Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sábado, 2 de julho de 2016

Adeus, Elie Wiesel

Amigos e amigas.


Enfim, foi-se A testemunha do holocausto, o símbolo, o marco, o paradigma de uma era nefasta: a da indústria do holocausto, muito bem citada e explicitada pelo intelectual e cientista político judeu Norman Finkelstein.

Desde o seu irrisório livro "Noite" (alçado a um dos maiores best-sellers sobre o assunto), essa triste figura lançou outras dezenas de obras exortando a boiada humana a se apiedar dele e dos seus que foram "massacrados pelos nazistas". Não deixou de exortar o ódio, também: "Cada judeu devia guardar, em algum lugar do seu coração, uma zona para o ódio, esse ódio são e viril contra tudo aquilo que representa o alemão e que forma parte da essência do alemão. Todo o resto seria traição aos mortos."

E cada um de nós deve aguardar uma leva insana de homenagens a esse patético e, desde já, nada saudoso ser. Como esta. Na esteira dessas rememorações, mais um entupimento de estórias de horrores em nossos ouvidos, ladainhas repetidas há décadas ad nauseum, independentemente de muitas delas já terem sido desmanteladas.

Seu primeiro livro "Noite" contém uma enorme quantidade de informações (testemunhos) que reconhecidamente batem de frente com tudo o que se alega sobre Auschwitz, sendo a principal delas o fato de Wiesel nunca ter escrito que o dito "morticínio" que a historiografia diz ter ocorrido no campo era feito nas câmaras de gás, símbolos-mor do holocausto. Relembrem trechos dessa “besta-seller” comentados por mim neste link.

Não me aprofundarei mais sobre o recém-passado, que apenas obedecia ao ódio propalado por seus mestres rabinos, como este ao lado. Apenas faço votos que a humanidade passe o quanto antes por essa era de obscuridade tristemente simbolizada por ele. Quem sabe, é um esperançoso começo.
FAB29

Adendo: Neste link, o maior revisionista vivo, Robert Faurisson, comenta a morte de Wiesel, sempre com sua sucintez e abrangência peculiares. Eis dois trechos:


"O Exército Vermelho assumiu Auschwitz em 27 de janeiro de 1945 e eu, pessoalmente, descobri o fato de que [o jornal russo] Pravda (A Verdade), em suas edições da 28 th , 29 th , 30 th e 31 st de janeiro, permaneceu em silêncio sobre a descoberta do acampamento, e que só em 2 de Fevereiro é que ele anunciou a grande notícia: em Auschwitz, os alemães levaram sistematicamente seus prisioneiros à morte com energia elétrica; os corpos das vítimas caíam sobre uma esteira transportadora que os levavam ao topo de um alto-forno onde eles eram jogados e queimados."
(...)
"Mas logo depois, todas aquelas pessoas que encontraram seu fim estavam ligadas à "rede de gás" do Conselho de Refugiados de Guerra, em Washington, descartando as hipóteses do fogo, água, eletricidade, cal, bombas de vácuo e outras invenções loucas de propaganda de guerra, que eram muitas vezes reprisadas pela propaganda aliada sobre os hunos e germânicos, durante a Primeira Guerra Mundial."

4 comentários:

  1. Salve camarada!

    Quer coisa pior para histéricos do holocausto do que cair na caneta examinadora de Robert Faurisson?

    Elie Wiesel - Um Proeminente falso testemunho – Por Robert Faurisson
    http://nazismo-verdades-e-mentiras.blogspot.com.br/2016/01/elie-wiesel-um-proeminente-falso.html

    Vixe, o tal rabini Manis Friedman soltando o jogo heim?

    Abraço

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    1. Sempre e para sempre Faurisson.

      Quanto ao Friedman, caro amigo, sabemos perfeitamente que ele não falou nada que não esteja no talmud. Ele e tantos outros sábios do sião falaram isso e bem mais:

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2015/02/o-talmud-tem-razao.html

      Abraço.

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  2. Um grande mentiroso que se foi. Não vai deixar saudades a ninguém, nem aos seus confrades do holoconto...

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    1. Concordo, da mesma maneira que outro mentiroso contumaz, simon wiesenthal. Podemos ver pelo link abaixo o quanto seus comparsas o admiravam e saudaram sua ida com um "YEAH!":

      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2013/07/simon-fraude-wiesenthal.html

      Abraço.

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