Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 28 de maio de 2015

Carniceiros

Amigos e amigas.
O texto abaixo serve de continuação ao post sobre Nancy Scheper-Hughes, uma das mais contundentes militantes contra o tráfico internacional de órgãos. Esta excrescência é quase tão ativa quanto o tráfico de drogas, porém totalmente mais dantesca! Enquanto as drogas criam zumbis, a busca por órgãos transforma pessoas (o "gado humano") em meros criadores de peças de reposição à casta privilegiada, os vampiros e parasitas.

Adentrem uma vez mais nesse universo amaldiçoado que deveria ser obliterado.
FAB29
http://www.marchaverde.com.br/2013/12/mercenarios-comandam-trafico-de-orgaos.html
Menino chinês cujos olhos foram arrancados pelo tráfico
http://amazoniaovivo.com.br/nL_2011/?p=22534
Uma conspiração israelense internacional para sequestrar crianças e colher seus órgãos está ganhando força com uma outra chocante história que divulga uma trama de Tel Aviv para importar crianças ucranianas e colher os seus órgãos.

A história traz à tona o fato de que Israel trouxe cerca de 25.000 crianças ucranianas para a entidade ocupada nos últimos dois anos, a fim de colher os seus órgãos. Cita a busca infrutífera de um homem ucraniano por 15 crianças que tinham sido adotadas em Israel. As crianças claramente tinham sido tomadas por centros médicos israelenses, onde foram utilizadas como "peças de reposição".

O ocorrido foi revelado há cinco dias por um professor ucraniano de filosofia e autor, Vyacheslav Gudin, em uma conferência pseudo acadêmica na capital ucraniana, Kiev. Gudin disse a um número estimado de 300 participantes da conferência de Kiev que era essencial que todos os ucranianos estivessem cientes do genocídio que Israel estava cometendo.

A conferência também contou com dois professores que apresentaram um livro culpando os "sionistas" pela fome ucraniana de 1930 [o Holodomor – NT], bem como a condição atual do país.

Enquanto isso, os ucranianos se manifestaram fora da embaixada israelense em Kiev na terça-feira para protestar contra uma carta assinada por 26 membros do Knesset (MKs) condenando o que eles descreveram como observações anti-semitas pelo candidato presidencial Sergey Ratushnyak. Os manifestantes gritavam: "A Ucrânia não é a Faixa de Gaza!", sugerindo que eles consideram o esforço das MKs israelenses como uma intervenção em seu país.

A história, publicada no diário argelino de língua árabe  Al-Khabar, em setembro, informou que a Interpol, a organização policial internacional, revelou a existência de "uma gangue judaica" que foi "envolvida no rapto de crianças da Argélia e no tráfico de seus órgãos.”.

De acordo com a história, bandos de marroquinos e argelinos tinham perambulado pelas ruas das cidades argelinas na tentativa de caçar nos arredores crianças pequenas. Eles, então, traficavam as crianças através da fronteira para o vizinho Marrocos.

As crianças eram, então, vendidas para israelenses e judeus americanos em Oujda, a capital do leste do Marrocos, com a finalidade de colheita de órgãos em Israel e nos Estados Unidos.

A história é baseada em declarações feitas por Mustafa Khayatti, chefe do Comitê Nacional da Argélia para o Desenvolvimento da Pesquisa em Saúde. Khayatti sustenta que o rapto de crianças na Argélia está ligada a prisões feitas em Nova York e Nova Jersey, no final de julho, em que vários homens judeus estavam entre os 44 presos em conexão com uma investigação sobre o tráfico ilegal de órgãos e corrupção política.

A história vem em linha com o artigo publicado no mês passado no Aftonbladet, o diário de maior circulação da Suécia, sugerindo que o exército israelense tem sequestrado e matado jovens palestinos para colher seus órgãos. Ele lançou luz sobre o caso de Bilal Ahmed Ghanem, um palestino de 19 anos de idade, que foi morto a tiros em 1992 por forças israelenses na aldeia da Cisjordânia de Imatin.

Bostrom, que testemunhou morte do homem, disse que o corpo de Ghanem foi sequestrado após ser alvejado e foi devolvido à meia-noite, durante um toque de recolher imposto, vários dias mais tarde pelo Exército israelense com um corte, a partir do estômago até o pescoço, que tinha sido suturado.

Bostrom argumentou que uma autópsia seria necessária se a causa da morte não fosse aparente, embora, neste caso, tenha ficado claro que Bilal foi morto a tiros.

Após esse incidente, pelo menos 20 famílias palestinas disseram a Bostrom que eles suspeitavam que os militares israelenses tinham tomado os órgãos de seus filhos depois que eles haviam sido mortos e, em seguida, levados por forças israelenses antes de serem deixados de volta na área.