Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Espólios de guerra

Amigos e amigas.
Seguem abaixo alguns relatos de sobreviventes da 2ª Guerra que mostram a brutalidade e a covardia dos aliados com as ex-prisioneiras que traduzi do link no final do texto. Um artigo mais extenso sobre atrocidades aliadas no pós-guerra e muitos links sobre o assunto, vocês podem ver AQUI e AQUI.

Descubram o porquê da estúpida frase de uma jornalista brasileira ("Na 2ª Guerra, sabíamos exatamente quem eram os mocinhos e quem eram os bandidos!" - Míriam Leitão) ser a síntese da sórdida parcialidade ou coisa muito pior que grassa pela mentalidade torpe e atitudes nefastas dos muitos formadores de opinião mundiais, que deveriam ser obliterados dessa função.
FAB29
Estupradas por seus salvadores: 
Como sobreviventes de Auschwitz escaparam
de um pesadelo apenas para enfrentar
uma outra provação inimaginável
Auschwitz
Crianças libertadas de Auschwitz em 1945
Saudáveis e agasalhadas.
Eva Mozes Kor correu para a porta de sua cabana, mas não conseguia ver nada na neve. Só depois de alguns minutos, ela conseguiu distinguir soldados do Exército Vermelho vestidos de casacos brancos de camuflagem.

"Nós corremos até eles e eles nos deram abraços, biscoitos e chocolates", ela lembra. "Estar tão só, um abraço significava mais do que qualquer um poderia imaginar, pois, restituiu o calor humano de que precisávamos. Nós não tínhamos só fome de comida, mas estávamos famintas de bondade humana e o Exército Soviético fez nos fornecer um pouco disto."

Para os vários milhares de presos enfraquecidos que tinham sobrevivido em Auschwitz, os soldados do Exército Vermelho da Primeira Frente Ucraniana que libertaram o campo da morte, em 27 de janeiro de 1945, foram os primeiros rostos amigos que tínhamos visto há anos. Sem dúvida, foi um momento de celebração. (...)

No entanto, enquanto nós reconhecemos a libertação, devemos também uma pausa para considerar o que aconteceu depois para aqueles que sobreviveram regime terrível do campo.

Uma história de abuso, estupro, roubo e terrível traição. 

No início, apesar de serem amigáveis às vítimas, os russos estavam estranhamente afetados pelo que viram em Auschwitz. Na verdade, a libertação foi mal noticiada na imprensa soviética - em 2 de fevereiro de 1945, houve um pequeno relatório no Pravda, mas dificilmente a cobertura que você poderia imaginar. [A real "decepção" dos russos foi ver que os campos do 3º Reich eram imensamente melhores que seus Gulags e que não tinham do que acusar os alemães para esconder suas podridões. Confiram nas fotos russas abaixo. Mas, daí, vieram os sionistas e... - NT] (...)
Judeus marcados para morrer?
Calmos e agasalhados?
Velhos judeus inúteis indo para as "câmaras de gás"?
Condições desumanas de trabalho em Auschwitz?
Prisioneiros agasalhados e saudáveis de Auschwitz
Idem acima
Prisioneiros saudáveis saindo de Auschwitz
Sua propaganda marxista minimizou o sofrimento dos judeus - do 1.100.000 pessoas mortas em Auschwitz, 1.000.000  eram judeus [Até meados da década de 1990, eram 4 milhões, sendo 3 milhões de judeus. A única investigação forense oficial sobre o holocausto reduziu em 2 milhões o número de judeus supostamente mortos em Auschwitz - NT] - a fim de reivindicar que a fábrica de assassinatos foi um exemplo de exploração do capitalismo fascista dos trabalhadores dispensáveis. (...)

Helena era uma mulher jovem e bonita em seu 20 anos; sua irmã era dez anos mais velha que ela, mas parecia quase com idade para ser sua mãe. Helena e sua irmã se arrastavam pelas estradas da Polônia por dias, tentando chegar em casa, na Tchecoslováquia, e então, se abrigavam em sebes ou celeiros à noite. Muitas vezes, elas compartilhavam o abrigo que conseguiam encontrar com outras mulheres, também recém-libertadas de campos nazistas. Elas logo descobriram que, na escuridão, soldados do Exército Vermelho estavam a procurar por mulheres.

"Eles eram bêbados - totalmente bêbados!", diz Helena. "Eles eram animais selvagens." Soldados do Exército Vermelho olhavam "para meninas bonitas e estupravam-nas'. A fim de tentar escapar das atenções dos soldados soviéticos, Helena costumava se esconder, ajudada por sua irmã mais velha que a fazia parecer o menos atraente possível. Como resultado, foram as outras mulheres agachadas ao lado delas que sofreram. E Helena estava muito consciente do que exatamente estava acontecendo:

"Eu as ouvia gritando, até que se aquietavam e não tinham mais forças. Houve casos em que elas foram estupradas até a morte. Eles as estrangularam. Eu virei minha cabeça, porque não queria ver e porque eu não poderia ajudá-las. Eu estava com medo que fossem estuprar a minha irmã e a mim. Eles eram animais! Não importa onde nos escondíamos; eles encontravam os nossos esconderijos e estupravam algumas das minhas amigas.

"Eles fizeram coisas horríveis a elas. Até o último minuto, nós não podíamos acreditar que ainda conseguiríamos sobreviver. Nós pensamos: se nós não morremos com os alemães, morreríamos com os russos." (...)

O número exato de ataques sexuais perpetrados por soldados soviéticos à medida que avançavam através da Alemanha e, em seguida, no rescaldo da guerra, nunca será conhecido, mas o número é certamente na casa das centenas de milhares, se não milhões. A revelação de que as mulheres que já tinham sofrido tantos maus-tratos em campos como Auschwitz foram posteriormente estupradas por seus libertadores adiciona um nível grotesco de náuseas para a história que não existia antes.

Prisioneiros de Auschwitz, como Linda Breder, dizem - incrivelmente - que tiveram o seu regresso para casa ainda mais terrível do que no seu tempo no acampamento. Tal como muitos dos outros prisioneiros de Auschwitz libertados, Linda estava vagando pela Polônia no final da primavera e início do verão de 1945, tentando fazer seu caminho para casa. Na estrada, ela e um grupo de outras mulheres aceitaram uma carona em um caminhão de soldados soviéticos.

Elas fizeram isso só porque estavam tão cansadas ​​que sentiram que não poderiam continuar a pé - mas elas ainda estavam com medo, porque estavam bem conscientes de que os soviéticos frequentemente estupravam meninas. Depois de algumas milhas, o caminhão parou. As mulheres foram obrigadas a descer da parte de trás.


Elas estavam apavoradas, pensando que seriam todas estupradas. Mas os soldados tinham outro crime em suas mentes naquele dia e decidiram apenas roubar-lhes tudo o que tinham. Isso era ruim o suficiente, mas, como disse Linda Breder, "pelo menos, nós escapamos com vida".

Pior foi a seguir para Linda, quando ela finalmente conseguiu voltar para sua cidade natal de Stropkov, na Eslováquia. Ela desceu a sua antiga rua e bateu na porta da sua casa. "A porta foi aberta por um homem russo ou ucraniano", disse ela. Ele era um completo estranho e estava vivendo em sua casa. "Volte para o lugar de onde veio! ", disse ele e, em seguida, bateu a porta na cara dela.

Com os soviéticos, que agora ocupavam a Eslováquia, Linda sentia que não tinha nenhuma esperança de recuperar sua vida passada. Ela virou-se para a rua principal de sua cidade natal e percebeu as casas que anteriormente pertenciam a amigos e parentes estavam agora ocupadas por pessoas da União Soviética.

"Quando olhei para as janelas dessas casas, eu tinha a sensação de que todos os olhos estavam voltados para mim. Todo mundo estava mantendo distância como se eu estivesse envenenada ou algo assim. Saí no dia seguinte e nunca mais voltei."

E não foi apenas prisioneiros de Auschwitz que sofreram após sua libertação em 1945. Walter Fried era um judeu do Leste Europeu que tinha sido forçado a trabalhar em um campo de trabalho nazista. Após a libertação, ele voltou para casa, juntamente com seu pai, para a cidade de Topolcany na Eslováquia, onde descobriram que o seu bem-sucedido negócio de restaurante de gerência familiar já tinha sido "nacionalizado" e dado a alguém para gerenciar.

"Eles não queriam que a gente voltasse. Eles não queriam ter que liquidar as suas contas com a gente e olhar-nos nos olhos. Nossos melhores amigos de antes tornaram-se nossos piores inimigos. Em 1945, nós éramos mais ameaçados do que em 1942, quando saímos. Isso é o quanto de ódio que havia."

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1247157/How-survivors-Auschwitz-escaped-nightmare-faced-unimaginable-ordeal.html#ixzz3kaHb2a82

O texto abaixo fala de mais crueldades aliadas. Copiei DAQUI com pequenos acréscimos e o original é ESTE.

História: crimes de guerra desconhecidos dos Aliados


Um retorno histórico muito desconhecido do que se passou após a 2ª guerra mundial. Conhecia-se as atrocidades largamente mediatizadas cometidas pelos nazis. O que se conhece bem menos, são as atrocidades cometidas vingativamente pelos aliados. Nível horror, não ficam a desejar a ninguém.

"Other Losses", é um livro de investigação de James Bacque sobre a morte massiva de prisioneiros de guerra alemães ás mãos dos franceses e americanos após a 2ª guerra mundial.


O coronel Ernest F. Fisher, ex-historiador da US Army Center for Military History, redigiu um prefácio a Other Losses: " A partir de Abril 1945, as armadas americanas e francesas, como rotina, exterminaram cerca de 1 milhão de homens, a maior parte nos campos de concentração americanos". Depois de várias e extensivas pesquisas privadas nos Estados-Unidos e Alemanha, Merrit P. Drucker enviou um e-mail ao tenente-coronel Max Klaar, reformado do exército alemão e presidente da Verband Deutscher Soldaten (uma associação de antigos combatentes), deplorando as condições de detenção inumanas nos campos de prisioneiros americanos, onde segundo o coronel reformado Ernest F. Fisher do exército americano, cerca de 750.000 Alemães morreram porque se lhes recusava a comida e abrigos disponíveis. Por ordem do comandante americano, o general Dwight Eisenhower, os civis alemães eram proibidos, sob pena de abate, de levar comida aos prisioneiros. 
[Ver o vídeo AQUI e um depoimento de um soldado aliado AQUI - NT]


  Um soldado americano vigia os prisioneiros de guerra alemães, 
num campo perto de Remagen na Alemanha, 25 de Abril 1945.
Editado pela primeira vez em 1989, "Other Losses" rapidamente foi best-seller mundial publicado em 13 países, mas não foi difundido nos Estados-Unidos. Uma nova edição que contém inúmeras novas revelações provenientes dos arquivos do KGB, em Moscovo, foi encomendada por Karl Siegler, filho de um antigo prisioneiro de um campo americano. No 31 de Outubro 2011, a Washington, na ocasião desta reedição, Merrit P. Drucker (major reformado do exército americano) pediu desculpa ao exército alemão pela morte de prisioneiros de guerra alemães. Merrit P. Drucker constituiu uma comissão de 6 pessoas, na Alemanha, Grande-Bretanha, Canadá e Estados-Unidos, para prosseguir outras pesquisas. No site da associação alemã de antigos combatentes, foi posto um questionário que recebeu inúmeras respostas.

Condensado de um comunicado de Ernst Friedel

Prisioneiros alemães num campo americano 
perto de Regensburg na Alemanha, 8 de Maio 1945.
Testemunho de Stephen R.

"Entendi histórias de esse tipo de maneira repetida, no fim dos anos 40. Algumas eram bem piores quanto ao número de mortos. Eu era um super-patriota e respondi a uma criança que aquele que lhe tinha falado era um mentiroso. No domingo, ele entra na minha casa e levou-me, e escutei o discurso de um amigo de sua mãe, que fora guarda de um campo. Ele ficou histérico e disse que 100 victimas eram enterradas a cada dia. Ele fazia parte de uma espécie de esquadrão da morte itinerante. Eles chegavam num campo de prisioneiros de guerra alemães no fim de 1945, levavam prisioneiros selecionados para um campo e vigiavam-nos até que eles morressem de frio."

Prisioneiros alemães num campo perto de Sinzig, 12 Maio 1945
O livro Other Losses é uma longa pesquisa sobre o tratamento dos prisioneiros de guerra alemães nos campos americanos e francês no fim da 2ª guerra mundial.

Ele é seguido de Crimes and Mercies editado alguns anos mais tarde.

Comentários de Eric Blair:

" O livro Crimes and Mercies, concentra-se sobretudo na triste sorte de 60 milhões de civis alemães no após-guerra.. Publicado em Setembro de 1997, Crimes and Mercies tem mais de 300 páginas. Inclui mais de 30 cartas, fotos e ilustrações; um prefácio de um historiador especialista, Alfred De Zayas, e uma introdução do autor; 8 capítulos, com um índex, uma bibliografia, notas e apêndices. Mas é provavelmente na página 131 que nós encontramos o epicentro do livro, e sua tese sísmica; um pequeno quadro de estatísticas, que as descobertas de Bacque podem ser vistas de um piscar de olhos:

Total de mortos
                                                  Mínimo          Máximo

Expulsos(1945-50)                   2.100.000        6.000.000
Prisioneiros(1941-50)              1.500.000         2.000.000
Residentes(1946-50)                5.700.000         5.700.000
Total                                         9.300.000      13.700.000

Visualizar Crimes and Mercies

Os "expulsos" designam os 16 milhões de pessoas de etnia alemã que foram postos fora de seus locais ancestrais na Polónia, Hungria, Checoslováquia, e em toda a Europa no fim da guerra. Este número compreende sobretudos as mulheres, crianças e idosos que apenas com algumas bagagens e submetidos á profunda hostilidade das populações locais, puseram-se em marcha para o que restava da Alemanha.

Os "prisioneiros" designam aqui a população civil alemã que sobreviveu á 2ª guerra mundial.

Segundo Bacque, por causa de essas condições extraordinariamente duras impostas pelos Aliados (os britânicos, soviéticos e americanos), pelo menos 9,3 milhões de Alemães e possivelmente até 13,7 milhões foram mortos até 1950, sem nenhuma necessidade. Ele escreve :

"São mais os alemães mortos do que os que morreram nas batalhas, raids aéreos e campos de concentração durante a guerra. Milhões de pessoas morreram lentamente de fome sob o olhar dos vencedores a cada dia durante anos"

Bebês alemães morrendo de fome num hospital Católico Infantil em Berlin, 
em Outubro de 1947. O bebê á direita está perto da morte.
Acrescenta: "Esses mortos jamais foram honestamente reconhecidos nem pelos Aliados nem pelo governo Alemão". É esta desonestidade, em parte devido ao silêncio, á indiferença, ao ódio anti-alemão, assim que á erudição corrompida, que Bacque quer corrigir com o presente livro. Na sua linha conductora do recito e ao lado deste; existe um grande número de motivos recorrentes. A explosão da inumanidade sem pudor dos dirigentes aliados: Roosevelt, Churchill, Staline e De Gaulle.

Mas é o secretário americano do Tesouro, Henry Morgenthau Jr., que é o grande culpado, aquele que incuba o ovo da serpente: o plano Morghentau, vicioso e vingativo, com o objectivo de desindustrializar e subjugar o povo alemão.

Concebido e posto em obra pela directiva punitiva JCS/1067, o Plano Morghentau destrói a economia alemã e por extensão a frágil economia europeia. Por causa dele, a reconstrução alemã do após-guerra foi reportada para o fim de 1948; nesse momento milhões de civis alemães já tinham morrido. Para contraste, o herói do livro - e a quem o livro é dedicado- é Herbert Hoover.

Foi Hoover que, no espírito da caridade cristã e fiel ás suas raízes de Quaker (os Quaker formam um movimento religioso protestante, conhecido pela sua devoção á não-violência e á caridade) conduziu um esforço de ajuda alimentar á escala mundial durante o período do após-guerra; salvando por esta acção, afirma Bacque, provavelmente até 80 milhões de vidas; um ponto final de um livro de história cheio de estatísticas desencorajadoras.

Hoover fez assim campanha por um programa de ajuda alimentar para melhorar as condições desesperadas que reinavam na Alemanha, o que, com o Plano Marshal, ajudou a meter fim ao pesadelo Morghentau e salva literalmente milhões de vidas de uma morte lenta.

Bacque critica severamente os médias ocidentais, desde o New York Times até ao último, por esconderem ou negado injustamente a cumplicidade dos aliados em inúmeras atrocidades; pela traição insensata da resistência alemã anti-hitleriana, os Cossacos anti-comunistas e os Polacos Livres (anti-comunistas); e das odiosas crueldades que foram infligidas pelos vencedores ás mulheres alemãs sem defesa, mas sem medo, que tentavam ajudar os seus maridos doentes e esfomeados, internados nos campos de prisioneiros Aliados.

A determinação de Bacque em fazer luz sobre certas verdades, escondidas ou negligenciadas desde há muito sobre os Aliados ocidentais e suas acções muito pouco gloriosas durante e após a 2ª guerra mundial, provocará, tão certo como a noite sucede o dia, a animosidade de uma cabala mitológica que rebaixou a noção simplista de heroísmo e da decadência dos aliados - e da maldade exclusiva dos Alemães- durante a última metade do século.

Autor: Ernst Friedel

2 comentários:

  1. Esse Henry Morgenthau, assim como os seus mais próximos conselheiros, tais como Bernard Baruch e Harry Dexter White, eram todos judeus. Foram eles que elaboraram o "Plano Morgenthau" para violar, escravizar e destruir o pouco que restava da Alemanha do após-guerra.

    É inadmissível que 2 anos após o fim da guerra, ainda haja bébês a morrer de fome e desprezo. Só mesmo por maldade isso aconteceu. Não há palavras que descrevam tal coisa. Só mesmo muita maldade...

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    1. Quer mais maldade e virulência dessa corja?
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/01/exterminio-alemao.html

      Depois, tem mais 7 partes, mas só na 1ª, já vemos tudo e mais um pouco.
      Abraço.

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