Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 28 de junho de 2016

Sobre Hitler - 3

Amigos e amigas.

Eric Thomson
O excerto abaixo é de um ativista nacionalista e autor literário Eric Thomson, também conhecido pelo pseudônimo Eric Campbell. Ele cunhou em 1976 o termo "ZOG" (Zionist Occupation Government - Governo de Ocupação Sionista) para descrever a situação contemporânea da sociedade ocidental assolada pelo Big Brother sionista.

Chamado de racista, nazista e todos os "istas" dos mais deletérios por ter escrito vários livros e dezenas de artigos defendendo a raça branca cristã que o sionismo e os talmudistas pretendem destruir (vide as recentes "imigrações" à Europa e outras sordidezes), Thomson é mais um daqueles combatentes que o amaldiçoado status quo faz o possível para manter na obscuridade. Enquanto excrescências criminosas como a festa demoníaca de inauguração do túnel de São Gotardo, na Suíça são aplaudidas pelas "autoridades" mundiais e vistas pela sociedade como "apenas uma expressão artística" e os acintosos rastros químicos são desprezados como sendo "reações naturais", simplesmente requerer a mesma igualdade e direitos de expressão à raça branca que são dados aos negros (além dos LGBTs e judeus) são tratados como "tentativas de se criar o 4º Reich".

Vejam uma rápida análise dele sobre a Alemanha de Hitler e as consequências pelo líder alemão ter ousado mexer no vespeiro da usura que dominava o país desde o final da 1ª Grande Guerra.
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Produtividade era a senha
"Se você fosse um homem de negócios, você poderia se arvorar a possuir uma grande quantidade de propriedades na Alemanha nacional-socialista, desde que fossem produtivas. Era uma meritocracia. A única coisa a se lembrar, porém, é que Hitler acreditava que a Bolsa não deveria ter nenhum poder sobre os membros produtivos da sociedade. A Bolsa de Valores é semelhante à economia da mesma maneira que os cassinos são. Eles estão especulativos e re-distributivos, mas não são produtivos. E, assim, Hitler disse que os produtores não deveriam ser penalizados em nome dos especuladores. Este foi outro forte palanque na plataforma do partido Nacional Socialista: que todo o trabalho produtivo seria recompensado e a especulação não-produtiva, predação, que chamamos de comportamento criminoso, bem, naturalmente, essas pessoas foram obrigadas a trabalhar e foram retiradas da sociedade e colocadas em campos de trabalho. Mas as pessoas produtivas, como os agricultores, operários e as pessoas que trabalhavam com o cérebro não iriam ser penalizadas porque algum especulador tinha manipulado o preço das ações para cima ou para baixo. Assim, o mercado de ações estava mais controlado."

Pagando tudo e mais um pouco
"Outra coisa foi que Hitler não permitiu a especulação em moeda nacional, porque a moeda nacional representa todos os seus bens e serviços. Agora, se eu encurralar a moeda nacional e queimá-la, você vai experimentar uma cessação súbita da atividade econômica porque você precisa de dinheiro, como na Depressão. Agora, Hitler sabia disso tão bem que, para superar a Depressão na Alemanha, Hitler tinha imprimido o dinheiro sem qualquer apoio, nem ouro, nem nada parecido. O ouro é uma commoditie; o ouro tem o seu próprio valor. O ouro tem nenhuma relação com a produtividade. O dinheiro de Hitler foi baseado em produtividade. E porque os alemães eram pessoas produtivas, deram valor ao seu dinheiro. Não é o dinheiro que dá valor a uma caneta esferográfica ou qualquer outro bem ou serviço; é o bem ou serviço que dá valor ao dinheiro. Esta é um fundamento do Nacional-Socialismo, e isso fez com que os capitalistas de finanças (judeus) e banqueiros (judeus) saíssem gritando pelas paredes. A Alemanha tinha de ser parada e foi, infelizmente, por estas pessoas, estes gangsters."

Imprimindo ilusão para o gado humano
"A maior extorsão no mundo é a criação de dinheiro pelos bancos, como o Federal Reserve, o Banco do Canadá, o Banco da Inglaterra e o presentemente Banco da República da Alemanha. Esta é a maior extorsão do mundo, porque a essas pessoas é permitido, por governos de traição, criar o seu dinheiro, meu dinheiro e o dinheiro deles a partir do nada. E, para isso, pagamos pelos interesses destes banqueiros. Hitler não fez isso. Quando Hitler nacionalizou o Banco da Alemanha, que era um banco privado, ele parou com isso."

5 comentários:

  1. Diferença entre o Nacional-Socialismo com a Democracia, seja ela do engodo de centro, direita ou esquerda, pouco importa. Enquanto o primeiro corretamente proibia a especulação da moeda nacional, que é do povo e não de bancos privados, o segundo torra bilhões e mais bilhões pra comprar dólar para "equilibrar o câmbio", "conter a especulação". Não é hiper bovino o governo fazer isso e ainda mais o povo ouvindo isso pelos jornais como se fosse normal?!

    "O dinheiro de Hitler foi baseado em produtividade", o FMI (Fotocopiadora Monetária Internacional) de então, endoidou. Daí a 2ª Guerra Mundial e a cortina de fumaça mais conhecida como Shoá.

    Mesmo caso é a Igreja Católica que proibia a usura como um todo. Dizem que o Islã também. Mas não é bem assim. O Islã proibe cobrança (terem bancos) de juros, sem proibir o seu pagamento pelos seus fiéis. A Igreja Católica proibia as duas situações: tanto cobrar como pagar juros. Ou seja, a inexistência da usura. Creio que a Ig. Católica foi bem mais severa que Hitler nesse tema. Coincidência os dois serem tão atacados?

    Banco Central no Brasil segue caminho inverso daquilo que Hitler fez.

    «O judeu Sidonia [Nathan Mayer Rothschild] estava pronto a emprestar dinheiro às nações. Mas onde é que ele o ia buscar, de forma a emprestá-lo? Foi buscá-lo às nações quando estas estavam ainda em guerra! Era o mesmo dinheiro; os financiadores da guerra e os financiadores da paz são os mesmos, e são os Judeus Internacionais, como o livro de Benjamin Disraeli para a glorificação dos judeus testemunha abundantemente. De facto, ele atesta na mesma página:

    "Não é difícil conceber que, depois de ter seguido a carreira que anunciámos durante dez anos, Sidonia se tenha tornado num dos maiores personagens da Europa. Colocou um irmão, ou um parente próximo, em quem confiasse, na maior parte das capitais. Era dono e senhor do mercado financeiro do mundo, e claro, virtualmente dono e senhor de quase tudo o resto."»

    « ... a imprensa nas mãos dos judeus, é o telégrafo nas mãos dos judeus, ... » incluiria a Maçonaria.

    http://citadino.blogspot.com.br/2016/06/o-judeu-benjamim-disraeli-o-mundo-e.html

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  2. Hitler foi tão bom "economista" que desde o seu patético livro preconizava o espaço vital a ser conquistado a Leste, caso contrário a Alemanha não sobreviveria - mas há ainda quem acredita em contos da carochinha.

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    1. Patético!
      Até seus donos, babando de ódio, é claro, ressaltam o "milagre econômico alemão" durante o regime Nacional-Socialista, que tirou a Alemanha da miséria e a transformou na maior potência européia em três anos.

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  3. O que me alegra é saber que historiadores de verdade estão se dando conta das mentiras em relação as guerras mundiais.Na realidade as guerras mundiais se transformaram em uma indústria de hipócritas e mentiroso.Adquiri a maioria de meus livros em sebos e estudo o tema guerras mundiais e desde criança. A princípio eu era o típico goiaba que acreditava em mocinhos e bandidos. Conforme fui me aprofundando no tema passei a descobrir o quanto a verdade é desonesta. Em relação a livros,descobri uma coleção sobre as guerras mundiais e fiquei surpreendido com a imparcialidade e visão acurada dos historiadores de fato.

    Ser historiador engloba diversas áreas. Um historiador, precisa ter conhecimentos de economia, psicologia, sociologia, etnologia, antropologia e teologia.Um historiador de fato não repete o que lê. Ele questiona a veracidade dos fatos e reconstrói os acontecimentos.

    Tipos como esse do comentário acima, é apenas um mero ignorante que você rondando as redes sociais bajulando os seus senhores. São medrosos e covardes que ousam questionar a luta de povos poderosos e líderes dignos. Questiono e tenho repulsa por supostos neo nazistas, neo comunistas e neo fascistas.Estas ideologias foram usadas de forma que os líderes políticos pudessem angariar simpatizantes em suas lutas pela supremacia política, cultural e econômica, que foi a real motivação, não só das guerras mundiais como sê todas as guerras.

    Admiro os revisionistas e compreendo a perseguição que sofrem pois o maior temor dos poderosos é ver o populacho pensar por si só. Admiro todos os beligerantes que lutaram e defenderam os interesses de suas nações e tenho profundo asco e o mais sincero desprezo, por seres desprezíveis que se limitam a "lutar" nas redes sociais, despejando ignorância e insensatez. Esses tipos são anátemas para a humanidade. Esses tipos,caso a Alemanha nacional socialista, tivesse vencido a guerra e propagado sua influência sobre os povos vassalos, seria defendida com unhas e dentes por esses ignorantes que embriagados pela propaganda e influência cultural do vencedor, agiriam de maneira servil como provam sempre quando há oportunidades. Muitas mentiras se tornaram verdades e a principal delas, é a crença de que a Alemanha nacional socialista poderia vencer a guerra.Hitler morreu afogado no Rubicão e perdeu a guerra antes de começa-la.

    É uma longa história. Quem são os vilões? As vítimas dos heróis.

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    1. Concordo que a verdade (v minúsculo) é desonesta e moldável ao bel prazer dos vencedores de uma guerra. Completo seu lúcido comentário com duas frases:

      "A Verdade é odiada por aqueles que vivem da Mentira".
      "Triste daquele que conta uma mentira, pois precisará de outras vinte para sustentar a primeira".

      A primeira, não me lembro o autor; a segunda é de Alexander Pope.
      Abraço.

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