Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 10 de maio de 2016

Relembrar é preciso

Amigos e amigas.
Reforçando um fato há muito e sempre dito, porém bem pouco propalado, revisito abaixo frases, observações e pensamentos de personalidades e mídia judaicas acerca do papel sumamente revolucionário dos Sábios do Sião nas convulsões sociais mais agudas da História.

O caráter revolucionário do povo judeu é o constante divisor de águas nos pontos fulcrais dos acontecimentos históricos, moldando o cerne de uma nação e do mundo aos seus exclusivos propósitos. Revejam alguns desses pontos.
FAB29

M. Cohan escreve em “The communist”, nº 72.:
Kharkov, 12 de Abril de 1919.
“Sem exagero, deve-se dizer que a grande Revolução Social russa foi afetada pelas mãos dos judeus. Teriam podido eles mesmos – a obscura e oprimida massa de trabalhadores e granjeiros russos – ser capazes de destruir a burguesia? Não. Foram precisamente os judeus os quais dirigiram o proletariado russo ao amanhecer da Internacional; e agora, dirigem a causa soviética, que ainda pertence às suas mãos. Devemos estar tranqüilos, porque o Exército Vermelho está sob controle do camarada Leon Trotsky."

O rabino Lewis Browne, em seu livro “How odd of God”:
“Nós pretendemos fazer com os gentios o mesmo que os comunistas estão fazendo na Rússia”.

O professor Niebur, falando no Instituto Judaico de Religião: Nova Iorque, 03 de Outubro de 1934.
“O marxismo é a forma moderna da profecia judaica”.

M. Hermalin, judeu comunista: Nova Iorque, 1917.
“A Revolução Russa foi feita por judeus. Nós temos criado as Sociedades Secretas e planejado-as ao reinado do terror. A Revolução triunfou por nossa propaganda convincente e com nossos assassinatos em massa – tudo com o propósito de formar um governo verdadeiramente nosso”.

Angelo S. Rappaport em “The pioners of the Russian Revolution”, publicado por Stanley, Paul & Co., na pg. 250: Londres, 1918.
“Na Rússia, os judeus foram totalmente responsáveis pela Revolução”.

Moritz Rappaport
Moritz Rappaport, na Revolução de 1918 na Alemanha:
“A Revolução recorda-nos novamente a importância da questão judaica, posto que os judeus são o seu elemento condutor”.

Em “Jewish Tribute”: 05 de Julho de 1922.
“A Revolução alemã é resultante dos judeus; os partidos liberais democráticos têm um grande número deles como líderes, que ocupam um papel predominante nas oficinas do Alto Estado”.

Maurice Samuel, em seu livro “You gentiles”, pg. 155:
“Nós, os judeus, os destruidores, sempre permaneceremos como tais. Nada do que vocês façam satisfará nossas necessidades e demandas. Sempre destruiremos, porque necessitamos do mundo em nosso poder”.

O sábio judeu londrinense Dr. Oscar Levy, em “The world significance of the Russian Revolution”:
“Nós, os judeus, estamos gravemente equivocados. Nós, que temos alardeado de ter dado ao mundo o Salvador, não somos hoje mais que trapaceiros, seus destruidores, incendiários e executores. Temos prometido um novo paraíso, mas damos um novo inferno”.

B.A.M. Shapiro, um novaiorquino que se autodenomina um cristão por fé e judeu por raça, em seu folheto “America’s great Menace”:
“Chegou o momento em que os patriotas judeus da América devem sentir a grande responsabilidade pelo feito diabólico do comunismo, planejado e realizado por Israel”.

Anotações do livro “How odd of God”, por Rabbi Lewis Browne:
“Nenhum agitador desejou com tanta vivacidade a Revolução Francesa de 1848 que dois judeus: Heinrich Heine e Ludwig Borne.
Foi um judeu, Leon Trotsky, quem dirigiu o Exército Vermelho e salvou a causa comunista na Rússia.
Foi um judeu, Karl Liebnecht, ajudado por uma judia, Rosa Luxemburg, que dirigiu a sublevação espartaquista na Alemanha.
Foi um judeu, Bela Kuhn, que implantou o regime vermelho na Hungria.
Foi um judeu, Kurt Eisner, quem dirigiu o golpe socialista na Bavária.
Para o judeu, a atividade revolucionária parece ser o único caminho para a autêntica liberdade”.

Em “L’Univers Israelite”: Paris, 05 de Setembro de 1867.
“A Revolução, com sua igualdade e fraternidade, é a estrela de Israel”.
Bernard Lazare
Em “Archivens Israelites”: Paris, 06 de Julho de 1889.
“O ano de 1789 é um novo passo: a Revolução Francesa tem um surpreendente caráter hebreu”.

Bernard Lazare, em seu livro “Anti-semitismo e suas causas”: Paris, 1894.
“Os judeus tomam parte nas revoluções e nelas mantêm-se como jogadores. Seu espírito é consciente e essencialmente revolucionário. Ou, de outro modo, pode-se dizer que o judeu é um revolucionário nato”.