Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quarta-feira, 29 de junho de 2016

E você ainda não acredita?!

Amigos e amigas.
Segue abaixo mais um claro exemplo da regra (que os sionistas tentam burlescamente chamar de "exceção") usada pelos líderes talmudistas com relação aos não-judeus. As declarações "consternadas" do Foxman (condenando as palavras "odiosas" do rabino) são tão bizarramente falsas que até mesmo um débil mental filo-sionista não conseguiria segurar um laivo de vergonha. Basta olhar o tratamento brutal, covarde e verdadeiramente odioso dispensado aos palestinos.

A maior prova de que essas declarações de Yosef publicadas no jornal israelense Haaretz não são exceções está neste post. Por enquanto, fiquem com esta fresquíssima nova pancada talmudista nos otários cristãos et caterva. Sobre essa declaração, veja um pouquinho mais AQUI.
FAB29

Pensar que este adorável ser viveu 93 anos...
Rabino Ovadia Yosef disse no sermão de sábado que "Goyim [não-judeus] não têm lugar no mundo - exceto para servir o povo de Israel'“; chefe da ADL chamou as palavras de Yosef 'cheias de ódio' e 'divisionistas'.

O Anti-Defamation League na terça-feira condenou os comentários sobre os não-judeus feitos neste fim de semana passado pelo líder espiritual do Shas, rabino Ovadia Yosef.

Em um sermão dado no sábado sobre as leis a respeito do que não-judeus estão autorizados a fazer no Shabat [coisas de que os judeus estão proibidos], Yosef disse: "Os goyim [não-judeus] nasceram apenas para nos servir. Sem isso, eles não têm nenhum lugar no mundo - apenas para servir o povo de Israel".

"Por que os gentios são necessários? Eles vão trabalhar, eles vão arar, eles vão colher. Vamos sentar-nos como um effendi  [nobre] e comer."

De acordo com Yosef, a morte "não tem domínio" sobre os não-judeus em Israel.

"Com gentios, será como qualquer pessoa - Eles precisam morrer, mas [Deus] lhes dará longevidade. Por quê? Imagine um burro que iria morrer; eles perderiam o seu dinheiro. Este é seu servo ... É por isso que ele recebe uma vida longa: para trabalhar bem para esse judeu".

Na terça-feira, a ADL, disse que os comentários de Yosef contribuíram "para uma atmosfera de ódio e uma tendência global de intolerância."

"É perturbador ver qualquer líder religioso, e, particularmente, o rabino Ovadia Yosef, usar seu pódio para pregar tais idéias odiosas e divisivas", disse o chefe da ADL Abraham H. Foxman.

"Em um mundo onde a intolerância e o preconceito são predominantes, é especialmente importante para os líderes religiosos para usar sua influência para ensinar o respeito e aceitação." ele continuou.

Em agosto, Yosef provocou polêmica quando ele falou para o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, "ser exterminado deste mundo" e disse que os palestinos eram "maldosos, amargos inimigos de Israel."

...e, quando morreu, quem o adorava foi ao seu enterro.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Sobre Hitler - 3

Amigos e amigas.

Eric Thomson
O excerto abaixo é de um ativista nacionalista e autor literário Eric Thomson, também conhecido pelo pseudônimo Eric Campbell. Ele cunhou em 1976 o termo "ZOG" (Zionist Occupation Government - Governo de Ocupação Sionista) para descrever a situação contemporânea da sociedade ocidental assolada pelo Big Brother sionista.

Chamado de racista, nazista e todos os "istas" dos mais deletérios por ter escrito vários livros e dezenas de artigos defendendo a raça branca cristã que o sionismo e os talmudistas pretendem destruir (vide as recentes "imigrações" à Europa e outras sordidezes), Thomson é mais um daqueles combatentes que o amaldiçoado status quo faz o possível para manter na obscuridade. Enquanto excrescências criminosas como a festa demoníaca de inauguração do túnel de São Gotardo, na Suíça são aplaudidas pelas "autoridades" mundiais e vistas pela sociedade como "apenas uma expressão artística" e os acintosos rastros químicos são desprezados como sendo "reações naturais", simplesmente requerer a mesma igualdade e direitos de expressão à raça branca que são dados aos negros (além dos LGBTs e judeus) são tratados como "tentativas de se criar o 4º Reich".

Vejam uma rápida análise dele sobre a Alemanha de Hitler e as consequências pelo líder alemão ter ousado mexer no vespeiro da usura que dominava o país desde o final da 1ª Grande Guerra.
FAB29

Produtividade era a senha
"Se você fosse um homem de negócios, você poderia se arvorar a possuir uma grande quantidade de propriedades na Alemanha nacional-socialista, desde que fossem produtivas. Era uma meritocracia. A única coisa a se lembrar, porém, é que Hitler acreditava que a Bolsa não deveria ter nenhum poder sobre os membros produtivos da sociedade. A Bolsa de Valores é semelhante à economia da mesma maneira que os cassinos são. Eles estão especulativos e re-distributivos, mas não são produtivos. E, assim, Hitler disse que os produtores não deveriam ser penalizados em nome dos especuladores. Este foi outro forte palanque na plataforma do partido Nacional Socialista: que todo o trabalho produtivo seria recompensado e a especulação não-produtiva, predação, que chamamos de comportamento criminoso, bem, naturalmente, essas pessoas foram obrigadas a trabalhar e foram retiradas da sociedade e colocadas em campos de trabalho. Mas as pessoas produtivas, como os agricultores, operários e as pessoas que trabalhavam com o cérebro não iriam ser penalizadas porque algum especulador tinha manipulado o preço das ações para cima ou para baixo. Assim, o mercado de ações estava mais controlado."

Pagando tudo e mais um pouco
"Outra coisa foi que Hitler não permitiu a especulação em moeda nacional, porque a moeda nacional representa todos os seus bens e serviços. Agora, se eu encurralar a moeda nacional e queimá-la, você vai experimentar uma cessação súbita da atividade econômica porque você precisa de dinheiro, como na Depressão. Agora, Hitler sabia disso tão bem que, para superar a Depressão na Alemanha, Hitler tinha imprimido o dinheiro sem qualquer apoio, nem ouro, nem nada parecido. O ouro é uma commoditie; o ouro tem o seu próprio valor. O ouro tem nenhuma relação com a produtividade. O dinheiro de Hitler foi baseado em produtividade. E porque os alemães eram pessoas produtivas, deram valor ao seu dinheiro. Não é o dinheiro que dá valor a uma caneta esferográfica ou qualquer outro bem ou serviço; é o bem ou serviço que dá valor ao dinheiro. Esta é um fundamento do Nacional-Socialismo, e isso fez com que os capitalistas de finanças (judeus) e banqueiros (judeus) saíssem gritando pelas paredes. A Alemanha tinha de ser parada e foi, infelizmente, por estas pessoas, estes gangsters."

Imprimindo ilusão para o gado humano
"A maior extorsão no mundo é a criação de dinheiro pelos bancos, como o Federal Reserve, o Banco do Canadá, o Banco da Inglaterra e o presentemente Banco da República da Alemanha. Esta é a maior extorsão do mundo, porque a essas pessoas é permitido, por governos de traição, criar o seu dinheiro, meu dinheiro e o dinheiro deles a partir do nada. E, para isso, pagamos pelos interesses destes banqueiros. Hitler não fez isso. Quando Hitler nacionalizou o Banco da Alemanha, que era um banco privado, ele parou com isso."

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Reação ZERO!

Amigos e amigas.


CADÊ ESTA CAMBADA DE OLIGOFRÊNICOS QUE BERRAVA PELAS RUAS E REDES SOCIAIS O "FORA DILMA"?? Afirmavam berrar por "mil motivos", resumidos em "corrupção e incompetência". Agora, o governo golpista abarrotado de figuras apodrecidas (apesar disto, só três caíram!) não para de executar sordidezes e essa cambada acima nem suspira uma reação?!?

Primeiro, os golpistas pegaram os R$ 96 bilhões de déficit requeridos pela Dilma (valor taxado de "escandaloso", que antes seria de R$ 60 bilhões) em março de 2016 e aumentaram dois meses depois, ao bel prazer, leviana e criminosamente, para R$ 170 bilhões. Qual foi a reação dos oligofrênicos? "Viram só?! O rombo da Dilma e do PT [?!?!] era muito maior!!". Depois, exigiram que o BNDES devolvesse R$ 100 bilhões. Reação da cambada? NENHUMA! A maioria nem sabe o que é o BNDES!! Falou "banco", ela arrepia! Outra excrescência foi o governador interino do RJ (Dornelles, o zumbi-inconha dos PMDBestas) ter decretado estado de calamidade pública no estado fluminense. Com isto, seu chefe Temer enviará para o Rio a bagatela de R$ 3 bilhões! O ralo agradece!

 
A dupla nefasta
A última da tropa de platelmintos foi o Henrique Meirelles anunciar com todo o desplante que lhe é peculiar: "Ou mudamos a Constituição ou não resolveremos a dívida da União". É um poeta: até rimou! Alguém adivinha o que é que está "atrapalhando", segundo o belo sem-vergonha? Os investimentos obrigatórios em saúde e educação!! O pior é que essa falácia já havia sido aventada pelo "jênio" em 24 de maio de 2016. "Meirelles disse ainda que há ainda o estudo de desvincular as despesas com Saúde e Educação para que o teto seja obedecido." E aí, Janaína Paschoal, aquela mulher doce, delicada e fofa que foi absolutamente veemente em sua defesa apaixonada da "imexibilidade" da Constituição (vejam abaixo)? Não vai se pronunciar contra esse aviltamento do "livro sagrado"? E aí, Nando Moura? Não estão faltando vídeos seus contra tanta sordidez com o mesmo teor de rascância e rejeição que você vociferava contra Dilma e o PT? Ah, é!! Você ainda quer "dar um tempo para o novo governo"? Afinal, você decretou: "Não é da noite para o dia que se conserta tanta corrupção". É lógico! E os PMDBestas, junto com os PSDBostas, DEMoníacos et caterva, são os caras certos para consertar a corrupção, não são, bom e obediente garoto?!



E aí, coxinhas e paneleiros em geral? Estão felizes e satisfeitos com o quê? Suas consciências zumbizadas precisam de qual estímulo para acordar e tentar um mínimo de raciocínio e racionalização? Está faltando sua mestra Globo mandar o sinal para que seus cérebros de ameba peguem no tranco? Será que não sobrou um mínimo de resquício de imparcialidade e vergonha nessas carcaças sedadas e lobotomizadas com tanto entretenimento BBBestificante? Será que vocês só terão alguma reação quando a septicemia aflorar e houver "choro e ranger dos dentes"? Definitivamente, vocês merecerão tudo que lhes espera pelas suas covardias e comodismo.

Reforço e ratifico minha afirmação: Desprezível seja um país com um povo sem moral e autoestima!
FAB29

terça-feira, 21 de junho de 2016

ONU = NADA !!

Amigos e amigas.
Repasso a vocês uma lista de resoluções da ONU, ou contra israel ou a favor dos palestinos, todas vetadas pelos EUA (muitas delas, em decisão monocrática). São provas irrefutáveis da subserviência de "Madame ONU" aos caprichos e desmandos do império sionista arraigado no estado ianque.

Neste link, há os detalhes de cada uma que está numerada. Neste outro, referente a 1995, detalhamentos ainda maiores dessas resoluções. Falar o quê, não é? Regalem-se.
FAB29

Ano:
Resolução Vetada:
Quantidade de resoluções repetidas respectivamente:
Placar na votação da Assembleia Geral das Nações Unidas, fora abstenções:
Condena Israel pela morte de centenas de pessoas na Síria e no Líbano, em ataques aéreos.[2]
Afirma os direitos dos palestinos e exorta Israel a se retirar dos territórios ocupados.[2]
Condena Israel por atacar civis libaneses.[2]
1976
Condena Israel pela construção de assentamentos nos territórios ocupados[2].
1976
Convite à autodeterminação para os palestinos[2].
1976
Afirma os direitos dos palestinos.[2]
1976
Condena as tentativas da África do Sul para impor o apartheid na Namíbia.[3]
2
1976
Para a admissão do Vietnã à Organização das Nações Unidas[4].
5 (a partir de 1975)
Condena a situação de apartheid na África do Sul.[3]
3
Exorta os membros permanentes (EUA, URSS, Reino Unido, França, China) para assegurar decisões das Nações Unidas na manutenção da paz e da segurança internacionais.
119-2
1978
Critica as condições de vida dos palestinos.[2]
110-2
1978
Condena o registro israelense de direitos humanos nos territórios ocupados.[2]
97-3
1978
Solicita que os países desenvolvidos aumentem as quantidade e qualidade da ajuda ao desenvolvimento dos países subdesenvolvidos.
119-1
Pede o fim de toda a colaboração militar e nuclear com o apartheid na África do Sul.[3]
114-3
1979
Fortalece o embargo de armas contra a África do Sul.[3]
132-3
1979
Oferece assistência a todos os povos oprimidos da África do Sul e seu movimento de libertação.[3]
134-3
1979
Negociações sobre o desarmamento e a cessação da corrida armamentista nuclear.
120-3
1979
Chamada para o retorno de todos os habitantes expulsos por Israel.[2]
121-3
1979
Exige que Israel desista de violações dos direitos humanos.[2]
112-2
1979
Solicita um relatório sobre as condições de vida dos palestinos em países árabes ocupados.
120-2
1979
Oferece assistência ao povo palestino.[2]
112-3
1979
Discute soberania sobre os recursos nacionais em territórios árabes ocupados.[2]
118-2
1979
Pede proteção para o dinheiro depositado por governos de países de terceiro mundo.
111-2
1979
Chamadas para abordagens alternativas dentro do sistema das Nações Unidas para melhorar o gozo dos direitos humanos e das liberdades fundamentais.
136-1
1979
Opõe-se a apoio para a intervenção nos assuntos internos ou externos de estados.
104-2
1979
Para a Conferência das Nações Unidas sobre as Mulheres.
121-2
1979
Para incluir as mulheres palestinas na Conferência das Nações Unidas sobre as Mulheres.
122-2
1979
Salvaguarda os direitos dos países em desenvolvimento nas negociações comerciais multinacionais.
112-1
Solicitações à Israel para retornar pessoas deslocadas[2]
96-3
1980
Condena a política de Israel em relação às condições de vida do povo palestino[2].
118-2
1980
Condena práticas de direitos humanos israelenses em territórios ocupados[2].
3
118-2, 119-2 e 117-2
1980
Afirma o direito à autodeterminação para os palestinos[2].
120-3
1980
Oferece assistência aos povos oprimidos de África do Sul e seu movimento de libertação nacional.[3]
137-3
1980
As tentativas de estabelecer uma nova ordem econômica internacional para promover o crescimento dos países subdesenvolvidos e cooperação econômica internacional.
134-1
1980
Aprova o Programa de Ação para o segundo semestre de Década das Nações Unidas para a Mulher.
132-3
1980
Declaração de não utilização de armas nucleares contra Estados não-nucleares.
110-2
1980
Salienta que o desenvolvimento das nações e indivíduos é um direito humano.
120-1
1980
Solicita a cessação de todas as explosões de testes nucleares.
1980
Solicita a implementação da Declaração sobre a Concessão de Independência aos Países e Povos Coloniais[2].
Condena atividades de interesses econômicos estrangeiros em territórios coloniais.
133-3
1981
Apela ao fim de todas as explosões de testes de armas nucleares.
118-2
1981
Apela a uma ação de apoio a medidas de prevenção da guerra nuclear, conter a corrida armamentista e promover o desarmamento.
78-3
1981
Insta negociações sobre proibição de armas químicas e biológicas.
109-1
1981
Declara que Declara que a educação, trabalho, saúde, nutrição adequadas, o desenvolvimento nacional, etc, são direitos humanos.
135-1
1981
Alterações nos métodos de contabilidade das Nações Unidas.
127-1
1981
Condena a África do Sul por ataques contra os Estados vizinhos, condena o apartheid e tenta reforçar as sanções.[3]
7
145-1, 124-1, 136-1, 129-2, 126-2, 139-1, 138-1
1981
Condena uma tentativa de golpe de Estado da África do Sul nas Ilhas Seychelles.[3]
1981
Exige que Israel cesse escavações em áreas de Jerusalém Oriental considerados pela Organização das Nações Unidas para fazer parte dos territórios ocupados[2].
114-2
1981
Condena Israel para bombardear instalações nucleares iraquianas.[2]
108-2
1981
Condena a política de Israel em relação às condições de vida do povo palestino[2].
2
109-2, 111-2
1981
Para estabelecer uma zona livre de armas nucleares no Oriente Médio[2].
107-2
1981
Para estabelecer direitos para o povo palestino[2].
2
121-2, 119-3
1981
Para esclarecer o status de Jerusalém[2].
139-2
1981
Discute refugiados palestinos na Faixa de Gaza[2].
141-2
1981
Concede os direitos dos palestinos deslocados a regressar às suas casas.
121-3
1981
Em relação as receitas de propriedades dos refugiados palestinos[2].
117-2
1981
Criação da Universidade de Jerusalém para os refugiados palestinos[2].

119-2
1981
No que diz respeito as violações de direitos humanos israelenses em territórios ocupados[2].
111-2
1981
Condena o fechamento de universidades palestinas em território ocupado[2].
114-2
1981
Opõe-se a decisão de Israel de construir um canal que liga o Mar Morto e o Mar Mediterrâneo[2].
1981
Discute soberania sobre os recursos nacionais na Palestina ocupada e outros territórios árabes[2].
1981
Afirma a não aplicabilidade da lei israelense sobre as Colinas de Golã[2].
121-2
Condena a invasão israelense do Líbano[2].
6 (1982-1983)
1982
Condena o fuzilamento de 11 muçulmanos em um santuário em Jerusalém por um soldado israelense[2].
1982
Insta Israel se retirar das Colinas de Golã ocupados em 1967[2].
1982
Para a ratificação da Convenção relativa à repressão e punição do apartheid[3].
124-1
1982
Para promover uma ação internacional contra o apartheid[3].
141-1
1982
Condena o apartheid no esporte[3].
138-1
1982
Solicita a cessação de novos investimentos estrangeiros e empréstimos para a África do Sul.[3]
134-1
1982
Solicita a criação de uma Carta Mundial para a proteção da ecologia.
111-1
1982
Define-se uma conferência das Nações Unidas sobre sucessão de Estados em matéria de propriedade do Estado, arquivos e dívidas.
136-1
1982
Proibições de Testes Nucleares e negociações de espaço livre de armas nucleares.
3
111-1, 114-1, 138-1
1982
131-1
1982
95-1
1982
Por uma melhor elaboração do direito internacional.
113-1
1982
Para evitar a exclusão de certos funcionários das Nações Unidas.
129-1
1982
Protege contra produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente.
146-1
1982
Declara que a educação, trabalho, saúde, nutrição adequada, o desenvolvimento nacional são direitos humanos.
131-1
1982
A aplicação da Carta dos Direitos e Deveres Econômicos dos Estados.
141-1
1982
Em relação à adequação das instalações da Comissão Econômica para a África, em Adis Abeba, na Etiópia.
132-1
1982
Desenvolvimento dos recursos energéticos dos países em desenvolvimento.
146-1
1982
Reestruturação relações econômicas internacionais no sentido de estabelecer uma nova ordem econômica internacional.
124-1
Afirma o direito de cada Estado para escolher seu sistema econômico e social de acordo com a vontade do seu povo, sem interferência externa, sob qualquer forma que for preciso.
131-1
1983
Resoluções contra o apartheid na África do Sul.[3]
4
110-1, 149-1, 140-1, 145-1
1983
Prevenção de uma corrida armamentista no espaço.
147-1
1983
Declara que a educação, trabalho, saúde, nutrição adequada, o desenvolvimento nacional são direitos humanos.
132-1
1983
Relativamente ao direito internacional.
110-1
1983
No que diz respeito a Década dos Transportes e Comunicações em África.
137-1
1983
Proibição de fabricação de novas armas de destruição em massa.
116-1
1983
133-1
1983
Proibição de armas químicas e bacteriológicas.
98-1
1983
Solicita um estudo sobre a corrida armamentista naval.
113-1
1983
No que diz respeito ao desarmamento e segurança.
132-1
1983
Fortalecimento das Nações Unidas para responder a desastres naturais e outros.
126-1
Condena o apoio da África do Sul nas suas políticas da Namíbia e outros.[3]
121-2
1984
A ação internacional para eliminar o apartheid[3].
146-2
1984
Condena Israel de ocupação e atacar o sul do Líbano[2].
1984
Cooperação entre as Nações Unidas e a Liga Árabe.[2]
134-2
1984
Condena ataque israelense contra instalações nucleares do Iraque[2].
106-2
1984
Sobre a eliminação da discriminação racial.
145-1
1984
Afirma os direitos do povo palestino[2].
127-2
1984
Para a convocação de uma conferência de paz no Oriente Médio.
121-3
1984
Proibição de novos tipos de armas de destruição em massa.
125-1
1984
Proibição de armas químicas e bacteriológicas.
84-1
1984
No que diz respeito ao direito do mar.
138-2
1984
No que diz respeito as violações de direitos humanos israelenses em territórios ocupados[2].
120-2
1984
Condena tentativas de assassinato contra prefeitos palestinos[2].
143-2
1984
Condena Israel por não colocar suas instalações nucleares sob as salvaguardas internacionais[2].
94-2
1984
Relativa à proibição de testes nucleares.
123-1
1984
Para estudar a investigação e desenvolvimento militar.
141-1
1984
Comemorando o 25º aniversário da Declaração sobre a Concessão de Independência aos Países e Povos Coloniais.
143-1
1984
Propondo assistência econômica para o povo palestino[2].
146-1
1984
Apoio ao Desenvolvimento Industrial pela ONU.
118-2
1984
No que diz respeito a Década de Desenvolvimento Industrial para a África.
120-1
1984
Questões relacionadas com a Comissão Econômica para a Ásia Ocidental.
123-2
Condena Israel de ocupação e atacar o sul do Líbano[2].
1985
Condena Israel por usar força excessiva nos territórios ocupados[2].
1985
As resoluções sobre a cooperação, direitos humanos, comércio e desenvolvimento.
3
134-1, 130-1, 133-1
1985
As medidas a tomar contra nazi-fascistas e atividades neo-fascistas.
121-2
Convida todos os governos (incluindo os EUA) para observar o direito internacional.
1986
Condena Israel por suas ações contra civis libaneses[2].
1986
Insta Israel a respeitar os lugares sagrados muçulmanos[2].
1986
Condena Israel por derrubar um avião líbio.[2]
1986
Para configurar uma zona de paz e cooperação no Atlântico Sul.
124-1
1986
Para eliminar os desequilíbrios existentes nos domínios do acesso e dos meios de informação e de comunicação.[5]
148-1
1986
Para o fortalecimento da segurança internacional.
126-1
1986
Diálogo para melhorar a situação internacional.
117-1
1986
Para o estabelecimento de um sistema global de paz e segurança internacionais.
102-2
1986
Declaração sobre o direito ao desenvolvimento.
146-1
1986
Medidas para melhorar a situação e garantir os direitos humanos e a dignidade de todos os trabalhadores migrantes.
148-1
1986
Proteção contra produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente.
146-1
Insta Israel a respeitar as Convenções de Genebraem seu tratamento dos palestinos[2].
1987
Insta Israel para parar a deportação de palestinos[2].
145-2
1987
Condena Israel pelas suas ações no Líbano[2].
2
1987
Insta Israel a retirar as suas forças do Líbano[2].
1987
Cooperação entre as Nações Unidas e a Liga Árabe[2].
153-2
1987
Chamado para o cumprimento no Tribunal Internacional de Justiça sobre as atividades paramilitares e militares contra a Nicarágua e uma chamado para acabar com o embargo comercial contra a Nicarágua.
2
94-2, 94-2
1987
Medidas para prevenir o terrorismo internacional, estudar as causas políticas e econômicas subjacentes de terrorismo, uma conferência para definir o terrorismo e para diferenciá-la da luta popular de libertação nacional.
153-2
1987
As deliberações sobre jornalismo, as dívidas e o comércio internacional.
3
140-1, 154-1, 131-1
1987
A oposição à acumulação de armas no espaço.
154-1
1987
A oposição ao desenvolvimento de novas armas de destruição em massa[2].
135-1
1987
Oposição ao teste nuclear.
2
134-, 137-3
1987
Proposta de criação da zona de paz do Atlântico Sul.
124-1
Condena práticas israelenses contra os palestinos nos territórios ocupados[2].
5 (1988-1989)
Condena invasão dos EUA no Panamá.
1989
Condena EUA tropas para saquear a residência do embaixador da Nicarágua, no Panamá.
1989
Condena EUA por derrubar duas aeronaves líbias.
1989
Condena apoio dos EUA para os Contras na Nicarágua.
1989
Condena embargo ilegal dos Estados Unidos da América da Nicarágua.
1989
Opondo-se a aquisição de território pela força.
151-3
1989
Chamada para uma solução para o conflito árabe-israelense com base em resoluções anteriores da ONU[2].
Para enviar três observadores do Conselho de Segurança da ONU para os territórios ocupados[2].
Afirma que Pousam, em Jerusalém Oriental, anexada por Israel, é um território ocupado[2].
Insta Israel a cessar a construção de assentamentos em Jerusalém Oriental e em outros territórios ocupados[2].
2
130-2
Insta os EUA para acabar com o embargo comercial a Cuba[6].
8
59-2, 88-4, 101-2, 117-3, 138-2, 143-2, 157-2, 155-2
Para enviar monitores desarmados para a Cisjordânia e na Faixa de Gaza[2].
2001
Condena Israel por atos de terror contra civis nos territórios ocupados[2].
2001
Para configurar o Tribunal Penal Internacional.
Para renovar a missão de manutenção da paz na Bósnia.
2002
Condena o assassinato de um trabalhador do Reino Unido que trabalhava para as Nações Unidas por forças israelenses. Condena a destruição do armazém do Programa Mundial de Alimentos[2].
Condena a decisão do Parlamento israelense de "eliminar" o presidente palestino eleito, Yasser Arafat[2].
 ?-1
2003
Condena a construção de um muro por Israel em terras palestinas[2].
 ?-?
2003
Para acabar com 40 anos de embargo Cuba dos EUA.
179-3
Condena o assassinato do líder do Hamas, o xeque Ahmed Yassin[2].
2004
Condena a incursão israelense e os assassinatos em Gaza[2].
2004
Produção e processamento de material de fabrico de arma deve estar sob controle internacional.
2
147-1, 179-2
Apela ao fim às incursões e ataques militares israelenses em Gaza[2].
2
10-1, 13-1
2006
Pede o fim do embargo financeiro contra Cuba.
183-4
Chamado para usos pacíficos para o espaço sideral.
129-6
2007
Apela a uma convenção contra o machismo.
3
143-1, 132-2, 154-1
2007
No que diz respeito aos direitos das crianças.
183-1
2007
No que diz respeito ao direito à alimentação.
186-1
2007
Sobre a aplicabilidade da Convenção de Genebra para a proteção de civis em tempo de guerra.
169-6
2007
Chamado para a proteção do clima global.
162-2
2007
Solicitação de declaração para estabelecimento de uma zona pacífica no Oceano Índico.[7] Chamado para uma zona livre de armas nucleares no Sudeste Asiático[4].
2
130-3, 174-1
2007
Solicita que o direito à autodeterminação do povo palestino. Outras resoluções sobre os palestinos e seus direitos[2].
15
176-5, 171-6, 170-6,  93-8, 165-7, 156-7, 164-1, 176-2, 109-8, 110-8, 161-8, 161-7, 160-6, 111-6
Chamado para o progresso em direção a um tratado sobre o comércio de armas.
3
129-1, 131-1, 130-1
2008
Proibir o desenvolvimento de novas armas de destruição em massa.
175-1
2008
Assegurar aos Estados não-nucleares que não serão atacados ou ameaçados com armas nucleares.
2 (2007-2008)
121-1, 122-1
2008
Prevenção do desenvolvimento de uma corrida armamentista no espaço sideral e transparência nas atividades no espaço exterior.
4 (2007-2008)
179-1, 178-1, 177-1, 180-1
2008
Chamado para diminuir a prontidão operacional de sistemas de armas nucleares e à proibição de armas nucleares.
5
141-3, 165-4, 166-5, 173-4, 130-3
2008
Chamado para acabar com o uso de urânio empobrecido em armas.
141-4
2008
Referente ao comércio ilegal de armas leves
3
179-1, 176-1, 181-1
2008
Apela a uma área livre de armas nucleares na Ásia Central e no hemisfério sul além da prevenção da proliferação no Oriente Médio.
3
141-3, 171-3, 169-5
2008
Apela a uma proibição abrangente de teste nuclear por um tratado. Chamado para um mundo livre de armas nucleares.
2 (2007-2008)
156-5, 175-1
2008
Apela a um tratado sobre os direitos das crianças.
159-1
2008
Condenação do racismo[8]
159-1
2008
Condenação do racismo[8]
109-13
2008
Afirma a soberania dos palestinos nos territórios ocupados e seus recursos.[2]
173-5
2008
Afirma o direito dos palestinos à autodeterminação.[2]
165-7
2008
Insta Israel a pagar o custo de limpar uma mancha de óleo na costa do Líbano causada pelo seu bombardeamento[2].
165-7
2008
Apelo a uma nova ordem econômica.
123-1
2008
Apelo ao direito de desenvolvimento para as nações.
182-4
2008
Apoio ao direito à alimentação.
184-1
2008
O respeito pelo direito à liberdade universal de viajar e importância vital da reunificação familiar.
121-4
2008
Relativamente à evolução em Tecnologia da informação para a segurança internacional.
2 (2007-2008)
179-1, 175-1
2008
As deliberações sobre a Palestina, o seu povo, a sua propriedade e práticas israelenses na Palestina, incluindo assentamentos[2].
11
173-1, 172-6, 172-6, 173-6, 94-8, 173-6, 171-6, 165-8, 179-2, 177-3, 177-3
Pede o fim aos 22 dias de ataque de longo israelense em Gaza[2].
142-4
Apela a uma parada para os assentamentos ilegais israelenses na Cisjordânia[2].
14-1
2011
Apela a Israel para cessar a obstrução à circulação e ao acesso dos funcionários, veículos e bens da Agência das Nações Unidas de Socorro e Trabalho para os Refugiados Palestinos (UNRWA)[2].
163-7
2011
Solicita a cessação imediata e completa de todas as atividades de colonização israelense em todo o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, e no Golã sírio ocupado[2].
 ?-7
Apela para a criação de um corredor de ajuda humanitária internacional no sudeste da Ucrânia[9]
 ?-3
2014
Apela para embargo econômico para as partes que não aceitem um cessar fogo no conflito sírio.[2][10]
 ?-2
2014
Apela pela criminalização do nazismo[11][8][12][13]
Proposta de transformar o Oriente Médio em uma zona livre de armas nucleares.[2][14]
 ?-3
2015
Proposta de acrescentar sanções ao EIIL como um ramo em separado da Al Qaeda.[2][15]
1 (em 2013)
 ?-1
2015
Proposta de uma aliança entre todos os governos do Oriente Médio e o Conselho de Segurança para a pacificação da região.[2][16]
117-1
Proposta de permanente não-intervenção militar que visasse a queda do governo sírio.[2][17]
 ?-7
2016
Proposta de se constituir uma força de paz conjunta para se proteger patrimônios culturais da ameaça doTerrorismo.[2][18]
 ?-2
2016
Proposta de se incluir os curdos sírios nas negociações de paz.[2][19]
 ?-3
2016
Proposta de incluir na lista de grupos terroristas internacionalmente execrados e cooperantes com a Al Qaeda o Ahrar al-Sham e o Jaish al-Islam.[2][20]
 ?-?