Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 14 de março de 2016

Sobre o HCN - Robert Faurisson

Amigos e amigas.
O professor Robert Faurisson é um baluarte da Verdade Histórica, um incansável e incorruptível guerreiro, pesquisador, contestador, lecionou Literatura na Universidade de Lyon e se especializou em História Contemporânea, especialmente acerca da Segunda Guerra Mundial e o holocausto.
Neste recente artigo que traduzi abaixo, ele discorre sobre o ácido prússico (HCN), produto supostamente utilizado pelos alemães para executar pessoas nas ditas "câmaras de gás". Confiram mais essa contestação lúcida e abalizada a respeito de uma das tantas impossibilidades que grassam pela historiografia 'holocáustica'.
FAB29

O gás utilizado aqui [em Auschwitz] era explosivo, mas sua natureza não foi especificada. Era provavelmente ácido ou cianeto de hidrogênio cianídrico (HCN), componente explosivo do Zyklon B (inventado em 1920). A oportunidade que se apresenta aqui é recordar a natureza explosiva de um tal gás por vezes utilizado para matar as pragas ou executar um homem condenado. No passado, eu postei uma foto  famosa, da vida sobre a explosão de uma vila americana tratada com HCN. Eu também falei sobre a catástrofe provocada na Croácia com uma tentativa de desinfecção de uma igreja. Lembrei-me de que a mesma firma Degesch, em uma seção do manual intitulado Explosionsgefahr, sinalizou o perigo de explosão do Zyklon B. Até recentemente, eu divulguei um documento francês do Ministério da Saúde (2011) onde o HCN foi descrito como altamente inflamável, altamente explosivo, altamente perigoso para a equipe e para o bairro.

Você teria que ter perdido o espírito para ir instalar, como é alegado que os alemães teriam feito em Auschwitz I, uma câmara de gás ( Gaskammer ) funcionando sob o mesmo teto com um prédio de cremação. E muito mais espaço entre as salas de gaseamento e de cremação, que ainda pode ser visitada hoje: não havia sequer uma porta de separação. Além disso, todos estes chamados gaseamentos diários de centenas de pessoas supostamente ocorreram a poucos metros de uma enfermaria de hospital reservado para SS ( SS-Revier). A este ritmo, todos os dias, no momento da descarga de gás, a enfermaria seria inundada pelas ondas de um gás altamente tóxico. Em 19 de março de 1976, eu havia descoberto no Museu de Auschwitz, em realidade, que a sala nomeada após a guerra de "câmara de gás" tinha sido durante a guerra, primeiramente, um Leichenhalle (salão de cadáveres ou morgue) e, em seguida, após a transformação dos lugares, uma enfermaria SS Luftschutzbunker, um abrigo antiaéreo.

Não importa qual a quantidade ou a densidade de um gás que pode explodir. Se classificado como 'explosivo', isto significa que, a qualquer momento, esta quantidade ou densidade pode ser atingida e, por isso, provocar uma explosão. Por conseguinte, qualquer incêndio, mesmo o de um cigarro, tem de ser evitado no local. E é isso que é o Zyklon B, especificando as regras de utilização. Agora, no texto assinado pelo infeliz Rudolf Hoess, diz-se que os judeus, membros do Sonderkommando ou "equipe especial" chamada para entrar na câmara de gás para esvaziá-la de seus cadáveres, executavam seu trabalho "ao comer e fumar." Admire uma excelente maneira de gasear a si mesmo e provocar uma explosão. Ainda de acordo com Höess, quando essas pessoas não mais podiam ouvir os gritos das vítimas, eles iriam ligar a unidade de ventilação e imediatamente entrar ( sofort ) na câmara de gás, comendo, fumando e na maior indiferença! Em outras palavras, eles nem sequer usavam máscaras de gás. Trata-se de uma impossibilidade física radical.

É verdade que Höess foi espancado até ceder e, então, nós lhe tínhamos feito a tortura mais eficaz, [...] por exemplo, de impedi-lo de cair no sono durante mais de dois dias e duas noites. Nesse caso, qualquer pessoa acabaria por assinar qualquer texto contendo toda a confissão digitada (Rupert Butler, Legiões da Morte , Londres, Hamlyn, 1983). Finalmente, lembrem-se da conversa de Höess com Moritz von Schirmeister:
"Certamente, eu assinei que eu tinha matado dois milhões e meio de judeus. Mas assim como eu poderia assinar que tinha havido 5 milhões. Há precisamente métodos para obter qualquer confissão - seja verdade ou não";

Adendo: Se o 3º Reich era tão avesso aos judeus, os tendo como "inimigos a serem exterminados", que tal esta lista da Gestapo?

A organização da Gestapo possuía os seguintes departamentos:

Departamento A (Inimigos):

Comunistas (A1)
Sabotadores (A2)
Reacionários e Liberais (A3)
Assassinos (A4)

Departamento B (Seitas e Igrejas):

Católicos (B1)
Protestantes (B2)
Testemunhas de Jeová, Franco-maçons e outros (B3)
Judeus (B4)
Negros (B5)

6 comentários:

  1. Mais uma daquelas situações holocausticas que só mostram que as pessoas só a engolem se partirem da premissa que nem precisam examinar para crer. Qualquer pessoa do pós segunda guerra, de raciocínio médio, se lhe for solicitada para refletir minimamente sobre tais situações partindo de um exame um pouco mais crítico já fica surpresa de se deparar com tantas inconsistências e impossibilidades... além do atordoamento de concluir que esteve a ver mentiras desde sempre!

    Em tempo, aqui está a tradução do artigo de Faurisson:

    Como os britânicos obtiveram as Confissões de Rudolf Höss - Por Robert Faurisson

    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2016/01/como-os-britanicos-obtiveram-as.html

    Abraço

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    1. Caro Tannhauser.
      Tirando os vendidos, os comodistas e os oligofrênicos (infelizmente, dá uns 75% da humanidade), os recalcitrantes como nós minimamente raciocinam, racionalizam e contestam, almejando um mínimo de verdade e justiça. E continuaremos.

      Grato pelo link.
      Abraço.

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  2. Excelente artigo! Gostaria de indicar aqui um minidocumentário em espanhol no qual Ernest Zundel desmascara a farsa da Lista de Schindler: https://www.youtube.com/watch?v=MHwHEnIpAzI

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    1. Muito grato pelo link, Andrew.
      Sobre o "Dumb Schindler" (nas próprias palavras da viúva do infeliz) e sua lista, postei dois artigos:

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/03/dumb-schindler.html

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/01/e-da-lhe-ficcao.html

      Abraço.

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  3. Caros,

    Mais uma vez as provas da imbecilidade da proposta holocontica vem a tona e mais uma vez coloco perguntas incaláveis.
    Quem é o mais lixo, o mais abjeto, o excremento que inventa uma estorieta salafra, ou o estúpido que acredita?
    Quem é o mais salafro, aquele fraco que segue seu deus e fecha os olhos para o resto, ou o lixo que sequer é da ESPÉCIE dos filhotes de deus mas acredita que um dos filhotes de deus é o seu PRÓPRIO deus???
    A humanidade e a judiaria se merecem!!!
    Só o que espero é que o extermínio programado por deus não poupe ninguém e nem ele próprio!!

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    1. Para variar, meu amigo, concordo quase inteiramente com você.

      O último parágrafo significa autodestruição, ou seja, algo antinatural. Todo e qualquer organismo luta com todas as forças para se manter vivo, limpo e saudável. Quando nos alimentamos, quantos % (a essência das coisas) são absorvidos? 5%? O resto é eliminado. Tal assepsia precisa ser feita na humanidade, ainda que seja com a maioria.

      A humanidade só precisa ser lapidada para se mostrar a jóia que é.
      Abraço.

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