Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Politicamente correto para quem?

Amigos e amigas.
O trecho abaixo de um texto bem extenso, eu fiz questão de destacar para lhes mostrar a visão de um intelectual de como o politicamente correto não passa de um sórdido esquema para causar o máximo de confusão possível no seio da humanidade e gerar zonas de conforto e proliferação para "grupos intocáveis".

A mais recente onda dessa tropa nefasta é a imigração em massa para a Europa financiada pelo poder dos bastidores. O que me é intolerável é a anuência do poder instituído mundial, com seus governantes fantoches, aceitando e financiando mais esta excrescência. Leiam esta possível origem de toda essa abominável degradação de valores e tradições.
FAB29

Esta crítica apareceu originalmente na American Renaissance (http://www.amren.com/), junho de 1999, número 54, sob o título 'Cherchez le Juif'.
Viva a diversidade de raças, culturas e tradições!
E cada qual na sua!

Celebrando a Diversidade

O Prof. Kevin MacDonald reivindica que uma das maneiras mais consistentes na qual os judeus têm progredido seus interesses tem sido a promoção do pluralismo e da diversidade - mas somente para os outros. Desde o século XIX, eles têm liderado movimentos que tentaram desacreditar as fundações tradicionais da sociedade gentia: patriotismo, lealdade racial, a base cristã para a moralidade, a homogeneidade social e o refreio sexual. Ao mesmo tempo, dentro de suas próprias comunidades e com relação ao estado de Israel, eles têm freqüentemente apoiado as mesmas instituições que eles atacam na sociedade gentia.

Por que isto é do interesse dos judeus? Porque a lealdade paroquial de grupo característica dos judeus atrai muito menos atenção em uma sociedade que não tem um núcleo racial e cultural coeso. A determinação judaica em não se assimilar completamente, o que foi responsável por sua sobrevivência como povo por milhares de anos - mesmo sem um país - tem invariavelmente atraído escrutínios desagradáveis e até mesmo assassinos em nações com identidades bem definidas. Na visão do Prof. MacDonald, é, portanto, do interesse dos judeus diluir e enfraquecer a identidade de qualquer povo no meio do qual eles vivam. A identidade judaica pode florescer em segurança somente quando a identidade gentia é fraca

O Prof. MacDonald cita uma notável passagem de Charles Silberman: "Judeus estadunidenses estão comprometidos com a tolerância cultural por causa da sua crença - firmemente enraizada na História - de que os judeus estão seguros somente numa sociedade receptiva a uma vasta gama de atitudes e comportamentos, assim como uma diversidade de grupos étnicos e religiosos. É esta crença, por exemplo, e não a aprovação da homossexualidade em si, que leva uma maioria absoluta de judeus estadunidenses a apoiar 'direitos gays' e tomar uma posição liberal na maior parte das assim chamadas 'questões sociais'".

Ele está dizendo, com efeito, que quando os judeus usam o argumento "Diversidade é a nossa força", eles fazem isso apoiando seu verdadeiro objetivo: diluir a homogeneidade de uma sociedade para que os judeus se sintam seguros. Eles estão expressando um plano judaico em termos que eles acreditam que os gentios irão aceitar. Da mesma forma, assim como a segunda parte da citação de Silberman sugere, os judeus podem apoiar movimentos divergentes não porque eles acham que é bom para o país, mas porque é bom para os judeus.

Texto completo:

Adendo: As atividades dessa tropa há muito rendem excrescências como ESTA e "piadas" como esta:
Desunião e auto desprezo são a tônica.

6 comentários:

  1. Parabéns camarada FAB!

    O trabalho do Prof. Kevin MacDonald é do mais alto nível da atualidade e colabora como poucos para a compreensão do momento histórico que vivemos!

    Vorwärts!

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    1. Este excerto já é contundente de arrepiar as axilas sionistas. Imagine o texto completo.

      Muito grato. Abraço.

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    2. Vivas! Essa última parte que diz que "os judeus não aprovam a homossexualidade", eu não estou lá muito de acordo. Não é bem assim. Pode sê-lo para as correntes mais ortodoxas do judaísmo. No entanto não são esses que dominam no judaísmo. São minoritários. A maioria da alta finança talmúdica, que impõe os seus pontos de vista, através do engano e astúcia, ao mundo inteiro, seguem os ensinos Sabbataísta e Frankista. Os Rothshild por exemplo são frankistas, o marido da Rainha Isabel II também é frankista, assim como os filhos. Tudo o que roda á volta dos Rothshild são frankistas.

      O Frankismo é o seguimento do Sabbataísmo, é a doutrina mais maléfica e demoníaca do Judaísmo. Quando se vê guerras e mortes por esse mundo fora, podem estar certos que quem está por detrás é um judeu-frankista. Por exemplo Ataturk da Turquia era um dohme frankista, e rapidamente se compreende porque ele mandou exterminar milhões de armênios. Não é preciso ir longe. Os Saoud também são frankistas.

      Para estas pessoas não existem tabus. Desde incestos com as próprias filhas, rituais de sangue, pedofilia, homossexualidade, canibalismo, possessões demoníacas, etc, vale tudo, tudo!

      A moral predominante do frankismo centra-se no « violar todas as regras da Torah ». Jacob Frank, o pai do frankismo dizia que « é em violando a Torah que a cumpriremos». Para eles tem de se fazer o maior mal possível, que o homem vá mesmo ao fundo para que o Messias deles venha. Morte e destruição com fartura, perversão da moral. É a teologia demoníaca da redenção pelo pecado. Sabbatai Tsevi, o pai do Sabbataísmo, dizia o seguinte : «Bendito seja o Eterno que permite tudo o que é interdito». É a doutrina da transgressão sistemática de todas as leis da Torah. Estes talmudistas são do pior que possa existir. Eles adoram a homossexualidade e tudo o que seja satânico, sendo assim impõem seus gostos á sociedade. Um dia quando tiver tempo vou escrever um tópico sobre isso.

      Abraços

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    3. Meu caro, não ouso contrariar uma palavra do que escreveu. Penso que são para lá de precisas.

      Apenas atente ao sentido da frase no contexto "e não a aprovação da homossexualidade em si": o autor quis frisar que o mais importante para esses talmudistas é sua crença. O que for necessário ser feito para que ela prevaleça o será. Eles estão cuspindo nos "direitos das minorias gays" e similares; preocupação nenhuma.

      Ou seja, homossexualidade, pederastia, corrupções mil, tudo não passa de abstração que eles podem praticar sem nenhuma culpa ou restrição (e que ninguém duvide que eles as pratiquem).

      Abraço.

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    4. Com razão, é esse o contexto. Sempre apoiam as minorias em detrimento da maioria para lhes proporcionar um ambiente favorável á prática talmúdica. Peço desculpa não ter apanhado o contexto. Obrigado pela emenda. E na verdade, a maioria das oposições são também controladas por eles. Temos o caso de Marine Le Pen, é homos lá dentro, financiamentos da banca judaica, talmudistas nos comandos, maçons, enfim. Certinho o artigo. Todos os grupos nacionalistas ou patrióticos eles vão sempre tentar infiltrar-se como carraças. Haverá sempre uma ovelha negra seja onde for.

      Boas.

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