Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 4 de maio de 2015

O domínio do mundo

Amigos e amigas.
Sempre ouvimos falar (com absoluta razão) que a verdadeira História ocorre nos bastidores dela. Disse Honorè de Balzac: "Há duas histórias: a história oficial, mentirosa, que se ensina, a história ad usum Delphini; depois, a história secreta, onde estão as verdadeiras causas dos acontecimentos, uma história vergonhosa!"
Assim sendo, eis mais uma pitada dessa história sórdida e nociva, que coloca o gado humano sob seu jugo, parasitando-o ao máximo.
Revolte-se, pois ainda há tempo.
FAB29

Origem das metástases

A violação atual do Estado da Irlanda (e eu acrescento da Grécia, de Portugal, Itália, Espanha) é mais um passo para o chamado "colapso" financeiro mundial. Para além da estupidez e da ganância dos políticos-lacaios irlandeses, gregos, portugueses, italianos, espanhóis, poucos entendem "quem" e "o que" está realmente por trás da destruição destes países. Os verdadeiros culpados não são David Rockefeller ou Herman van Rompuy (Presidente do Conselho Europeu), nem tão pouco o mega especulador e defensor número um da legalização das drogas, George Soros. Estes são lacaios da elite financeira mundial centrada no poderoso e desconhecido Grupo Inter-Alfa.
O Grupo Inter-Alfa controla, hoje em dia, 70% do sistema financeiro mundial.
O Grupo Inter-Alfa, desde a sua fundação em 1971, é um cartel bancário europeu a cargo dos círculos de Lord Jacob Rothschild e tem estado no epicentro desde operações da monarquia britânica, todas elas dirigidas a partir de Londres. Quando falamos da monarquia, não se trata do rei do país com a sua coroa prateada e o seu trono de palha, mas sim do sistema de controle financeiro. O Grupo Inter-Alfa inclui o Royal Bank of Scotland, o banco português Banco Espirito Santo, o espanhol Banco Santander, o holandês ING, o francês Société Genéral e o alemão Commerzbank, entre outras entidades de peso.

A operação que lançou o grupo iniciou-se, na realidade no fim da Segunda Guerra Mundial. Foi dirigida por Jacob Rothschild a partir de Londres. A rede bancária dos Rothschild desde a sua criação em Frankfurt nos finais de 1700, foi uma operação da Nobreza Negra de Veneza. De fato, Veneza, através da sua própria nobreza negra, está no centro desta conspiração financeira mundial que remonta à quarta Cruzada. Um dos seus primeiros patrocinadores foi a família Thurn e Taxis, da Baviera, os controladores da "inteligência" de Veneza e uma das famílias do império Habsburgo da Austria. Esta ligação de Veneza é a verdadeira origem do poder financeiro da familia Rothschild.

Voltando ao Grupo Inter-Alfa. Para alcançar o seu objetivo, primeiro construíram o seu aparelho bancário na Europa do pós-Segunda Guerra Mundial como a base do que parecia ser uma nova estrutura financeira universal. No entanto, era na realidade um regresso ao modelo imperial que existia antes da Revolução Americana. A planificação desta nova Europa começou antes de cessarem os combates e conduziu á criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço em 1951 e da formação da Comunidade Econômica Europeia em 1957, primeiros passos para a criação da União Europeia de hoje e da sua moeda supranacional, o Euro.

Com estas medidas que conduziram à eliminação da soberania nacional, o Império começou a construção de um sistema financeiro europeu sem fronteiras. Rapidamente, veio a criação dos mercados de eurobônus, os eurodólares e os bancos de consórcio. Estes bancos foram os sindicatos ou as empresas conjuntas (Joint Ventures), na sua maioria com sede em Londres, uniram os bancos britânicos aos bancos com sede na Europa, na Ásia e nas Américas. Foram concebidos para flanquear os regulamentos bancários nacionais, e assim, representam o inicio da "globalização" (ou seja, imperialização) das finanças.

O verdadeiro poder do Grupo Inter-Alfa, no entanto, não se encontra nos bancos por si só, mas nas mudanças que as operações Inter-Alfa produziram na economia mundial. O projeto Inter-Alfa tornou o sistema mundial num cassino gigante. Um parque temático para os bancos de investimento, os "braços especulativos" dos bancos comerciais e dos fundos de alto risco para que possam brincar com o dinheiro, tanto o seu como o do resto do mundo.

Vejam: num sistema bancário saudável e bem regulamentado, os bancos comerciais são os mecanismos que ajudam no crescimento das economias locais e regionais. O banco local cresce à medida que cresce a economia local, mostrando assim um grande interesse em apoiar e fomentar esse crescimento.

O modelo oligárquico do Grupo Inter-Alfa, que detém o Banco Santander, funciona ao contrário. Ele usa a sua rede de bancos para transferir o capital da economia local para os mercados mundiais, onde o dinheiro é usado para especulação, manipulação e subjugação dos povos do planeta.

Para terminar, não devemos esquecer que o sistema financeiro mundial centrado no Grupo Inter-Alfa alimenta-se do dinheiro proveniente do tráfico de drogas. No seu ponto mais alto, recentemente, Inter-Alfa controlava 70% dos ativos bancários mundiais. Os mil milhões de dólares anuais de dinheiro proveniente do tráfico de drogas e outros fundos de origem criminosa, que alimentam a atual guerra das drogas, constituem uma parte vital deste mercado financeiro. E sem o sistema Inter-Alfa, os mil milhões de dólares do narcotráfico não tinham para onde ir.


Fonte: Octopus

Membros do Grupo Inter Alpha : 11 bancos que representam 15 Países europeus
  1.                                                              AIB Group, Ireland
  2.                                                     Banco Espírito Santo, Portugal
  3.                                                        Commerzbank, Germany
  4.                                                          ING Group, Netherlands
  5.                                                            Intesa Sanpaolo, Italy
  6.                                                             KBC Bank, Belgium
  7.                                               Nordea, Denmark, Finland and Sweden
  8.                                                     National Bank of Greece, Greece
  9.                                                   Royal Bank of Scotland Group, UK
  10.                                                                 Santander, Spain
  11.                                                           Société Générale, France

8 comentários:

  1. "Não há um historiador que trabalhe com o tema que coloque em dúvida o fato de que o crime aconteceu nem as dimensões do crime." Ahhh,... tá bom!...

    Quanto aos que citou, acusando-os de "não-historiadores" e, por conseguinte, indignos de crédito, que tal o "papa do holocausto", o maior dos historiadores oficiais, o não-historiador Raul Hilberg, com sua "Bíblia holocáustica" ("A destruição dos judeus europeus")? Um amontoado de informações inúteis e, na hora do "vamos ver", não diz nada com nada de novo além do "mi-mi-mi" vitimista habitual.

    Você está na Alemanha? Então, está vigiando a ação de seus mestres: http://inacreditavel.com.br/wp/um-fantasma-vaga-pela-europa/

    Prossiga com seu "bom trabalho", caro aspone. Seus mestres saberão recompensá-lo.

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    1. Sionista foge do debate mais do que fariseu foge da cruz.

      Tanto temos importância que você, aspone de carteirinha, após dar-nos o prazer da sua ausência, voltou a arrastar suas correntes por aqui e sabe lá por onde mais.

      Os "argumentos bem construídos" são as impossibilidades 'holocáusticas' que seus mestres insistem em dogmatizar. Tais impossibilidades impossibilitam um debate que vocês já perderam antes de começar.

      E do seu 'istoriador' preferido, o Raulzinho Hilberg? Nem uma palavra?

      Fujão!

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    2. É ... "fujão" é a espécie desses caras em classificação taxonômica. Escancaro no meu blog vários artigos, a maioria com caras de formação acadêmica, de bacharel a doutorado, e até PhD... os "fujão" ficam em silêncio, escolhem o que responder e o que não responder conforme a conveniência deles, sendo que ao mesmo tempo alegam que são detentores da razão...

      A última foi a dor artigo em que Churchill louva Hitler, escrevi a seleção, li nas fontes, livros da época meu, citei edição capítulo e postei até foto escaneada (peguei de outro blog) as versões antecedentes ao livro que saíram em revista...

      Cara... nem um piado, miado, grasnado, mugido, rugido, latido,... nada... essa espécie "fujão" é estranha... fala muito e depois entra em "silêncio hibernante"... deveriam mostrar a cara toda arrebentada moralmente após este artigo;

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    3. Você, como historiador em formação (acadêmica), já possui todos os requisitos necessários de um pesquisador completo. Aqueles mesmos que os 'não-historiadores' que o pândego mais acima citou possuíam e possuem de sobejo e, por isso, merecem toda a credibilidade.

      Já o ídolo dele, o Hilberg,...

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/01/palavra-de-graf.html

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com/2013/05/graf-x-hilberg.html

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    4. O David Irving, por exemplo, ao que sei não possui graduação, independente disso a linha de pesquisa dele é bem forte: Fontes documentais primárias, muitas vezes no próprio local... ele pode não ter graduação mas tem um trabalho de pesquisa muito sólido.

      Cito a formação acadêmica também por um motivo curioso: aparece um contestador ou anti-judeu acadêmico e passam a desqualificá-lo, e aparecem mais, e estes também são desqualificados, ou seja, muitas vezes na história as análises que não valem contra os judeus valem contra outros, e o que vale para os judeus não valem contra outros. Em questão judaica. como disse o Castan, é um vale tudo, vale dois pesos e duas medidas.

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    5. Minha última resposta a um "comerdário" seu:

      Falou o inefável Arthur Pião, também conhecido como Enceradeira, Redemoinho, CD furado, Barata Tonta,...

      Sua inaudita capacidade de falar um monte sem dizer nada embeveceria, se não fosse emética. Imagino que tantos anos de experiência talmúdica estão elevando-o a um alto grau na hierarquia de seus mestres.

      Só isso explica você se rebaixar tanto, se expondo a tamanho patético. Deve ser porque você ainda não passou do nível "capacho" e está tentando virar "pano de prato".

      Boa sorte.

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    6. Ahahahaha

      Não sei por que ele perde tempo com a gente... o cara ficou até alterado. Quem vê pensa que ele responde coisa com coisa. Tem um monte de tópico que ele respondeu com silêncio ou desviou do assunto ou respondeu qualquer coisa.

      E além do mais ao menos respeite o nível de muitos artigos devidamente referenciados. Já teve muitas pessoas que falaram, pedi fontes e sumiram, talvez você seja uma dessas mesmo. E se não tem paciência para pesquisar e ver os dois lados da história muda de ares e vai fazer outra coisa.

      Você não é obrigado a visitar os blogs se estes são insatisfatórios a sua preguiça e afobação.

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    7. Aos que me perguntaram "A quem estamos respondendo?", saibam que se trata de um filo-sionista (mais conhecido como "papel higiênico") que infecta tudo o que toca.

      Fui convencido a extirpá-lo de vez, mas mantendo respeitosamente os outros comentários.

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