Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Assassinos seriais

Amigos e amigas.
Sempre que vemos a identificação de um assassino pela mídia, esta mostra todos os detalhes dele (ao menos, aparentemente). Se for muçulmano, então, mostra seus vizinhos, sua infância e, até, sua árvore "ginecológica" (pois é: a coisa chega a ser pornográfica!).

Mas isso não ocorre quando os criminosos são judeus. Estes são imensamente protegidos por sua mídia. Pode-se até revelar o assassino, mas nunca sua origem. Por exemplo: vocês conhecem o caso de uma quadrilha de judeus russos e italianos que sequestrava crianças para realizar filmes pornôs e elas eram assassinadas durante as filmagens?  Nunca viram isso em nenhuma grande mídia, certo? Confira essa dantesca história AQUI.

Há o caso mais famoso da História (Jack, o Estripador), cuja identidade foi confirmada: descobriu-se ser um imigrante judeu polonês chamado Aaron Kosminski (apesar de haver outras versões). Porém, a patrulha sionista já está colocando dúvidas no assunto. E AQUI, eles procuram explicar cientificamente qual foi a "falha" na maneira em que a descoberta se deu. Então, aproveito para perguntar: por que não usam incríveis técnicas forenses como essas para homologar o que as testemunhas do holocausto judeu afirmam? Afinal, esses técnicos estão atestando a respeito de UMA pessoa do século 19; logo, seria muito mais fácil de se atestar os notórios 6 milhões de judeus (mais de meio século depois), não seria?

Podemos ver muitos outros casos. Vejam abaixo uma lista de assassinos seriais famosos, cuja origem judaica é sempre omitida ou tergiversada (afirma-se que pertencem a outra religião ou etnia). Cui bono? Ou, na linguagem popular: "NO MEU, NÃO!!"

Traduzido, compilado e adaptado por mim DAQUI e DAQUI. Para confirmar a lista, AQUI.
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Nathaniel Bar-Jonas (nascido David Paul Brown), canibal e pedófilo,
conseguiu não ser condenado à morte por essas práticas contra Zachary Ramsay,
de 10 anos, porque a mãe do menino se recusou a crer que o filho estava morto.
Foi condenado a 130 anos de prisão por seqüestro,
assalto agravado e agressão de crianças.

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Dylan Klebold (junto com Eric Harris) foi o responsável pelo "Massacre de Columbine",
no qual 13 pessoas foram assassinadas e 24, feridas.
O motivo é atribuído a bullying e
depressão com tendências suicidas, segundo sua mãe.
Ele e seu parceiro se mataram na biblioteca da escola.

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Edward Theodore Gein (Ed Gein) começou exumando cadáveres femininos recentes,
extraindo suas vaginas e usando calcinhas com elas dentro.
Passou a matar mulheres e usar partes de seus corpos pela casa:
crânios como tigela de sopa; pele para revestir cadeiras, etc.
Livrou-se da pena de morte por ter sido declarado insano.
Morreu no manicômio aos 77 anos.

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Joel David Rifkin confessou 17 assassinatos e foi condenado em 1994 por 9 deles
a 203 anos de prisão. Neles, Rifkin estrangulou e desmembrou suas vítimas.
A imprensa estadunidense o apelidou de "Joel, o Estripador".

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Harold Shipman, médico britânico condenado à prisão perpétua
pelo assassinato de 15 idosos por envenenamento com diamorfina.
Quando uma de suas vítimas ( Kathleen Grundy )
lhe deixou uma fortuna de mais 600 mil libras, foi finalmente pego.
Enforcou-se na prisão aos 57 anos.

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Rodney Alcala, serial killer sádico e estuprador,
condenado à morte por 5 assassinatos, mas estima-se em mais de 100.
"Brincava de enforcar" suas vítimas até quase à morte,
as reanimava e repetia o processo várias vezes até matá-las.
Ganhou da Justiça 25 anos de vida e, assim,
só poderá ser executado aos 95 anos de idade.

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Herb Baumeister ("O Assassino de Fox Hollow Farm"),
torturador, estuprador e estrangulador, matou 11 homossexuais,
cujos corpos foram encontrados em seu quintal.
Conseguiu fugir do país e se matou antes de ser capturado.

Harvey Glatman
Harvey Glatman ("O Assassino de Beldades"), se fazia de fotógrafo de estúdios
para atrair suas vítimas, que estuprava e matava por enforcamento.
Assassinou três e foi preso no ato do quarto sequestro,
sendo condenado à morte em câmara de gás.

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David Berkowitz assassinou 6 pessoas com um revólver 44.
Por não gostar da alcunha "O Assassino Calibre .44",
deixou uma carta onde se autodenominou "O Filho de Sam"
após matar um casal no Bronx. Foi condenado a seis prisões perpétuas.

John Wayne Gacy (na foto, com a Primeira Dama Rosalynn Carter),
"O Palhaço Assassino", acusado de matar ao menos 29 garotos,
recebeu 21 prisões perpétuas e 12 penas de morte.
Enquanto aguardava sua execução, fez muitos desenhos infantis,
principalmente palhaços, que viraram itens macabros de colecionadores.
Recebeu uma injeção letal em 1994.

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Albert de Salvo, "O Estrangulador de Boston",
psicopata responsável pela morte de 13 mulheres entre 19 e 85 anos.
Condenado à morte em 1967, foi assassinado seis anos depois,
na enfermaria da prisão de Walpole.

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Jeffrey Dahmer assassinou 17 pessoas entre homens e crianças entre 1978 e 1991.
Estuprador, canibal e necrófilo, é um dos assassinos mais cultuados pelos
"artistas modernos", como Slayer, Ke$ha e Katy Perry.
Foi morto na prisão, junto com outro assassino, por Christopher Scarver,
que afirmou ter recebido "ordens do Além".

Peter Kudzinowski foi condenado à morte em 1929 por três assassinatos,
sendo os dois últimos, de crianças. Era suspeito de outros dois crimes.
Foi eletrocutado no final de 1929.

Sra Tillie Klimek
Tillie Klimek (nascida Otillie Gburek), chamada de "Bluebeard Clique", foi condenada
à prisão perpétua pelo envenenamento por arsênico do seu terceiro marido,
mas era suspeita de ter envenenado seus dois primeiros e outras três pessoas.

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Henry Lee Lucas, assassino confesso de milhares de vítimas
em 23 anos de atividade, teve 11 delas confirmadas,
sendo condenado à morte e, depois, tendo a pena comutada
em perpétua. Morreu de insuficiência cardíaca.

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Charles Schmid, "The Pied Piper of Tucson", estrangulador e estuprador,
matou três mulheres. Condenado à morte, teve a pena comutada em prisão perpétua.
Em 1975, foi esfaqueado 47 vezes por dois detentos, perdendo um olho e um rim.
Morreu vinte dias depois.

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Robert Shulman executava suas vítimas a marteladas ou com taco de beisebol
e as desmembrava. Foram cinco prostitutas entre 1991 e 1996.
Condenado à prisão perpétua,
morreu 10 anos depois de ser preso.

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Efren Saldivar, o "Anjo da Morte", matou seis de seus pacientes com injeção letal
e foi condenado a seis prisões perpétuas,
além de ser acusado de mais de 50 outros crimes
entre os anos de 1989 e 1997.

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Richard Loeb e Nathan Freudenthal mataram Bobby Franks, de 14 anos,
só pela "sensação de cometer um crime perfeito". Ao se declararem culpados,
evitaram o júri popular que certamente os condenaria à morte.
Receberam prisão perpétua pelo assassinato e 99 anos pelo sequestro.

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Randall Woodfield foi condenado por três assassinatos,
mas é suspeito de mais de 40.
Tem a sentença de prisão perpétua e 165 anos adicionais.
É uma espécie de "Killer Star":
tem conta no MySpace onde faz seus "desabafos";
teve várias cartas suas vendidas online
que acabaram virando um livro "The Serial Killer Letters";
casou-se três vezes na prisão.

O andarilho homossexual Louis Kenneth Neu
assassinou dois outros homossexuais em 1933;
um, a golpes com ferro elétrico e outro, estrangulado, roubando-os em seguida.
Foi preso usando o terno de uma de suas vítimas. Foi enforcado em 1935.

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Robert Zarinsky foi condenado à prisão perpétua por dois assassinatos,
mas era suspeito de outros seis, incluindo um policial.
Morreu na prisão em 2008, de fibrose pulmonar.

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James Koedatich, assaltante e estuprador, matou a facadas três pessoas.
Foi condenado à morte, mas mudaram para prisão perpétua
quando três jurados se recusaram a votar pela sua execução.

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Gloria Tennenbaum, débil mental que assassinou três pessoas
(duas delas, envenenadas com cianeto) em 1969.
Jurou inocência até seu último dia.
Suicidou-se no manicômio de Pueblo, em 1971.

Keeton  
Bertram Greenberg assassinou os oficiais de polícia James L. Keeton
e Don A. Beckstead (fotos acima)e uma garota de 13 anos.
Esta, ele estrangulou e os policiais, matou durante a fuga.
Foi morto na fronteira do Novo México.

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Joseph Kallinger (nascido Lee Brenner III), "O Sapateiro",
matou três pessoas e torturou quatro famílias, junto com seu filho de 13 anos, Michael.
Seus pais adotivos o sodomizaram por anos
e ele "descontou" em sua esposa e cinco filhos.
Morreu aos 60 anos, na prisão.

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Willian Rothstein foi o responsável pelo covarde assassinato de Brian Wells,
entregador de pizzas que teve uma bomba enrolada em seu pescoço,
sendo cúmplice em outro. Negou até o fim suas participações.

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Robert Durst confessou sem querer o assassinato de três pessoas
(entre elas, sua 1ª esposa e sua amiga de infância),
além de ser suspeito em vários outros casos.
Foi sentenciado a 85 meses de prisão.

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Steven Oken assassinou Dawn Marie Garvin. Não satisfeito,
enfiou-lhe uma garrafa de condimentos na vagina.
Após este, assassinou sua meia-irmã Patricia Hirt e um recepcionista de um motel.
Tudo num espaço de duas semanas. Foi executado com uma injeção letal em 2004.

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Jeffrey Lynn Feltner, assassino homossexual, especialista em enfermagem,
que executou oito idosos entre 1988 e 1989, alegando serem
"atos humanitários para acabar com o sofrimento dos doentes".
Condenado à prisão perpétua, morreu com AIDS.

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Phillip Carl Jablonski assassinou cinco mulheres entre 1978 e 1991. Aos 16 anos,
"brincou" de enforcar sua irmã de 14 e conseguiu uma ereção.
Foi preso em 1991 após o assassinato de Margie Rogers e condenado à morte.
Aos 70 anos, continua no corredor da morte.

Ed Savitz
Edward Isadore Savitz (Uncle Eddie , Fast Eddie ou Dr. Feel Good),
degenerado pederasta que,
apesar de consciente de sua condição de aidético,
continuou a ter relações com garotos até ser preso.
Pagou a milhares de jovens rapazes para fazer sexo oral e anal,
além de ficar com suas roupas íntimas sujas de fezes,
que ele guardava em caixas de pizza em seu apartamento. 

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Norman Parker assassinou duas pessoas, uma delas,
uma garota de 18 anos que namorava, apenas porque ela admirava Hitler.
Conseguiu se salvar da execução alegando autodefesa.
Conheça sua hipócrita versão AQUI, onde afirma, entre outras coisas:
"É raro ter um assassino judeu". Depois, hipocritamente, virou criminologista.

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Andrei Chikatilo, "O Açougueiro de Rostov" ou "O Estripador Vermelho",
confessou o assassinato de 53 pessoas entre 1978 e 1990. Era impotente
e só conseguia uma ereção em contato com sangue humano.
Foi executado com um tiro na cabeça em 1994.

Este filho da puta matou Mary Phagan.
Leo Max Frank estuprou e assassinou Mary Phagan,
uma adolescente de 13 anos,  em 1913.
À época, foi criada a judaica ADL (Anti-Defamation League) para defendê-lo.
Após o governador lhe conceder misericórdia,
foi raptado e linchado pela população em 1915.

Outros assassinos da etnia judaica:

Charles Cohen: matou um e espancou os pais até a morte, quase decapitando a mãe;

Louis Fine: casava-se com herdeiras e as matava. Pelo menos seis vítimas;

George Sack: assassinava pelo seguro de vida das vítimas. Cinco foram confirmadas;

Alfred Leonard Cline: indiciado por 9 assassinatos, sendo um clérigo;

Ralph Jerome Selz: um vigarista suspeito de 5 assassinatos;

Benjamin "Bugsy" Siegel e Meyer Lansky: maiores mafiosos da História;

Edward Simon Wein: Estuprador e, mais tarde, assassino em série;

Ralph Nuss: três assassinatos em 1966;

Milton Niport: o "Taxista Judeu", confessou seis assassinatos;

Joseph Fischer: seguiu os mesmos padrões do "Filho de Sam"
(11º e 29º dos meses judaicos; marcou o sábado coincidindo
com o 22 Iyyar, igual ao 1º Sábado observado durante o Êxodo);

Brian Kevin Rosenfeld: enfermeiro, matou três; suspeito de outros 20;

Nathan Trupp: matou 5 pessoas em dois incidentes separados;

Eyal Shachar: médico envolvido em fraudes, matou duas mulheres;

Salomon Rosenbloom: 4 assassinatos, incluindo um sacerdote cristão;

James Eric Gottfried: matou 14 mulheres por toda a Europa.
Tinha um irmão fraudador e um sobrinho assassino.