Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 13 de março de 2017

Vacinação: previna-se contra ela!

Amigos e amigas.
Este tema recorrente sempre será pedra no sapato. Há muitos anos que me tornei particularmente avesso a vacinas e não as aceito em mim. No artigo abaixo, que adaptei daqui, as palavras de especialistas que pensam e agem como eu, tendo todo o conhecimento de causa para tanto.
Caso estejam em dúvidas sobre o tema, convido-os (as) a se localizarem na vida e tirarem suas conclusões. Sublinhados e destacados são meus.
FAB29

Cientistas Alertam para Riscos das Vacinas
José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico

e dr. Roberto Giraldo, médico infectologista e imunologista 

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Todo cuidado é quase nada!
Doenças causadas pelas vacinas

Desde muitos anos atrás, está cientificamente demonstrado que as vacinas não só não previnem as doenças, mas elas mesmas podem causar as enfermidades que supostamente deveriam prevenir; por exemplo, a vacina Sabin causa a maior parte dos casos de paralisia infantil, segundo admite John Salk, o qual primeiramente a desenvolveu.

Além disso, não há prova convincente alguma de que as vacinas tenham feito diminuir ou erradicar moléstias; estatísticas mundiais mostram que todas as doenças, cuja extinção ou diminuição de incidência é atribuída às vacinas, já vinham declinando naturalmente havia anos; a introdução da vacina não alterou o ritmo da queda para baixo, que se deveu a melhores condições de vida da população, sobretudo na primeira metade do século XX.

Alterações Neuropsíquicas

Entre as doenças atribuídas às vacinas (moléstias iatrogênicas) estão as alterações neuropsíquicas, que são as maiores consequências; no caso das crianças, retardam seu desenvolvimento (elas não falam, não caminham normalmente), ou apresentam deficiência de atenção, hiperatividade, autismo (cuja incidência vem aumentando assustadoramente desde que teve início a vacina tríplice [coqueluche, tétano e difteria], problema atribuído ao timerosal (mercúrio) utilizado como adjuvante). Aqui é bom lembrar que em 1943 começam casos de autismo; desde aquela época, cientistas ligam isso ao mercúrio das vacinas – há 70 anos, portanto. Também pode haver: morte súbita de berço, choro incontrolável (há bebês que morrem de tanto chorar continuamente, sem conseguirem parar); esquizofrenia, paralisia cerebral, alterações do sistema imunológico, epilepsia, dislexia, alterações imunológicas, aumento da violência juvenil, crimes e suicídios.[...]

Perigo do Alumínio: miofascite macrofágica

Na verdade, há décadas, renomados cientistas advertem para os perigos crescentes desses produtos. O dr. Marc Vercoutère, no artigo O alumínio contido nas vacinas provoca doenças graves afirma o seguinte: “Considerado um adjuvante que estimula a resposta imunológica, o alumínio entra na composição de 25 vacinas habitualmente usadas na França, principalmente contra a difteria, o tétano, a poliomielite e as hepatites A e B. Uma patologia emergente, prejudicial, que não pára de crescer – a miofascite macrofágica, possivelmente desencadeada por vacinas contendo hidróxido de alumínio – foi descrita pelo Prof. Romain Ghérardi, do hospital Henri-Mondor de Cretéil.”

“Recém-nascidos recebem: 20 vezes a dose tóxica de alumínio”

Sobre o mesmo assunto, Philipe Champagne, no artigo “A respeito das vacinas” afirma: “O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismo. Estudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos limites de toxidez. Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas de alumínio (...) Cada inoculação representa mais de 20 vezes a dose tóxica! Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam. Um médico responsável por um centro de saúde (...) consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.[...]

Morte súbita

O dr. Robert S. Mendelsonh, famoso pediatra norte-americano (1926-1988), crítico da prática pediátrica, da obstetrícia ortodoxa, da vacinação, da fluoretação da água e da medicina em geral, afirmou o seguinte: Minha suspeita, compartilhada por outros da minha profissão, é que os cerca de 10 mil óbitos por Síndrome de Morte Súbita Infantil (SIDS) nos EUA por ano estão relacionadas a um ou mais efeitos das vacinas que são dadas rotineiramente às crianças”. Mais à frente, disse o seguinte: Se eu fosse seguir minhas mais profundas convicções, eu instaria você a rejeitar toda a vacinação para suas crianças”. As frases constam de seu artigo: A bomba-relógio médica da imunização contra as doenças – A maior ameaça das doenças da infância está nos perigosos e ineficientes esforços para preveni-las."[...]

Segundo Mendelsohn, “Muito daquilo que as pessoas acreditam a respeito das vacinas simplesmente não é verdade”. E acrescenta: Eu não só tenho sérias dúvidas sobre a vacinação, como também faria todo o possível para que as pessoas não vacinassem seus filhos. Entretanto, não posso fazer isto, pois, em muitos estados americanos, os pais perderam o direito de fazer tal escolha. Médicos — não políticos — fizeram o bem-sucedido lobby para aprovação da lei que obriga os pais a vacinarem seus filhos como pré-requisito para matriculá-los na escola”.

Segundo ele, “não há nenhuma evidência científica de que as vacinações em massa tenham eliminado qualquer doença infantil e a Sabin continua sendo ministrada a crianças, apesar de o dr. Jonas Salk, desenvolvedor da primeira vacina, ter dito que ela (a vacina) é agora a causa da maior parte dos casos de pólio que aparecem; os médicos consistentemente repetem seus erros.

Indaga o renomado pediatra: Por que a vacina Sabin (gotas que contêm o vírus vivo) ainda é administrada, quando o Dr. Jonas Salk, pioneiro da primeira vacina, tem alertado que agora a maioria dos casos de poliomielite é conseqüência da vacina Sabin? Continuar a forçar esta vacina em crianças é um procedimento médico irracional. É uma reprise da relutância dos médicos em abandonar a vacina contra varíola, única causa de óbitos por varíola durante três décadas após sua erradicação.” [...]

Coleman: “Doenças Raras Serão Cada Vez Mais Comuns”

Dr. Vernon Coleman, famoso médico inglês autor dos mais populares livros sobre medicina na Grã-Bretanha, publicou o seguinte livro: How to stop your doctor killing you ("Como impedir seu médico de matá-lo"). Acredito firmemente que, se o programa de vacinação continuar – e se for ampliado – veremos muitas doenças novas. Acredito, também, que doenças raras há uma ou duas gerações serão cada vez mais comuns. Os efeitos colaterais imediatos são preocupantes. Alguns são graves (como os danos cerebrais), outros mais leves. Que novas cepas de doenças estamos introduzindo ao usar vacinas de forma tão imprudente?” [...]

Estudos científicos de diversas partes do mundo mostram que, após a introdução da vacinação massiva em diversos países, a decadência na saúde desse público infanto-juvenil é notória; os problemas neurológicos crescem à velocidade alarmante, assim como distúrbios e comportamento. Antes, as crianças tinham sarampo, catapora, caxumba, tosse comprida e outras doenças comuns da infância, que eram até boas para elas desenvolverem o sistema imunológico. Hoje, além de terem essas mesmas doenças - {às vezes causadas pelas próprias vacinas} – ainda apresentam autismo, retardo no desenvolvimento etc. [...]

As pessoas em bom estado de saúde, equilibradas psíquica, mental e espiritualmente, não podem ser atacadas por micróbio algum e nem pelo vírus da gripe suína. Insisto que esta é uma das leis fundamentais da Infectologia. Desta forma, as autoridades sanitárias, em lugar de gerar pânico e terror como estão fazendo agora, deveriam utilizar os meios de comunicação para explicar detalhadamente as diferentes formas de estimular nossos mecanismos de defesa em geral e o sistema imunológico em particular.

A felicidade e alegria, enfim a satisfação pessoal, são o melhor estimulante do sistema imunológico. Devemos, portanto, aproveitar os artistas, músicos, pintores, teatrólogos, escritores, dançarinas, cômicos, entre outros, para que, com suas técnicas, estimulem as emoções positivas e a espiritualidade das pessoas que moram nos lugares de uma possível epidemia de gripe suína ou de qualquer outra infecção. Desta forma, ninguém precisaria de máscaras cirúrgicas, nem antibióticos. Todo contágio poderia ser neutralizado por sistemas sanitários saudáveis.

Os nutricionistas equilibrados poderiam explicar como uma dieta à base de frutas e verduras frescas é o ideal nas atuais circunstâncias. Como um dente de alho ao dia, junto com um pouco de suco de cenoura e limão, com propriedades antivirais, antioxidantes e imunoestimulantes, poderiam ser suficientes para lidar com o vírus da gripe suína e com qualquer outro micro-organismo potencialmente patogênico. Um pouco de exercício ao ar livre, desfrutando a beleza da Criação, combinado com respiração profunda e meditação ajudaria bastante.

7 comentários:

  1. mais um parolo que faz com que doenças erradicadas voltem por falta de vacinaçao, idiota vai estudar.

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    1. Caro ninguém, que Deus proteja sua família. De você.

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    2. E a questão, caro jacó-ninguém, é que ninguém o censura. É que seres humanos não são esgotos para suas podridões verbais.
      Mantenha-as onde elas são bem vindas: a fábrica-depósito que você chama de mente.
      Seus "comerdários" não contribuem em nada por aqui.
      Passar bem... desta para melhor.

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    3. o patego ninguem o censura, tu nao sabes metade da historia boi, es burro que nem calhau


      http://www.astropt.org/2011/07/14/como-uma-fraude-deu-inicio-ao-movimento-anti-vacinacao/


      http://www.astropt.org/2011/07/04/portugal-volta-a-idade-das-trevas/

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    4. Conheço um artigo onde um "ispessialista ispacial" se arvora a "isplicar" todas as incongruências patéticas enfronhadas na grotesca "ida do homem à Lua".
      Um completo e perfeito aspone. Faz de você e seus dois links meros amadores mancos.

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    5. o patego conhece patetices, mas atreve-se a falar de ciencia, sabe la um burromo que e o processo de auto-imunizaçao.

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    6. Sua clareza e profundidade de opinião emocionam.
      Fora dizer sua capacidade de observar que o texto, além de não ser meu, cita opiniões de especialistas.
      Patético.

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