Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 30 de abril de 2017

O atoleiro darwiniano

Amigos e amigas.
Uma das maiores "santidades" da Ciência moderna é a Teoria da Evolução, de Darwin. A quase incondicional aceitação dela pelo meio científico e docente me causa estranheza há muito tempo. Alguns de seus defensores chegam ao fanatismo de dizer que quem não crê nela não passa de um ignorante, alienado, estúpido, insano, etc.


Richard Dawkins - Evolucionista xiita
Após quase dois séculos de estudos, debates, considerações, pesquisas, análises, reconsiderações, defesas, contradições,... Eis que... NADA EVOLUIU! A teoria de Darwin continua chafurdando num atoleiro de dúvidas e impossibilidades que a fazem transitar do quase divino ao patético. Um dos fundamentalistas defensores atuais de Darwin é Richard Dawkins. Este alardeia que seu livro "O maior espetáculo da Terra" preenche todas as lacunas que impedem a aceitação da Evolução. Pura falácia! Pontos cruciais não são esclarecidos: os "elos perdidos"; as transições entre uma espécie primitiva e sua sucessora; o motivo de tantos animais (baleia, tubarão, celacanto, crocodilo, barata, escorpião, etc) existirem há tantos milhões de anos praticamente sem evolução alguma; apenas o ser humano ser racional;...

E o próprio Darwin admitiu: “Estou consciente de que me encontro num atoleiro sem a menor esperança de saída. Não posso crer que o mundo, tal como o vemos, seja resultado do acaso; e, no entanto, não posso considerar cada coisa separada como desígnio divino.

Engels, numa carta a Marx (outro fã incondicional de Darwin), escreveu: 
O Darwin que estou lendo agora é magnífico. A religião não estava destruída em algumas partes, e agora isso acaba de acontecer”

Curiosidades pouco ou nada divulgadas: Darwin abandonou sua faculdade de Teologia para se 'dedicar' ao sibaritismo. Segundo dois de seus biógrafos, Adrian Desmond e James Moore:
“Obcecado consigo mesmo e cheio de autopiedade, Darwin estava nas últimas. (…) Ele ria e afastava suas mágoas com uma turba de companheiros de bebida. (…) Herbert e Whitley estavam ‘dando algumas festas muito alegres’, com até sessenta homens em cada bebedeira. Eles fumavam, contavam piadas, jogavam e desfrutavam de lubricidade abundante. Nas manhãs que se seguiam, Darwin punha-se sóbrio de novo, lendo ‘Declínio e Queda do Império Romano’, de Gibbon, o tônico perfeito para um ordenado excessivamente indulgente consigo mesmo. Isso tornou-se um hábito regular. (…) Eram duas da manhã e tudo estava negro como piche antes que ele rastejasse de volta para a faculdade, violando o toque de recolher. O banimento, sabia, estava agora por um triz."


"Não é o mais forte da espécie que sobrevive,
nem o mais inteligente, mas aquele
mais sensível às mudanças".
Mas para isso, é necessário
força e inteligência.
Além de quê, ele era presidente do “Clube dos Glutões”. Semanalmente, Darwin e seus amigos se reuniam para comer “carnes bizarras”, “uma ave ou animal raro que um deles houvesse caçado e que fosse desconhecido ao paladar humano”.
Darwin era um mundo de dissabores. Padecia de um mal-estar constante: tinha insônia, dores de cabeça, taquicardia, zumbidos nos ouvidos, espasmos, falta de coordenação motora, vômitos freqüentes, calafrios, tremores e convulsões musculares; além disso, sentia fraqueza, vertigens e tonturas, e era acometido de ataques violentos de náusea, forte ansiedade e crises de choro histérico. Apresentava ainda manchas negras ao redor dos olhos e sofria crises de depressão profunda.

Tais sintomas colocavam Darwin de cama às vezes por meses a fio e ele se desesperava por perder em função deles, segundo ele próprio dizia, quatro quintos de seu tempo. Aquele que foi unanimemente proclamado um dos mais notáveis pensadores de todos os tempos não conseguia trabalhar mais que duas ou três horas por dia e estava completamente debilitado no final de sua vida. Vivia isolado em sua casa; tinha fobia social.

Adapte-se ou adeus!
Eu penso que a Teoria da Evolução deveria ser chamada de "Teoria da Adaptação". Darwin não descobriu nada além da capacidade de adaptação das espécies às condições em que vivem. Beija-flores com um bico curvo para poderem se alimentar do néctar de flores com o bojo curvado; mariposas brancas que se tornaram escuras por causa da poluição industrial que enegrecia a neve em que se camuflavam; diversos animais cujos olhos perderam a função ao passarem a morar em cavernas, desenvolvendo de sobremaneira outro sentido (tato, audição ou olfato); e por aí vai.

É-me totalmente impossível que, de uma "sopa química primordial" lá no início da Terra (onde teria 'brotado' a primeira célula orgânica) surgisse ao acaso e em tão pouco tempo (pro universo, alguns bilhões de anos são poucos dias), uma variedade incontável de seres incrivelmente complexos como os que temos hoje em dia, munidos de células super especializadas para visão, audição, movimento, tato,...! Só a "Explosão Cambriana" (em que, num curto espaço de tempo na escala geológica, estimado em 5 milhões de anos, surgiram praticamente todos os filos animais conhecidos, inclusive os precursores dos vertebrados, além de outros que a ciência não consegue classificar, todos estes organismos marinhos) é um tiro no peito da teoria de Darwin. Some-se às milhares de incongruências, inconclusividades e desconhecimentos para nos vermos num labirinto de Creta com vários Minotauros babando e assombrando o túmulo do "Pai da Evolução".

Neste link, mais uma cutucada na Evolução. Até penso que Darwin, assim como Copérnico, tiveram belos insights, mas cada vez mais a realidade dos fatos mostra que eles falharam na base.
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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Só os cristãos?

Amigos e amigas.
No curto vídeo abaixo, vemos um claro e justo resumo da pedofilia e outros abusos de menores, coisas que são atribuídas a todo instante a padres e outros clérigos cristãos.
Em seguida, para exemplificar, uma leva de exemplos só de uma outra religião, mostrando que o diabo é bem mais feio do que se pinta.
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Caso de Shlomo Aviner (Rosh Yeshiva, Ateret Cohanim Yeshiva, Rabino de Beit El, Israel) 

Caso do rabino Lewis Brenner (condenado por abuso sexual de crianças), acusações de sodomia, abuso sexual e ameaças ao bem-estar de uma criança, concordaram em se declarar culpados de uma acusação de sodomia no terceiro grau, Em troca de uma sentença de cinco anos de liberdade condicional.) 

Caso do Rabino Ephraim Bryks (acusações sobre o comportamento sexual inapropriado com as crianças começaram a surgir na década de 1980. Rabi Bryks é atualmente um membro do Vaad Harabonim de Queens. O Vaad é um comitê rabínico que toma decisões importantes dentro de uma comunidade ortodoxa. 

Caso do rabino Shlomo Carlebach (acusado de vários casos de abuso sexual de menores e agressão sexual de mulheres jovens) 

Caso Rabino Perry Ian Cohen - Montreal e Toronto Canadá (Acusado de abuso sexual de um jovem de dezessete anos. Despedido por impropriedade sexual com fiéis) 

Caso do Rabino Yitzchak Cohen (Acusado de assediar sexualmente os alunos da Universidade Bar-Ilan) 

Caso do rabino Ephraim Goldberg - Boca Raton, Flordia (declarou-se culpado de um delito menor de exposição de órgãos sexuais em um banheiro em Palm Beach Mall.) 

Caso do rabino / cantor Sidney Goldenberg (condenado por ter molestado crianças. As primeiras queixas ocorreram em 1971. Ele foi finalmente condenado em 1997.) 

Caso de Cantor Joel Gordon (Condenado por ter mantido uma casa de prostituição e envolvimento em um anel de prostituição.) 

Caso de Rabi Israel Gruenwald (acusado de molestar um jovem de 15 anos em um vôo de avião de 1995 da Austrália para Los Angeles) A ​​acusação contra ele foi descartada depois de concordar em realizar 500 horas de serviço comunitário e procurar aconselhamento). 

Caso do Estado de Israel vs. Ofensor Sexual (Condenado por estupro repetido e molestamento forçado de seu graddaughter.) 

Caso de Yehudah Friedlander - Assistente do rabino (acusado de molestar um rapaz de 15 anos em um vôo de avião 1995 da Austrália para LA. Friedlander foi assistente do rabino-chefe de uma congregação hassídica húngara no Brooklyn, conhecida como Pupas) 

Caso do rabino em Hillel Torah, Chicago, IL (Um professor na escola de Chicago foi acusado de abuso sexual de crianças. Seu nome não foi liberado. A escola fez tudo corretamente na tentativa de manter as crianças seguras uma vez que as acusações foram feitas. 

Caso do rabino Solomon Hafner (acusado de abusar sexualmente de um menino com deficiência mental) 

Caso de Rabi (Alan J.) Shneur Horowitz (Condenado e condenado a 10 - 20 anos de prisão por sodomizar um paciente psiquiátrico de nove anos. Supostamente, ele levou uma série de crianças da Califórnia para Israel. Em Nova York, Alan J. Horowitz é um rabino ortodoxo, magna cum laude, MD, Ph.D. Um graduado da Universidade Duke, e foi um escritor de NAMBLA (North American Man / Boy Love Association). 

Caso de Jacob Frank e do Movimento Frankista (acusado de práticas de tipo cultual e ofensas sexuais) 

Caso do rabino Israel Kestenbaum (acusado de pornografia infantil na internet) 

Caso do rabino Robert Kirschner (acusado de sexualmente ter explorado ou assediado três congregados e um empregado da sinagoga) 

Caso do Rabino Ze'ev Kopolevitch (Condenado por molestar alunos em Rosh Yeshiva, Netiv Meir Yeshiva High School) 

Caso do rabino Baruch Lanner (condenado - abuso de crianças.) 

Caso do rabino Jerrold Martin Levy (condenado por duas acusações de solicitação de sexo através da Internet e duas acusações de pornografia infantil, foi condenado a seis anos de prisão) 

Caso do rabino Pinchas Lew (acusado de se expor a uma mulher.) 

Caso do rabino / psicólogo Mordecai Magencey (perdeu sua licença para praticar no Estado de Missouri por causa de sua má conduta sexual com seus pacientes.) 

Caso do rabino Richard Marcovitz (condenado por atos indecentes ou lascivos com uma criança) 

Caso do rabino Juda Mintz (condenado - pornografia infantil na internet

Rabi Yona Metzger (acusado de má conduta sexual com quatro homens) 

Caso do rabino Avrohom Mondrowitz (acusado de dois casos de abuso sexual com meninos em uma escola de educação especial em Nova York) 

Caso do rabino Michael Ozair (acusado de abuso sexual de uma menina de 14 anos de idade) 

Caso de Cantor Stanley Rosenfeld (Condenado de molestar um garoto de 12 anos de idade - ele era seu tutor) 

Caso do rabino Charles Shalman (acusado de má conduta sexual em relação aos membros femininos da congregação) 

Caso de Cantor Robert Shapiro (acusado de três casos de estupro e quatro acusações de agressão indecente e de uma mulher com deficiência mental) 

Caso de Cantor Michael Segelstein (acusado de tentativa de estupro, Chabad - Las Vegas, Nevada)

Caso do rabino Ze'ev Sultanovitch (acusado de molestar sexualmente um número de estudantes adultos no Merkaz Harav Yeshiva) 

Caso de Rabi Melvin Teitelbaum (acusado de três casos de crimes sexuais contra dois meninos menores de 14 anos e um de assalto com intenção de cometer estupro contra a mãe de um garoto. As acusações foram descartadas por falta de evidências) 

Caso do rabino Isadore Trachtman (acusado de práticas do tipo cultual e ofensas sexuais) 

Caso do rabino Hirsch Travis (rabino em Monsey, acusado de posar como um médico do Brooklyn especializado em problemas de infertilidade e alegadamente abusando sexualmente e agredindo um paciente.) 

Caso do Rabino Matis Weinberg (acusado de práticas de tipo cultual e ofensas sexuais) 

Caso do Rabino Yaakov Weiner (Acusado de ter molestado menino em Camp Mogen Avraham, Nova Iorque)

Caso de Cantor Phillip Wittlin (condenado por molestar duas meninas) 

Caso do Rabino Mordechai Yomtov (Condenado por abuso sexual e cometer atos obscenos contra três meninos) 

Caso do rabino Sheldon Zimmerman (Por ter violado diretrizes sobre "ética sexual e limites sexuais",) 

Caso do Rabino Max Zucker (Acusado por três mulheres de as tocar indevidamente) 

Caso de Arie Adler e Marisa Rimland, NY (Arie Adler foi acusada de molestar sua filha.) Marisa Rimland assassinou sua filha, e depois cometeu suicídio). 

Caso de Simcha Adler - Ohel Conselheiro, NY (Alegadas acusações de sodomia, abuso sexual e duas acusações de pôr em perigo o bem-estar de uma criança; até tentativa de sodomia). 

Caso de Eugene Loub Aronin - Conselheiro Escolar, TX (Condenado em 1984 de agressão sexual de um menino de 10 anos) 

Caso de B'Nai Torah Congegation - Hillel Comunidade Day School zelador, Boca Raton, FL (acusado de abuso de crianças) 

Caso de Chaim Ciment (acusado e acusado de abuso sexual de primeiro grau, após alegações foram feitas que ele acariciou uma menina de 17 anos em um elevador). 

Caso de James A. Cohen - Líder do Grupo de Jovens Judeus (Molestador de crianças condenado, condenado a 9 anos por agressão de 4 meninos) 

Caso de Larry Cohen - treinador de futebol, Lake Oswego, OR (acusado de molestar dois indivíduos.) 

Caso de Lawrence Cohen - Professor da Escola, NJ (Condenado a 10 anos de prisão federal por transmitir pornografia infantil através do seu computador de casa). 

Caso de Phillip "Eli" Cohen, Londres, Inglaterra (acusado de 13 casos de agressão indecente de um menino e quatro ofensas de assalto indecente a uma menina) 

Caso de Stuart Cooperman, MD - pediatra, Merrick, Nova York (acusado de molestar seis pacientes femininas). 

Caso da família de Delaware (pai acusado de abuso de criança) 

Caso de Mordechai (Morton) Ehrman - Grupo de jogo de Simcha, Brooklyn, NY (acusado de molestar dezenas de estudantes). 

Caso de Hbrandon Lee Flagner (Condenado pelo seqüestro e assassinato agravado de Tiffany Jennifer Papesh, uma menina de 8 anos de idade. Flagner também alegou ter molestado centenas de meninas durante sua vida. Enquanto na prisão, Flagner se converteu ao judaísmo por um rabino Chasidic .) 

Caso de Arnold e Jesse Friedman (Ofensor sexual condenado) 

Caso de Richard "Steve" Goldberg (Supostamente engajar-se em atos sexuais com várias meninas menores de 10 anos na Califórnia. Ele está na lista dos 10 fugitivos mais procurados do FBI) 

Caso de Ross Goldstein (Condenação de sodomia no primeiro grau (três acusações) e uso de uma criança em um desempenho sexual. Ele foi condenado a quatro termos indeterminados concorrentes de 2 a 6 anos de prisão. Veja também: Caso de Arnold e Jesse Friedman ) 

Caso de vários criminosos sexuais infantis em Har Nof, Jerusalém, Israel (Descreve vários casos de supostos criminosos sexuais infantis na cidade charedi de Har Nof) 

Caso de David B. Harrington - Diretor da Escola / Big Brother, Rockville, MD (Delinquente sexual condenado, casos dos anos 60 e 80) 

Caso de Estado vs. Israel. Um criminoso sexual (condenado - religioso israelense de 68 anos se declarou culpado de abuso repetido de sua neta, foi condenado a 19 anos de prisão). 

Caso de Eric Hindin - voluntário judaico do big brother, Newton, miliampère (Condenado de 35 contagens do estupro da criança. Foi sentenciado a 20-22 anos na prisão). 

Caso do juiz Ronald Kline, CA (Acusado de possuir pornografia infantil e ter supostamente molestado um menino de bairro há 25 anos). 

Caso do açougueiro Kosher em Chicago (acusado de molestar crianças por mais de 30 anos) 

Caso de Cantor Howard Nevison (acusado de molestar seu sobrinho) 

Caso de Lawrence Nevison - (Condenado de molestar seu sobrinho. Ele é o irmão de Cantor Howard Nevison) 

Caso de Stuart Nevison - (Condenado de molestar seu primo. Ele também é o irmão de Cantor Howard Nevison) 

O Caso dos Estudantes de Yeshiva Ner Israel na década de 1950 (Alunos acusados ​​de sexualmente molestar um aluno mais jovem) 

Caso da Sociedade de Nova York para a Casa de Surdos (acusado de tratar pacientes com deficiência como animais, espancado, drogado e roubado de seus cheques de governo). 

Caso de Ozzie Orbach, MD (acusado de molestar sua filha) 

Caso do JCC Parque de Rogers, Chicago Illinois (Este foi o primeiro caso de suposto molestamento em massa registrada em Illinois para envolver acusações de abuso sexual por um grupo de adultos, consiste em 246 alegações de que membros do pessoal abusado crianças matriculadas no centro, de acordo com o Departamento de Crianças e Serviços à Família de Illinois). 

Caso de Jonathan Rosenthal - Liason da Polícia Comunitária, Londres, Inglaterra (Acusado de agressão sexual de algumas crianças, depois que um júri usou o antigo direito de direito comum, decidir que as provas não eram suficientemente fortes). 

Caso de Adam Theodore Rubin - Professor, Coach e Coordenador de Escoteiras (Acusado de usar um computador para solicitar sexo com um menor, posse de uma substância perigosa controlada e posse de parafernália de drogas). 

Caso de Georges Schteinberg - Professor, Rio de Janeiro, Brasil (Acusado de posse de pornografia infantil). 

Caso de Aryeh Scher - vice-cônsul israelense, no Rio de Janeiro, no Brasil (acusado de posse de pornografia infantil). 

Caso de David Schwartz - conselheiro de acampamento, Culver City, CA (condenado e condenado a um ano em tratamento residencial e cinco anos de liberdade condicional por molestar um garoto de 4 anos sob seus cuidados no acampamento de verão). 

Caso de Jerrold Schwartz - Chefe-Escoteiro, NY (Condenado e sentenciado a 8 anos na prisão por contagens múltiplas de sodomia de seu aluno anterior). 

Caso de Irwin Silverman - conselheiro principal do secretário de interior dos EUA 1933-53 (acusado de molestar sua filha Sue William Silverman.) 

Caso de Paul Slifer - Professor (Acusado de agressão sexual de vários alunos, representando um médico.) 

Caso de Ari Sorkin - Sinagoga Youth Worker, Elkins Park, PA (acusado de molestar uma menina de 16 anos de idade) 

Caso do Dr. Saul e Judith Wasserman (acusado de molestar sua filha) 

Caso de David Douglas Webber - Mashgiach (Supervisor de Kashrut), Canadá (Condenado e sentenciado a seis anos por possuir pornografia infantil e molestar sete meninos nos últimos oito anos). 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Fotos ilustradas

Amigos e amigas.
Para os que ainda não conhecem meu trabalho como desenhista, republico uma série de desenhos que fiz, com parentes, amigos e por encomendas.
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Fausto





Jéssica



Encomenda de uma amiga



Giovana




Nanci (estudo)




Fernando (estudo)




Nanci e Fernando

 



Ana Rita e Família (estudo)



Adriana e Família


Márcia




D. Leonor



Ana e Wagner (estudo)



Gabriel



Enzo e Sophia (Estudo)

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Foi-se Wiesel, ficou Merkel.

Amigos e amigas.
O artigo abaixo é de Robert Faurisson, o maior revisionista vivo. Nele, Faurisson pondera sobre fatos já ditos por ele em outros artigos, junto com uma insólita premiação que a presidente alemã (judia) Ângela (Rebekah) Merkel (Jentisch) receberá do sionismo mundial.
A questão irônica do título serve como um vaticínio. Se ocorrer (nada difícil), todos deverão dizer: "Faurisson bem que avisou!"...
Extraído daqui.
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Na segunda-feira, 24 de abril de 2017, Angela Merkel, chanceler da República Federal da Alemanha e ex-integrante da "Juventude Alemã Livre" da República Democrática Alemã, receberá o Prêmio Elie Wiesel, do US Holocaust Memorial Museum, em Washington.

Elie Wiesel, que morreu no ano passado, foi a "proeminente testemunha falsa" que disse ter sido internado durante a guerra em Auschwitz com seu pai. Em janeiro de 1945, enquanto as tropas soviéticas se aproximavam, os alemães ofereceram aos internados, judeus ou não-judeus, a escolha entre sair para o Ocidente (isto é, para o centro da Alemanha "nazista") e permanecer no acampamento. Com a primeira escolha, os prisioneiros experimentariam uma das terríveis "marchas da morte", durante as quais muitos deles poderiam perecer, especialmente devido à devastação causada pelos bombardeios aliados e, com a segunda, especialmente as mulheres e as meninas, eles poderiam ter medo de enfrentar a brutal turba do "Exército Vermelho". Tendo deliberado longamente, pai e filho optaram pela partida com os alemães.

Isto é, E. Wiesel é muitas vezes retratado como a testemunha por excelência para o extermínio dos judeus em Auschwitz, capital do "Holocausto" ou "Shoah". Em geral, se toma cuidado para não especificar que, para o autor de "Noite", o extermínio foi realizado ali por FOGO, em chamas ao ar livre, e não por GÁS em "câmaras de gás". Em 1994, Elie Wiesel, então descobrindo que falar de extermínio por GÁS era impossível de suportar, foi tão longe a ponto de escrever em suas memórias: “Deixe as câmaras de gás permanecerem fechadas aos olhares curiosos, e à imaginação” (Inglês tradução: All Rivers Run to the Sea, Nova Iorque, Knopf, 1995, página 74). Assim, para ele não se tratava de representar a arma do "crime dos crimes", nem mesmo de imaginá-lo.

Os soviéticos tomaram Auschwitz em 27 de janeiro de 1945. Curiosamente, o Pravda, durante seis dias, ficou em silêncio sobre o modo como os "fascistas alemães" tinham exterminado os detidos. Só em sua edição de 2 de fevereiro veio a revelar que o extermínio tinha sido realizado pela ELETRICIDADE. As vítimas, caídas mortas em uma correia transportadora, eram levadas para o topo de um alto-forno e despejadas dentro para serem reduzidas a cinzas (ver Auschwitz: Facts and Legend, 11 de janeiro de 1995). Em outras palavras, qualquer lixo que os homens de Pravda ("Verdade") achassem apto a escrever, como tantas vezes com invenções holocáusticas!

Quanto ao Museu Memorial do Holocausto, de Washington, tornou-se, à força de mentiras e contos de todos os tipos, uma Meca da Religião, Negócios e Indústria do suposto extermínio dos judeus. Em geral, as somas de dinheiro arrecadadas para "compensação" ou "reparações" desde a Segunda Guerra Mundial por várias organizações judaicas ou eminências judaicas como Nahum Goldmann  (1895-1982) são colossais. Seria interessante fazer uma pesquisa para determinar a quantidade exata, e torná-la conhecida. Para se ter uma idéia dele, pode-se referir ao meu breve artigo em francês, de 23 de maio de 1978, sobre as consequências político-financeiras do "genocídio" dos judeus. Ele inclui um extrato bastante instrutivo de uma entrevista à imprensa com Goldmann.

A cerimônia de 24 de abril ilustrará, no mínimo, a reunião, em um único dia, de toda uma fauna de vendedores de ilusão que se esforçaram para matar a alma alemã por meio de uma calúnia gigantesca que se tornou intocável, sacrossanta. As mesmas pessoas, por chantagem, posteriormente extorquiram das nações alemãs e austríacas, e de outros também, somas fabulosas de dinheiro, ou "doações" de valor considerável - como, por exemplo, fornecimento gratuito pelo contribuinte alemão para o Estado de Israel de vários submarinos especialmente onerosos, tudo pronto para ser armado com armas nucleares.

Em vez de comemorações e cerimônias, ainda estou à espera de "uma prova, uma única prova da existência e do funcionamento de uma única câmara de gás nazista", ou uma resposta ao desafio que repito com persistência: "Mostre-me ou me desenhe uma Câmara gás nazi!" . Sou respondido com golpes físicos, insultos e ações judiciais, e até mesmo com uma lei especial, conhecida como "Lei de Gayssot "ou" lei de Fabius-Gayssot "ou" lei de Faurisson". Esta lei tem a peculiaridade de ter sido publicada no Diário Oficial da República Francesa em 14 de julho de 1990. Para o francês médio a data de 14 de julho assumiu um valor simbólico. Foi naquele dia de 1789 que, supostamente, uma tirania chegou ao fim e, finalmente, abriu uma era que foi bem para a liberdade de opinião e expressão.

sábado, 8 de abril de 2017

Infância massacrada

Amigos e amigas.
Educar é o maior desafio e o maior sacerdócio que existe. Tal ato não pode ser tarefa de nenhuma escola, mas, sim, da FAMÍLIA. Educação é algo desde o berço, onde o carinho, a atenção e o amor são as primeiras prioridades. Gradativamente, vai-se estimulando a criança com toques, imagens, sons e odores. Assim que ela passa a responder rápido aos estímulos, começa-se a dosá-los e variá-los.

A disciplina e os limites precisam estar sempre em alerta, devendo ser utilizados a qualquer instante. Os primeiros cinco anos da criança são determinantes na formação de seu caráter. Quanto mais a Família acertar na solidificação da base de seus dependentes, tanto melhor e mais fácil serão suas socialização e escolarização.

Mas o mundo contemporâneo está propositalmente pródigo em iniquidades, especialmente contra a criança e o jovem. Isto porque os grandes parasitas sabem perfeitamente do enorme potencial deles, da altíssima periculosidade que suas mentes bem trabalhadas representam contra seus planos supremacistas. Jovens bem educados e disciplinados, com suas enormes energia, vitalidade e gana de aprender, criar e progredir, são em exército potencialmente invencível.

Vejam abaixo trechos de uma entrevista do psiquiatra Augusto Cury sobre como a infância está sendo massacrada pelo status quo apodrecido e dicas do que pode ser feito para evitar. Adaptei daqui.
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1- Excesso de estímulos

“Estamos a assistir ao assassinato coletivo da infância das crianças e da juventude dos adolescentes no mundo todo. Nós alteramos o ritmo de construção dos pensamentos por meio do excesso de estímulos, sejam os presentes a todo momento, seja acesso ilimitado a smartphones, redes sociais, jogos ou excesso de TV. Eles estão a perder as habilidades sócio emocionais mais importantes: colocarem-se no lugar do outro, pensar antes de agir, expor e não impor as ideias, aprender a arte de agradecer. É preciso ensiná-los a proteger a emoção para que fiquem livres de transtornos psíquicos. Eles necessitam gerenciar os pensamentos para prevenir a ansiedade. Ter consciência crítica e desenvolver a concentração. Aprender a não agir pela reação, no esquema ‘bateu, levou’, e a desenvolver altruísmo e generosidade.”

2- Geração triste

“Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva. Precisamos ensinar às nossas crianças a fazerem pausas e contemplar o belo. Essa geração precisa de muito para sentir prazer: viciamos nossos filhos e alunos a receber muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. O resultado: são intolerantes e superficiais. O índice de suicídio tem aumentado. A família precisa de se lembrar que o consumo não faz ninguém feliz. Suplico aos pais: os adolescentes precisam ser estimulados a aventurarem-se, a ter contato com a natureza, encantarem-se com astronomia, com os estímulos lentos, estáveis e profundos da natureza que não são rápidos como as redes sociais.”

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3- Dor compartilhada

“É fundamental que as crianças aprendam a elaborar as experiências. Por exemplo, diante de uma perda ou dificuldade, é necessário que tenham uma assimilação profunda do que houve e aprender com aquilo. Como ajudá-las nesse processo? Os pais precisam falar das suas lágrimas, suas dificuldades, seus fracassos. Em vez disso, pai e mãe deixam os filhos no tablet, no smartphone, e os colocam em escolas de tempo integral. Pais que só dão produtos para os seus filhos, mas são incapazes de transmitir a sua história, transformam seres humanos em consumidores. É preciso sentar e conversar: ‘Filho, eu também fracassei, também passei por dores, também fui rejeitado. Houve momentos em que chorei’. Quando os pais cruzam o seu mundo com o dos filhos, formam-se arquivos saudáveis poderosos na sua mente, que eu chamo de janelas light: memórias capazes de levar crianças e adolescentes a trabalhar dores perdas e frustrações.”

4- Intimidade

“Pais que não cruzam o seu mundo com o dos filhos e só atuam como manuais de regras, estão aptos a lidar com máquinas. É preciso criar uma intimidade real com os pequenos, uma empatia verdadeira. A família não pode só criticar comportamentos, apontar falhas. A emoção deve ser transmitida na relação. Os pais devem ser os melhores brinquedos dos seus filhos. A nutrição emocional é importante mesmo que não se tenha tempo, o tempo precisa ser qualitativo. Quinze minutos na semana podem valer por um ano. Pais têm que ser mestres da vida dos filhos. As escolas também precisam mudar. São muito cartesianas, ensinam raciocínio e pensamento lógico, mas se esquecem das habilidades sócio emocionais.”

5- Mais brincadeira, menos informação

“Criança tem que ter infância. Precisa brincar, e não ficar com uma agenda pré-estabelecida o tempo todo, com aulas variadas. É importante que criem brincadeiras, desenvolvendo a criatividade. Hoje, uma criança de sete anos tem mais informação do que um imperador romano. São informações desacompanhadas de conhecimento. Os pais podem e devem impor limites ao tempo que os filhos passam à frente das telas. Sugiro duas horas por dia. Se não colocares limite, eles vão desenvolver uma emoção viciante, precisando de cada vez mais para sentir cada vez menos: vão deixar de refletir, se interiorizar, brincar e contemplar o belo.”

6- Parabéns!

“Em vez de apontar falhas, os pais devem promover os acertos. Todos os dias, filhos e alunos têm pequenos acertos e atitudes inteligentes. Pais que só criticam e educadores que só constrangem provocam timidez, insegurança, dificuldade em empreender. Os educadores precisam ser carismáticos, promover os seus educandos. Assim, o filho e o aluno vão ter o prazer de receber o elogio. Isso não tem ocorrido. O ser humano tem apontado comportamentos errados e não promovido características saudáveis.”

domingo, 2 de abril de 2017

Covardia sem limite

Amigos e amigas.
Quando afirmo que a covardia é um câncer dos mais devastadores não há nenhum exagero. O tempo todo, vemos (péssimos) exemplos dela em nosso cotidiano.

A maior fomentadora da covardia e de tudo o que o ser humano tem de ruim é a guerra. O vídeo abaixo exemplifica e sintetiza minha afirmação. A sordidez do exército de israel ao sequestrar e prender 350 crianças palestinas em apenas um ano não é mensurável em meras palavras.


O que mais me enoja é ver um monte de defensores desse status quo apodrecido, que vem com dezenas de "justificativas" ou "amenizações" (Conseguem ser ainda mais covardes que os fomentadores), dizendo, por exemplo, que "os israelenses têm o direito de se defender" ou "E os 'milhares' de misseis que os palestinos jogam em israel?" (lançados de estilingue, contra um superaparelhado exército. Bem proporcional!...)

"Não às armas!"; "Não às guerras!"; "Não à covardia!" Ideologicamente perfeito! O "problema" é que, sem elas, os "Grandes Corruptores" não se manteriam. Comodismo e conivência são os maiores mantenedores dessas covardias. Enquanto o povo cultivar essas duas excrescências, estaremos perdidos.
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