Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Querem esconder, mas...

Amigos e amigas.
Vejam algumas pequenas pérolas que são escondidas do grande público no assunto 2ª Guerra Mundial.

Oswald Pohl
Em 26 de outubro de 1943, quando se afirma que milhões de judeus estavam sendo exterminados nos campos de concentração, o SS-Gruppenführer Oswald Pohl enviou a seguinte notificação geral para os comandantes de 19 campos de concentração. Ela se encontra no "Archiwum Muzeum Stutthof (I-1b-8, p. 53.)":

No âmbito da produção de armamentos alemã, graças a esforços de melhoria que foram realizados nos últimos 2 anos, os campos de concentração tornaram-se de importância decisiva na guerra. Do nada, temos construído obras de armamentos inigualáveis.

Nós agora temos que redobrar nossos esforços para garantir que os níveis de produção alcançados até então não sejam apenas mantidos, mas melhorados. Isso será possível, contanto que as obras e fábricas permaneçam intactas, apenas por manutenção e mesmo a melhoria da capacidade de trabalho dos presos.

Em anos anteriores, dada a política re-educacional do tempo, não importava muito se um prisioneiro poderia ou não realizar um trabalho útil. Agora, no entanto, a capacidade de trabalho dos presos é importante e todas as medidas dos comandantes, diretores dos serviços de ligação e médicos devem ser estendidas à manutenção da saúde e da eficiência dos prisioneiros. Não de simpatia falsa, mas porque precisamos deles com seus braços e suas pernas; porque eles precisam contribuir para uma grande vitória para o povo alemão, devemos ter o bem-estar dos presos no coração.

Eu quero que este seja o objetivo principal: não mais de 10% de todos os presos podem estar impossibilitados de trabalhar devido a doenças. Todas as pessoas responsáveis devem trabalhar em conjunto para alcançar este objetivo. Isso vai exigir:

1) Alimentação adequada e apropriada;
2) Vestuário adequado e apropriado;
3) Utilização de todas as medidas de saúde naturais;
4) Anulação de todo o esforço não necessário para o desempenho do trabalho;
5) Prêmios por desempenho."

O Campo de Concentração de Stutthof, situado 36 km a leste de Dantzig é mencionado por Hilberg em sua obra gigantesca apenas quatro vezes, mas é de suma importância para a compreensão da política judaica alemã. Entre 29 de junho e 28 de outubro de 1944, Stutthof recebeu mais de 50.000 judeus, que foram enviados da região do Báltico (Kaunas e Riga) e também de Auschwitz. Algumas das listas de deportação podem ser inspecionadas no "Archiwum Muzeum Stutthof, I-II B- 11 (Transport lists)"Dos judeus que vieram de Auschwitz, 11.464 eram de Lodz e 10.602 eram da Hungria (segundo Danuta Drywa, em seu livro "Ruch transportów miêdzy Stutthof i innymi obozami"). Também um considerável número de judeus transportados para Stutthof de Riga e Kaunas eram Húngaros, segundo o Museu de Stutthof.
Obra de Jurgen Graf detonando Raul Hilberg
Jurgen Graf escreveu: "Em 19 março de 1944, Adolf Eichmann teve uma reunião com os líderes da comunidade húngaro-judaica. Ocorreu o seguinte, segundo Raul Hilberg:
"Durante a reunião, Eichmann realizou um dos maiores espetáculos de sua carreira. Nas palavras do historiador Levai, ‘ele praticamente hipnotizou o Conselho Judaico e, através desse corpo, o conjunto dos judeus húngaros’.
Eichmann começou seu discurso dando aos judeus reunidos as más notícias. Primeiro, disse ele, os batalhões de trabalho judaico teriam de ser aumentados. No entanto, ele assegurou a seus ouvintes que os trabalhadores judeus seriam bem tratados e que poderiam até ser autorizados a regressar para casa à noite. Segundo, uma ‘Judenrat’ teria que ser formada com jurisdição sobre todos os judeus na Hungria. O Judenrat teria que atuar como um canal para as ordens alemãs, como um financiamento central e a agência de tributação, e como uma central depositária de informações sobre os judeus húngaros. Terceiro, a ‘Judenrat’ teria de publicar um jornal que conteria todas as ordens alemãs. [...]
Os judeus ficaram aliviados. Agora eles sabiam o que tinham de fazer. Inclinando-se uns sobre os outros, começaram a elaborar planos para a sua Judenrat. [...]
Ao mesmo tempo, o Conselho dirigiu um manifesto à população judaica para manterem a disciplina e obedecerem às ordens:
Ao receberem ordens do Conselho Central, é dever de cada pessoa se apresentar no local e hora indicados'.

Daí, vem o Dr. Rudolf Kastner, o ex-co-presidente da Associação Húngara sionista, e dá este relato:

Em Budapeste, tivemos uma oportunidade única de acompanhar o destino da judiaria européia. Nós tínhamos visto como estavam desaparecendo um após outro do mapa da Europa. No momento da ocupação da Hungria [ou seja, março de 1944], o número de judeus mortos ascendeu a mais de cinco milhões. Nós sabemos muito bem sobre o trabalho das Einsatzgruppen. Sabíamos mais do que era necessário sobre Auschwitz... Nós tivemos, logo em 1942, um quadro completo do que estava acontecendo no Oriente com os judeus deportados para Auschwitz e do extermínio em outros campos.” (p. 888; DEJ, p. 823)

Contraditório é pouco! Tantos documentos atestando mil e uma deportações de Auschwitz e tantos outros campos, ou demonstrando a necessidade premente de trabalhadores para o esforço de guerra alemão ou, ainda, mostrando que os líderes judaicos estavam em contato com os líderes de Hitler em pleno 1944, mas continuam afirmando que os "campos de extermínio" funcionavam a pleno vapor.

Na p. 564 de seu livro "A destruição dos judeus europeus", Raul Hilberg fornece uma lista das “mais importantes empresas com a força de trabalho judaica”; existem 17 empresas na lista. Jurgen Graf, em seu livro "O gigante com pés de barro" faz o seguinte comentário:

"A ideia absurda de que os alemães, necessitando urgentemente de trabalhadores, tinham cruelmente aniquilado um imenso número de exatamente esses trabalhadores (judeusé singularmente embaraçoso para os defensores da teoria de extermínio. Eles regularmente recorrem ao argumento de que apenas judeus inaptos para trabalho foram gaseados e que aqueles aptos para o trabalho foram deixados vivos. Esta evasão contradiz totalmente a afirmação desses mesmos historiadores que os alemães indiscriminadamente gasearam todos os judeus, independentemente da idade ou de saúde, em quatro dos seis campos de extermínio e, assim, destruíram centenas de milhares de trabalhadores potencialmente valiosos. Se tivesse havido uma política de aniquilação, deveria ter havido alguma lógica para isso, mas não há lógica reconhecível na política que Hilberg e seus consortes atribuem ao regime nazista."

E abaixo, vemos uma confirmação das palavras de Graf: judeus registrados em Auschwitz.

- 2 judeus com mais de 90 anos de idade;
- 73 judeus entre 80-90 anos de idade;
- 482 judeus entre 70 a 80 anos de idade;
- 2.083 judeus entre 60 a 70 anos de idade;
- 2.584 judeus entre 0-10 anos de idade. 

Tais pérolas, sempre que reveladas, só aumentam o desespero dos 'exterminacionistas'. Com toda a razão.
FAB29

2 comentários:

  1. Interessante... por aqui não veio ninguém argumentar nada? No meu blog não vieram argumentar... somente ataques pessoais aos autores, verdadeiros balbucios. Há postagens que os lacaios ficam silenciosos e a língua grande deles mantida recolhida.

    Abraços!

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    1. Penso que há postagens onde eles não conseguem pegar um fio eventualmente solto para poder tergiversar.

      Quando isto ocorre, é um ótimo sinal.
      Abraço.

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