Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Caça legal?

Amigos e amigas.
Quero falar um pouco e rapidamente sobre uma excrescência chamada "caça legal", ou seja, animais selvagens que só existem para seres asquerosos extravasarem suas tensões cotidianas ou simplesmente praticarem 'uma atividade que os enriquecem emocional e espiritualmente', na qual eles demonstram todo o seu poder e coragem para se sentirem semideuses, senhores da Vida e da Morte. Disto, podemos constatar o tamanho da podridão destes amaldiçoados. E esta é apenas uma faceta da parte nefasta da humanidade.

Recentemente, um dentista estadunidense chamado Walter Palmer abateu um leão no Zimbábue numa (ele assim acreditava) "caça legal". É uma atividade tristemente comum pelo mundo em que até reis participam. Relembre abaixo dois casos:
AQUI, o caso do "nobre rei" espanhol Juan Carlos
Foto: Reprodução / Facebook / Kendall Jones
AQUI, o caso da vagabunda Kendall Jones
Mas voltando ao caso do dentista, tudo só veio à tona devido à notoriedade do pobre leão, que era símbolo do Zimbábue. Do contrário,...! Após sofrer tanto massacre verbal, midiático e psicológico, o "caro doutor" mostrou seu "sincero arrependimento" lindamente assim:

"O jornal "Star Tribune", de Minnesota, divulgou uma declaração do dentista em que ele reconhece ter abatido o leão, mas afirma que desconhecia o caráter ilegal da empreitada.
Palmer afirma ter pensado que "tudo estava legal e devidamente gerenciado" e disse que confiou na experiência de guias profissionais para "garantir uma caça legal".
"Eu não tinha ideia até o final da caçada que o leão que abati era conhecido e estimado localmente e que usava um colar como parte de um estudo", afirma.
"Eu me arrependo profundamente que minha busca por uma atividade que amo e pratico de forma responsável e legal tenha resultado no abate desse leão."
 Foto: Flickr / Reprodução
Que tal o sincero sorriso arrependido do doutor (à esquerda)?
Traduzindo: se fosse "outro leão qualquer", nenhum problema; tal "profundo arrependimento" não afloraria. Afinal, não foi o primeiro que ele matou. E seu colega na caçada afirmou: "Não fiz nada de ruim", porque o leão era velho e inútil. Imbecis como ele também são. Reitero: todos esses degenerados creem que animais selvagens existem para seu bel prazer e necessidade. Seres assim não são capazes de gestos naturais (só hipócritas) de amor, consideração, respeito e todas aquelas qualidades que elevam o ser humano àquela dignidade que é inata aos animais que eles matam.

Eu já escrevi sobre a pena de morte, ponderei se ela é uma solução e etc. Toda vez que vejo coisas assim ou piores, concluo que ela não soluciona tudo, mas ajuda grandemente a coibir atitudes odiosas como as desses tipinhos inúteis e tantos outros bem piores (além de ser o merecido castigo do Pentateuco judaico: "Olho por olho"). Afinal, se eles decretam tal pena a seres totalmente inocentes e indefesos, por qual razão eles mereceriam alguma compaixão, consideração, perdão,...? A vilania consciente, covarde e impiedosa os distingue e distancia do verdadeiro ideal humano. Sempre propalarei: todos os direitos humanos a quem preza sua humanidade em cada detalhe.

Bem decretou o inigualável Da Vinci:



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Atualização (07/09/2015): O nobre sr. Palmer quebrou seu silêncio, prosseguindo em sua ladainha de não ter feito nada de errado. Ou seja, foi tudo legal!...

http://publico.uol.com.br/ecosfera/noticia/dentista-que-matou-o-leao-cecil-quebra-silencio-e-reitera-que-foi-tudo-legal-1707056

terça-feira, 28 de julho de 2015

Plano de posse

Amigos e amigas.
Segue abaixo um plano publicado na revista hebraica "Kivunin" ("Direções"), o órgão oficial da organização do mundo sionista. Sob o título "A estratégia israelita nos anos 80", o artigo foi traduzido pelo eminente professor Israel Shahak, da Universidade Hebraica de Jerusalém. A primeira parte é uma análise dos estados hostis a israel. Em seguida, o detalhamento.

Segundo Shahak, o verdadeiro objetivo de Israel é "Transformar o império de Israel numa potência mundial. Por outras palavras, o objetivo de Sharon é (foi) enganar os americanos depois de ter enganado todos os outros.". Os sublinhados são meus.
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Segue-se o plano de estado da Kivunim em que
todos os estados árabes serão fragmentados:
"O mundo Árabe Muçulmano, portanto, não é o maior problema estratégico que enfrentamos nos anos 80, apesar do fato de ser portador da principal ameaça contra Israel, devido ao crescente poder militar. Este mundo, com as suas minorias étnicas, com as suas facções e crises internas, com a sua estonteante autodestruição, como podemos ver no Líbano, no Irão “não-Árabe” e agora também na Síria, é incapaz de lidar com sucesso com os seus problemas fundamentais e não constitui, portanto, um problema real contra o Estado de Israel a longo prazo, mas somente a curto prazo, onde tem muita importância o poder militar imediato. A longo prazo, este mundo é incapaz de existir dentro do seu presente quadro em áreas circundantes sem passar por mudanças revolucionárias genuínas. O Mundo Árabe Muçulmano é construído como um temporário castelo de cartas colocadas juntas por estrangeiros (França e Grã-Bretanha nos anos 20) sem que as vontades e os desejos dos seus habitantes tenham sido levados em conta. Foi dividido arbitrariamente em 19 estados, tudo feito com combinações de minorias e grupos étnicos que eram hostis entre si, tanto que atualmente todo o estado Árabe Muçulmano enfrenta uma destruição social étnica por dentro e, em alguns, já existe uma guerra civil furiosa. A maioria dos Árabes, 118 milhões dos 170 milhões, vive em África, grande parte no Egito.
Estados do Magrebe: Fora o Egito, todos os estados do Magrebe são constituídos por uma mistura de Árabes e não-Árabes Berberes. Na Argélia, já existe atualmente uma furiosa guerra civil nas montanhas do Kabile entre duas nações no mesmo país. Marrocos e Argélia estão em guerra entre eles sobre o Saara Espanhol, a juntar às lutas internas em cada um deles. Militantes Islâmicos colocam em perigo a integridade da Tunísia e Kaddafi organiza guerras que são destrutivas do ponto de vista Árabe, num país em que a sua população é escassa e que não pode vir a transformar-se numa nação poderosa. É por isso que fez várias tentativas de unificação no passado com estados que eram mais genuínos, como o Egito e a Síria.
Sudão: O Sudão, atualmente, o estado mais colocado à parte no mundo Árabe Muçulmano é constituído por quarto grupos hostis entre eles, onde uma minoria Árabe Muçulmana Sunita domina sobre as maiorias não-Árabes Africanas, Pagãos e Cristãos.
Egito: No Egito, existe uma maioria muçulmana sunita face a uma larga minoria de cristãos que é dominante no Egito superior: cerca de 7 milhões, tanto que até Sadat, no seu discurso de 8 de Maio, expressou o seu medo de eles virem a criar um seu próprio estado. Uma espécie de “segundo” Líbano cristão no Egito.
Síria: Todos os Estados Árabes a leste de Israel estão despedaçados, partidos e a braços com conflitos internos ainda maiores que aqueles no Magrebe. A Síria não é fundamentalmente diferente do Líbano, exceto no forte regime militar que lá reina. Mas a verdadeira guerra civil que existe atualmente entre a maioria Sunita e a minoria Alawi Shiita que governa (uns meros 12 % da população) testemunha a severidade do problema interno.
Iraque: O Iraque não é, também, diferente, na essência, dos seus vizinhos, apesar da maioria ser xiita e ser a minoria sunita a governar. Sessenta e cinco por cento da população não tem voz ativa na política e uma elite de 20 por cento detém o poder. Acrescenta-se uma larga minoria kurdistã no norte, e se não fosse a força do atual regime o exército e as receitas petrolíferas, o futuro do estado do Iraque não seria diferente do do Líbano, no passado, ou do da Síria, atualmente. As sementes do conflito interno e da guerra civil estão hoje, aparentemente, lançadas especialmente depois da subida ao poder de Khomeini no Irã, um líder que os xiitas, no Iraque, viam como o seu líder natural.
Arábia Saudita, Kuwait, Omã e Iêmen do Norte: Todos os principados “principalities” do Golfo e a Arábia Saudita estão construídos sobre um frágil castelo de areia onde existe apenas petróleo. No Kuwait, os kuwaitianos constituem apenas um quarto da população. No Bahrein, os xiitas são a maioria, mas estão desprovidos de poder. Nos Emirados Árabes Unidos, os xiitas são de novo a maioria, mas são os sunitas que estão no poder. A mesma verdade em Omã e no Iêmen do Norte. Até no marxista Iêmen do Sul existe uma considerável minoria xiita. Na Arábia Saudita, metade da população é estrangeira, egípcia e iemenita, mas a minoria saudita mantém o poder.
Jordânia: A Jordânia é, na realidade, palestiniana, governada por uma minoria transjordaniana beduína, mas a maior parte do exército e certamente da burocracia é agora palestiniana. A propósito, Amã é tão Palestina quanto Nablus.
Todos estes países têm poderosos exércitos, relativamente falando. Mas também lá existem problemas. Atualmente, o exército da Síria é majoritariamente sunita, com um corpo de oficiais Alawi, o exército Iraquiano xiita com comandantes sunitas. Isto tem um grande significado a longo prazo, e é por isso que não é possível manter a lealdade no exército por muito tempo, exceto quando vem de um denominador comum: a hostilidade perante Israel, e atualmente até isso é insuficiente."
Os planos de Israel para fragmentar
os Estados árabes estão esboçados:
"Egito: O Egito, com a sua atual política doméstica, já é um cadáver, tendo em conta a crescente abertura Muçulmano-Cristã. Partir o Egito territorialmente em distintas regiões geográficas é o objetivo da política de Israel nos anos 80 na Frente Oeste.
O Egito está dividido e despedaçado em muitos tipos de autoridade. Se o Egito “cair”, países como a Líbia, o Sudão e até outros mais distantes não continuarão a existir nos seus moldes atuais e acompanharão a queda e a dissolução do Egito. A visão de um Estado Cóptico Cristão no Egito superior, juntamente com alguns estados mais fracos com um poder muito localizado e sem um governo centralizado até à data, é a chave para um desenvolvimento histórico que só foi estabelecido pelo acordo de paz, mas que parece inevitável a longo prazo.
Líbano: A total dissolução do Líbano em cinco províncias serve como precedente para todo o mundo Árabe, incluindo o Egito, a Síria, o Iraque e a península Árabe e já está a seguir esta pista. A dissolução, mais tarde, da Síria e do Iraque em áreas únicas, tanto étnicas como religiosas, como no Líbano, é o objetivo prioritário para Israel na frente oriental a longo prazo, enquanto que a dissolução do poder militar nesses estados serve como objetivo prioritário a curto prazo.
Síria: A Síria se partirá, de acordo com a sua estrutura étnico-religiosa, em diversos estados como atualmente o Líbano, de maneira a que haja um estado Alawi xiita ao longo da sua costa, um estado sunita na área de Aleppo, outro estado sunita em Damasco, hostil ao seu vizinho do norte, e em Druzes elevar-se-á um estado, e até mesmo nas nossas Golans [colinas], e certamente em Hauran e no setentrional Jordão. Este estado de coisas será a garantia, a longo prazo, para a paz e para a segurança na área, e esse objetivo já nos está no íntimo para o alcançar atualmente.
Iraque: O Iraque, rico em petróleo, por um lado, e com problemas internos, por outro, é garantidamente um candidato a um dos alvos de Israel. A sua dissolução é ainda mais importante para nós do que a Síria. O Iraque é mais forte que a Síria. A curto prazo, é o poder do Iraque que constitui um grande problema para Israel [Lembrando: aqui, é década de 1980]. Uma guerra Irã-Iraque deitará o Iraque abaixo e causará a sua queda interior antes que ele próprio seja capaz de se organizar numa frente contra nós. Assistiremos, a curto prazo, a todos os tipos de confrontação “inter-árabe” e isso encurtará o caminho para o mais importante objetivo de fragmentar o Iraque em grupos, como na Síria e no Líbano. No Iraque, a divisão em províncias baseada nas linhas étnico/religiosas como na Síria no tempo do Otomanos é possível. Por isso, três (ou mais) estados existirão em volta de três cidades maiores: Basra, Bagdá e Mosul, e áreas xiitas no sul separarão as sunitas e as do Kurdistão do norte. É possível que a presente confrontação Irã-Iraque venha a depender desta polarização.
Arábia Saudita: Toda a península árabe é uma natural candidata à dissolução devido às pressões internas e externas, e o assunto é inevitável especialmente na Arábia Saudita. Indiferente se a economia baseada em resíduos de petróleo fique intacta ou fique diminuída a longo prazo, as fraturas e as falhas internas são um claro e natural desenvolvimento à luz da presente estrutura política.
Jordânia: A Jordânia constitui um objetivo estratégico imediato e a curto prazo, mas não a longo prazo, pois não constitui uma verdadeira ameaça depois da sua dissolução, o termo do longo reinado do rei Hussein e a transferência de poder para os palestinianos a curto prazo.
Não existem possibilidades da Jordânia continuar a existir, a longo prazo, com a presente estrutura, e com a política de Israel, ambos em Guerra e em paz, deverá ser dirigida na liquidação da Jordânia debaixo do presente regime e a transferência de poder para a maioria palestiniana. Mudando o regime para leste do rio causará igualmente o termo do problema dos territórios densamente povoados com árabes a Oeste do Jordão. Tanto em condições de guerra como em paz, a emigração vinda dos territórios e o autêntico congelamento demográfico e econômico existente neles, são as garantias para possíveis alterações em ambos os lados do rio, e nós temos o dever moral de sermos ativos no sentido de acelerar este processo num futuro próximo.

O plano de autonomia deverá ser também rejeitado, assim como qualquer compromisso ou divisão dos territórios, dando os planos do PLO aos próprios israelo-árabes, o plano Shefa'amr de setembro de 1980, não é possível ir viver neste País na presente situação sem separar as duas nações, os Árabes para a Jordânia e os Judeus para as áreas a Oeste do rio. Uma genuína paz e co-existência reinarão sobre a terra somente quando os Árabes perceberem que sem as regras da lei Judaica entre a Jordânia e o mar eles nunca terão direito à existência, nem à segurança. Uma nação só deles e a segurança só serão conseguidos na Jordânia.
Dentro de Israel, a distinção entre as áreas de 1967 e os territórios à sua volta, esses de 1948, teve sempre significado para os Árabes e atualmente já não tem significado para nós. O problema deve ser visto na sua totalidade, sem quaisquer divisões como as de '67. Deve ser claro, debaixo de qualquer futura situação política ou constelação militar, que a solução do problema dos Árabes indígenas virá somente quando eles reconhecerem a existência de Israel em fronteiras seguras ao longo do rio Jordão, como justificação para a nossa sobrevivência nesta época tão difícil, e na época nuclear em que entraremos brevemente. Já não é possível viver com três-quartos da população judaica na densa linha da costa, o que é muito perigoso numa época nuclear. A dispersão da população é, portanto, um objetivo estratégico da mais alta ordem; por outro lado, nós acabaremos por existir dentro de quaisquer fronteiras. Judeia, Samaria e a Galileia são o nosso solo garantido para existência nacional, e se nós não nos transformarmos em maioria nas áreas montanhosas, não dominaremos o país e seremos como os Cruzados, que perderam a sua terra que até nem era deles, e nas quais, para começar, eles foram estrangeiros. Rebalançar o país democraticamente, estrategicamente e economicamente é o objetivo central e mais importante da atualidade. Tomar posse da linha divisória de águas nas montanhas desde Beersheba até à Galileia Superior é o objetivo nacional criado estrategicamente e que é estabelecido na parte montanhosa do país que está hoje vazia de Judeus."

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A descoberta do Talmud

Amigos e amigas.
O texto abaixo é uma tradução/adaptação minha de um longo pdf que você pode ler inteiro AQUI. Nele, é descrita a história de como a insidiosa e silenciosa incursão talmúdica na humanidade foi revelada, fato que gerou todo tipo de retaliações aos talmudistas.

Adentre-se a mais essa sonegada parte da História. Possivelmente, as partes interessadas (por um motivo ou por outro) em tentar desacreditar, repudiar ou obscurecer fatos tão nevrálgicos como este irão agir contra você, não querendo que você se acostume a analisar, ponderar, concluir e opinar livremente e por conta própria, mas persevere. O Bem agradece.
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A DESCOBERTA DO TALMUD

Mais um pouco sobre Nicholas Donin
A cruzada começou em 1236 quando Nicholas Donin, um judeu apóstata, tornou-se cristão e dominicano. Donin pediu uma audiência com o Papa Gregório IX. Ao recebê-lo, Donin chamou a atenção do Papa para as blasfêmias na coleção de escritos hebraicos conhecida como Talmud. As sinceras opiniões de Donin causaram sua expulsão da sinagoga 11 anos mais cedo. Assim, a vingança pode ter sido um motivo, mas Donin tinha consigo uma aguda compreensão do papel do Talmud na vida Judaica. Era, como Graetz alegava, “o suporte principal da civilização Judaica”; era também cheio de blasfêmias – alegando, entre outras coisas, que Cristo estava sendo cozido em excrementos ferventes no inferno e que era o filho ilegítimo de um soldado romano e uma prostituta chamada Maria.

A Enciclopédia Judaica, por exemplo, discutindo a dívida de Celso ao Judaísmo, observa que “ele afirma que Jesus era o filho ilegítimo de um certo Panthera, e novamente que ele havia sido um criado no Egito, não enquanto criança conforme o Novo Testamento, mas quando ele já era crescido, e que havia aprendido a arte secreta. Esses relatos são freqüentemente idênticos àqueles do Talmud.” De acordo com uma outra fonte, os Judeus “chamam Cristo o filho ilegítimo de uma prostituta e a Santíssima Virgem Maria, uma coisa abominável dizer ou pensar, uma mulher fogosa ou luxuriosa, e que eles os amaldiçoam conjuntamente, e a fé Romana, e todos seus membros e crentes.

Antes de Donin, o Talmud era virtualmente desconhecido entre os Cristãos, que, como o Papa Gregório IX, laboravam sob a ilusão que os Judeus meramente seguiam a Torah, livros que os Católicos também consideravam canônicos. Como resultado dessas descobertas, “o Talmud repentinamente se tornou o alvo principal do anti-Judaísmo Cristão.” A campanha contra o Talmud é o início da mudança na atitude da Igreja em direção aos Judeus. Sicut Judaeis non nunca mudou desde o tempo de São Gregório, o Grande, até o tempo dos Mendicantes. O que mudou foi a compreensão da Igreja aos Judeus. Eles foram, aos olhos da Igreja, transformados de essencialmente cegos seguidores de uma compreensão perversa da Torah em revolucionários sociais, grandemente como resultado da descoberta do Talmud e suas blasfêmias.

Gregório IX foi o primeiro Papa a descobrir o Talmud. Ele ficou chocado pelo que descobriu, mas não ab-rogou Sicut Judaeis non e sua proibição de não prejudicar os Judeus. O que mudou foi sua compreensão do que os Judeus acreditavam e como eles agiam sob aquelas crenças.     

Papa Gregório IX
O Papa Gregório IX, nascido Ugolino di Anagni (Anagni, ca. 1160 — Roma, 22 de Agosto de 1241) foi Papa de 1227 a 1241. Filho do conde de Segni e sobrinho do Papa Inocêncio III, estudou direito em Paris e Bolonha. Feito cardeal em 1198, tornou-se cardeal-bispo de Óstia em 1206. Foi um importante incentivador dos dominicanos e dos franciscanos, tendo sido amigo pessoal do próprio São Francisco de Assis.

Em 9 de junho de 1239, o Papa Gregório respondeu às 35 petições de Donin, despachando-lhe uma carta ao bispo de Paris, William de Auvergne. “Os Judeus”, escreveu Gregório, “assim escutamos, não estão satisfeitos com a Lei Antiga que Deus deu a Moisés na escrita: eles até ignoram-na completamente e afirmam que Deus deu-lhes uma outra Lei que é chamada ‘Talmud’, isto é, ‘Ensinamento’, passado de geração em geração oralmente por Moisés (...) Nisto estão contidos assuntos tão abusivos e tão impronunciáveis que estimulam a vergonha naqueles que mencionam-nos e horror naqueles que escutam-nos.” As ofensas são tão grandes que Gregório usa a palavra “crime” para descrevê-las.

Angustiado com o prejuízo que ele criava, São Luis IX, Rei da França, convocou uma conferência sobre o Talmud. Em junho de 1240, Nicholas Donin teve um prolongado debate com o Rabino Yehiel bem Joseph de Paris, sob os auspícios reais e presidido pela Rainha-Mãe, Blanche de Castile.

Com defensores como o Rabino Yehiel, o Talmud não precisava de inimigos. O debate resultou na queima pública do Talmud em Paris. A religião Judaica era agora claramente vista não como Judaísmo bíblico, mas particularmente como um desvio herético do Antigo Testamento. Por um período de 36 horas em junho de 1242, mais de 10.000 volumes foram atirados às chamas. Como se determinava provar o que os Cristãos haviam dito era correto, um grupo de Judeus apelou a Roma, “reclamando que eles não podiam praticar sua religião sem o Talmud”. “Mais uma vez”, escreveu um comentarista Judeu, “foi ao Papa a quem os Judeus se voltaram em sua situação difícil”. Em maio de 1244, Inocêncio IV apiedou-se: “Obrigados como nós somos pelo mandamento divino a tolerá-los em sua Lei, pensamos ser adequado dar-lhes como resposta que não queremos privá-los de seus livros se como resultado devêssemos estar-lhes privando de sua Lei.

A decisão de retornar o Talmud aos judeus causou escândalo. Um bispo concluiu que os Judeus haviam mentido ao Papa e seria “mais desgraçado e uma causa de vergonha para o Trono Apostólico se os livros que haviam sido tão solenemente e tão justamente queimados na presença de todos os estudiosos e do clero e da populaça de Paris fossem devolvidos aos mestres dos Judeus na ordem do Papa – pois tal tolerância pareceria aprovação.” Em 1254, Luís IX renovou a lei ordenando a queima do Talmud, como fizeram seus sucessores. Quando Luís X readmitiu os Judeus na França, ele impediu-os de trazer consigo o Talmud.

Uma vez que o Judaísmo cessou de ser a religião do Antigo Testamento na mente da Igreja, ficou interpretado em seu lugar como uma heresia que incluiu-se na jurisdição de guarda doutrinária da Igreja. O Talmud era uma ofensa não somente contra os Cristãos, mas contra a vida religiosa dos Judeus também, que permitia ao Papa intervir em seus assuntos “se violassem a lei do Evangelho em matéria moral e seus próprios prelados não os detivessem” ou “se eles inventassem heresias contra sua própria lei.” A linha de pensamento de Inocêncio rapidamente se tornou a opinião comum dos canonistas do século XIII e XIV. A Igreja, de acordo com o inquisidor Dominicano Nicholas Eymeric, agora tinha o direito e dever de “defender o Judaísmo genuíno contra a heresia interna e, através disso, trazer os Judeus mais perto de uma aceitação do Cristianismo.”

Os Judeus eram heréticos de sua própria religião e, na medida em que a Torah era parte do cânone da Escritura Cristã, eles eram heréticos no sentido Cristão, igualmente. Na medida em que heresia não era uma matéria de indiferença às autoridades civis, os Judeus Talmúdicos perderam a tolerância que as figuras cegas e carnais do Antigo Testamento experimentavam e se tornaram personae extra legem, isto é, foras-da-lei.

A descoberta do Talmud mudou a questão Judaica fundamentalmente. O que costumava ser uma questão de tolerância religiosa se tornou um assunto de ordem civil. O rei Cristão podia tolerar intrusos que baseavam sua religião em uma defeituosa, porém sincera compreensão do Antigo Testamento; ele não poderia tolerar foras-da-lei e subversivos usando a religião como máscara para a revolução social. Os Judeus foram categorizados como criminosos; como pessoas que promoviam “violência ilegal”. Eles eram, diz Cohen, “não mais Judeus da Bíblia, a quem o direito de existência na Cristandade havia sido garantido.”

Papa Clemente IV
Em 1267, Clemente IV publicou a bula Turbato Corde. O decreto de Clemente era consistente com a interpretação dos Judeus Talmúdicos como subversivos. Na medida em que os Judeus eram heréticos em sua própria religião e induziram Cristãos insuspeitos a abraçar sua heresia, eles seriam atraídos para a Inquisição, o mecanismo construído para combater heresia. O assunto da conversão também desempenhava um papel. Se os Judeus aceitassem o batismo, era presumido que eles aceitaram-no livremente, e não era permitido ao Judeu decair à vida anterior, como um cachorro retornando ao seu vômito. Se ele recaísse na mesma falta, ele seria tratado como um herético, não um infiel tolerado por causa da ignorância. Porque a teologia do sacramento do batismo alegava que aquele sacramento deixava uma marca indelével na alma, “é necessário que ele seja forçado a sustentar a fé que aceitaram sob coação ou por necessidade, para que o Nome do Senhor não caia em má reputação e a fé que eles aceitaram seja sustentada vil e desprezível.”

Como nós vimos, o Judaísmo, de acordo com a nova percepção Católica, não era uma religião; era uma ideologia revolucionária. Expondo o Talmud, os Judeus privaram-se de qualquer entendimento correto da Bíblia; sua lealdade, de acordo com Martini, repousa no Anticristo. Como resultado, “o redentor a quem eles agora esperam no fim do Império Romano é realmente o Anticristo.

Em 6 de novembro de 2002, porém [e para mais uma decepção ou coisa pior. NT], o Cardeal Walter Kasper, presidente da Comissão do Vaticano pelas Relações Religiosas com os Judeus, anunciou na Faculdade de Boston que os Judeus “no intuito de se salvarem, não devem se tornar Cristãos. Se eles seguem sua própria consciência e acreditam nas promessas de Deus como eles compreendem-nas em sua tradição religiosa, estão alinhados ao plano de Deus que, para nós, vem até sua plenitude histórica em Jesus Cristo”.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Destruição de valores

Amigos e amigas.
Segue a minha tradução do texto "Querida América Branca Cristã", no qual o autor expõe sua exasperação a respeito do esboroamento de valores da América Cristã. "Crônica de uma derrocada anunciada", diria o saudoso Gabriel Garcia Marquez. Espantoso constatar que tal degradação em todos os sentidos salta aos olhos, mas a passividade e o comodismo da massa oligofrênica anestesiada se arraigaram e os que se exasperam como o autor estão sendo, de uma forma ou de outra, silenciados ou desacreditados.

Abandone a massa e junte-se aos exasperados! Sua vida e as de quem ama urgem por sua atitude em prol do Bem e de um futuro menos sombrio.
FAB29

Se você lutar pela Fé, família e povo, a elite globalista tem uma resposta para isso: Big Brother está vigiando.
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"O Grande Irmão está vigiando você!
Guerra é Paz
Escravidão é Liberdade
Ignorância é Força"
"A hora está chegando, quando os homens vão enlouquecer e, quando virem alguém que não é louco, eles vão atacá-lo, dizendo: "Você é louco! Você não é como nós!'"- St. Anthony, o Grande
O momento em que você pode dizer a alguém "Eu avisei!" é quase sempre agridoce. Em meus anos de advocacia pública para a Fé, família e povo em que muitas vezes fui avisado pelos conservadores, reacionários e facções variadas em meu próprio movimento que eu precisava para "parar de ser tão radical" e que eu era alguma forma de um frango moderninho alegando que o céu social, cultural e demográfico estava caindo.

Após os acontecimentos de apenas as últimas semanas na América, eu acho que ninguém, mesmo com o menor interesse em política e questões de Fé pode ver que o céu sobre o império americano realmente está começando a cair. Esta queda não é um estilo de desabamento Mad Max como o Alex Jones e tipos sobreviventes acham que vai ser; em vez disso, estão enfrentando um ataque construído contra todas as formas de Identidade, do patrimônio e da tradição cristã.

Há muito venho dizendo que a separação é o único veículo em que podemos preservar a nossa identidade e fé, enquanto muitos têm-me dito que a reforma é possível. Não pode haver qualquer reforma dentro do sistema americano, porque a própria noção da América baseia-se em rebelião contra a hierarquia, a fé cristã e a identidade nacional. Enquanto os czares da Rússia seguiram um lema de "autocracia, ortodoxia e nacionalidade", um lema de uma verdadeira nação orgânica e temente a Deus, a América acredita na filosofia do Iluminismo era da "democracia, laicismo e globalismo." 

Você não pode fixar um edifício com uma fundação rachada e tendências políticas atuais mostram que nenhum poder político pode salvar ou reformar a América. Eu tenho dito que a América está além da redenção por anos. Agora, e espero que vocês, queridos leitores, venham a perceber isso.

O inimigo está reunindo hordas de advogados e a mídia internacional combinados, ativistas e o peso total do governo Federal para esmagar tradicionalistas e nos eliminar, trancar, estocar, enclausurar. O fim da nossa capacidade de viver no Império americano está a chegar para meus irmãos e irmãs e eu odeio dizer isso, mas eu avisei.

O império americano é construído sobre a falsa noção de uma proposta de nação, o individualismo radical e um culto ao dinheiro acima de tudo. A sociedade ocidental moderna é um sonho febril do niilismo em que qualquer forma de sociedade orgânica ou crenças religiosas tradicionais são atacadas como sendo marginais ou fundamentalistas, enquanto perversões e um desfile interminável de degenerescências, aborto, abuso de drogas e auto-adoração são celebradas como preciosas "escolhas".

Elites Globalistas não vão fazer as pazes com aqueles que simplesmente desejam viver na periferia da sociedade americana e se agarram às nossas famílias, Bíblias e armas. Não há lugar na América para nos excluirmos da sociedade americana. O inimigo cheira o sangue na água e está vindo por tudo o que nos é caro. Não importa o que os republicanos ou outros reacionários nos dizem: a Polícia do Pensamento está indo à sua porta, se você decidir continuar a viver como escravo neste regime anti-Cristo corrupto.

Independentemente de suas opiniões sobre a raça ou identidade étnica, se você compartilhar pontos de vista ao contrário do globalismo, você está na mira da arma dos globalistas. Se você acha que seus filhos devem ser ensinados nos princípios bíblicos, em casa, com sua família, em vez de lhes ser ensinado sobre sodomia e movimento homossexual, você é um inimigo do Estado. Um tal exemplo é uma família na Flórida, onde ambos os pais foram acusados "de 10 delitos pelo que o Estado diz equivaler a deixar de educar os seus oito filhos" porque eles decidiram ensinar seus filhos em casa. Mesmo se você só quiser plantar produtos orgânicos em sua propriedade com a própria chuva que Deus envia para o seu terreno de propriedade privada, adivinhem? Você está vislumbrando a hora de ser preso! Apenas pergunte a Gary Harrington, que "começou a cumprir uma pena de prisão de 30 dias depois de construir três reservatórios em sua propriedade para coletar água da chuva."

Mesmo se você é apenas um conservador cristão que crê na Bíblia, você está vislumbrando ter sua vida e finanças arruinadas pelo Sistema por sustentar-se sobre os seus valores religiosos. Um desses casos aconteceu há apenas alguns dias, quando um casal cristão foi multado em US$ 13.000 por não querer hospedar um "casamento" homossexual em sua propriedade. A família Gifford foi atacada por ativistas homossexuais para tentar desacreditar e destruir seus negócios: 
"O telefonema, de acordo com o apelo, foi secretamente gravado pelo casal de lésbicas, que estava aparentemente consciente antes de fazer a chamada, que os Giffords não realizam casamentos do mesmo sexo em sua propriedade. A batalha legal se seguiu após o casal de lésbicas entrar com uma queixa de discriminação e um juiz ordenou, no último verão, que os Giffords pagassem US$ 10.000 para o governo e US$ 3.000 para o casal do mesmo sexo".

Na América moderna, você não tem permissão para realizar uma cosmovisão cristã e silenciosamente se abastecer para criar seus filhos ou executar um pequeno negócio. A esquerda está caçando ativamente quaisquer vozes dissidentes à sua degenerada e satânica agenda. Eles vão usar vergonha na mídia, assédio legal e "ação direta" de assédio pessoal para destruir a sua capacidade de sustentar a sua família, ações judiciais para prejudicá-lo e até mesmo envia-lo para a prisão ou similar, e aplicação da lei para controlar e quebrar toda a resistência. O inimigo lançou uma guerra total contra os tradicionalistas de todo tipo na América e eu odeio dizer isso, mas ... "eu te avisei".

Um exemplo dos globalistas que tentam destruir a fé, família e povo é a política atual que segue o modelo orwelliano de fazer os nossos heróis e antepassados "impessoais". No romance de George Orwell "1984", dissidentes não eram apenas mortos ou desaparecidos; qualquer registro de sua própria existência era exterminada do registro público e privado. Esta é a batalha que está sendo travada contra símbolos confederados, incluindo cemitérios de veteranos e monumentos de guerra. Não é suficiente demonizar a nossa cultura em peças de propaganda anuais na mídia ou ensinar falsa história para os nossos filhos em escolas do governo; o inimigo quer vitória total contra tradicionalistas para reescrever o passado, para que possam controlar totalmente o futuro.

Assim como em “1984”, de Orwell, na União Soviética, se uma pessoa passou a nosso favor com o regime e foi morto, ele se tornou um impessoal. A esquerda está tentando fazer com que nossos símbolos, feriados e heróis desapareçam porque esses ícones da resistência à tirania e um elo para o passado poderiam inspirar um espírito revolucionário entre nosso povo. Saber que se libertar dos grilhões do Império é uma opção é algo que o sistema não pode permitir que nosso povo saiba.

A tragédia em Charleston está sendo usada não como uma oportunidade de encontrar maneiras de resolver a tensão racial e problemas na América, mas em vez disso, está sendo usada como uma oportunidade para a esquerda radical e seus conservadores engraxates no Partido Republicano lançar uma imprensa-tribunal plena não apenas contra os símbolos específicos da identidade sulista branca,

A bandeira confederada de batalha é um símbolo de centenas de milhares de homens que deram a vida e a integridade física na defesa de sua sociedade, suas famílias e sua terra natal. A bandeira é um símbolo de homens que estavam dispostos a colocar tudo no front e sofrer dificuldades inimagináveis ​​no campo de batalha e em campos de prisioneiros horríveis por suas crenças e tradições. A bandeira confederada também representa os milhões de mulheres do Sul e crianças que sofreram fome e privação para apoiar o esforço de guerra para fazer o sul uma nação livre.

A bandeira de batalha confederada tremulou por mais de 150 anos como um símbolo orgulhoso de umas pessoas singulares, as pessoas do sul. Eu não vou pedir ou esperar que outras comunidades étnicas façam a mesma reverência à bandeira que os meu povo faz, assim como eu não poderia apreciar adequadamente com a profundidade correta dos símbolos de outro povo. No entanto, eu sinto que honrar nossos mortos de guerra e os valores dos homens que lutaram pela Dixie deve ser respeitado e tido como modelos de virtude cristã. O soldado confederado seguiu a chamada em João 15:13 de: "Ninguém tem maior amor do que este: um homem dar a sua vida pelos seus amigos."

A visão de mundo tradicionalista para com as diferenças étnicas é respeitar cada povo individualmente, expressando sua história e sua cultura dentro de suas próprias comunidades. Em um mundo tradicionalista, símbolos confederados seriam honrados e reverenciados no Sul, enquanto os sentimentos dos liberais brancos em Nova York ou São Francisco seriam irrelevantes. A minha mensagem para outras comunidades é deixar a minha grande família em paz. Você tem sua própria identidade e você deve segui-la, para não gastar seu tempo profanando a memória dos meus antepassados ​​e na tentativa de reescrever a história.

Na América moderna, porém, não pode haver tolerância para visões dissidentes de mundo ou narrativas. É uma marcha interminável de "igualdade" sob uma bandeira globalista em que cada povo tem sido despojado de seu passado, seu presente e seu futuro. Os globalistas desejam solapar as identidade, história e tradição em todo o globo. Das ruas poeirentas da Palestina às costas de Cuba e aqui na terra de Dixie, todas as identidades nacionais e culturais estão sob ataque.

Aqueles que acreditam que o Conservative Inc pode nos salvar só deve dar uma olhada na situação política atual para saber que os reacionários vão trabalhar ativamente contra nós, não para nós. O governador republicano da Carolina do Sul e do Alabama não podiam esperar para saltar em linha com os democratas e vários grupos de agitadores externos para ganhar pontos politicamente corretos por cuspir sobre a memória dos mortos da  guerra dos confederados. CNN relatou que:

"Gov. do Alabama Robert Bentley determinou que quatro bandeiras confederadas fossem retiradas de um memorial confederado na capital do estado. A ordem de Bentley veio apenas dois dias depois do Gov. da Carolina do Sul Nikki Haley pedir aos legisladores estaduais removerem a bandeira do capitólio do seu estado (...) A remoção [das bandeiras do memorial] será permanente."

Os conservadores estavam muito felizes em derrubar bandeiras confederadas de veteranos memoriais; o que faz você pensar que eles não vão fazer isso para cada símbolo da Fé e Tradição? A maioria dos sulistas, em uma ampla variedade de pesquisas, disseram que querem que as bandeiras permaneçam nos vários monumentos para veteranos confederados em todo o Sul, mas a classe política conservadora se preocupa mais com seu suposto "legado" do que com os desejos de seus constituintes ou o seu dever de respeitar os sacrifícios galantes de seus antepassados. Em toda a América, a maioria dos norte-americanos aceitam a narrativa midiática contra a bandeira com "57% dos americanos veem a bandeira mais como um símbolo de orgulho do sul do que como um símbolo do racismo". Pesquisas, votos e, o mais importante, a Verdade são irrelevantes para uma classe política que se preocupa mais com os shekels depositados em seus fundos de reeleição do que se arvorar em quaisquer tipos de princípios.

Confed Flag
Derrubar bandeiras confederadas de memoriais dos veteranos é especialmente condenável porque essas bandeiras não são declarações políticas; elas são colocadas em memoriais dedicados especificamente para os homens que lutaram e morreram sob essa bandeira em serviço para a Confederação. Se houver qualquer lugar em que a bandeira de um exército deva tremular em nosso solo é nas sepulturas e monumentos dos soldados que estavam dispostos a dar suas vidas sob essa bandeira. A bandeira de batalha confederada é especificamente a bandeira de um soldado, não a bandeira do governo confederado; uma bandeira para as forças armadas do CSA. Enquanto eu apoio sem reservas aos ideais confederados, mesmo aqueles que se opõem à Confederação deve ter alguma imagem de respeito por esses soldados.

Acredito que nas sepulturas dos soldados do Exército Vermelho deva tremular uma bandeira do martelo e da foice sobre elas; os índios que lutaram contra os colonos americanos devem ter bandeiras tribais exibidas; e a qualquer soldado, independentemente da sua causa, deve ser dada em relação à morte e honrada do mesmo jeito que qualquer outro soldado que caiu a serviço de uma nação ou ideologia à qual eles estavam dispostos a morrer. Essa é uma diferença fundamental entre tradicionalismo e globalismo.

Tradicionalismo é baseado em respeito e dignidade para todos os povos e culturas, porque honram a história, enquanto o globalismo deseja criar uma população humana totalmente dependente do consumismo e do ateísmo, onde nenhum grupo tem qualquer forma de expressão de seus triunfos exclusivos, sacrifícios e identidades.

O olho da América nunca vai parar de caçar você e sua família. Eu orgulhosamente tremulo minha bandeira confederada para honrar meus antepassados, ao lado de minha bandeira nacionalista do sul, e é por isso que os globalistas precisam destruir qualquer exibição da bandeira, mesmo em cemitérios ou em monumentos. Qualquer orgulho vivendo em nossos antepassados ​​confederados poderia ser suficiente para despertar as pessoas a perceber que os valores do localismo e secessão poderia ser a correção para a nossa situação política e social atual. Somente através de secessão podemos esperar manter viva a memória de nossos antepassados ​​ e levar a bom termo o sonho pelo qual morreram.

América se tornou a nova Babilônia. Os líderes judeus banqueiros e a mídia da elite dão o tom, mas traidores entre todos os grupos étnicos, especialmente os brancos, estão mais do que felizes em trair seu Deus, sua identidade e sua família por causa de louvor, lucro e poder. O governo está perseguindo ativamente aqueles que pensam que podem bloquear e se esconder do sistema.


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Logo nossos padres e pastores serão levados para a cadeia por recusar "casamento" homossexual em cerimônias na Casa do Senhor; nossas igrejas irão à falência por meio de processos intermináveis e gritos de discriminação; os nossos filhos serão levados para centros de reeducação do governo em nome da promoção da "igualdade" e "justiça social." Não há nenhum lugar para se esconder do “Olho da América”.

Através de uma infraestrutura centralizada de Estado policial, já sabemos que nossos telefonemas, e-mails, pesquisas na web e até mesmo os livros que lemos na biblioteca local são monitorados pelo regime americano. A corda no pescoço dos cristãos brancos que só querem ser deixados em paz vai manter o aperto até que as pessoas percebam que não podem coexistir como cidadãos de um regime que odeia a nossa história, os nossos antepassados, o nosso povo e as nossas tradições.

O único caminho a seguir é secessão. Temos de tornar-nos livres do regime satânico americano que se revela nos seus pecados. América consagrou o assassinato de mais de cinqüenta milhões de bebês como "liberdade"; a Suprema Corte tem classificado a degeneração e o pecado um "direito civil", enquanto fica parada e deixa a definição de Deus para casamento escarnecida. O julgamento vindo para a América será justo e será grave porque, como a Escritura nos diz em Gálatas 6: 7 - "Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, ele também colherá". Devemos defender a santidade da vida, dos valores bíblicos, bem como o direito de cada povo de ter suas próprias tradições e pátrias, livre do imperialismo globalista  e da degeneração moral. Saint Paisios, do Monte Athos, disse: "Tempos difíceis estão à frente. Grandes ensaios nos esperam. Os cristãos vão sofrer grandes 
perseguições.
Enquanto isso, é óbvio que as pessoas não entendem que nós estamos na iminência do fim dos tempos, que o selo do Anticristo está se tornando uma realidade."

Nós estamos enfrentando o fim dos dias, meus irmãos e irmãs. Assim dizem os muitos dos benditos Santos. É com essa mentalidade que temos de nos unir para defender a verdade, não importa a que custo.

A Esquerda e o Conservative Inc não vão parar seu movimento de controlar cada aspecto de nossas vidas. Eles desejam tirar a nossa capacidade de educar nossos filhos, de sermos capazes de manter as atividades nas quais temos a moral, tirar a nossa capacidade de adorar a Deus e guardarmos os seus mandamentos e eles ainda se esforçam para a destruição demográfica total de grupos étnicos originais.

Cada século tem uma batalha entre diferentes visões de mundo e a batalha do século 21 é o globalismo contra o nacionalismo. O nacionalismo e a criação de comunidades orgânicas que respeitem a dignidade de cada pessoa e nossas tradições é algo pelo que devemos todos estar dispostos a lutar. Esta luta é global, para os direitos e a dignidade de cada grupo étnico e cultural terem um direito à autodeterminação. Para nós, na América, a nossa única esperança é usar a nossa organização política para nos libertarmos da América e seus mestres globalistas.

Segregar para sobreviver, irmãos e irmãs, porque se não o fizermos, nós e nossas famílias sofreremos sob os coturnos de um regime que nos odeia, odeia a Deus e quer erradicar tudo que é bom da Terra. O inimigo não vai parar; ele não vai aceitar compromissos ou fundamentos; somente através da libertação podemos garantir que nossos filhos e gerações vindouras possam viver uma vida saudável, tanto física como espiritualmente.

Temos de traçar um novo rumo para o nosso povo e para todos os povos.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Sobre Hitler - 2

Amigos e amigas.
Nas poderosas opiniões abaixo, vemos que a fabricação do "Hitler Demônio" precisou de toneladas de propaganda, doutrinação e imposição por décadas a fio. E ainda precisa, bem às palavras de Alexander Pope: "Infeliz de quem profere uma mentira, pois precisará de outras vinte para manter a primeira".
Conheça tais opiniões ou relembre-as.
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David Lloyd George
“Com justiça, ele (Hitler) explicou em Nuremberg que seu movimento criou em quatro anos uma nova Alemanha.

Não é mais a Alemanha da primeira década após a guerra, prostrada aos pés dos vencedores, sem coragem e rebaixada pela dor e impotência. A Alemanha atual transborda esperança e confiança. Está permeada com uma nova confiança em si mesma e decidida a viver sem interferência estrangeira.
Pela primeira vez desde a guerra, se estabeleceu um sentimento comum de segurança e paz. As pessoas estão felizes. Por todo país nos deparamos com um povo satisfeito e cheio de vida. É uma Alemanha renovada. Eu observo por toda parte. E ingleses, que encontrei durante minha viagem pela Alemanha, que conhecem o país e as pessoas, também estavam bastante impressionados diante desta enorme mudança. Este fenômeno maravilhoso foi realizado por apenas um homem. [...]
Este é o espírito do jovem alemão. Como possuídos por uma nova fé, eles acreditam no movimento e em seu novo líder.
Mais do que tudo, foi esta renovada atmosfera que impressionou nesta minha breve viagem pela Alemanha. Uma atmosfera de despertar preencheu toda a nação.
Católicos e protestantes, prussianos e bávaros, patrões e empregados, ricos e pobres estão unidos em um único povo. Orientações religiosas, grupos e classes sociais não podem mais dividir a nação. Uma paixão pela vida, um fogo sagrado, a vontade pela união, surgidos de uma amarga necessidade.”  Lloyd George escreveu em um artigo para o “Daily Express”, 17/9/1936. Lloyd George (Primeiro Ministro britânico 1916-1922) foi reconhecido por ter sido um homem duro contra a Alemanha na Primeira Guerra Mundial.

Sir Winston Churchill
A admiração de Winston Churchill por Hitler desapareceu durante a guerra. Em suas memórias, ele esclareceu porque havia difamado Hitler durante a guerra, chamando-o "A Encarnação do Mal": Durante a guerra, a verdade é algo tão valioso que ela deve ser protegida da mentira com uma guarda-pessoal. (Churchill em seu livro “The Second World War”, Livro 5, Vol. II, “From Tehran to Rome”, Página 338). Após o término da 2ª Guerra Mundial, Churchill disse publicamente: Nós matamos o porco errado! (spiegel.de, 01/01/2006). Deve ter lido o “Mein Kampf”.

Após 1945, Churchill defendeu a política de Hitler.
Após uma reunião de oito horas com Winston Churchill ao final de maio de 1945, Joseph E. Davies, enviado especial de Truman e ex-embaixador norte-americano em Moscou, relatou:
Eu digo espontaneamente – após eu ter ouvido como ele se irritou sobre a ameaça do domínio soviético e sobre a expansão do comunismo na Europa e após eu ter me convencido da falta de sinceridade da liderança soviética – eu teria me perguntado se ele (Churchill), o primeiro-ministro, iria revelar ao mundo que ele e a Inglaterra teriam cometido um erro ao não ter apoiado Hitler; pois ele defendia agora – como eu compreendi – a doutrina que Hitler e Goebbels anunciaram e haviam sempre repetido nestes últimos quatro anos (…) Justamente as mesmas condições, como ele descreveu e as mesmas conclusões foram apresentadas por eles, como ele agora parece confirmar. [Foreign Relations of the United States – The Conference of Berlin – The Potsdam Conference – Vol. I, pág. 73]

John F, Kennedy
De Frankfurt, nós voamos para Salzburg, onde o rei Leopold fora retido, e seguimos para a cidade de Berchtesgaden. É uma cidade maravilhosa, nas montanhas – as casas foram construídas seguindo um estilo alpino (…) Seguimos para o lendário ninho da águia de Hitler. A vista é maravilhosa de qualquer direção, vista da sala. Após a visita, podemos concluir facilmente como Hitler pode sair em poucos anos do ódio que o circunda agora para se sobressair como o personagem mais significante que já existiu. Ele empreendeu uma infinita força de vontade em prol de seu país, o que o tornou uma ameaça à paz mundial, mas havia um mistério sobre ele, na forma como vivia, no modo como morreu, um mistério que mantém sua chama acessa e crescerá. Ele era feito daquela matéria-prima onde lendas são construídas.. [...] Os russos duvidam que Hitler está morto. [JFK, “Prelude to Leadership – Diário de J. F. Kennedy, Verão de 1945”, Regnery Publishing, Washington DC, pág. 74 – Em Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]

Hugh Sidey, colunista de longa data do ‘Time’ e antiga pessoa de confiança de JFK na Casa Branca, descreveu como ‘bizarra’ a admirável profecia sobre Hitler. Sidey lembra-se de um fato estranho contado pelo amigo de Kennedy, ‘Lem Billing’: "‘Jack’ (JFK) confidenciou a ele uma vez, como ele era fascinado por Hitler, principalmente pela Juventude Hitlerista, jovens com um objetivo em um mundo desorientado’.” [Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]

John F. Kennedy desprezava aqueles que eram submissos aos vencedores, as garotas que se jogavam nos braços dos invasores, aqueles que hoje são adeptos do politicamente correto e aqueles que lideram e formam os partidos licenciados: Ele rejeitava a ‘luxúria, como as garotas alemãs, que podiam ser bastante atraentes, se atiravam nos braços dos americanos’. [...] Kennedy também desprezava a submissão dos funcionários públicos alemães a serviço dos norte-americanos. [Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Miscigenação e pureza genética

Amigos e amigas.


Em sua maioria.
Afirmar que este país grandemente miscigenado, globalizado e ‘multiculturalizado’ é livre e nessas características residem suas força e pujança, afirmando, em contrapartida, que pureza racial é sinônimo de racismo ou coisa pior é, no mínimo, uma total imbecilidade! Observem cada ser vivo da Terra. Quanta miscigenação existe entre os animais (insetos, pássaros, mamíferos, répteis, etc)? Cada tipo de aranha só copula com um semelhante. O mesmo vale para cada espécie de formiga, minhoca, lagartixa, colibri, sapo, mangusto,... A pureza genética se mantém e nem por isso, existe fraqueza ou qualquer outra degradação entre eles. Muito pelo contrário! A Mãe-Natureza prima por isso!

A miscigenação humana pode trazer coisas boas (maior imunidade, mais força, maior longevidade) ou coisas ruins (incompatibilidade sanguínea, defeitos estruturais e/ou orgânicos, doenças genéticas). É muito aleatório. Ser radical ao afirmar uma coisa ou outra é típico de pessoas malsãs (mental, moral e espiritual). Existe, de fato, uma espécie: a humana. As variações nas tonalidades de pele (as sub-espécies ou raças) são importantes e interessantes para marcar a identidade de um povo, em nada impedindo aqueles que desejem se misturar.

Tanto quanto nunca se deve execrar aqueles que não queiram se misturar. Cada ‘tonalidade’ tem absoluto direito de manter sua identidade ancestral, não sendo de maneira nenhuma obrigada a aceitar a incursão de qualquer um que seja em seu grupo ou povo (os judeus, por exemplo). Podem chamar de preconceito, racismo ou qualquer outra excrescência! O fato inatacável é que, se algum grupo ou povo preferir o isolamento genético (como a Mãe-Natureza faz instintivamente com seus filhos), ou cultural, ou religioso, ou geográfico, etc, é totalmente lícito. Vejam estes dois exemplos de orgulho negro...



...e de orgulho branco.


Vocês veem racismo neles? Ou vão dizer que só um deles tem? Afirmo sem nenhuma dúvida que "ambos os dois conjuntamente" têm seus adeptos que merecem respeito e têm sua razão e direito de ser e estar. Somente aqueles que desejam fomentar a discórdia, o mal estar, a desunião, o rancor e tudo aquilo que corrói a humanidade no que ela tem de melhor (sua idiossincrasia) é que tacham e estigmatizam aqueles que desejam a distinção entre os povos (tentando manter ao máximo a pureza genética de seus ancestrais) de todo tipo de adjetivos pejorativos, fazendo uma campanha sórdida, hipócrita e inescrupulosa contra eles.

É óbvio que, com a miscigenação, vêm as misturas de culturas, tradições, religiosidades e costumes de cada povo. Você já parou para pensar a imensidão que é isto? Assemelharia-se timidamente a você pegar tudo o que tem num imenso self-service e colocar num caldeirão. Certo que dei um paralelo extremo, mas vejam estes exemplos: um baiano adepto do candomblé com uma polonesa protestante; um cigano com uma chinesa ateia; um judeu ortodoxo com uma japonesa xintoísta; um árabe com uma índia. Os filhos de cada casal seriam criados sob ideais, ideias e culturas bem díspares, necessitando de muita compreensão dos dois lados para não haver desarmonia.

Mas creio que a maior questão seria a comunidade em que cada casal estivesse inserido. As influências do ambiente na formação de alguém são cruciais. Se a criança não cresce num ambiente unificado e harmonioso em todos os sentidos, o risco dela sofrer muitas agruras, se desajustar e se perder nos vagalhões que nos assolam a todo momento é enorme. Numa comunidade, cidade ou país, unificados numa cultura, religiosidade e costumes, o desenvolvimento, progresso e harmonia entre seus habitantes têm totais condições de acontecer.
Convivência pacífica sempre, mas nunca a imposição.
Mas existe uma ‘patrulha ideológica’ mundial que transforma qualquer ato politicamente incorreto (sob o prisma DELA) em crime moral, passível de execração pública. No Brasil, país de rebanho vacum, mas, principalmente, cordeiros, isso não acontece tanto, visto que a extrema capacidade que este povo tem de ser passivo e comodista, priorizando as maiores superfluidades (futebol, novela, carnaval, shopping center,...) no lugar de brigar por saúde, educação, moradia, justiça, etc, é digna de asco e piedade (no pior sentido) e o faz obediente e alegremente conformado. Um bom exemplo foi quando o goleiro Rogério Ceni comentou mais ou menos isto de uma atitude rascante, opressiva e agressiva da torcida são-paulina, exigindo “raça, dedicação e amor à camisa”: Se o povo brasileiro exigisse de seus políticos metade do que exige dos jogadores, este país seria muito melhor. Mas para tanto, é preciso cultura, tradição e conhecimentos sólidos.

Sempre se culpa a escravidão e as desigualdades sociais pela grande defasagem cognitiva, intelectual e evolutiva entre as ‘tonalidades’ branca e amarela frente às negra e vermelha. O próprio ENEM, de 2012, apontou essa defasagem. Apesar da escravidão ser real até hoje e execrável, tenho que discordar. Pense: na pré-história, tudo era nivelado por baixo (ignorância total, tecnologia zero) e eu sempre me perguntei: Por que será que as ‘tonalidades’ branca e amarela evoluíram tanto a mais que as outras, sendo as responsáveis por quase a totalidade da tecnologia que move o progresso do mundo? Os negros e vermelhos que nunca tiveram contato com brancos ou amarelos (portanto, não foram escravizados) continuam praticamente iguais aos seus ancestrais, sobrevivendo toscamente em regimes tribais, alheios a tecnologias e progressos científicos em qualquer área (engenharia, medicina, higiene,...).

Não estou afirmando que eles são inferiores. É só uma óbvia constatação do alheamento deles às benesses da evolução e do progresso. Se lhes derem as mesmas condições para evoluírem, podem atingir níveis elevados como qualquer outro. Se há essa defasagem atestada por muitos estudos, pesquisas e testes, ela deve servir como motivação para lutar e melhorar sempre. Nunca para "esmolar" compreensão, vantagens ou piedade (cotas raciais, p. ex.). Isto é totalmente indigno!

Tudo o que escrevi, não duvidem, é uma apologia à liberdade. Ninguém tem obrigação de ser o que os outros acham certo; de fazer as coisas do jeito que os outros querem; de agir como a sociedade determina como certo. Basta estar consciente de que sua liberdade termina quando começa a do outro. Certamente encontraremos pessoas menos e mais capazes do que nós, dependendo do ponto de vista. Respeitar as idiossincrasias é um dever de todos: você quer se misturar? Vá em frente! Não quer? Tudo certo! Que todos sejam felizes, sem serem tachados de qualquer adjetivo deletério; sem se forçar a barra; sem rancores; sem maledicências morais, psicológicas ou espirituais.

Impossível, não é. Mas o "Divide et Impera" é a tônica dos Grandes Corruptores, do "Poder das Sombras". A verdadeira guerra por um mundo melhor é mental e espiritual. Para iniciá-la, exige-se o expurgo do comodismo e a introjeção do bem querer. Depende quase exclusivamente da sua vontade, disciplina e perseverança. Tente! Vale a pena! Pelo seu bem e o de todos aqueles que ama.

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