Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Miséria brasileira

Amigos e amigas.
Eu costumo dizer: nós somos tudo aquilo que aceitamos ser. A miséria brasileira salta aos olhos e vaza pelos poros. O brasileiro consegue ser:
- um miserável cultural cercado por um mar de variedades e originalidades artísticas do mais alto nível;
Resultado de imagem para arte musical brasileira
Com tudo isso, só dão espaço pra funk, axé, sertanojo, rap,...!
- um miserável moral que aceita bovinamente banalizações perpetradas pela grande podre mídia (violência. lascívia, imbecilização,...);
Resultado de imagem para lascívia
Quem propaga e quem a sustenta, consumindo.

- um miserável espiritual e intelectual cercado de religiosidades elevadas e ensinamentos universais;
Resultado de imagem para Religiosidade
Basta um mínimo de inteligência para se ver isto

- um miserável político derivado do tripé da autodestruição: comodismo, alienação e estupidez;
Resultado de imagem para politicalha
Entenderam, paneleiros?!

- um miserável social que aceita ser alijado do básico para viver, tendo uma riqueza imensurável ao seu redor;

Imagem relacionada
Cena comum, para a satisfação dos grandes parasitas

- um miserável pura e simplesmente por trabalhar de sol a sol apenas para pagar mil impostos sem recíproca.

Imagem relacionada
Pobres ladrões! Assalto honesto não compensa mais!

Imagem relacionada
Palavras de um mestre das palavras.
João Cabral de Mello Neto (com seu poema "O cassaco de engenho") destrinchou milimetricamente a que ponto chega um ser humano sugado até o seu limite de resistência por aceitar tudo como bom hospedeiro. Exemplo:
 “- O cassaco de engenho/ de longe é como gente:
- De perto é que se vê/ o que há de diferente.
Imagem relacionada
Vida é dinamismo. Senão, mofa!
Chico Buarque (na primeira parte da sua canção "Rosa dos Ventos") sintetizou à perfeição essa miserabilidade:
"E, do amor, gritou-se o escândalo;
Do medo, criou-se o trágico:
No rosto, pintou-se o pálido
e não rolou uma lágrima,
nem uma lástima pra socorrer.

E, na gente, vê o hábito
de caminhar pelas trevas,
de murmurar entre as pregas,
de tirar leite das pedras,
de ver o tempo correr!"

A passividade é o maior câncer social fomentado a todo instante e custo pelos supremacistas, em especial, através de suas mídias, que existem para evitar que as pessoas raciocinem, reflitam e concluam por si mesmas. Mesmo pessoas com condições de sair dessa matrix nefasta são facilmente contaminadas pela mídia cancerígena que propala todo tipo de algaravia. E elas, tanto quanto a massa oligofrênica, se deixam levar.

Triste povo potencialmente milionário que se sujeita a privações e manipulações, onde lhe ordenam o que e como gostar, odiar, protestar, aceitar ou não,...! Zumbis, fantoches, simulacros de vida!

União e educação eliminariam os grandes parasitas em uma geração. Por isso que eles jamais permitirão que tal pesadelo se realize. Enquanto isso, nós é que vivemos este que eles criaram para nos anular.
FAB29