Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 30 de abril de 2017

O atoleiro darwiniano

Amigos e amigas.
Uma das maiores "santidades" da Ciência moderna é a Teoria da Evolução, de Darwin. A quase incondicional aceitação dela pelo meio científico e docente me causa estranheza há muito tempo. Alguns de seus defensores chegam ao fanatismo de dizer que quem não crê nela não passa de um ignorante, alienado, estúpido, insano, etc.


Richard Dawkins - Evolucionista xiita
Após quase dois séculos de estudos, debates, considerações, pesquisas, análises, reconsiderações, defesas, contradições,... Eis que... NADA EVOLUIU! A teoria de Darwin continua chafurdando num atoleiro de dúvidas e impossibilidades que a fazem transitar do quase divino ao patético. Um dos fundamentalistas defensores atuais de Darwin é Richard Dawkins. Este alardeia que seu livro "O maior espetáculo da Terra" preenche todas as lacunas que impedem a aceitação da Evolução. Pura falácia! Pontos cruciais não são esclarecidos: os "elos perdidos"; as transições entre uma espécie primitiva e sua sucessora; o motivo de tantos animais (baleia, tubarão, celacanto, crocodilo, barata, escorpião, etc) existirem há tantos milhões de anos praticamente sem evolução alguma; apenas o ser humano ser racional;...

E o próprio Darwin admitiu: “Estou consciente de que me encontro num atoleiro sem a menor esperança de saída. Não posso crer que o mundo, tal como o vemos, seja resultado do acaso; e, no entanto, não posso considerar cada coisa separada como desígnio divino.

Engels, numa carta a Marx (outro fã incondicional de Darwin), escreveu: 
O Darwin que estou lendo agora é magnífico. A religião não estava destruída em algumas partes, e agora isso acaba de acontecer”

Curiosidades pouco ou nada divulgadas: Darwin abandonou sua faculdade de Teologia para se 'dedicar' ao sibaritismo. Segundo dois de seus biógrafos, Adrian Desmond e James Moore:
“Obcecado consigo mesmo e cheio de autopiedade, Darwin estava nas últimas. (…) Ele ria e afastava suas mágoas com uma turba de companheiros de bebida. (…) Herbert e Whitley estavam ‘dando algumas festas muito alegres’, com até sessenta homens em cada bebedeira. Eles fumavam, contavam piadas, jogavam e desfrutavam de lubricidade abundante. Nas manhãs que se seguiam, Darwin punha-se sóbrio de novo, lendo ‘Declínio e Queda do Império Romano’, de Gibbon, o tônico perfeito para um ordenado excessivamente indulgente consigo mesmo. Isso tornou-se um hábito regular. (…) Eram duas da manhã e tudo estava negro como piche antes que ele rastejasse de volta para a faculdade, violando o toque de recolher. O banimento, sabia, estava agora por um triz."


"Não é o mais forte da espécie que sobrevive,
nem o mais inteligente, mas aquele
mais sensível às mudanças".
Mas para isso, é necessário
força e inteligência.
Além de quê, ele era presidente do “Clube dos Glutões”. Semanalmente, Darwin e seus amigos se reuniam para comer “carnes bizarras”, “uma ave ou animal raro que um deles houvesse caçado e que fosse desconhecido ao paladar humano”.
Darwin era um mundo de dissabores. Padecia de um mal-estar constante: tinha insônia, dores de cabeça, taquicardia, zumbidos nos ouvidos, espasmos, falta de coordenação motora, vômitos freqüentes, calafrios, tremores e convulsões musculares; além disso, sentia fraqueza, vertigens e tonturas, e era acometido de ataques violentos de náusea, forte ansiedade e crises de choro histérico. Apresentava ainda manchas negras ao redor dos olhos e sofria crises de depressão profunda.

Tais sintomas colocavam Darwin de cama às vezes por meses a fio e ele se desesperava por perder em função deles, segundo ele próprio dizia, quatro quintos de seu tempo. Aquele que foi unanimemente proclamado um dos mais notáveis pensadores de todos os tempos não conseguia trabalhar mais que duas ou três horas por dia e estava completamente debilitado no final de sua vida. Vivia isolado em sua casa; tinha fobia social.

Adapte-se ou adeus!
Eu penso que a Teoria da Evolução deveria ser chamada de "Teoria da Adaptação". Darwin não descobriu nada além da capacidade de adaptação das espécies às condições em que vivem. Beija-flores com um bico curvo para poderem se alimentar do néctar de flores com o bojo curvado; mariposas brancas que se tornaram escuras por causa da poluição industrial que enegrecia a neve em que se camuflavam; diversos animais cujos olhos perderam a função ao passarem a morar em cavernas, desenvolvendo de sobremaneira outro sentido (tato, audição ou olfato); e por aí vai.

É-me totalmente impossível que, de uma "sopa química primordial" lá no início da Terra (onde teria 'brotado' a primeira célula orgânica) surgisse ao acaso e em tão pouco tempo (pro universo, alguns bilhões de anos são poucos dias), uma variedade incontável de seres incrivelmente complexos como os que temos hoje em dia, munidos de células super especializadas para visão, audição, movimento, tato,...! Só a "Explosão Cambriana" (em que, num curto espaço de tempo na escala geológica, estimado em 5 milhões de anos, surgiram praticamente todos os filos animais conhecidos, inclusive os precursores dos vertebrados, além de outros que a ciência não consegue classificar, todos estes organismos marinhos) é um tiro no peito da teoria de Darwin. Some-se às milhares de incongruências, inconclusividades e desconhecimentos para nos vermos num labirinto de Creta com vários Minotauros babando e assombrando o túmulo do "Pai da Evolução".

Neste link, mais uma cutucada na Evolução. Até penso que Darwin, assim como Copérnico, tiveram belos insights, mas cada vez mais a realidade dos fatos mostra que eles falharam na base.
FAB29

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