Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Finalizando.2017

Amigos e amigas.
Mais um ano que se vai sem que nada de bom, útil ou producente tenha sido incorporado à vida da humanidade, nem que problemas cruciais ou cruciantes tenham sido de fato resolvidos, solucionados, avançados, depurados ou mesmo bem encaminhados à solução. Ao contrário.

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E das atitudes.
Claro que uma grande culpa disso está no parasitismo desenfreado e obsceno dos 'Senhores do Mundo', mas o principal culpado é o próprio povo em sua desonestidade e letargias mental, moral e espiritual, que o deixam na total submissão aos desmandos dessa casta de depravadores. Culpar os parasitas é fácil e cômodo (eu faço muito isso), mas encontrar essa brutal culpa em si e procurar caminhos para ao menos minimizá-la, procurando evoluir sempre (também tento isso o tempo todo) é uma questão de autodepuração que bem poucos estão aptos e dispostos a fazer.

O comodismo oligofrênico das massas as leva ao seu anestesiamento em todos os níveis, a ponto delas aceitarem que as mais obscuras e nefastas iniquidades (roubos, violência, lascívia, ignorância, mentiras...) sejam estampadas em seu cotidiano impunemente. Só um povinho de nível subterrâneo não reage à perda dos seus direitos básicos e da mínima assistência em saúde, ao vilipêndio do ensino e do aprendizado, ao envilecimento das Artes e da Cultura, à banalização da brutalidade e do grotesco.

O exemplo mais explícito de todo esse estado deplorável de desmentalidade ocorreu na política tupiniquim, onde o povinho paneleiro "se uniu" (Que lindo !) para tirar "o governo mais corrupto da História brasileira" (Ah. é, é ?), gritando e dançando nas ruas e nas redes sociais, com mil cartazes e palavras de ordem e com total apoio da grande mídia. Após a queda de tal regime, entrou um que faz tudo contra esse povinho às escâncaras. E cadê a indignação desses asquerosos que afirmam "lutarem por seus direitos e pela democracia" ? Gente estúpida.

Só completos imbecis ou pior afirmam que foram movimentos espontâneos e organizados, visando "o fim da corrupção". Qualquer pessoa minimamente isenta e sensata vê que essa tropa de "inocentes úteis" não passou de mera massa de manobra, como todo povinho movido à novela, futebol, bbbesta e jornal nacional é. Tal povinho é daquele que crê no que o Alckmin diagnosticou como o maior problema do Brasil ("A falta de dinheiro!") e ignora que o governo federal arrecadou este ano mais de DOIS TRILHÕES DE REAIS em impostos, além de informações como as do vídeo abaixo:



Pelo mundo, tudo como dantes e degringolando inexorável e sensivelmente, sob a tutela da NOM. Síria e Coréia do Norte são as bolas da vez e o Irã, o próximo alvo do imperialismo sionista. O governo trumpetista mostrando-se a marionete que todo governo ianque é ao entrar na esparrela de ameaçar destruir os norte coreanos e reconhecer Jerusalém como a capital israelense. Pela Europa, mais um mandato à judia anti-alemã merkel, que lidera a islamização européia e a devastação da cultura e da raça caucasiana. Há bastiões de resistência que estão na mira dos supremacistas e serão devidamente apreciados e obliterados a seu tempo.

A boiada é "democraticamente" conduzida a consumir, viver, sentir, comprar, reagir, aceitar, negar, tudo de acordo com a cartilha de seus capatazes. O mexidão-sopão racial, cultural, religioso, social e artístico está virando lei inabalável e o caldeirão cada vez mais se enche. Pedofilia, pederastia, transgêneros, satanismo, total desvirtuamento dos conceitos mais saudáveis (família, principalmente), escravidão ampla e irrestrita em qualquer nível. Os monopólios se recrudescem e a moeda única está às portas. Neste ritmo, o enfraquecimento gradual e constante do cerne das nações poderá se consumar já na próxima geração, que nascerá sob a marca do jugo universal, onde todos viverão felizes num estado de sítio (como em "Give me Liberty", de Frank Miller, e nas palavras de Huxley), devidamente vigiados pelo "Grande Irmão", de Wells.

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Amém.
Apesar de tudo isso posto, quero desejar a todos que o ano que vem seja mais pródigo em atitudes contundentes e profícuas de nossa parte para podermos nos fazer merecedores de melhorias. A partir de amanhã, sexta, 22/12, ficarei longe de internet para me dedicar ao relaxamento e à desintoxicação mental, emocional e espiritual, produzindo uns tantos de artes (desenhos, pinturas, músicas,...) e estudando mais um bocadinho ou dois. Espero retornar em 02/01/18. Até lá, abraços a todos, muita saúde, alegrias e sorte.
FAB29

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Mais gravidade

Amigos e amigas.
Neste segundo post em sequência sobre a Gravidade, compartilho mais um apanhado de informações e opiniões sobre ela. São dúvidas que existem e pairam sobre ela sem que se consiga dirimi-las (pelo menos, boa parte delas).

O único objetivo de postagens assim é suscitar as necessárias contestação e reais pesquisas para que as tergiversações sejam obliteradas de vez. O post abaixo mistura ceticismo, ironia, dados e experiências, tentando demonstrar o quanto a enganação do status quo é gritante.
FAB29

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"José Newton já dizia: 'Se subiu, tem que descer!'"
Gravidade é uma força fictícia criada por um ocultista, o maçom Isaac Newton, para tentar justificar todas as incongruentes alegações de um fajuto modelo cosmológico, o Heliocentrismo.
Gravidade é a desculpa perfeita para todo e qualquer questionamento pertinente que seja feito, a panacéia dos apascentados que regurgitam de forma passiva, inquestionável e automática tudo aquilo que foram doutrinados a crer.
1) Por que a Terra é uma 'esfera/oblato/geóide/formato de pêra/bola'?
RESPOSTA : Gravidade.
2) Porque a Terra gira?
RESPOSTA : Gravidade.
3) Por que a Terra não se choca contra o Sol e a Lua contra a Terra ?
RESPOSTA : Gravidade.
4) Por que a Lua é capaz de causar marés na Terra, através da alegada 'atração gravitacional' por ela gerada, literalmente puxando quintilhões de metros cúbicos de água, e apenas e tão somente a água de oceanos (águas de lagos, piscinas, represas, etc... são seletivamente descartadas), onde NADA MAIS sofre 'atração gravitacional' da Lua, nem areia em desertos, nem carros, nem árvores, nem pessoas, nem barcos, nem águas de piscinas, caixas d'água, represas, etc...!?
RESPOSTA : Gravidade.
5) Por que e como corpos mantêm-se grudados em uma esfera que afirma-se estar viajando a pelo menos três velocidades Supersônicas vetoriais distintas ao longo de um espaço sideral ?
RESPOSTA : Gravidade.
6) Por que o Universo se auto-criou a partir do NADA ( O QUE É SIMPLESMENTE UMA IMPOSSIBILIDADE CIENTÍFICA) ?
RESPOSTA : Gravidade. ("Como existe uma lei como a da gravidade, o universo pode e vai criar a si mesmo." - Stephen Hawking)
7) Por que todos os 'Planetas', Estrelas, 'Asteróides' e 'Satélites naturais' são esféricos e as galáxias, paradoxalmente, são demonstradas como planificadas ?
RESPOSTA : Gravidade.
Gravidade é um EMBUSTE que, quando tem suas proposições analisadas por questionamentos minimamente pertinentes, demonstra-se ser algo extremamente grotesco e até mesmo patético, tanto do ponto de vista teórico quanto, sobretudo, prático, ao qual tal teoria JAMAIS se valeu.
Alega-se que 'quanto maior a massa, maior será a atração gravitacional'...
O experimento realizado em uma câmara de vácuo onde soltou-se penas e uma bola de boliche é uma prova da inexistência, e não da existência, da Gravidade. [No vídeo abaixo, a 1:45 min., uma curiosidade. O "legendador" coloca: "A terra plana se f#%$& !!" enquanto o técnico diz que elas caíram exatamente ao mesmo tempo].
Se a Gravidade de fato existisse, a bola de boliche, por possuir maior massa, deveria ser mais fortemente atraída pela 'atração gravitacional' gerada pela Terra, mas isso não ocorre; ambos os objetos, tanto a pena quanto a bola de boliche, caem à mesma velocidade, em queda livre, como era de se esperar no mundo físico real, onde a gravidade é um conto de fadas criado para iludir incautos.
Nosso mundo físico é determinado em uma disposição vertical, onde conceitos espaciais são absolutos e não relativos, por princípios/propriedades físicas como Flutuabilidade, Densidade, Energia Eletroestática e Eletromagnetismo, todos atestáveis, mensuráveis e reproduzíveis, como manda o método científico, método este INDISPENSÁVEL à verdadeira Ciência.
Corpos mais densos que o meio, no caso o ar, irão cair, corpos com densidade equivalente irão flutuar e corpos com densidade menor do que o meio irão subir, através da ação da força flutuante (Princípio de Arquimedes). É por isso que nuvens, mesmo possuindo exorbitantes massas, flutuam e quando a água presente nas mesmas se condensa, elas caem em forma de gotas (tensão superficial da água) por apresentarem neste momento densidade maior do que a densidade do meio (ar).
Alega-se que o 'Experimento de Cavendish' seja uma prova da existência da gravidade; porém, nada poderia estar tão longe da verdade. O experimento de Cavendish, realizado em 1797–1798 por Henry Cavendish, teve como objetivo determinar o valor da densidade da Terra e que alegadamente ajudou a obter a 'constante G' (o menor e menos preciso número que se atribui como uma 'Constante Universal') e a 'Massa' da Terra. Os resultados de seu experimento foram publicados no “Philosophical Transactions of the Royal Society” em 1798. A Royal Society é uma instituição maçônica travestida de 'Acadêmica'.
O experimento tratou-se de um dispositivo no qual uma balança de torção feita de um bastão de madeira com dois metros de comprimento (1,8 m) suspenso por um fio e, a cada extremidade, foi colocada uma esfera de chumbo com um diâmetro de 2 polegadas (51 mm) e peso de £ 1,61 (0,73 kg). Próximo a cada esfera, foram posicionadas duas bolas de chumbo de 12 polegadas (300 mm) e 348 libras (158 kg), a uma distância cerca de 9 polegadas (230 mm), e prendido no lugar com um sistema de suspensão independente. O experimento permitiria, supostamente, medir a 'atração gravitacional' entre as esferas pequenas e as maiores.
O experimento não levou em conta preceitos científicos para garantir a isonomia dos resultados. Primeiro porque o chumbo é um substância diamagnética. Todo material diamagnético quando é submetido a um campo magnético externo (no caso, o campo magnético terrestre) apresentará um momento dipolar magnético que será orientado no sentido oposto ao do campo magnético externo. Só este fato já colocaria o Experimento de Cavendish totalmente em xeque.
Não obstante a isto, a balança de torção de Cavendish fora 'isolada' a partir de um sistema fechado para 'impedir' variações causadas por ventos e outras influências externas que pudessem alterar o resultado. O ponto em questão é que a tentativa de medição de uma suposta 'força gravitacional' fraca entre esferas de chumbos não levou em conta a influência da própria massa das paredes e de toda a estrutura da 'câmara' que fora usada para tentar 'isolar' o sistema, algo que fere de forma absoluta os princípios do método científico idôneo para validar uma tese/suposição.
C.V. Boyz, o último a supostamente realizar a confirmação e extensão histórica do Experimento de Cavendish afirmou o seguinte em um escrito à Royal Society, em 1889 :
"Tal como 'provou' Cavendish, as correntes de ar provocadas pela diferença de temperaturas dentro da caixa teriam enormes efeitos."
Uma declaração, sem dúvida alguma, deveras reveladora.
As refutações ao Experimento de Cavendish, que foram publicadas por inúmeros periódicos científicos à época e posteriormente são, intencionalmente, suprimidas, sendo praticamente impossíveis de serem achadas na internet. Por exemplo, temos a crítica ao Experimento de Cavendish feita pelo Prof. da Universidade da Califórnia, S. J. Barnett, em 1902, que foi simplesmente eliminada recentemente pela Universidade de Harvard. O mesmo acontecendo com artigos científicos publicados na internet desta Universidade, como o de P.V. Moore, escrito em 1994, o de J. K. Hoskins, escrito em 1981 e o de Jean Sivardiere, escrito em 1997.
Não existe NENHUM experimento científico idôneo que comprove a existência da Gravidade; NENHUM experimento científico legítimo que consiga provar que corpos atraiam corpos em razão de suas massas. NENHUM. O fato da teoria da Gravidade ser tida como um 'fato científico' e a Gravidade ser tida como uma das '4 forças fundamentais da Natureza' deve-se principalmente a dois motivos :
- Instituição proposital, e perfidamente arquitetada, pelo Sistema, via Royal Society, de que a Gravidade seja um 'consenso científico incontestável', o que determinou a posterior imposição de aprendizado em instituições de ensino programático, que são inquestionavelmente doutrinários e regulados pelo Sistema, via Estado e suas agências/instituições.
- O apascentamento coletivo gerado pela doutrinação recebida em instituições de ensino programático e toda a programação mental instituída progressivamente através de fomento gerado por reportagens televisivas, documentários e postulados pseudo-científicos propostos recorrentemente para tentar legitimar o embuste gravitacional, sem o qual o fajuto modelo Heliocêntrico, que já não se sustenta na prática, não se firma nem mesmo teoricamente.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

ELETROMAGNETISMO E GRAVIDADE

Amigos e amigas.
O post abaixo é uma compilação adaptada de uns 8 sítios e blogs (incluindo Wikipédia) no qual a gravidade é execrada por uma parte da comunidade científica.

Assim como tantos outros assuntos (aquecimento global, manto terrestre, heliocentrismo, evolução, etc), o assunto me é imensamente curioso e interessante. Por isto, sempre que encontro tópicos exibidos dessa maneira, sinto-me na obrigação de compartilhar.

Vejam que vale, no mínimo, uma cócega no cérebro.
FAB29

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Núcleo magnético ? Gravitacional ?

A força eletromagnética é um duodecilhão (1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000) mais forte que a gravidade ou seja: 39 bilhões e bilhões e bilhões de vezes mais forte. A força gravitacional é ‘menos 10 elevado a 13’, ou seja, comparada à força eletromagnética, a força gravitacional é ZERO. Um dos físicos que no passado trabalharam com Immanuel Velikovskian, Dr. Earl Richard Vincent Milton, escreveu um artigo científico onde menciona que a força gravitacional dividida pela força eletromagnética, que é de ‘10 elevado a 39’, é tão fraca quanto zero. A força de atração magnética de um imã de geladeira é maior que toda a força gravitacional da Terra.

A gravidade não é uma carga ou partícula elétrica, não produz eletricidade, não produz campo elétrico, não produz radiação, não é uma onda eletromagnética, não produz um campo magnético, não produz ressonância ou frequência, não é uma força detectada por rádio-frequência, não é uma força que pode ser reproduzida em laboratório e, portanto não existe como força de grandeza em complexas equações da física de partículas. A gravidade é tão nula como força, que sua existência é desprezada na física quântica. Sua presença no quadro de forças elementares da natureza é insignificante, logo sua permanência ocorre apenas por conveniência pseudocientífica.

Isaac Newton criou uma fórmula matemática para a gravidade, mas não sabia explicar exatamente o que era gravidade. Sua fórmula matemática, na verdade, serve apenas para medir a aceleração e o peso de um corpo em queda. Já seu conceito como força é uma piada filosófica. Não é a gravidade que atrai um corpo lançado de um prédio de dez andares. O peso do corpo, sua densidade e a pressão exercida pela atmosfera são forças suficientes para que corpos e objetos estejam em queda. Nem é preciso uma força de atração poderosa como a atração magnética. Basta lembrar que o peso do ar contido na atmosfera da Terra pesa aproximadamente 4,5 bilhões de toneladas.

Esse peso do ar sobre a superfície do planeta produz o efeito que conhecemos como pressão da atmosfera. Quando você está no alto de uma montanha, a pressão da atmosfera é menor. Esta diminuição ocorre porque há menos ar sobre a sua cabeça. Quando nós estamos no nível do mar, a pressão é maior, pois a quantidade de ar sobre nossas cabeças é maior. A pressão ao nível do mar é chamada de “1 atmosfera (1 ata)”. Nosso corpo só não é esmagado pela pressão do ar porque o ar também é feito, essencialmente, de água (70%), o que impede que ele seja comprimido.

Tanto o oxigênio como outros gases da atmo são magnéticos ou diamagnéticos e, portanto estão sendo atraídos ou confinados magneticamente pelo campo magnético da Terra, do Sol e da Lua. Se existe pressão da atmosfera e gases confinados dentro de nossa atmo, é porque a força magnética atrai e confina todos os gases que conhecemos. A suposta gravidade é apenas uma suposta força e, portanto não é um imã, logo, não poderia estar atraindo nada.

A força de atração entre corpos e objetos é o magnetismo. Toda a matéria é composta de átomos. Todo átomo possui uma corrente elétrica e um campo magnético. O magnetismo também está presente no oxigênio, nos minerais, rochas, montanhas, material vulcânico, plantas, árvores e etc. O conceito teórico de gravidade de que um corpo com massa maior atrai outro de menor massa não ocorre pelo fator gravidade. Em nenhum experimento, esta teoria de atração pelas diferentes massas de corpos foi comprovada e, portanto, não faz o menor sentido quando existe a força eletromagnética.

Um corpo denso e maior possui uma massa magnética maior, mas seus átomos não estão alinhados para uma polarização magnética, logo esta atração é muito pequena. Para um imã ser ativo, os átomos precisam estar alinhados na mesma direção. Nos átomos, os elétrons e o núcleo encontram-se sempre em um movimento de rotação. Este movimento de rotação é chamado de spin. Se eles giram em sentidos diferentes, desta forma um movimento compensa o outro e não há magnetismo. Nos ímãs, porém, ambos giram na mesma direção e isso causa o efeito de um intenso campo magnético. Assim sendo, para que corpos com massa maior possam atrair corpos como massas maiores, iguais ou menores, é preciso que haja um alinhamento direcional dos átomos.

A “Lei da Gravitação Universal” diz que massa atrai massa e que, quanto mais afastados estiverem os corpos, menor será a intensidade dessa suposta força. Newton descobriu que "a força de atração gravitacional era inversamente proporcional ao quadrado da distância entre as massas". Em outras palavras, quanto mais afastados estiverem os objetos, menor será à força de atração entre eles. Newton usou basicamente uma lógica primária para explicar uma força de atração gravitacional que jamais foi comprovada ou reproduzida em experimentos.

"Se um indivíduo possui massa, por que não está atraindo outros corpos que também têm massa?". A resposta dada por Newton é que um indivíduo está sim, atraindo outros corpos que estão ao seu redor. Mas, como tem uma massa pequena e os outros corpos também, essa força de atração se torna desprezível. Quando pelo menos um dos corpos tem uma massa considerável, como é o caso do planeta Terra, é possível sentir a força de atração gravitacional.

A gravidade de Newton é essencialmente de atração. Ao contrário da gravidade, a força eletromagnética é uma força de atração e de repulsão. A força eletromagnética repele e atrai, sendo, portanto, uma força mais completa e bilhões de vezes mais forte que a suposta e imaginária força de atração gravitacional.

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Muito simples !...
Segundo Newton, a fraca e suposta gravidade da Terra atrai a Lua e outros corpos ao seu redor. Para explicar esta imaginária atração gravitacional é preciso usar à imaginação, uma vez que não há como reproduzi-la em laboratório. Então, imagine que você tem uma pedra na mão e a deixa cair. Ela descreverá uma trajetória vertical e para baixo. Depois, pegue a pedra, lance-a para frente e observe que ela descreverá uma trajetória parabólica, chegando ao solo alguns metros à frente. Agora pense na possibilidade de poder lançá-la cada vez mais longe: o que aconteceria com essa pedra? É natural que ela continue caindo, já que é "atraída pela Terra".

Porém, dependendo da velocidade com que ela é lançada pode ocorrer algo “curioso” (curioso, neste caso, é o mesmo que anticientífico), e "a pedra PODE (???)” entrar em um movimento de "queda eterna", que é conhecido como movimento de órbita. Resumindo, a resposta da explicação para a imaginária gravidade é essa: se a Lua executa um movimento orbital devido à atração que a Terra exerce sobre ela, isso quer dizer que a Lua está em movimento de queda, mas que nunca chegará atingir a Terra.

G não é uma constante como alega a pseudociência. Recentemente, uma comissão de cientistas e pesquisadores australianos e alemães usaram diversos dados coletados nas missões dos ônibus espaciais para criar os “mapas da gravidade” da Terra em alta resolução. Os resultados surpreenderam os cientistas e pesquisadores que obtiveram dados que revelam grandes variações gravitacionais. Segundo os resultados, as variações são até 40% maiores do que se suponha anteriormente. Uma equipe calculou a suposta gravidade em queda livre em três bilhões de pontos, um ponto a cada 200 metros, com objetivo de criar mapas de alta resolução sobre a variação gravitacional.

Os dados indicam que a gravidade mais forte na superfície da Terra fica próxima ao Pólo Norte, enquanto a menor fica no alto dos Andes, mais precisamente na montanha Huascaran. “Uma gravidade variável poderá causar uma revolução na Física, pois comprova que a gravidade não é uma constante e, portanto não permite uma força exponencial sobre a Terra”, afirma o professor de Física Christian Hirt, membro da equipe.

"Se G variar o menor que seja, então, deduzimos que G depende de um novo campo" diz o cosmólogo Tony Padilla, da Universidade de Nottingham, no Reino Unido. “É difícil seguir essa linha em termos experimentais porque a gravidade é uma força muitíssimo fraca - a gravidade da Terra inteira não consegue derrotar a força magnética de um reles ímã de geladeira. Assim, medi-la é muito difícil”, afirma Padilla.

O gravímetro é um instrumento de medição do valor da aceleração de gravidade, o que significa que serve para se determinar a intensidade do campo de gravidade da Terra em um determinado lugar. É um equipamento muito sensível e, segundo os cientistas, muito preciso e adequado para detectar variações muito pequenas no valor da aceleração de gravidade, que reflete, em última instância, as variações de densidade em subsuperfície. O gravímetro possui ferro em sua composição, logo sofre algum tipo de interferência magnética, geralmente quando aplicado sobre superfícies onde pode haver grande quantidade de ferro, manganês, níquel, cobre ou material vulcânico.

Quando os cientistas observam em uma dada região, um valor de aceleração de gravidade diferente do que o previsto por um modelo teórico, a pseudociência diz que ali existe uma anomalia gravimétrica. Isso significa que as rochas daquela região apresentam uma densidade diferente daquela que é a média esperada pelo modelo. Podemos estar, por exemplo, sobre uma jazida de minério de ferro, que apresenta densidade superior à densidade média das rochas da superfície. Ou sobre um domo salino, que tem uma baixa densidade em comparação com as rochas.

A gravidade é tão inconsistente na Física que recentemente um físico holandês, Eric Verlinde, de 48 anos, um respeitado especialista na teoria das cordas e um professor de Física do Instituto de Física Teórica da Universidade de Amsterdam, propôs uma nova teoria para a suposta gravidade, conforme relatado pelo New York Times, em 12 de julho de 2010. Segundo o físico, a gravidade não existe e vem sendo usada pela ciência dogmática como uma ferramenta puramente ideológica, política, financeira e partidária.

Verlinde argumentou num artigo recente, intitulado “Sobre a origem da gravidade e as Leis de Newton”, que a gravidade é uma consequência das leis da termodinâmica. Invertendo a lógica de 300 anos de ciência, sua afirmação é que a gravidade é uma ilusão que causou tumulto contínuo entre os físicos ou pelo menos entre aqueles que professam entendê-la. A pesquisa sobre o universo na ciência moderna baseia-se essencialmente na teoria da gravidade. Se a gravidade não existe, então nossa compreensão da estrutura da galáxia e do universo pode estar totalmente errada.

Pode ser por isso que os astrônomos frequentemente têm dificuldade para explicar o movimento gravitacional dos corpos celestes distantes e têm de introduzir o conceito de “matéria escura” para ajudar a equilibrar as equações. Uma nova teoria poderia lançar luz sobre algumas das questões cósmicas incômodas que astrofísicos e matemáticos encontram, como a energia escura, uma espécie de ‘antigravidade’ que parece estar acelerando a expansão do universo, ou a matéria escura, que supostamente é necessária para manter as galáxias juntas. Isso pode estimular cientistas a buscarem uma nova compreensão do universo.

Sabemos há muito tempo que a gravidade não existe”, disse Dr. Verlinde, “É hora de gritarmos sobre isso.”