Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 17 de julho de 2015

Sobre Hitler - 2

Amigos e amigas.
Nas poderosas opiniões abaixo, vemos que a fabricação do "Hitler Demônio" precisou de toneladas de propaganda, doutrinação e imposição por décadas a fio. E ainda precisa, bem às palavras de Alexander Pope: "Infeliz de quem profere uma mentira, pois precisará de outras vinte para manter a primeira".
Conheça tais opiniões ou relembre-as.
FAB29

David Lloyd George
“Com justiça, ele (Hitler) explicou em Nuremberg que seu movimento criou em quatro anos uma nova Alemanha.

Não é mais a Alemanha da primeira década após a guerra, prostrada aos pés dos vencedores, sem coragem e rebaixada pela dor e impotência. A Alemanha atual transborda esperança e confiança. Está permeada com uma nova confiança em si mesma e decidida a viver sem interferência estrangeira.
Pela primeira vez desde a guerra, se estabeleceu um sentimento comum de segurança e paz. As pessoas estão felizes. Por todo país nos deparamos com um povo satisfeito e cheio de vida. É uma Alemanha renovada. Eu observo por toda parte. E ingleses, que encontrei durante minha viagem pela Alemanha, que conhecem o país e as pessoas, também estavam bastante impressionados diante desta enorme mudança. Este fenômeno maravilhoso foi realizado por apenas um homem. [...]
Este é o espírito do jovem alemão. Como possuídos por uma nova fé, eles acreditam no movimento e em seu novo líder.
Mais do que tudo, foi esta renovada atmosfera que impressionou nesta minha breve viagem pela Alemanha. Uma atmosfera de despertar preencheu toda a nação.
Católicos e protestantes, prussianos e bávaros, patrões e empregados, ricos e pobres estão unidos em um único povo. Orientações religiosas, grupos e classes sociais não podem mais dividir a nação. Uma paixão pela vida, um fogo sagrado, a vontade pela união, surgidos de uma amarga necessidade.”  Lloyd George escreveu em um artigo para o “Daily Express”, 17/9/1936. Lloyd George (Primeiro Ministro britânico 1916-1922) foi reconhecido por ter sido um homem duro contra a Alemanha na Primeira Guerra Mundial.

Sir Winston Churchill
A admiração de Winston Churchill por Hitler desapareceu durante a guerra. Em suas memórias, ele esclareceu porque havia difamado Hitler durante a guerra, chamando-o "A Encarnação do Mal": Durante a guerra, a verdade é algo tão valioso que ela deve ser protegida da mentira com uma guarda-pessoal. (Churchill em seu livro “The Second World War”, Livro 5, Vol. II, “From Tehran to Rome”, Página 338). Após o término da 2ª Guerra Mundial, Churchill disse publicamente: Nós matamos o porco errado! (spiegel.de, 01/01/2006). Deve ter lido o “Mein Kampf”.

Após 1945, Churchill defendeu a política de Hitler.
Após uma reunião de oito horas com Winston Churchill ao final de maio de 1945, Joseph E. Davies, enviado especial de Truman e ex-embaixador norte-americano em Moscou, relatou:
Eu digo espontaneamente – após eu ter ouvido como ele se irritou sobre a ameaça do domínio soviético e sobre a expansão do comunismo na Europa e após eu ter me convencido da falta de sinceridade da liderança soviética – eu teria me perguntado se ele (Churchill), o primeiro-ministro, iria revelar ao mundo que ele e a Inglaterra teriam cometido um erro ao não ter apoiado Hitler; pois ele defendia agora – como eu compreendi – a doutrina que Hitler e Goebbels anunciaram e haviam sempre repetido nestes últimos quatro anos (…) Justamente as mesmas condições, como ele descreveu e as mesmas conclusões foram apresentadas por eles, como ele agora parece confirmar. [Foreign Relations of the United States – The Conference of Berlin – The Potsdam Conference – Vol. I, pág. 73]

John F, Kennedy
De Frankfurt, nós voamos para Salzburg, onde o rei Leopold fora retido, e seguimos para a cidade de Berchtesgaden. É uma cidade maravilhosa, nas montanhas – as casas foram construídas seguindo um estilo alpino (…) Seguimos para o lendário ninho da águia de Hitler. A vista é maravilhosa de qualquer direção, vista da sala. Após a visita, podemos concluir facilmente como Hitler pode sair em poucos anos do ódio que o circunda agora para se sobressair como o personagem mais significante que já existiu. Ele empreendeu uma infinita força de vontade em prol de seu país, o que o tornou uma ameaça à paz mundial, mas havia um mistério sobre ele, na forma como vivia, no modo como morreu, um mistério que mantém sua chama acessa e crescerá. Ele era feito daquela matéria-prima onde lendas são construídas.. [...] Os russos duvidam que Hitler está morto. [JFK, “Prelude to Leadership – Diário de J. F. Kennedy, Verão de 1945”, Regnery Publishing, Washington DC, pág. 74 – Em Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]

Hugh Sidey, colunista de longa data do ‘Time’ e antiga pessoa de confiança de JFK na Casa Branca, descreveu como ‘bizarra’ a admirável profecia sobre Hitler. Sidey lembra-se de um fato estranho contado pelo amigo de Kennedy, ‘Lem Billing’: "‘Jack’ (JFK) confidenciou a ele uma vez, como ele era fascinado por Hitler, principalmente pela Juventude Hitlerista, jovens com um objetivo em um mundo desorientado’.” [Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]

John F. Kennedy desprezava aqueles que eram submissos aos vencedores, as garotas que se jogavam nos braços dos invasores, aqueles que hoje são adeptos do politicamente correto e aqueles que lideram e formam os partidos licenciados: Ele rejeitava a ‘luxúria, como as garotas alemãs, que podiam ser bastante atraentes, se atiravam nos braços dos americanos’. [...] Kennedy também desprezava a submissão dos funcionários públicos alemães a serviço dos norte-americanos. [Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]

2 comentários:

  1. Excelente trabalho camarada! Está em grande forma!

    Nossa! como é constrangedor o silêncio dos lacaios!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tal silêncio é porque eles estão com dificuldades em terminar a próxima etapa do curso de "Imbecilogia" que seus donos lhes dão.

      Na matéria "Um centésimo de inteligência", já são tri-repetentes.
      Abraço.

      Excluir