Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sábado, 24 de setembro de 2016

Um pouco de História oculta

Amigos e amigas.
Segue abaixo uma resumida história bem pouco contada a respeito do Islã. Podemos constatar nela que os semitas (judeus incluídos) são aferrados às suas religiões exclusivistas, possessivas e imperialistas, pregando uma brutal intolerância à liberdade e ao livre arbítrio religioso.

É claro que tal regra tem várias honrosas exceções, mas, no seu cerne, as religiões semíticas, com tais pregações, dão toda a margem às convulsões sociais, étnicas e políticas que grassam pelo mundo. Retirado daqui.
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- Quando os EUA nasceram, no final do séc. XVIII, havia uma crise com os muçulmanos do norte da África. Eram povos oficialmente muçulmanos, que viviam sob as leis do Corão.


- Estes muçulmanos atacavam navios que passavam pelo Mediterrâneo, incluindo americanos, sequestrando, escravizando e matando ocupantes, além de saquear a carga. Os navios americanos eram normalmente protegidos pela marinha inglesa antes da independência, mas depois de 1776 era cada um por si.

- Os piratas muçulmanos cobravam fortunas como resgate dos reféns e os preços sempre subiam a cada sequestro bem sucedido. Jefferson se opôs veementemente aos pagamentos mas foi voto vencido, os EUA e as outras nações com navios sequestrados estavam aceitando pagar os resgates e subornar os piratas. O presidente americano era George Washington.

- Por volta de 1783, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e John Adams vão para a Europa como embaixadores para negociar tratados de paz e cooperação. Os EUA nasceram em 1776 e estavam mergulhados até então na Guerra de Independência. Assim que a situação acalmou no país, essas três figuras icônicas saem em missão diplomática para representar o país.

- Em 1786, depois de dois anos de conversas diplomáticas com os muçulmanos, Thomas Jefferson e John Adams encontraram com o embaixador dos povos que ficavam na região de Trípoli, na atual Líbia, chamado Sidi Haji Abdul Rahman Adja. Jefferson estava incomodado por conta dos ataques que não acabavam mesmo com todos os esforços de paz e quis saber com que direito os muçulmanos sequestravam e matavam americanos daquele jeito.

- A resposta que ouviu marcou Jefferson para sempre: "o islã foi fundado nas Leis do Profeta, que estão escritas no Corão, e diz que todas as nações que não aceitarem a sua autoridade são pecadoras e que é direito e dever declarar guerra contra seus cidadãos onde puderem ser encontrados e fazer deles escravos e que todo muçulmano que for morto na batalha irá com certeza para o Paraíso." Jefferson ficou chocado, ele não queria acreditar que uma religião literalmente mandava matar todos os infiéis e que quem morresse na batalha iria para o céu.

- Durante 15 anos o governo americano pagou os subornos para poder passar com seus navios na região. Foram milhões de dólares, uma quantia que representava 16% de todo orçamento do governo federal. O primeiro governo do país, de George Washington, não queria ter forças armadas permanentes por não ver riscos de ataques ao país, mas os muçulmanos mudaram esta idéia. Os subornos serviriam para evitar a necessidade de ter forças militares, mas não estavam funcionando porque os ataques continuavam. Entra John Adams, o segundo presidente, e as despesas sobem para 20% do orçamento federal.

- Em 1801, Jefferson se torna o terceiro presidente americano e, mal tinha esquentado a cadeira, recebe uma carta dos piratas aumentando o butim. Ele fica louco e, agora como presidente, diz que não vai pagar nada.

- Com a recusa de Jefferson, os muçulmanos de Trípoli tomaram conta da embaixada americana e declararam guerra aos EUA. Foi a primeira guerra dos EUA após a independência, a marinha americana foi criada para essa guerra. O que é hoje a Tunísia, Marrocos e Argélia se juntou aos líbios na guerra, praticamente todo norte da África com exceção do Egito.

- Jefferson não estava para brincadeira. Mandou seus navios para a região e a guerra durou até 1805, com vitória americana, e ele ainda colocou tropas ocupando o norte da África para manter a situação sob controle.

Thomas Jefferson ficou realmente impressionado com o que aconteceu. Ele era contra guerras e escreveu pessoalmente as leis de liberdade e tolerância religiosa que estão na origem da Constituição americana, mas ele entendeu que o Islã é totalmente diferente: era uma religião imperialista, expansionista, que tinha propósitos totalmente diferentes.

Jefferson mandou traduzir o Corão em 1806, lançando a primeira edição americana. Ele queria que o povo conhecesse o Corão e entendesse aquele pessoal do norte da África que roubava, saqueava e matava, cobrava resgates e que declarou guerra quando os pagamentos cessaram.