Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Censura na internet

Amigos e amigas.
Não chego a considerar a censura um crime, uma violência ou mesmo algo a ser banido. Tudo na vida tem seu propósito, apenas necessitando-se o uso correto das coisas. Vejam a homeopatia: ela trabalha com poderosos venenos como a estricnina e o arsênico, mas em doses infinitesimais, apropriados para cada caso.

A censura vem desde os tempos de Yaweh, quando ele, para pôr ordem na zona que grassava pelos seus filhotes, estabeleceu quais eram as "uniões abomináveis" e as proibiu. Fê-lo muito bem, apesar de todas essas proibições estarem, atualmente, não apenas sendo burladas, mas tratadas como normais e sendo exibidas na grande podre mídia o tempo todo, visando anestesiar as massas e banalizar a imundície e a podridão moral, mental, emocional e espiritual.

Mas a censura que estão tentando fazer no artigo abaixo é pura vilania de seres amaldiçoados que querem proteger seus traseiros e cabrestear as liberdades de expressão e contestação. Uma censura visa evitar ou corrigir distorções em relação à totalidade, nunca privilegiando grupos específicos. Vejam mais essa excrescência que tentam imputar ao gado humano.
FAB29

https://midiafazmal.wordpress.com/2014/07/20/israel-censura-jornalistas-em-gaza/
(19-05-2015) O regime israelense exigiu, ao término de um foro celebrado na capital da Palestina ocupada, Al-Quds (Jerusalém), a implantação de medidas de censura da Internet em escala mundial, alertaram na segunda-feira militantes anti-sionistas franceses.
Eliminar as páginas da Internet que negam o Holocausto. cancelar os resultados de buscas que proponham o ódio (por exemplo, uma busca do termo ‘judeu’ em inglês redirecione a páginas antissemitas)", são algumas das medidas que impulsa o autodenominado “ministério de assuntos exteriores israelense” em sua página oficial, ao término do foro.
O alcance mundial das pretensões sionistas se põe de manifesto com a terceira medida que defende “combater a incitação na Internet”: “estabelecer em cada país um organismo para fazer cumprir a legislação e exigir aos provedores de Internet que façam cumprir suas regras contra a hospedagem de conteúdo de ódio”.
As redes de influência que defendem o regime israelense tratam de desqualificar seus adversários atribuindo sistematicamente “ódio” a aqueles que oferecem resistência, da mesma forma que os tacham de “antissemitas”, por mais que careçam de característica racista ou simpatizem com povos árabes — e, portanto, “semitas” — como o palestino.
Estas redes defendem ademais uma suposta legitimidade da ocupação da Palestina impondo a crença num suposto plano de extermínio dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial, conhecido como “o Holocausto”, crença estabelecida pelo Tribunal Militar Internacional formado pelos Aliados vencedores ao término da Segunda Guerra Mundial para condenar a seus vencidos.
O 5º foro mundial sobre a luta contra o “antissemitismo” se celebrou assim em Al-Quds (vulgo Jerusalém), entre 12 e 14 de maio, com a assistência de ministros de diversos países: Heiko Maas, ministro alemão de Justiça; Tim Uppal, ministro canadense de Multiculturalismo [Já existe ministro até para isto? - NA]Todor Tanev, ministro búlgaro de Educação; e Robert-Marius Cazanciuc, ministro romeno de Justiça.
Além das medidas de censura mundial da Internet, os dirigentes israelenses colocam em relevo outras para combater o “antissemitismo” no continente europeu, como adotar uma definição legal formal do antissemitismo” que inclua os ataques ao regime de Israel [Vai se tornar oficialmente intocável? - NA] e a negação do Holocausto.
Reforçar a legislação contra o antissemitismo e o treinamento da Polícia para fazer cumprir melhor as leis existentes”, é a segunda; e a terceira, que “os ministros de Educação da Europa devem promover a educação em tolerância religiosa e preservar a memória do Holocausto”. [E exigir provas forenses do holocausto será crime? - NA]
De fato, distintos países europeus estão reforçando já de modo significativo a perseguição política e o castigo dos “delitos” de opinião que colocam em perigo a influência das redes sionistas.
Em fevereiro, o Senado italiano aprovou impôr penas de três anos de prisão a quem “negar o Holocausto total ou parcialmente. Uma pesquisa difundida em 2005 pelo jornal britânico The Guardian mostra que 12% dos italianos acreditam que “os judeus mentem quando sustentam que o nazismo exterminou a milhões dos seus em câmaras de gás”.
O novo Código Penal espanhol, que entrará em vigor no próximo 1 de julho, impõe de um a quatro anos de prisão a quem “públicamente negar, trivializar gravemente ou enalteça os delitos de genocídio, de lesa humanidade ou contra as pessoas e bens protegidos em caso de conflito armado, ou enalteça a seus autores”.
Isto, apesar do Tribunal Constitucional da Espanha ter declarado, em 2007, anticonstitucional castigar a difusão de ideias ou doutrinas que neguem genocídios, distinguindo a discussão histórica da incitação a cometer crimes.
Em fevereiro, um tribunal alemão condenou a 20 meses de prisão a advogada Sylvia Stolz por colocar em evidência a falta de defesa jurídica em que se encontram aqueles que discutem na Europa as circunstâncias e razões da alta mortalidade nos campos de concentração alemães ao final da Segunda Guerra Mundial.
Fontehispantv.com
É o Grande Irmão expondo a todos,
sem permitir protestos
No Brasil, o governo fantoche de turno [Leia-se: o inútil e custoso Congresso Nacional - NA] acatou a ordem de Israel e lançou uma Lei que facilita a perseguição daqueles que investigam estes assuntos históricos.
Marco Civil: anonimato na internet brasileira pode estar com os dias contados
O Marco Civil da Internet, conjunto de regras e condutas para usuários e empresas de internet no Brasil, pode ganhar mais um ponto polêmico além da neutralidade de rede. Apresentado pelo deputado Silvio Costa (PSC-PE), o projeto de lei 1879/2015 insere no artigo 15º do Marco Civil (Lei 12.965/1) um trecho que promete acabar com o anonimato de qualquer pessoa na web.
De acordo com o documento, a nova regra poderia exigir nome e CPF dos internautas. O texto diz o seguinte: “O provedor de aplicações de internet previsto no caput, sempre que permitir a postagem de informações públicas por terceiros, na forma de comentários em blogs, postagens em fóruns, atualizações de status em redes sociais ou qualquer outra forma de inserção de informações na internet, deverá manter, adicionalmente, registro de dados desses usuários que contenha, no mínimo, seu nome completo e seu número de Cadastro de Pessoa Física (CPF)”.
Costa justifica a mudança porque, mesmo que o Marco Civil tenha avançado no que diz respeito à punição de ataques e crimes digitais, a lei ainda não é suficiente para punir os responsáveis. O deputado alega que identificar os acusados é mais difícil porque o documento obriga que provedores de acesso e aplicações guardem os registros e dados dos internautas.
Exatamente por isso, é necessário estabelecer mecanismos adicionais que efetivamente vedem o anonimato, permitindo a identificação daqueles que postem informações na rede”, alega o deputado, para quem “esta vedação é fundamental para que se possa punir aqueles que, por exemplo, se utilizem da liberdade de expressão para incitar o ódio, para caluniar pessoas ou para fazer apologia ao crime”. [Podemos até aceitar que tal premissa tenha razão de ser SOMENTE E TÃO SOMENTE se abranger a totalidade das coisas. De maneira alguma apenas para beneficiar os sionistas e a sua visão parcial da História. - NA] 
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/03/14/justica-nega-pedido-de-aecio-para-censurar-a-internet/
 Pela lei do Marco Civil, as empresas são obrigadas a guardar os registros de conexão dos usuários pelo período de seis meses em um ambiente seguro, controlado e de total sigilo, e a responsabilidade por esse controle não poderá ser delegada a outras companhias. Esses registros não contêm informações pessoais do internauta, mas sim o número de IP dos dispositivos que ele utilizou, bem como as datas e horários em que ele se conectou e desconectou.
Uma vez que as empresas guardam essas informações por seis meses, a disponibilização desses dados só poderá ser feita mediante ordem judicial ou para fins de investigação criminal, e a mesma regra vale para exclusão de conteúdo. Se o usuário se sentir ofendido por algum dado, foto ou vídeo no ambiente virtual, terá de procurar a Justiça e não as empresas que disponibilizam os dados, pois estas não são mais responsáveis pela exclusão do conteúdo.
A única exceção que não depende de uma ordem judicial é quando o usuário for vítima do chamado “pornô da vingança”, quando conteúdos íntimos são divulgados sem autorização na web, além de casos de racismo, violência ou pedofilia. Nos outros casos, o lesado pode recorrer aos Procons, à Justiça e ao Ministério Público, que abrirão inquérito para investigação.

7 comentários:

  1. Vivas! Só para dar este link, acabadinho de sair do forno :

    http://www.voltairenet.org/article188626.html

    Abraços

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    1. Mesmas questões que fiz à encenação da "morte" de um policial no ocorrido com a Charlie Hebdo:

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2015/01/fraude-mal-feita.html

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2015/01/salve-liberte-de.html

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  2. Um visitante me perguntou preocupado sobre a lei "antiterrorismo"(LEI:2016/2015), se ela castraria ainda mais as liberdades individuais. A priori, creio que não. Vejam:

    "Não será considerado terrorismo:
    Atos individuais ou coletivos de pessoas em manifestações políticas, movimentos sociais ou sindicais movidos por propósitos sociais ou reivindicatórios, visando a contestar, criticar, protestar ou apoiar, com o objetivo de defender ou buscar direitos, garantias e liberdades constitucionais."

    http://www.votenaweb.com.br/projetos/plc-2016-2015

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  3. Vivas! Vocês aí no Brasil têm mais liberdade de expressão do que nós aqui na Europa. Cada pessoa aqui que critica a shoa, arrisca-se logo a levar com um processo. Estamos cheios de talmudistas por aqui. Tão cheios que perdemos mesmo a noção do que é um talmudista, e para além destes, mais todos os lacaios que estão ao serviço deles. A liberdade de expressão por aqui é um mito.

    Abraços.

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    1. E a nossa liberdade aqui é só até a página 5 e todas se limitam a coisas básicas, como respirar. As outras 5 são pura aparência.

      Já teve um talmudista aqui que falou um monte contra mim e conclamou um monte de cristãos aspones para ajudar. Falaram um monte (houve até quem sugerisse minha expulsão do Brasil se eu fosse estrangeiro), mas não deram em nada.

      Abraços.

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  4. O Gang2 Ervilha tem razão! Europa está cheia de talmudistas! Mas isso vai mudar mais alguns 20 anos quando os muçulmanos vão dominar a Europa, aí não vai sobrar nenhum talmudista mais!

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    1. O correto, caro Zé, é "cada macaco no seu galho".

      Estava tudo muito bem separado no planeta até que os grandes parasitas descobriram que a miscigenação (transformar a humanidade num caldo só) torna tudo mais fácil de ser dominado e começaram a ferrar com essa especificidade de raças, etnias, tradições, culturas,...

      Se não nos cuidarmos,...
      Abraço.

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