Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 30 de maio de 2017

De novo às vacinas!...

Amigos e amigas.
Têm assuntos que nunca podem sair da pauta. Vacinação é um deles.

Segue abaixo um texto retirado e adaptado daqui que rebate com números reais pontos cruciais que a grande podre mídia tenta perpetrar em nossas mentes como benéficos e imprescindíveis.

Como são dignas de asco as escamoteações que os grandes parasitas fazem para evitar a conscientização da humanidade! Os fatos abaixo descritos, por si mesmos, já seriam suficientes para todo mundo execrar os desgovernantes do planeta e "pegar em armas" contra eles.

Já que lhes é lícito usar de mil falcatruas para submeter a humanidade a seus desmandos e caprichos, revidemos com tudo o que pudermos. O melhor começo é a conscientização.
FAB29

PS- Leiam mais aqui e aqui.

Resultado de imagem para vacinação venenos
Gotas que salvam ou escravizam?
Se as vacinas são realmente eficientes para evitar doenças, então seria uma decorrência lógica que as crianças vacinadas fossem mais saudáveis que seus colegas não vacinados. Na realidade, o desejo que seus filhos sejam saudáveis é o motivo pelo qual vários pais confiem cegamente nos programas públicos de vacinação. Ao mesmo tempo, existem cada vez mais crianças com problemas como alergia, asma, autismo e dificuldade em aprender. Tudo uma inacreditável coincidência?
A resposta mais curta é NÃO! Segundo os resultados de um recente estudo realizado na universidade Jackson State, dos EUA, crianças não vacinadas têm muito menos problemas de saúde do aquelas que foram vacinadas. O estudo, o primeiro do gênero, analisou mais de 600 “homeschoolers”, ou seja, alunos que são educados em suas próprias casas, entre a faixa etária de 6 a 12 anos. Ao todo, foi analisado o estado geral de saúde de 261 crianças não vacinadas contra 405 crianças que cumpriram parcial ou totalmente o programa público de vacinação. Os resultados foram publicados no Journal-of-Translational-Sciences.
O fato que crianças não vacinadas terem menos problemas de saúde já chama a atenção, mas o que realmente surpreende é a disparidade no estado de saúde de ambos os grupos. De fato, alguns dados são assustadores. Por exemplo, crianças vacinadas têm 30 vezes mais resfriado (rinite alérgica) do que seus colegas não vacinados e sofrem 22 vezes mais de graves alergias, necessitando de outros medicamento$$.
Além disso, os resultados mostram que crianças vacinadas tem 300% de probabilidade a mais de serem diagnosticadas com Síndrome de falta de atenção e hiperatividade (ADHS) e 340% de adoecerem de infecção pulmonar. Crianças vacinadas têm 300% mais riscos de padecerem de uma infecção do ouvido médio e 700% de precisarem de uma respectiva intervenção cirúrgica. 80% de todas as crianças norte-americanas sofrem de infecção dos ouvidos antes que atinjam os 3 anos de idade, sendo o principal motivo para uma visita ao pediatra e receitas de antibióticos desta grupo etário.
Apesar das repetitivas ponderações dos “especialistas”, que vacinas não provocam autismo, crianças vacinadas foram diagnosticadas 3 vezes mais do que as não vacinadas, e apresentaram sintomas de doenças provenientes do espectro autista. Crianças vacinadas foram diagnosticadas com doenças crônicas 2,5 vezes mais do que as não vacinadas. Isto explica provavelmente, porque 43% das crianças norte-americanas – total de 32 milhões – têm pelo menos uma dentre 20 doenças crônicas e isso é 4 vezes mais frequente do que seus pais.

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