerar goyim como seres humanos.
Schulchan Oruch, Orach Chaim 14, 20, 32, 33, 39

Um judeu pode fazer para uma não-judia que ele quiser fazer. Ele pode tratá-la como se trata um pedaço de carne.
Hadarine, 20, B; Schulchan Aruch, Choszen Hamiszpat 348

Um judeu pode violar, mas não se casar com uma moça não-judia.
Gad. Shas. 2: 2

Um menino-goy, depois de nove anos e um dia de idade, e uma menina, depois de três anos e um dia de idade, são considerados imundos [Podem ter relações sexuais].
Pereferkowicz, Talmud tv, p. 11

R. José disse: Venha e ouça! Uma donzela com idades entre três anos e um dia pode ser adquirida em casamento por coito [relação sexual], e se o irmão de seu falecido marido coabita com ela, ela se torna sua. A pena de adultério pode ser efetuada através dela; [se um niddah - imundícia] ela contamina o que não tem conexão com ela, de modo que ele, por sua vez contamina aquele sobre a qual ele se encontra, como uma peça de vestuário que tem ficado em cima [a pessoa atingida com gonorréia].
Sinédrio 55b

Rab disse: pederastia com uma criança abaixo de nove anos de idade não é considerada, como pederastia com uma criança acima disso. Samuel disse: pederastia com uma criança abaixo de três anos não é tratada como com uma criança acima disto. Ou seja, Rab faz de nove anos um mínimo; mas se um cometeu sodomia com uma criança de menor idade, nenhuma culpa é incorrida.
Sinédrio 54b

2 comentários:

  1. Olá camarada!

    Somando o que já estudei e vi até agora, entendo que há algo difícil de explicar que subjaz os judeus em sua corrosiva, venenosa e destruidora ação.

    A primeira é que uns poucos autores que li emitirem um parecer sobre Moisés, dizem que ele foi bom e é considerado um Avatar, e o problema seria que o trabalho de dar formação ao povo conduzido por ele na época teria sido atrapalhado e deturpado por tal força corrosiva, venenosa e destruidora. Curioso é que relatos contra cristãos e principalmente contra judeus na antiguidade são raros, porém, sobram ainda alguns, e nos dá a entender que as elites intelectuais como as massas que conviviam diretamente com os judeus conheciam os problemas que hoje conhecemos. Um historiador romano, acho que Diodoro Sículo, também relata uma antiga tradição de que os ensinamentos de Moisés foram deturpados pelo povo em que ele vivia, o que é bem semelhante ao caso de Jesus.

    O pouco que li do Zohar mostrou-me ensinamentos fundamentais de filosofia profunda, metafísica e esoterismo no melhor sentido possível. No Talmud ocorre o mesmo. Na Bíblia o nível de tais ensinamentos já cai muito.

    Por outro lado há textos absurdos, no pior sentido, também no Talmud e, em menor nível de agressividade, na Bíblia... No Zohar não cheguei a ver, apenas passei de vista rapidamente suas páginas.

    Tudo isso é estranho... como se algumas vezes entre os judeus, ou os povos que os precederam, aparecessem algumas pessoas iluminadas para melhorar o povo, mas os líderes desse povo impediam isso, e as coisas seguem com estão, protagonistas judeus na corrosiva, venenosa e destruidora marcha sobre os povos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Grande Tannhauser.

      Eu não tenho dúvidas das ações deletérias desses "iluminados" que formam suas sociedades secretas para tornarem secretas as mais relevantes informações e os ensinamentos mais corretos, guardando tudo para si e seus iniciados.

      Os deuses (maioria deles) bem que tentaram pôr ordem em tanta bagunça (ex: o Levítico 18, 1-18 condena as "uniões abomináveis": homem com homem, mãe com filho, etc), mas a podridão desses "iluminados" vem danando tudo.

      Nunca me canso de repetir: tais seres são vermes parasitas, que vivem na e da podridão do organismo que infectam. À massa ignara de desvalidos e comodistas, os restos e migalhas do butim.

      Excluir