Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sábado, 17 de dezembro de 2016

Democracia e miscigenação

Amigos e amigas.
Os dois temas do título viraram dogmas na sociedade politicamente correta moderna. Tornaram-se intocáveis, imunes a qualquer crítica, olimpicamente alheias aos problemas que causam. Quem ousa mexer em suas feridas expostas corre sérios riscos, de enxovalhamentos ao degredo. Interessante notar que "ambas as duas" não existem na Natureza pelo simples motivo que nela prevalecem o "Quem pode mais, chora menos!" e a depuração das raças.

Sabemos que nada é mais harmônico e próximo da perfeição que a Mãe Natureza. Nela, nunca se viu, nem se verá, qualquer manada, alcatéia, bando, etc, usando qualquer preceito dessas aberrações que são os sistemas de governo humanos. Nela, vale a capacidade dos melhores de fato na definição de seus líderes. Quem mais se aproxima das leis naturais são os índios (afinal, vivem em total contato com a Mãe Terra). Quanto às relações, elas se restringem a indivíduos da mesma espécie, cada qual com sua raça. As miscigenações, se ocorrerem, são uma raridade absoluta e não prosperam, pois geram seres diferentes que são rejeitados pela seletividade rascante das fêmeas para o acasalamento.

Certamente, vários já começaram a me chamar de adjetivos nada alvissareiros (racista, nazista, talmudista, petista,...), um pária, inimigo da humanidade! Nada mais caquético. Tudo o que faço aqui é análise fria dos fatos. Posso cometer erros de avaliação como qualquer pessoa e estou pronto a mudar de opinião se me provarem por A+B que estou errado em minhas análises. Não prego o niilismo, o isolamento, a segregação, mas os vejo como direitos inatacáveis e aqueles que os desejarem merecem a liberdade de professá-los.

Sobre Democracia, podemos dizer que, teoricamente, seria um modelo de governo correto, no qual a participação popular seria aberta e querida, podendo haver direta decisão do povo na governabilidade. Mas para que ela desse certo, seriam necessárias essencialmente duas coisas: primeiro, um povo culto e consciente, abnegado e opinativo, unido e honesto. E segundo, leis abrangentes, progressistas e justas, criadas por representantes populares qualificados para tal função e obedecidas por todos, sem exceções ou privilégios. Alguém conhece algum país no mundo onde essas duas premissas sejam fatos? Sem elas, conseguem me dizer como se pode viver e progredir dignamente dentro desse arremedo de sistema de governo?

Sobre miscigenação, sempre reiterarei: trata-se de um DIREITO que todos podem utilizar, o mesmo direito que têm todos aqueles que NÃO QUEREM se misturar. Os xiitas politicamente corretos, juntamente com a massa oligofrênica, urram por todos os poros: "Raças não existem! Só existe uma raça: a raça humana!" A estupidez em todos os sentidos é a tônica dessa frase. Vejamos:

- Raças existem, sim, e são 04 biologicamente comprovadas: branca (caucasianos), negra (africanos), amarela (orientais) e vermelha (aborígenes, ameríndios). Cada uma delas é genética, biológica e estruturalmente desigual da outra, inclusive em micro detalhes. Muito além da simplória e burlesca questão de "cor da pele". Uma 5ª raça já poderia ser considerada oficial devido às miscigenações: a parda ou mestiça.

- A expressão "a raça humana" é uma estupidez (ou coisa muito pior) que só tem eco no miolinho de ameba de alienados e congêneres. O que existe é a ESPÉCIE humana, que se divide em sub-espécies, também chamadas de... RAÇAS. Basta saber o básico de Biologia para constatar tal obviedade. Para quem se interessar em conhecer mais sobre isso, falei AQUI.

Pergunto: por que fomentam essa aversão ao termo "raça" apenas com relação ao ser humano? Em todos os outros animais, elas existem e são admiradas e procuradas. Vejam os cães: os 'puros-sangues' são vendidos a peso de ouro enquanto os vira-latas são desprezados. Eu sou inimigo de pet shop e fã incondicional de vira-latas. Vejo-os portadores de uma dignidade e originalidade ímpares! No entanto, o que mais vemos por aí são pessoas à procura de raças caninas puras (nada contra), torcendo o nariz e dando de ombros aos meus queridos vira-latas.

Então, qual seria o problema de existir "pedigree humano", fosse branco, negro, amarelo, vermelho ou, até mesmo (por que não?), mestiço? Isto poderia coexistir tranquilamente com a livre miscigenação. Espaço no mundo é o que não falta; faltam é hombridade e coragem para cada um se orgulhar sem receios daquilo que é e que deseja. Enquanto a maioria das pessoas se mostrar e aceitar ser massa de manobra, marionetes, cobaias, perfeitos "paneleiros", a boiada humana continuará alegremente pastando. 

É neste cenário onde o povinho está quase comatoso, incapaz de fazer "ó com o fiofó", que democracia e miscigenação são imputadas às nações como o que há de mais politicamente correto e inquestionável. Parece até que, para se reverter tal quadro, nada menor que uma guerra civil em cada país surtiria efeito para arrancar a humanidade dos marasmos mental, moral, psicológico e espiritual imputados pelos grandes parasitas.

O "Poder do povo, para o povo e pelo povo", somado à "sólida crença" de que somos todos iguais (somos, sim, mas APENAS em direitos e deveres), fará da humanidade um sopão no caldeirão fervente para o banquete da NOM.
FAB29

4 comentários:

  1. Excelentes considerações neste artigo camarada!

    Cada uma delas abre campos imensuráveis ao diálogo, mas irei apenas tocar em uma. Perfeição da natureza e a perfeição humana.

    Esse binômio é tema das mais vastas e vaiadas tradições civilizatórias... enquanto a perfeição da natureza tem expressão mecânica no sentido do instinto ser o que predomina, e o mérito de de discernimento animal ser uma micro chispa de individuação, no ser humano deveria o instinto ser menos determinante em razão do Ser Humano ter ferramentas disponíveis pelo seu potencial de consciência maior que os animais a atuar menos mecanicamente e mais cor discernimento, mais por consciência. A evolução humana é muito mais definida por consciência, mas sem abdicar do instinto, e sim dominar o instinto.

    Onde quero chegar... toda ciência política, política sendo a arte ou técnica da vivência coletiva deve ter como premissa o conceito do que é o homem... esse conceito do que é o homem tem sido atacado há dois mil anos em amplo território... começou-se afirmando que o homem era um brinquedo de Deus e agora afirma-se que é uma massa biológica guiada por instintos biológicos incondicionalmente...

    Destas duas aberrações vemos as dicotomias niilistas e criacionistas no pior sentido.

    Saudações

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    1. É por isso, caro Tannhauser, que os grandes parasitas fomentam as emoções bárbaras envilecendo as Artes, prostituindo as Culturas e banalizando (ou coisa pior) as religiosidades, principalmente através da música decrépita e de programinhas execráveis.

      O abismo entre as classes precisa não apenas ser mantido, mas ser ampliado sempre que possível. Desta maneira, tudo fica do jeito que os dominadores querem.

      Abraço e grato pela deferência.

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  2. A miscigenação pode não ser danosa para as classes dominante Já para as massas a miscigenação é uma verdadeira tragédia. O Brasil é um exemplo clássico de "povo" que não é povo mas uma casta acéfala semelhante aos dalits indianos.A miscigenação no Brasil deriva das aventuras dos portugueses mundo afora. Os viajantes eram incentivados pela nobreza portuguesa a se casarem com nativas afim de criar laços e estabelecer feitorias. Em nome do comércio e do lucro a nobreza portuguesa criou uma casta de mestiços miseráveis por onde seus suditos passaram. O Brasil não ficou para trás.

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    1. No primeiro século do Brasil foi essencialmente assim, Pavlvs. Mas as imigrações após esse período fez com que a população brasileira chegasse ao séc. 20 com a maioria miscigenada, mas um bom percentual de outras raças.

      Li há vários anos uma pesquisa antropológica que mostrava que quase 40% do Brasil ainda era de brancos quase puros (99,99% de genética caucasiana). Hoje em dia, certamente diminuiu com essa campanha racista monstruosa contra os brancos, impondo a miscigenação.

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