Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Som de Vida ou de Morte

Amigos e amigas.

Um imenso vazio cheio de Vida
Há muito se sabe que a Vida e o Universo são pura energia. A solidez dos corpos é algo fantástico, visto que um átomo possui muito mais espaço vazio entre seu núcleo e seus elétrons do que matéria em si. Então, a densidade dos átomos tem a ver com uma das quatro Forças Fundamentais do Universo, a Nuclear Forte. Se tudo o que existe é energia, é necessário que existam frequências específicas para cada elemento, substância, forma, etc. O som é assim, também. Vejam abaixo um artigo que adaptei demonstrando a importância dele, o quanto ele é benéfico e, principalmente, a atitude odiosa dos grandes parasitas que tudo desvirtuam, usando-o como força de controle e de destruição.
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Sons de Vida e de Morte
A maior parte da música mundial moderna é afinada em 440Hz desde que a International Standards Organization (ISO) a aprovou em 1953. As descobertas recentes da vibração-oscilação natural do Universo indicam que essa afinação contemporânea pode gerar um efeito prejudicial à saúde ou um comportamento anti-social na consciência dos seres humanos.

A=432Hz, conhecido como 'Lá de Verdi', é uma afinação alternativa que é matematicamente consistente com o Universo. Músicas baseadas em 432Hz transmitem energia de cura, é benéfica, porque é um tom puro de matemática fundamental da Natureza.

Há uma teoria [Só pra variar] que diz que a mudança de 432Hz para 440Hz foi ditada pelo ministro de propaganda nazista, Joseph Goebbels [Sempre ele!...]. Ele a usou para fazer com que as pessoas pensassem e sentissem de uma certa maneira, e para fazê-las prisioneiras de uma certa consciência. Então, por volta de 1940, os Estados Unidos introduziram mundialmente o 440Hz [Viraram nazistas, então?] e, finalmente em 1953, tornou-se o padrão pela ISO [Um órgão nazista, pelo jeito!...].

440Hz é o padrão antinatural de afinação, removido da simetria das vibrações sagradas e harmônicas, que tem declarado guerra ao subconsciente do homem ocidental.

Em um manuscrito intitulado “Musical Cult Control” (Controle de Culto Musical), Dr. Leonard Horowitz escreveu: “A indústria da música tem essa frequência imposta para “pastorear” populações para uma maior agressividade, agitação psicossocial e sofrimento emocional que predispõem as pessoas às doenças físicas”.

Você apenas tem que ir até a rua e olhar ao redor. O que você verá? Crianças indo para escola, jovens indo para o trabalho, uma mulher com seu bebê na praça, um homem com o seu cachorro,... E o que eles têm em comum? IPods e MP3 Players! Engenhoso, não é?
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Se você quer encontrar os segredos do Universo, pense em termos de
energia, frequência e vibração.
” – Nikola Tesla
Os poderes instituídos estão, com sucesso, reduzindo as vibrações, não só das jovens gerações, mas também de todos nós também. Estas frequências destrutivas arrastam os pensamentos para a interrupção, desarmonia e desunião. Além disso, elas também estimulam o órgão controlador do corpo – o cérebro – para a ressonância desarmônica que, em última análise, cria a doença e a guerra.

Frequência e vibração detêm um poder extremamente importante, ainda escondido, para afetar as nossas vidas. nossa saúde, nossa sociedade e nosso mundo. A ciência da Cymatics (ou seja, o estudo do som visível e vibração) prova que frequência e vibração são as chaves mestras e fundação organizacional para a criação de toda a matéria e da vida neste planeta.

Quando as ondas sonoras se movem através de um meio físico (areia, água, ar, etc), a frequência das ondas tem um efeito direto sobre as estruturas que são criadas pelas ondas sonoras que passam por esse meio particular.

Para entender melhor o poder da frequência sonora, assista ao excelente vídeo abaixo:


Se alguém deseja conhecer se o reino é bem governado, se sua moral é boa ou ruim,
a qualidade de sua música irá fornecer a resposta
” – Confúcio
A música tem um poder oculto para afetar nossas mentes, nossos corpos, nossos pensamentos e nossa sociedade. Quando a música é baseada em um padrão de afinação propositadamente contrário aos harmônicos naturais encontrados na natureza, o resultado final pode ser a intoxicação psíquica em massa da mente da humanidade.

Como o documentário 'Kymatica' diz, a redescoberta do conhecimento da ciência do som mostra que o som é algo mais do que meros sinais vibratórios; não só o som interage com a vida, mas a sustenta e a desenvolve. Ele atua como um canal de intenção consciente entre as pessoas, sociedades e civilizações inteiras.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Inacreditável!

Amigos e amigas.
Só pra variar, vejo, leio, ouço notícias incríveis. Vai daí, esta cabeça cheia de dúvidas, inconformismo e desejo de melhorias fica ponderando, questionando e rosnando: "Será que essa zona de guerra mundial não vai terminar? Quantos precisarão ser sacrificados para a coisa começar a funcionar, entrar nos eixos?!" Incrível como coisas que são (ou deveriam ser) simples de se resolver se transformam em quimeras e batalhas campais. A total ausência de bem querer e vontade política, somada ao comodismo das massas e a décadas de abusos, desvios e desleixos, leva nossas vidas a situações dantescas, dignas das mais obscuras eras da humanidade.

Superlotação comum em metrôs pelo mundo
Pequeno exemplo: ocorreu mais uma greve relâmpago em São Paulo (coisa que acontece a todo momento em qualquer cidade grande do mundo). Os metroviários paralisaram suas atividades pela manhã, só retornando no meio da tarde. Com isso, os ônibus mais que superlotaram, evidentemente não sendo suficientes para a avalanche de pessoas que apareceu. Para "compensar", a prefeitura suspendeu o rodízio de carros nesse dia e, assim, o trânsito entupiu devido ao dobro de automóveis em suas vias. Congestionamento recorde: 220 km. Os motoristas levavam mais que o dobro do tempo para chegar aonde precisavam. A maioria do povo perdeu a manhã de serviço. Protestos mil. Revolta geral!

Daí, aparece o o governador Geraldo Alckmin demonstrando sua "revolta pela atitude inconseqüente e inconstitucional dos metroviários". Afinal, transporte urbano é serviço essencial e não pode haver paralisação total. É preciso que um percentual (voluntários?) permaneça ativo para não haver caos semelhante ao que se viu. O ex-ministro Almir Pazzianotto corroborou a "revolta" do governador. Ou seja, a MESMA LADAINHA de todos os políticos de qualquer país, qualquer forma de governo e qualquer nível econômico. Se há muito tempo já houvesse diálogos pautados na justiça, honestidade e boa vontade, tudo seria evitado. Simples assim!

No Congresso, garçom pode receber mais de R$ 10 mil mensais.
Só que a injustiça é uma constante quando se trata da relação político/povo. Você sabia que muitos funcionários públicos federais que recebem acima do teto e outros de função comum (secretário, assessor, ascensorista, garçom, ...) tem salários superiores a professores da rede pública com mestrado, a comandantes e especialistas das Forças Armadas, a profissionais de alto padrão de hospitais públicos? Que o SUS paga R$ 70,00 a um médico por uma cirurgia? Que a maior parte das escolas do Brasil não tem energia elétrica, ou água encanada, ou espaço coberto para lazer, ou a logística mínima para funcionar adequadamente e por aí vai? A necrose é profunda.

Mas voltando ao ponto: posso até concordar com o governador e o ex-ministro quanto à ponderação na hora de se exigir reajustes dignos e melhorias nas condições trabalhistas. Mas a situação em que o trabalhador vive, a quê ele tem de se submeter, as condições cada vez mais restritas de acesso a tudo aquilo que a Constituição lhe garante vêm se acumulando há décadas, fato que massacra a razão, oblitera o raciocínio e VERDADEIRAMENTE revolta! Eles e suas famílias vivem em constantes tensão e carências, com pouquíssimo acesso a lazer e benefícios, imersos numa espiral de violência, cada vez mais presos em seus próprios lares (cuja maioria nem é casa própria).



É muito fácil e tranqüilo para os políticos dizerem que tal coisa é um abuso; outra coisa é inconstitucional; outra, ainda mais errada, etc e etc. Afinal, com tantas benesses (subsídios altíssimos e variados, ajudas de custo pra quase tudo, verba de gabinete, apartamento, imunidade,...) e pouco trabalho DE FATO (negociar e legislar em causa própria não conta!), tantas e tais mazelas mal os atingem. Com esse desprezo e insensibilidade patentes que eles dedicam às necessidades prementes daqueles que os elegeram, a politicalha está colocando um prego atrás do outro em seu caixão. Só falta o povinho jacó sair do seu marasmo e comodismo.

Parece incrível, mas democracia é isso em todo lugar (uns mais, outros menos). O encastelamento dos políticos (isolados, cercados e protegidos) em locais quase inacessíveis ao povão (como Brasília), mostra e prova por A+Becedalho que não se deve haver um poder central que açambarca todos os imensos, eternos e escorchantes impostos, retira "sua parte" e determina os rumos de nossas vidas. O correto é cada cidade ou, no máximo, região ter sua autodeterminação: decidir cada passo e atitude de acordo com as necessidades locais, interagindo com as mais próximas; quais as leis que precisam ser criadas para beneficiar a todos; o que produzir, o que plantar, o que construir, etc.

http://reporterbrasil.org.br/2013/10/relatorio-cita-brasil-como-referencia-em-combate-ao-trabalho-escravo-e-defende-aprovacao-da-pec/
E não venham querer me mostrar os EUA e Europa como exemplos onde a democracia funciona. No máximo, são aparentemente um pouco menos ruins. Além do quê, as condições de vida de boa parte do povo de lá só é um bocado mais alto que as daqui porque grande parte da opulência do hemisfério norte é mantida pela miserabilidade dos 3º e 4° mundos, sugados em seus recursos naturais e sua força de trabalho, sendo podados  e restringidos em sua evolução e progresso.

Não lhes parece incrível que tanta desgraça à nossa frente, à nossa porta, permeando nossa vida, não nos faça despertar, dar um BASTA e nos unir para melhorarmos? Que raio de apatia, medo, comodismo ou qualquer nulidade desse desnível se arraigou na alma, mente e coração do povo para ele ser tão passivo assim? Que estado de miséria em todos os sentidos se abateu sobre nós, solapando as chances de nos reerguermos?...

Santo Deus!! Universalmente pensar, raciocinar, racionalizar,...! E localmente (se tanto!), agir. Triste sina!...
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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Herói da Humanidade?

Amigos e amigas.
Segue abaixo minha tradução de um artigo sobre a mais nova biografia de Winston Churchill. Muito já se falou das personalidade e idiossincrasia repulsivas dele, mas o que vocês lerão abaixo será a pá de cal do quanto ele foi nocivo ao mundo. Perdulário, beberrão, sonegador, fantoche,...! E tivemos de aguentá-lo entre nós por 90 anos! Tanta gente boa vai muito antes!...

E essa figura patética, asquerosa e iníqua foi eleita o mais proeminente britânico da História pela BBC em 2002! Que nível!...
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Winston, o contumaz gastador: Ele estava à beira da falência e foi salvo por propinas secretas. No entanto, um novo livro sobre as finanças de Churchill revela que ele gastou £ 40.000 num ano em cassinos e £ 54.000 em bebidas


  • - Churchill passou a maior parte de sua vida afundado em uma montanha de dívidas pessoais;
  • - Jogou o equivalente a £ 40.000 em um ano de férias pelo sul da França;
  • - Tinha uma conta de £ 54,000 de seu comerciante de vinhos, incluindo £ 16.000 em Champagne;
  • - Benfeitor secreto lhe deu £ 1 milhão em 1940 quando ele se tornou primeiro-ministro; 

Qualities that were to make Churchill a great war leader came very close to destroying him time and again during his career, as manic optimism and risk-taking plunged him repeatedly into colossal debt. But he became one of Britain's greatst heroes and is here receiving the Honorary Freedom of the City of Westminster

A confissão foi surpreendente, tendo em conta o grande homem que ele se tornou. "A única coisa que me preocupa na vida é dinheiro", escreveu Winston Churchill, então com 23 anos, para seu irmão, Jack. "Gostos extravagantes, um estilo de vida caro, pequenos e diminutos recursos - isto são fontes férteis de problemas."

Na verdade, eles eram. Essas qualidades que estavam a fazer de Churchill um grande líder de guerra chegaram muito perto de destruí-lo uma e outra vez durante a sua carreira, como o otimismo maníaco e a assunção de riscos mergulharam-no repetidamente em dívida colossal.

Nos anos trinta, quando ele era um homem casado, com quatro filhos a tiracolo e já com empréstimos de mais de £ 2,5 milhões em dinheiro de hoje, ele iria apostar tão fortemente em suas férias anuais no Sul da França, que ele jogou fora o equivalente a £ 40.000 em média a cada ano. Na minha própria carreira, aconselhando as famílias sobre assuntos fiscais e de investimentos, eu nunca encontrei um vício em arriscar em tal escala como o dele.

Uma das características mais convenientes de Churchill é que ele deixou seus próprios extratos bancários, contas, registros de investimento e exigências fiscais do seu arquivo, apesar da evidência de dívida e jogos de azar perdulários eles revelam.  Ele está retratado aqui andando em um lauch do motor no porto em Safi, Marrocos

Para um biógrafo, uma das características mais convenientes de Churchill é que ele deixou seus próprios extratos bancários, contas, registros de investimento e exigências fiscais do seu arquivo, apesar da evidência de dívida e jogos de azar perdulários que eles revelam.

Em contraste com seus períodos bem documentados de ansiedade e depressão, quando o "cão negro" o feriu, houve fases quando ele apostou ou negociou ações e moedas com tal intensidade que ele parecia estar "ligadão" - desprovido de inibição, cheio de auto-confiança e energia.

Como resultado, ele deixou para trás um rastro de fracassos financeiros que exigiu numerosos salvamentos por amigos, familiares e admiradores.

E foi só por uma intervenção descontroladamente improvável, quase um ato de Deus, que ele não foi à falência em 1940, em vez de ser primeiro-ministro: como a guerra se aproximava, um benfeitor secreto escreveu dois cheques de bem mais de £ 1 milhão para limpar dívidas de Churchill. Seus esforços inventivos na evasão fiscal significaria um escândalo se tentada por qualquer político hoje.

Embora ele tenha lutado para controlar sua gastança toda a sua vida, o desastre que define a carreira financeira de Winston foi o Wall Street Bater, de 1929. Churchill sempre disse a seus amigos suas perdas no colapso da Bolsa totalizou US $ 50.000 - ou £ 500.000 hoje. Mas isso é apenas parte da história.

Foram esses os anos de Winston no deserto quando, tendo servido por um mandato como chanceler do Tesouro, ele de repente estava fora do poder. Este não ocorreu sem seus benefícios, pois, finalmente, ele foi capaz de dedicar tempo a escrever livros e produzir colunas de jornal para manter o banco na baía.

 Como resultado, ele deixou para trás um rastro de fracassos financeiros que exigiu numerosos salvamentos por amigos, familiares e admiradores
(...)
Cercado por estas maravilhas modernas, Churchill começou a negociar novamente em ações e commodities. Ele estava embriagado por oportunidades de fazer dinheiro do Canadá, especialmente na exploração de petróleo e gás.

Tomado pela febre de investimento como ele alcançou as pradarias, ele ligou ao seu editor para exigir um adiantamento sobre os seus direitos, gozando dos lucros que ele poderia auferir se ele agisse sem demora.

Para dissipar as preocupações da Clemmie, ele contou a ela sobre o dinheiro que ele estava fazendo com a venda de seu livro em aparições públicas - 600 cópias em Montreal apenas - e casualmente anunciou que tinha "encontrado um pequeno capital" com o qual ele esperava fazer alguns investimentos de sucesso.

Ele mergulhou dezenas de milhares de dólares em campos petrolíferos e material circulante, garantindo a seus banqueiros: "Eu não espero realizar essas ações por mais de algumas semanas".

Nos Estados Unidos, ele ficou com o magnata da mídia William Randolph Hearst e comprou participações em empreendimentos elétricos e empresas de gás, antes de ir para a Califórnia, onde se satisfez em festas de fim de noite com a elite de filmes de Hollywood e visitou os estúdios.

Em contraste com seus períodos bem documentados de ansiedade e depressão, quando o "cão negro" feriu, houve fases quando ele apostou ou negociadas ações e moedas com tal intensidade que ele parecia estar em um "elevado" - desprovida de inibição , cheio de auto-confiança e energia

Após o almoço com Charlie Chaplin no set de seu último filme, Luzes da Cidade, Churchill embarcou no iate de Hearst e escreveu a Clemmie que ele havia depositado £ 1.000 (£ 50.000 hoje) por ter lucrado com algumas ações em um negócio de móveis chamado Simmons.

'Você não pode dar errado em um colchão Simmons", ele exultou - mas não mencionou que ele tinha US $ 35.000 (um terço de um milhão de libras hoje) ainda investidos com eles.

Suas compras tinham uma espiral fora de controle. Tudo o que ele poderia levantar estava mergulhado em bolsas dos EUA, em empresas de fundição para lojas de departamento. Seus corretores soaram avisos por telégrafo: "Mercado pesado. Liquidação tornando-se mais urgente. Aguardarei seu telefonema. O banco ainda perdeu ouro e há rumores de aumento na taxa de banco."

Churchill ignorou. Em quatro dias, ele comprou e vendeu $ 420.000 em ações - ou mais de £ 4.000.000, estima-se agora. Era como uma droga para ele. "Em cada hotel", disse a Clemmie, 'há uma bolsa de valores. Você vai e se senta e assiste às figuras que estão sendo marcadas em lousas a cada poucos minutos".

A quebra foi inevitável. No sino de abertura na New York Stock Exchange na quinta-feira 24 de outubro de 1929, os preços caíram por uma média de 11 por cento.

Ele lutou para controlar sua gastar toda a sua vida, o desastre que define a carreira financeira de Winston foi o Wall Street Bater de 1929. Churchill disse a seus amigos suas perdas no colapso da Bolsa totalizou US $ 50.000 - ou £ 500.000 hoje.  Mas isso é apenas parte da história.  Retratado em 1958 com o magnata Aristóteles Onassis hipping
Churchil com Aristóteles Onassis, em 1958.
Churchill manteve a compra, confiante de recuperar suas perdas, até o momento em que ele embarcou em um transatlântico para voltar para casa. No momento em ele chegou a Chartwell, sua casa em Kent, ele estava mais pobre em US $ 75.000 (£ 750,000). Mas em vez de puxar suas rédeas, ele tentou recuperar - e no prazo de seis meses tinha perdido mais US $ 35.000 (£ 350,000).

Seus esforços para se agarrar a algum tipo de solvência ficaram desesperadores. Ele pediu dinheiro emprestado sempre que podia - a partir de seu irmão, seu banco, seus corretores, seus editores e editores de jornais. Ele arranjou outra turnê de palestras na América e tomou um seguro contra o cancelamento - em seguida, usou a eleição geral de 1931 como uma desculpa para adiar e reivindicando sua indenização de £ 5.000 (£ 250,000).

Ele trocou as garantias de uma de suas pinturas a óleo, em um negócio que ele descreveu como 'altamente confidencial'. Uma vez que a eleição estava atrás dele, ele partiu para a América - mas, em seu estado preocupante, tropeçou em desastre.

Tendo providenciado para encontrar um parceiro de negócios em Nova York, ele pegou um táxi. Mas em sua pressa, ele esqueceu de levar o endereço do homem. Depois de uma hora infrutífera tentativa de encontrar o edifício, ele saiu do táxi - e foi atropelado por um carro.

Foram anos de Winston no deserto quando, tendo servido por um mandato como chanceler do Tesouro, ele de repente estava fora do poder.  Este não era sem seus benefícios, para, finalmente, ele foi capaz de dedicar tempo a escrever livros e produzindo colunas de jornal para manter o banco na baía
Mesmo isso foi utilizado como um meio para juntar dinheiro. Ele escreveu um artigo de jornal sobre o acidente, gerenciado em todo o mundo para £ 600 (£ 30.000) e, em seguida, alegou seguro médico por motivos espúrios: ele estava "totalmente incapaz".

Quando as seguradoras protestaram que ele ainda era capaz de ganhar dinheiro com o jornalismo, o seu corretor respondeu que ele não poderia escrever fisicamente - o artigo tinha sido ditado a uma secretária. Mera conversação, insistiu ele, não deve ser classificada como trabalho. E as seguradoras pagaram.

Tal prática afiada não se limitou aos seus créditos de seguros. Ele disse à Receita Federal que tinha se aposentado como um autor, que o autorizou a adiar uma grande taxa de imposto de renda. Para evitar pagar imposto sobre os royalties do livro, ele vendeu os direitos e argumentou com sucesso que o dinheiro que ele recebeu não foi renda, mas os ganhos de capital que, na época, eram isentos de imposto.

Ele pediu dinheiro emprestado de relações de confiança de seus filhos e, até mesmo, reduziu sua bebedeira - não para frear seus gastos, mas para ganhar uma aposta com um barão da imprensa, Senhor Rothermere, que apostou com ele £ 600, que Churchill não iria beber qualquer brandy ou álcool não diluído por um ano inteiro.

Churchill topou a aposta, raciocinando a Clemmie que o dinheiro ganho na aposta não estava sujeito a imposto. Mas ele recusou uma aposta maior, 2,000 £ [£ 100,000], que ele não conseguiria permanecer totalmente abstêmio por 12 meses. "Eu me recusei", explicou ele, "pois eu acho que a vida assim não valeria a pena viver. '

Na verdade, as contas acumuladas para o álcool chegaram a £ 900 (£ 54,000). Seu jogo era ainda mais caro - 66.000 francos (cerca de R $ 50 mil) em um único feriado em um cassino em Cannes em 1936, por exemplo. (...)

Diante de um £ 900 [£ 54,000 hoje] demanda de seus comerciantes de vinho Randolph Payne & Sons, em 1936, Churchill fez o Bill e encontrou o total veio a ainda mais - £ 920
As tentativas de se economizar eram fracas. Três funcionários foram demitidos, com uma economia de £ 240 [£ 14.400] e a mesma quantidade foi cortada da conta da lavanderia. A temperatura da piscina em Chartwell também foi reduzida em uma tentativa de reduzir pela metade os custos de aquecimento.

Mas em 1938, quando a situação europeia com Hitler e Mussolini tornou-se crítica, Churchill tinha acabado seus recursos. Ambos Chartwell e sua casa em Londres estavam à venda, mas não atraiu nenhum comprador.

CHURCHILL 'afogou' 454 garrafas de espumante em apenas dois meses


Diante de uma demanda de £ 900 [£ 54,000 hoje] de seus comerciantes de vinho Randolph Payne & Sons, em 1936, Churchill fez as contas e encontrou o total ainda maior - £ 920 [£ 55.200], incluindo £ 268 [£ 16.080] em champanhe: dez magnums, 185 garrafas e 251 litros do mesmo. Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, Churchill estava fumando uma dúzia de charutos por dia, em cerca de £ 13 por mês [£ 1,300] - e ele não tinha pagado os seus fornecedores , J Grunebaum & Sons, por cinco anos.
Nadando em dívidas pessoais (cerca de £ 1.5m hoje), Churchill anunciou alguns cortes domésticos drásticos em 1926, o ano da Greve Geral. Os custos dos alimentos, servos e execução de um carro deviam ser reduzidos para metade.
"Nenhum champanhe é para ser comprado", ele advertiu sua esposa. "Só vinho branco ou tinto será oferecido no almoço ou jantar. Não há mais porta  aberta sem instruções especiais. Charutos devem ser reduzido a quatro por dia". O caminho da economia durou menos de três meses.
No caminho para casa, em um cruzeiro no Mediterrâneo em 1927, Churchill - então Chanceler do Tesouro - baixou no casino em Dieppe e, jogando bacará, perdeu £ 350 - o equivalente a £ 17.500 hoje.
Winston esteve em férias no Sul de França 12 vezes durante os anos trinta e sempre apostou nos casinos. Ele chegou em casa como vencedor apenas uma vez.
Durante a Segunda Guerra Mundial, sua despesa pessoal com vinhos, bebidas não diluídas e charutos era £ 1.650 por ano [£ 66.000].
Em um período de dois meses em 1949, Churchill e seus convidados, na casa em Chartwell, beberam 454 garrafas de champanhe, 311 garrafas de vinho, 69 garrafas de vinho do Porto, 58 garrafas de conhaque, 58 garrafas de xerez e 56 garrafas de uísque Black Label.
Seu jornalismo já não podia sequer cobrir seus impostos básicos, e que ele tinha emprestado ao limite de suas apólices de seguro de vida. Os credores estavam clamando por todos os lados.

Seu déficit tinha alcançado £ 35.000 (mais de £ 2 milhões) e seus corretores estavam exigindo um pagamento imediato de £ 12.000 (£ 720,000). Suas tentativas de negociar foram ignoradas.

"Por um tempo," ele admitiu, "as águas escuras do desespero tomaram conta de mim. Eu assisti à fluência da luz do dia lentamente pelas janelas e vi diante de mim, em olhar mental, a visão da Morte."

A salvação veio de uma fonte inesperada. Churchill voltou para o seu amigo Brendan Bracken, co-proprietário da The Economist, para encontrar nele um salvador. Bracken, por sua vez, se aproximou de seu parceiro de negócios, Sir Henry Strakosch, que era um fervoroso admirador de Churchill. Ele também era imensamente rico.

Dois meses antes, a pedido de Bracken, Churchill tinha visitado Sir Henry em sua casa em Cannes. O homem de 68 anos, que fez sua fortuna à frente da mineradora de ouro União Corporation, na África do Sul, estava adoentado e Bracken descreveu-o como um "pássaro velho solitário". Este mínimo de introduções rendeu dividendos colossais.

Sir Henry, um britânico naturalizado nascido na Áustria, considerava Churchill como um político na Europa com a visão, energia e coragem para resistir à ameaça nazista. Ele não hesitou em pagar £ 12.000 (cerca de £ 660.000 hoje) de sua quota de dívidas de comércio.

Nenhum desses homens nunca falou publicamente sobre o resgate. Churchill manteve o conhecimento dele para um círculo muito apertado que não incluíam o seu banco ou seus advogados.

Única recompensa de Sir Henry foi ser nomeado para o "The Other Club", a sociedade de jantar com base no Savoy, em Londres, que Churchill tinha fundado com seu companheiro dissidente político F.E. Smith.

Com a eclosão da guerra em 1939, Churchill foi nomeado Primeiro Lorde do Almirantado, com um salário de £ 5.000 (£ 250,000 hoje) - exatamente o que era quando ele foi o último ocupante deste posto de Gabinete, 25 anos antes, em 1912. O salário, embora substancial, não estava nem perto o suficiente para cobrir seus gastos, e muito menos os juros sobre seus empréstimos, que somavam 27.000 £ [£ 1.600.000].

Durante anos, ele esteve trabalhando em seus três volumes da história dos povos de língua Inglesa, mas apesar de sua produção prodigiosa, ele tinha sido incapaz de entregar o manuscrito terminado e recolher a sua taxa. O livro tinha começado mais longe do que a guerra civil americana, mas destemido, Churchill declarou que ele seria concluído.

Nadando em dívidas pessoais (cerca de £ 1.5m hoje), Churchill anunciou alguns cortes domésticas drásticas em 1926, o ano da Greve Geral.  O custo dos alimentos, servos e execução de um carro deviam ser reduzidos para metade.  'Não champanhe é para ser comprado ", ele advertiu sua esposa.  'Só vinho branco ou tinto será oferecido no almoço ou jantar
Seu editor, da Cassell, estava consternado com um final tão abrupto.
Todos os protestos foram dispensados: Churchill estava ocupado demais para escrever mais. Relutantemente, Cassell o pagou, o que lhe permitiu quitar £ 2.000 (£ 100,000 hoje) de impostos atrasados ​​e liquidar contas de comerciantes de vinho que cobriam £ 3.000 (£ 150,000).

Em 10 de maio de 1940, como os exércitos de Hitler subiram pela Holanda e Bélgica, o primeiro-ministro Neville Chamberlain renunciou e, à noite, o rei George VI pediu a Churchill para formar um governo. Hoje, a escolha do homem parece inevitável, mas à época, havia temor.

O salário de Churchill como PM pode ter dobrado a £ 10.000 (£ 500,000), mas com a maior taxa de imposto de renda permanente, com 97,5 por cento, praticamente todo ele foi para a Receita Federal.

Apenas duas semanas após a retirada de Dunquerque, em junho de 1940, o primeiro-ministro estava enfrentando um ultimato de Banco de Lloyd para o interesse em seu cheque especial £ 5.602 (£ 280,100). Mais uma vez, Sir Henry veio para o resgate com um cheque de £ 5.000 (£ 250,000). Os recibos mostram uma enxurrada de pagamentos a fabricantes de roupas, consertos de relógio e, naturalmente, comerciantes de vinho.

Apesar do racionamento, comida e bebida fluíam em Chequers, residência oficial do Primeiro-Ministro. Rei George enviou faisão e carne de veado de Balmoral e, do Almirantado, concordou em duplicar o orçamento do vinho, desde que todo o consumo fosse para fins diplomáticos.

No caminho para casa a partir de um cruzeiro no Mediterrâneo em 1927, Churchill - então Chanceler do Tesouro - caiu em no casino em Dieppe e, jogando bacará, perdeu £ 350 - o equivalente a £ 17,500 hoje
Essa condição provou ser um problema: Churchill estava decidido a se aliar ao poderio militar dos Estados Unidos e os hóspedes americanos se tornaram visitantes freqüentes em Chequers. Para abrandar as exigências fiscais, Churchill tentou cada truque possível, mesmo atribuindo alguns de seus ganhos como um autor a seu filho Randolph, que foram tributados a uma taxa mais baixa.

Este subterfúgio poderia economizar £ 1.500 (£ 75,000), mas ele deixou Churchill desconfortável - até porque a jogatina de Randolph era ainda mais imprudente do que a sua própria. O que finalmente resgatou as finanças de Churchill e o colocou em uma base estável para o resto de sua vida, foi Hollywood.

Em 1943, um produtor de cinema imigrante italiano pagou £ 50,000 (£ 2,5 milhões) para os direitos do filme para a biografia de seu antepassado, o gênio militar Lord Marlborough. A morte de Sir Henry Strakosch, em outubro de 1943, trouxe um legado de £ 20.000 (£ 1 milhão), bem como o cancelamento de um empréstimo.

Com o Dia D se aproximando, Churchill estava quitado pela primeira vez em 20 anos. Até o final da guerra, ele havia coletado outros £ 50.000 (£ 2,5 milhões) para os direitos de filmagem de sua história dos povos de língua Inglesa. E mais um bônus colossal veio quando ele foi inesperadamente expulso de Downing Street pelos eleitores em julho de 1945: no dia da sua demissão, ofertas começaram a inundar de editores em todo o mundo por suas memórias de guerra.

Winston holidayed no Sul de França 12 vezes durante os anos trinta e sempre apostou nos casinos.  Ele chegou em casa um vencedor apenas uma vez
Tradicionalmente, os generais e almirantes que conquistaram grandes vitórias foram recompensados ​​pelo Parlamento. Earl Haig, comandante-em-chefe do Exército  durante a I Guerra Mundial, foi agraciado com £ 100.000 (£ 500,000) em 1918.

Não poderia haver tal pagamento a um ex-primeiro-ministro. Mas um grupo de seus admiradores veio com um esquema de compra de Chartwell para o National Trust para, em seguida, alugá-lo de volta para os Churchills por uma quantia nominal. Churchill ficou encantado.

Apesar dessa desacostumada segurança, ele não estava além de aproveitar a chance para ignorar o Fisco. Como a oferta pelas suas memórias superou US $ 1 milhão (£ 12.5 milhões) a partir de um consórcio americano, Churchill estava investigando um outro esquema: dotar a totalidade dos seus documentos pessoais, incluindo memórias e diários futuros, para uma relação de confiança, em nome de seus filhos; ele percebeu que poderia evitar mais imposto sobre os seus escritos.

Ele planejava escrever seus livros por uma taxa menor, sob o pretexto de "editá-los". Esta edição provou ser trabalho sequioso. Quando Churchill fugiu para Marrakesh, em Marrocos, a trabalhar no manuscrito em 1947, toda a conta de bebidas de sua comitiva durante cinco semanas chegou a mais de £ 2.100 (£ 73,500).

Em um período de dois meses em 1949, Churchill e seus convidados da casa em Chartwell bebeu 454 garrafas de champanhe, 311 garrafas de vinho, 69 garrafas de vinho do Porto, 58 garrafas de conhaque, 58 garrafas de xerez e 56 garrafas de uísque
Um de seus secretários escreveu para casa: "O dinheiro aqui não 'está dando'!
Ele continuou a "ir" pelo resto de sua vida. Até o momento em que ele se tornou PM novamente em 1951, as suas despesas anuais estavam em cerca de £ 40.000 (£ 1 milhão), muito delas em uma equipe de enfermeiros suíços e lacaios, todos eles controlados pelo MI5.

Mas agora as honras fluíram. Ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura, 12.000 (£ 300,000) livres de impostos. Ele recusou um ducado, alegando que um ducado sem um grande latifúndio seria um embaraço.

Quando ele morreu aos 90 anos em 24 de janeiro de 1965, o mundo lamentou. Mas alguns tinham um motivo especial para lamentar sua morte: eles nunca iria ver um tal cliente novamente. Na França, Madame Odette Pol-Roger instruiu que uma faixa preta de luto deveria ser colocada em torno do rótulo de cada garrafa de champanhe de sua família.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Grande pequenez

Amigos e amigas.
O texto abaixo faz referência ao sentimento de repúdio que todas as pessoas tanto de bem quanto minimamente conscientes precisam ter, desenvolver e/ou exercitar a respeito dos EUA e sua política supremacista. É tão eloquente que qualquer acréscimo que eu quisesse fazer seria pífio.
Assim sendo, esbaldem-se com o descortinar da máscara hipócrita do "Grande Satã".
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Por Dr. Paul Craig Roberts – Global Research, 24 de julho de 2014
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Exemplo da democracia estadunidense
Washington é o único entre os governos do mundo a exigir que países soberanos sigam as leis determinadas por Washington, mesmo quando essas contradigam as leis dos países soberanos. Os exemplos são intermináveis. Eis alguns:

·  Washington forçou a Suíça a violar e abolir as históricas leis dos segredos bancários do seu país. 

·  Washington executa cidadãos de outros países, assim como os seus próprios, sem o devido processo de lei; 

·  Washington viola a soberania de outros países e assassina cidadãos desses países através de drones, bombas e esquadrões de forças (assassinos) especiais; 

·  Washington sequestra no estrangeiro cidadãos de outros países e os leva para os Estados Unidos para que sejam processados abaixo das leis dos Estados Unidos, ou os manda para um outro país para que sejam secretamente torturados em centros secretos de tortura; 

·  Washington diz para bancos em outros países com quem eles podem, ou não podem fazer negócios, e se esses vierem a desobedecer, Washington os chantageia até a submissão, ou impõe a eles multas as quais ameaçariam a existência dos mesmos. 

·  Na semana passada Washington forçou um banco francês a pagar  US$ 9 bilhões de dólares, a título de multa, ou de ter suas operações banidas nos Estados Unidos, isso sendo porque o banco tinha financiado transações comerciais com países (Rússia) não aprovados por Washington; 

·  Washington distribui ultimatuns para nações soberanas para que façam como lhes é mandado, ou “sejam bombardeadas e destruídos para voltarem à idade da pedra”; 

  · Washington viola a imunidade diplomática, ordenando aterrissagens forçadas de aeronaves presidenciais de países soberanos para que essas sejam ilegalmente escrutinadas (Voo do presidente da Bolívia);

·  Washington ordenou ao seu vassalo Reino Unido, UK, que violasse leis e convenções internacionais governando as condições para asilo político, e que se recusasse a dar livre passagem a Julian Assange para o Equador; 

·  Washington ordenou a Rússia que violasse as suas próprias leis e lhe entregasse Edward Snowden ao invés de lhe conceder asilo.

manipulação-americana

Mas a Rússia é suficientemente forte para não se deixar curvar às ordens de Washington. O que é que Washington faz então?

A cidade no alto da colina (Capitol Hill), a "luz do mundo", o “indispensável” e “excepcional governo” dos EUA sequestrou Roman Seleznyov, o filho de um Membro do Parlamento Russo, num país estrangeiro, a República das Maldivas, uma ilha-nação no Oceano Índico. Seleznyov foi sequestrado por Washington quando ia embarcar num voo para Moscou e desapareceu, sem que ninguém o notasse, numa aeronave particular a caminho de um território controlado pelos Estados Unidos, onde ele foi então preso por uma falsa acusação.

O Ministério do Exterior da Rússia acusou Washington de ter sequestrado um cidadão russo num “novo ato hostil de Washington”, contra o povo russo.

Não há a menor dúvida quanto ao sequestro de Seleznyov ser ilegal, assim como tudo o mais que Washington vem fazendo desde o regime de Clinton (ou seja, pelos últimos 21 anos). O pai de Seleznyov, um membro do corpo legislativo russo, disse que acreditava que Washington tinha sequestrado seu filho para que esse fosse trocado por Edward Snowden. Seleznyov foi imediatamente, sem nenhuma evidência, acusado por ofensas imaginárias, as quais poderiam condená-lo a até 30 anos de prisão.

marionetes-illuminatis

O fascista diretor responsável pela Homeland Security (National Security Agency-NSA), a agência de segurança nacional, declarou que essa ação, completamente ilegal de acordo com leis internacionais, da Gestapo de Washington, era uma “detenção importante” e que ela “mandava uma mensagem inequívoca” de que “o longo braço da justiça – e desse Departamento – iria continuar a desfazer e desmontar organizações criminosas sofisticadas”.

O serviço secreto dos Estados Unidos declarou então que o filho do parlamentar russo era “um dos mais prolíficos traficantes de informações roubadas”. Que extrema inconsequência! – What utter bullshit!

Como o mundo inteiro já sabe, o maior ladrão de informações financeiras é a NSA-National (Stasi) Security Agency de Washington. Essa agência dos EUA tem roubado dados e informações, para o benefício das corporações dos Estados Unidos, que fazem generosas contribuições políticas em época de campanha, informações sobre empresas, companhias, corporações, funcionários e governantes no Brasil, Alemanha, França, China e Japão. Na realidade, de todo o mundo como foi denunciado por Snowden. A Stasi de Washington até roubou as conversas particulares do celular da Chanceler da Alemanha, Angela Merkel e da presidente do Brasil, Dilma Roussef.

Foi uma idiotice do mundo (mais uma) confiar no sistema americano de informações, o qual serve como um instrumento de espionagem. Qualquer um que compre um computador de uma marca americana, ou que confie nos serviços americanos da internet (Google, Yahoo, MSN, Facebook, etc), pode saber com certeza que a National (Stasi) Security Agency de Washington terá completa informação sobre si. Os outros governos pensaram que iriam ter uma carona no investimento do capital dos EUA, mas o que essa carona significava era que nenhum governo, ou nenhuma população, teria mais direitos proprietários e a privacidade sobre seus segredos e suas informações.

dependência-dos-EUA

A NSA pode agora chantagear a população mundial inteira. De acordo com os neoconservadores. o direito de espionar o mundo é o direito do povo de um país com um governo  “indispensável”, como representado pelo “seu” “excepcional” governo.

O mundo tem também agido como um bando de idiotas em muitos outros sentidos em sua mal colocada confiança no (des)governo dos EUA em Washington. As Organizações Não Governamentais, ONGs financiadas pelo governo dos EUA, operam em muitos países servindo como quinta-colunas para Washington, o qual pode chamar qualquer uma delas para ir às ruas a desafiar e a derrubar governos não-cooperativos, assim como também para criar propaganda para si, contra governos colocados em sua alça de mira.

Isso da mesma maneira como Washington o fez quando convocou as suas “ONGs” na Rússia para protestar e gritar que Putin tinha fraudado as eleições russas (algo que quem controla Obama praticou na sua reeleição). Essas ONGs tem orgulho do sangue que tem, ou virão a ter, como provocadoras de badernas, em suas mãos. Isso mostra que elas são importantes agentes do Império espalhadas pelos principais países.


Com a mídia ocidental capturada, os chamados "presstitutes", assim como todos os governos europeus e mais o Japão, a Austrália, a Nova Zelândia, a Coréia do Sul e as Filipinas, Washington pode descaradamente distribuir suas mentiras e falsas acusações.

“Saddam Hussein tem armas de destruição em massa”. Ninguém foi punido por causa dessa custosa mentira.

“Assad da Síria usou armas químicas contra seu próprio povo”. Ninguém foi punido por causa dessa custosa mentira.

“Rússia invadiu a Ucrânia”. Ninguém foi punido por essa custosa mentira, assim como ninguém será punido por ter acusado a “Rússia de ter derrubado o avião do voo MH17 da Malaysia Airlines”.

Edward Snowden é um espião chinês/russo/alguém, assim como um traidor que deve ser humilhado e castigado por ter desvendado aos americanos (e ao resto do mundo) as ações ilegais do seu (des)governo”. Ninguém foi punido por essa mentira.

Julian Assange é um espião por ter posto na internet documentos, que tinham já sido vazados, a respeito dos crimes de Washington”. Ninguém foi punido por essa mentira.

Todo norte americano em oposição à hegemonia dos banqueiros de Wall Street e dos (loucos) políticos de Washington foi já declarado como pessoa não-grata. Esses americanos estão sendo denominados como “extremistas do país” o que então os põe abaixo do foco da NSA-Agência de Segurança Nacional – Homeland Security –. Essa é uma bem armada força militar, em contravenção a lei denominada “Posse Comitatus Act”.

A NSA, é a Gestapo de Washington [aqui traduzida como Segurança Nacional] é uma força  armada, ilegal e inconstitucional dirigida contra o povo americano. Acanhado e passivo o povo americano é ainda por cima obrigado a pagar por isso, enquanto as suas casas são tomadas por posse judicial, como bens hipotecados, sendo que outras moradias que não foram assim tomadas, estão podendo ser submetidas a invasão por times de capangas da SWAT.

Os ambientalistas estão atrapalhando o caminho dos lucros capitalistas, e são os capitalistas que governam, não os ambientalistas. Sendo assim, ambientalistas são então “extremistas do país”. Os que protestam contra as inúmeras guerras em inúmeros países invadidos pelos EUA são investigados como “agentes de poderes estrangeiros”.

As pessoas que se preocupam com o destino dos animais e o declínio das espécies devido a destruição do habitat dos mesmos pela ganância das corporações motivadas por benefícios a curto-prazo, estão na lista do que se denomina como “extremistas do país” – “domestic extremists”.

A Corte do Supremo Tribunal é propriedade de grupos e de interesses particulares, os quais compraram o nosso governo. O Supremo Tribunal dos EUA hoje é o maior inimigo da Constituição dos Estados Unidos.

A lei está sendo abusada para que se mande milhões de pessoas inocentes, especialmente os jovens e norte americanos cujas violações seriam de menores consequências, para a prisão a fim de assegurar lucros e dividendos para o sistema de penitenciárias particulares.

É difícil de se imaginar um país tão errado quanto os Estados Unidos. Esse é um governo que serve não ao povo, mas uma extremamente pequena parte da população (a Elite que controla o Ocidente), os incluídos no um por cento da população total. Esse é um governo incapaz de prover todo e qualquer tipo de justiça, um governo que se fosse pronunciar a verdade viria a destruir a si próprio.

Washington “reeks of evil”, ou seja, fede com a maldade. E o mundo está começando a entender isso.