Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Eu ainda creio

Amigos e amigas.
Já que o "tão esperado Fim do Mundo Maia" não aconteceu em 21/12/2012, creio que posso fazer um balancinho do ano prestes a se findar, junto com a Esperança que, apesar de todas as deturpações que se perpetram por aí, precisa ser a última a morrer.

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2018 não diferiu em quase nada dos anos deste milênio. Desde o famigerado "11 de setembro", o que mais se vê geopoliticamente são invasões do "Grande Império" a países islâmicos, de muçulmanos à Europa, guerras "contra o terrorismo", dominações e subjugações, destituições de antigos regentes e, claro, destruições e mentiras. Enfim, estupros constantes. Sempre com a mesma desculpa degenerada de "combater o terrorismo" ou "se defender", as mesmas que, por exemplo, a cúpula israelense dá para massacrar o povo palestino com a cumplicidade das alienação e covardia mundiais.

Economicamente, o mundo chegou à beira de uma grande quebradeira (não me assustarei se ela fizer o 'crash' de 1929, patrocinado pelos "morgans", "rothschilds", "warburgs" e "rockfellers" da vida, parecer uma "marolinha"). O desafio é ficarmos preparados para o tsunami (ou holocausto?) que se avizinha e que a "Grande Mídia" dominada pelos fomentadores de tais iniquidades se esforça em mascarar.

Socialmente, não há nenhuma evolução sensível. Ao contrário. A banalidade e a futilidade permeiam os sentimentos, expectativas e o dia a dia do povinho. O nefasto esquema de entretenimento inócuo por um lado e pernicioso por outro vai de vento em popa. Vide a eleição do "mito" Bolsonaro através das mídias sociais, financiada por aqueles mesmos supremacistas que retiraram o Brasil do BRICS e que procuram oficializar a tomada do país e formalizar a escravidão. De tudo isso, o beneplácito feliz do poveco é o que mais me causa ojeriza e desprezo.

Então, já que estamos nesse arame farpado bambo, o que esperar de 2019?

Apesar de podermos ter a certeza de que os "Grandes Corruptores" prosseguirão em suas atitudes imperialistas, massacrando tudo e todos que tentarem expô-los e, principalmente, tirar-lhes um pouquinho que seja da influência e domínio que levaram séculos para obter, é nosso dever resistir, perseverar e orientar o máximo de pessoas possível para que estas acordem de sua letargia e combatam seus comodismos para deixarem de ser zumbis, simulacros de seres humanos. Tarefa até inglória, haja vista o amor visceral e até escatológico que o povinho tem a essa letargia, ao "Venha a mim o teu reino".

Podemos esperar que o "investimento" na alienação e no ensino subversivo seja sempre aumentado, mas é imperativo procurarmos opções. E elas não faltam! Apenas são escamoteadas ou denegridas ao máximo, ao mesmo tempo que as porcarias destruidoras do bom senso são recicladas, maquiadas e massivamente oferecidas. Criar espírito crítico e disciplina para resistir a elas não é fácil, mas absolutamente necessário e compensador.

Podemos esperar que o exército sórdido e hipócrita de agentes desse "Poder das Sombras" prossiga em sua missão de desviar as atenções das massas, seja na base da graça, da piada ou da simples oferta de "algo mais legal" até o achincalhe, a ofensa pessoal, grotesca e gratuita, além de tentarem nos intimidar de qualquer jeito em todos os níveis. O importante para eles é tirar a nossa atenção de seus donos e suas falcatruas. Esses "agentes" se utilizam da aproximação furtiva e silenciosa ou, modernamente, da virtualidade da internet, bancada por seus donos. Com ela, podem fazer um monte de sem-vergonhices (pra dizer o mínimo) sem se exporem.

Eu aprendi a não fazer nada que me desabone (ao menos, me esforço), nada que dê qualquer trela para esses aspones poderem me intimidar (se bem que tal detalhe não impede que suas sordidez e hipocrisia "dêem um jeitinho"). É isto que todos nós devemos fazer: 
pesquisar, opinar, questionar, duvidar, tudo isto sem se preocupar com opiniões desabonadoras que porventura vierem a nos açoitar. Caso você comprovadamente cometa um erro, simplesmente retrate-se humildemente. Como disse o Barão de Itararé: "Não é triste mudar de idéias; triste é não ter idéias para mudar."

Porém, apesar de tantos pesares, quero esperar tudo de bom, próspero e saudável a todos aqueles que se esforçam pelo bem comum, pelo respeito ao próximo, pela boa vontade, pela boa saúde em todos os sentidos, pela retomada do progresso e evolução tanto de si mesmo quanto da humanidade, enfim, a todos aqueles que fazem por merecer o TÍTULO de "Ser Humano" (está cada vez mais raro). Ao resto, só lamentar sua assumida e confortável situação de "marionete de ameba".

Deus ilumina (mesmo aos ateus, judeus, fariseus,...), mas, a todo instante, façamos a nossa parte!
Desde já, Feliz passagem de ano e um melhor 2019!
FAB29

Em tempo: Estou saindo para o recesso de Natal e Ano Novo e não mexerei com internet nesse ínterim. Dia 02/01, a todos que aqui comentarem, responderei com prazer e gratidão pela presença. Abraços, muita saúde e sorte.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Fragmentos de existência


Amigos e amigas.
Penso que tudo o que existe é um agregado de mínimas coisas que formam um todo. Cada todo tem sua função e vai se agregando a outros todos e formando algo maior e assim sucessivamente até seu respectivo limite. Caso haja algum exagero ou perda de função, determinada parte é gradativamente eliminada até que a estrutura atinja sua melhor performance.

Assim age a natureza em sua constante procura por maximização, aperfeiçoamento e otimização. Com isso, ela é o que vemos, vivemos e admiramos.

Daí, vem o ser humano com sua nefasta capacidade de desagregação. Em qualquer sentido! Suas instabilidades mental, moral e psicológica desestabilizam constantemente o delicado equilíbrio que a Mãe Terra tão minuciosamente cria para o bem da vida.

Pode-se usar vários nomes: poluição, inconseqüência, corrupção, comodismo, egocentrismo, etc. Ao fazer uma destas coisas ou se deixar levar por alguma delas, o ser humano se degrada e leva consigo o que houver de bom. Exemplos:

A alimentação. Uma necessidade absoluta que é constantemente vilipendiada. Tanto vemos, ouvimos e já sabemos que não se deve comer isto e aquilo, que devemos priorizar a ingestão de alimentos X e Y, que o correto é comer devagar, etc. No entanto, junto a tanta informação, há a desinformação, a omissão, a carência. Tudo se faz pelo consumismo, principalmente de lanches, enlatados e bebidas, alimentos cheios de conservantes, corantes, acidulantes, etc. Tudo sem horário, nem comedimento. Mas por outro lado (e o pior de tudo), tanta gente vive numa miséria (em todos os sentidos) tão opressiva que qualquer migalha é vista e tida como uma bênção. E nessa miséria, apenas mal e porcamente sobrevivem, submetendo-se e definhando a olhos vistos, se tornando sub-humanos. Nesta dicotomia impiedosa, a sociedade se fragmenta.

A educação. A mãe do desenvolvimento, do progresso e da evolução. Quanto maior e melhor a educação, diretamente proporcional é a grandeza de alguém e de um país. Portanto, havendo estabilidade, coerência e universalização do conhecimento e da cultura, a humanidade chegaria a um nível de vida física e espiritual digno de seu potencial. Porém, o que se vê? A cruel e cruenta massificação de um ensino subversivo e alienante, associada a uma propagação sórdida de uma incultura poluidora de mentes, corações e almas. A grande mídia não faz nada além disto! E os governos (essencialmente fantoches do “Poder nas sombras”) se esmeram em deixar o povo na mais obscura ignorância do real e desvirtuam a lucidez, a análise e a interpretação. Nesta realidade dantesca, a sociedade se fragmenta.

As drogas. Porta de entrada para um depressivo calvário. Quem as usa, vive num eterno “AINDA”: ‘ainda não roubei’; ‘ainda não me prostituí’; ‘ainda não matei’; ‘ainda não me matei’; etc. Nada é mais separatista, isolacionista do que elas! Separa seu usuário de tudo o que é bom: amigos, família, saúde,...! É PRIORITÁRIA a sua extirpação das nossas vidas! No entanto, sua produção e consumo só aumentam. Novamente, o ‘poder nas sombras’ se vale da sua influência e camuflagem para financiar essa excrescência, com o ‘beneplácito’ e a conivência dos governos-fantoche do mundo. Nesta atitude covarde, a sociedade se fragmenta.

Com tudo isso e muito mais, a humanidade fica do jeito que os supremacistas querem: sem sua coesão, sua união, sua confiança mútua. Tudo isso esfacela a vida (o presente) e anula as boas perspectivas de futuro; fomenta a desesperança e o individualismo; apregoa a ‘Lei de Gérson’; alimenta a metástase da destruição dos valores básicos; desvirtua a vida no seu brotar.

O desenho que abre este artigo (feito há mais de 20 anos) é a externação da visão que tenho de toda essa carga massacrante de atitudes sórdidas que oprimem nossa percepção, atravancam nosso desenvolvimento e dissociam nosso bem querer de tudo o que mais necessitamos e temos que lutar para manter. O corpo está neste universo (o que nos mantém vivos), mas os membros estão presos ou na beirada de abismos ou constantemente acossados; e a cabeça fica perdida numa confusão de visões indistintas e idéias amorfas.

Equilibrar isso tudo é uma tarefa tão divina e gloriosa quanto desgastante e eterna. Mas é nessa vitória diária que encontramos os maiores prazeres da vida.
FAB29

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Vítimas silenciadas

Amigos e amigas.
Reproduzo abaixo uma carta da Fada do Bosque (Blog Maré Cinza) em resposta a uma "indignada meia-judia". Com inteligência e contundência, contou um pouco da vida sexual dos judeus e a influência deles no tráfico de escravas brancas desde tempos ancestrais.

Vale a pena conhecê-la. Negritos e sublinhados são meus. Vejam também algumas confirmações atualizadas de suas informações AQUI. E mais escravagismo AQUI.
FAB29

Cara Victoria, 

A sua conotação de anti semita com a palavra "judia" é uma conclusão justa hoje em dia. Não quis ofender, mas em qualquer caso, aceite as minhas desculpas.

Pode não estar ciente, mas é um fato triste que, por causa de dificuldades econômicas graves sofridas pelos judeus nos séculos passados, muitas meninas judias tenham sido forçadas a uma vida de prostituição. Um certo tipo de prostituta foi encontrada em todas as grandes cidades europeias; exótica e semi-asiática na sua aparência. Era a prostituta judia e era muito procurada. A palavra 'judia' passou, portanto, a ser sinônimo de prostituta.

Quando Baudelaire escreveu um poema sobre uma prostituta parisiense, com a qual tinha acabado de passar a noite, ele referiu-se simplesmente a uma judia. Isso foi o suficiente para que a identificassem como prostituta. "Une nuit que j´étais près d´une affreuse juíve..."

Quando Keats se refere a prostitutas judias, com quem tinha acabado de passar a noite, num fragmento de um poema inédito numa carta privada (1819), ele não lhes chama 'prostitutas', apenas as designa de judias. Por quê? Porque eram tantas as prostitutas judias na Europa que as palavras passaram a ter a mesma equivalência.
Nor in obscurèd purlieus would he seek / For curlèd Jewesses, with ankles neat, / Who, as they walk abroad, make tinkling with their feet.”
"Nem no obscuro ele iria procurar / pelas encaracoladas judias com sinos nos tornozelos puros, / Que ao andar no exterior os faziam tilintar com os seus pés."(aqui)


[Imagem: vintage_stock___theda_bara_by_hello_tuesday-d37zycs.jpg]
Theda Bara (nascida em Theodosia Goodman, 1885-1955), judia, atriz de cinema mudo, famosa pelos seus papéis de mulher fatal. Observe os cachos "saca-rolhas" mencionados anteriormente por Keats ("enrolado das judias"). A "femme fatale" clássica de Hollywood, na Wikipedia diz: "eram muitas vezes estrangeiras, de ascendência oriental, europeia ou asiática indeterminada". O nome Theda Bara, a propósito, é um anagrama para a morte, em árabe.

Keats refere-se aqui à judia típica, com os seus cabelos "encaracolados". Os sinos nos tornozelos a tilintar e que ele menciona muitas vezes, foram usados em épocas passadas, por prostitutas para assinalar a sua abordagem. Desde a Índia Antiga que esses sinos são acessórios de prostituta.

Diz que é 'meia judia', Victoria, e que a sua família veio da Ucrânia, de onde é originária. Sabia que Odessa é a quarta maior cidade desse grande País? Odessa era, no passado, uma cidade que atraía os fãs de prostitutas de toda a Europa como um verdadeiro ímã. A cidade era famosa pelos seus bordéis suntuosos, sendo estes supervisionados por "madames" judias, que tinham sido antes prostitutas. As meninas que trabalhavam nesses bordéis eram, na sua maioria, judias. Valorizadas pelos seus encantos sedutores, estas "joygirls" foram denominadas simplesmente como "judias". Aqui está uma citação pertinente:

Por volta de 1860, um visitante francês em Odessa escreveu que os judeus foram responsáveis ​​pelo mercado da escravidão branca de mulheres russas para a Turquia. Isso é viável, especialmente porque sabemos que os judeus bordel-keepers já existentes estavam na outra extremidade, em Constantinopla. O censo de 1889 mostra que as mulheres judias corriam entre 30 a 36 bordéis licenciados na província de Kherson, onde Odessa está localizada.

Em 1908, o cônsul americano afirmou que todo o negócio da prostituição estava quase exclusivamente nas mãos dos judeus. As judias eram proeminentes na prática da prostituição. Assim, de 5127 prostitutas licenciadas em 1889, 1122 ou 22 por cento eram judias. (Nota: 22% é significativamente alto, uma vez que os judeus constituíam apenas 4% da população ucraniana.


[Imagem: ZwiMIgdal1890BuenosAires.jpg]
Homens de Zwi Migdal, 1890, Buenos Aires,
esperando o desembarque
das suas novas escravas brancas do sexo.
O rabino Rosenak, da União Alemã de Rabinos, escreveu em 1902 que até 50 % das prostitutas na sua área eram judias. Ele lamenta e considera "inconcebível" que tantas mulheres e meninas judias se extraviassem. A prostituição judaica floresceu em todo o Império Austro-Húngaro. "Angariadores" de sexo judeus corriam os bordéis, atraindo as meninas cristãs e judias a uma vida de prostituição. 

Uma senhora judia era conhecida como a "Lucky Sarah", era assim chamada porque ela teve a "sorte" de ter fundado o comércio lucrativo húngaro de exportação de meninas. As meninas húngaras foram consideradas sexy. Elas tinham aqueles olhos escuros com longos e exóticos cílios, ossos salientes na face que tantos homens acham atraente. Em suma, a aparência de uma judia encontra consagração na primeira "femme fatale" de Hollywood, Theda Bara, também conhecida como a "Vamp". 

Igualmente bem conhecida no submundo judaico da época era Sarah Grossman, outra "angariadora" judia, apelidada de "The Turk" por causa do grande número de meninas que ela tinha levado a uma vida de prostituição em Constantinopla. 

Dois grandes empórios do sexo foram as cidades industriais de Czernowitz e Lemberg. Aqui incontáveis ​​meninas foram atraídas para uma vida de escravidão sexual. Em 1892, um julgamento em massa famoso de vinte e sete entidades adjudicantes foi realizado em Lemberg. Todos os acusados ​​eram judeus. O julgamento recebeu tanta atenção que fomos informados de que foi uma marca, ou seja, "como um ponto de água de alto, para os anti-semitas". Um grande dispositivo utilizado pelas entidades adjudicantes, foi a cerimônia judaica referida como o stillah chupahh. Isto incluía uma cerimônia de casamento religioso, que não tinha validade civil. A vítima do sexo feminino sequestrada seria levada a acreditar de que era casada, com todos os direitos de uma mulher casada, apenas para descobrir mais tarde que os seus direitos legais eram nulos. Inúmeras judias encontraram-se desta forma atiradas e abandonadas em bordéis." (Veja aqui)

Está a ver o que aconteceu nestes casos, Victoria? Um vasto número de meninas judias inocentes foram levadas a uma vida de prostituição pelos seus companheiros judeus. Foi a sua própria "raça" que as enganou e as vendeu. Isto faz-me lembrar os rabinos judeus que enganaram a mãe de Norman Finkelstein por ela ter partilhado os seus testemunhos e reparos em relação ao Holocausto. Estes são os fatos, Victoria, e são a verdade. Resista à verdade, se quiser, mas a verdade prevalecerá no final. 

Ao invés de me acusar como "anti-semita", pode tirar as conclusões óbvias a partir desses dados históricos bem conhecidos; você deve chegar a conclusões, como o fato de que os judeus mais comuns são ingênuos e vítimas dos judeus organizados. Não são esses judeus comuns que eu critico ou condeno, mas os controladores rabínicos e ideológicos: os mestres da pantomina e dos fantoches, ou ainda "Mestres do Discurso", para usar a frase de Israel Shamir: "O problema não são as ovelhas, mas sim os seus maus pastores".

Nenhum tipo de homem parece ser tão obcecado por sexo como os judeus ortodoxos e o rabinato. Se comparar os textos religiosos das várias religiões do mundo, vai descobrir que todos eles, com a única exceção do judaísmo, mantêm um tom moral. Nada está escrito sobre os seios e pênis, prostitutas e sêmen. Pelo contrário, o Judaísmo faz isso. Considere esta passagem descarada da Bíblia hebraica em Inglês, o suficiente para fazer corar qualquer rosto virginal:

"Lá, ela cobiçou os seus amantes, cujos órgãos genitais eram como os de jumentos e cuja ejaculação era como a de cavalos. Então, você ansiava pela lascívia da sua juventude, quando no Egito, os seus seios foram acariciados e acariciou seus seios jovens" (Ezequiel 23: 20-21).

O número de donzelas vitorianas que deve ter desmaiado ao ler essa passagem está, provavelmente, além do raciocínio. Leia o Talmud Babilônico e vai encontrar-se subitamente transportada a um mundo isolado de anedotas indelicadas que tratam especificamente com prostitutas e com os seus clientes rabínicos (ou estudantes de yeshiva).


[Imagem: achille_deveria_1848.jpg]
Lá, ela cobiçou seus amantes, cujos órgãos genitais eram como os de jumentos e cuja ejaculação era como a de cavalos. Então você ansiava pela lascívia de sua juventude, quando no Egito ele acariciou seus seios jovens. (Ezequiel 23: 20-21).

Há tantas dessas histórias no Talmud que um nome especial teve que ser inventado para elas: Aggadah. Embora essas histórias instrutivas toquem em todos os assuntos concebíveis, geralmente com um rabino como a figura central, o sexo muitas vezes se agiganta. Certamente, pode-se argumentar que o Judaísmo é mais obcecado com sexo do que qualquer outra religião mundial. (Conteúdo aqui

Uma tal história começa assim: "Eles disseram de Rabi Elazar ben Dordia, que não deixou uma prostituta no mundo que ele não tivesse experimentado. Uma vez soube que havia uma certa prostituta numa cidade à beira-mar que levava como preço uma bolsa de dinares. Ele pegou uma bolsa de dinares e cruzou sete rios para chegar até ela..." (Tratado Avodah Zara 17a). Outra história começa assim: "Era uma vez um homem que soube que havia uma prostituta numa cidade à beira-mar que cobrava quatro centenas de moedas de ouro como seu preço. Ele enviou as quatrocentas moedas de ouro e estabeleceu um tempo para chegar a ela. Quando chegou a hora, ele lá foi. A mulher disse: "Deixem-no entrar". Quando ele entrou, sentou-se nu em cima da cama, etc ... etc." (Tratado Menachot , 44a )

O Talmud está repleto de tais histórias de rabinos e seus alunos viciados em prostitutas. Na origem, a palavra "pornografia" significa "escrever sobre prostitutas". O Talmud é talvez, o único clássico religioso que poderia ser descrito num sentido literal, como pornográfico.

Lemos no Talmud de Raabe, a palavra "meretriz", por exemplo, foi mencionada pela primeira vez no livro de Josué. Uma das mais sedutoras "femmes fatales" da Antiguidade, a par com as fabulosas Lais, cortesãs de Corinto mencionadas por Demóstenes, a bela Raabe começou a vender seu corpo com a idade de dez anos. "Não houve nenhum príncipe ou governante que não tivesse dormido com a prostituta Raabe", informa-nos o Talmud de um fôlego. (Tratado Zavachim 116b ).

Os rabinos, sendo os líderes religiosos da época, estavam entre os primeiros a desfrutar de favores desta ninfeta núbil. Pedofilia? Sim, o Talmud está cheio dela. Somos informados disto pela judia Lolita: "Eles [os rabinos] permitem-lhe um lugar de honra na tradição judaica" ... O seu passado como prostituta não é virado contra ela e é quase totalmente esquecido, uma vez que ela se converteu ao judaísmo." (Veja aqui

Nada mudou. A Pedofilia ao que parece, não é nada demais, no caso de ser um rabino judeu ou Roman Polanski, mas não acontece o mesmo se for um padre católico

A Pedofilia não é a única perversão sexual a que o Talmud parece ser tolerante, ou até aprovar. Há também o voyeurismo. Uma anedota interessante relata como Kahane, um estudante de yeshiva, se escondeu debaixo da cama de seu rabino professor, enquanto este estava a fazer sexo com a sua mulher. É descoberto lá e severamente repreendido pelo seu professor, que lhe ordena que saia do quarto imediatamente. O estudante recusa-se. "Não, eu não vou, não saio!", disse ele. "Porque isto é a Torá e eu preciso de aprender!". O rabino é obrigado a levar isso em consideração. Espiar pessoas a fazer sexo é, sem dúvida, algo de bom se se estiver à procura do mais alto conhecimento. A motivação para o fazer é a paixão pelo Conhecimento Superior. (Veja O Talmud apaixonado, Introdução, p. 1). 

Outra seção do Talmud lida com a bestialidade e a sodomia. As viúvas são aconselhadas a não ter os cães. Porquê? "Porque" é dito "há suspeitas sobre o que uma mulher que já provou os prazeres da carne, pode fazer com seu animal de estimação". Eu não estou exagerar quando digo que a obsessão do Talmud com o sexo é única entre as religiões do mundo. Surpreendentemente, tinha que ser o único texto religioso do mundo a discutir e comparar o tamanho do pênis de seus sábios mais venerados. (Veja O Talmud apaixonado , Introdução, p. 1).

[Imagem: Purchase-Of-A-Slave-large.jpg]
Leilão de escravas: Jean Leon Jerome, 1866. Os judeus foram os principais empresários do Tráfico de Brancas, vendendo até mesmo judias jovens como escravas sexuais, juntamente com mulheres raptadas e crianças de outras raças. As meninas desfilavam nuas diante dos clientes e estes ordenavam sempre que abrissem a boca. Como cavalos, elas tinham que deixar seus dentes ser inspecionados e tocados.

[Imagem: Gerome_Jean_LeonXXSlave_Auction-253x320.jpg]

Passando para o século 21, vemos que o rabinato contemporâneo dificilmente pode ser citado como modelo de contenção sexual.

Passemos do Talmud para Ilana Hammerman, no livro "Em Terras Estrangeiras", sobre o tráfico de mulheres em Israel e você irá ler relatos angustiantes da indústria do sexo contemporâneo em Israel. Meninas inocentes, muitas delas menores de idade, são sequestradas na Rússia e na Europa Oriental e forçadas a uma vida de prostituição em Tel Aviv. Trancadas sem comida, sujeitas a ameaças e violência pelos seus cafetões judeus. Essas meninas miseráveis ​​são às vezes obrigadas a atender até sessenta clientes por dia. Os seus clientes mais assíduos, ostentando chapéus pretos e barbas espessas, são judeus ortodoxos "religiosos" que tomam um ano sabático de suas esposas. Aqui está o tipo de revelação de fazer arregalar os olhos quando nos deparamos com esta passagem, no livro chocante de Hammerman:

"Havia um rabino muito famoso que chegava e pedia uma garota para fazer sexo com ele na posição de cachorrinho, e pedia para que ela latisse", disse um ex-dono do bordel que testemunhou numa [Knesset] comissão parlamentar. Uma das mulheres que trabalhava nos bordeis apresentou-se como cristã devota e expressou aversão aos seus clientes religiosos: "Eles tinham um chapéu preto grande e sob ele, outro pequeno chapéu preto e eram realmente pervertidos"(Veja aqui). 

De acordo com uma reportagem da CNN, em 1998, Israel tinha o maior consumo per capita de serviços de prostitutas no mundo. Um milhão de visitas são pagas às prostitutas a cada mês, fazendo dos bordeis um dos passatempos mais populares do país. 

Milhares de mulheres são raptadas anualmente, principalmente na Rússia, Ucrânia, Moldávia, Uzbequistão e China e vendidas como escravas sexuais em Israel. "A situação", um artigo do autor judeu David Weinberg escreveu em 1998, sobre a prostituição em Israel intitulado "Uma terra não tão santa" e que "é suficiente para fazer você chorar de vergonha, ou vomitar de nojo.

Os judeus certamente fazem sexo no cérebro. E eles transmitiram a sua obsessão ao resto da sociedade. Todas foram infectadas até um certo grau, com o vírus do sexo.

"Eu sou uma máquina de sexo!" é o título de um talk show de rádio que Howard Stern possui. "Eu poderia pegar um pedaço de madeira e transformá-lo em algo erótico" diz Woody Allen, admirador fiel do pedófilo Roman Polanski, que foi acusado pela sua ex-mulher, Mia Farrow de abusar sexualmente da sua filha Dylan com 7 anos de idade. Woody é mais conhecido hoje pela sua brilhante máxima: "Não se masturbe. É sexo com alguém que eu gosto".

Hope Weissman, um professor judeu na Wesleyan University, em Connecticut, foi o primeiro a dar um curso sobre pornografia, onde os seus alunos eram esperados para "estudar" as revistas pornográficas mais obscenas e testemunhar o desempenho de striptease feito pela judia e porn star Annie Sprinkle, que incluiu na sua famosa rotina de espetáculo, deixar as pessoas perscrutar-lhe a vagina com uma lanterna.

Em 2001, o professor judeu Peter Singer colocou numa palavra para a bestialidade na Universidade de Princeton, sugerindo em um ensaio chamado "Heavy Petting" que consistia em transar com um cachorro. Novamente em 2001, uma comunidade judaica na Inglaterra, tornou-se famosa quando três strippers foram convidadas a realizar atos sexuais explícitos numa sinagoga, possivelmente o rabino residente estava em pleno!


[Imagem: 6a00d83451b71f69e201538fce7cb0970b-400wi.jpg]
Rabbi Avraham Rabinowich (no detalhe) filmado com uma prostituta e uma investigadora, de acordo com a sua ex-esposa, Amora.

Em 1998, o comentador israelita Jonathan Rosenblum, observando o que um documentário da CNN revelou, que Israel possuía agora o maior índice de prostituição no mundo, teve que dizer isto: "Uma vez mais, os anti-semitas nos retratam como libertinos sexuais e pervertidos para minar a nossa autoridade moral. Hoje, nós alegremente admitimos essas acusações.



[Imagem: sprinkle_sm.jpg]


Annie Sprinkle (Ellen Steinberg): feminista judaica, atriz pornográfica e diva lésbica da depravação. Ela iria masturbar-se no palco com um vibrador e depois convidar os membros do público, a ponto até de deixar a vagina dela exposta para que introduzissem tochas e espéculos .

Peeping carga: US $ 5. O genérico do show foi financiado pelo National Endowment for the Arts, um mini-império controlado pela mão invisível do judaísmo organizado. Os contribuintes norte-americanos foram enganados e levados a contribuir para este negócio de voyeurismo sexual, desprezível e classificado como "performance art". 

De uma coisa podemos estar razoavelmente certos: qualquer sociedade que atrai um grande número de judeus, pode esperar dentro de poucos anos entrar numa espiral de decadência. A anarquia imoral funciona por setores e dissemina-se. Finalmente, a promiscuidade sexual acaba por abrir a caixa de Pandora. Vimo-lo na Alemanha de Weimar. Vemo-lo a ganhar ritmo na América hoje. Vemo-lo, acima de tudo em Israel, uma sociedade de colonos fanáticos e fanáticos rabinos de direita: um país certamente condenado a implodir a partir de dentro, mais cedo ou mais tarde, sob a pressão de seus próprios excessos imorais e militares. 

Eu não posso deixar de sentir que uma grande tempestade está a formar-se e que só um golpe militar ou uma revolução poderá salvar a América. Salvá-la de quê? Deste câncer espiritual que a consome a partir de dentro e das guerras iníquas para onde está a ser atraída - Afeganistão , Iraque, Líbia, Síria e Irã, talvez em breve. Todas em nome de uma nação estrangeira e dos seus agentes desinformadores na América. 

A menos que um milagre ocorra e em breve e um líder carismático venha em nosso socorro, um futuro inimaginavelmente sombrio certamente nos espera: um futuro em que as únicas consolações que nos restam serão o entretenimento estúpido: drogas, álcool, intoxicação sexual - e suicídio.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Ele partiu. Seu desafio permanece.

Amigos e amigas.
O texto abaixo é do mais proeminente revisionista contemporâneo recentemente falecido: Robert Faurisson. Contestador e intransigente com as inverdades que são impostas sobre a 2ª Guerra, ele se mostrou incansável e irremovível em suas opiniões.
Vale uma relida. Os negritos e sublinhados são meus.
FAB29
Resultado de imagem para robert faurisson
Robert Faurisson
O Museu Norte-Americano 
em Memória das Vítimas do Holocausto:
Um desafio.

A questão da existência ou inexistência de câmaras de gás nazistas é de uma importância histórica considerável. Se as câmaras de gás existiram, elas fornecem a evidência de que os alemães tentaram exterminar fisicamente os judeus. Por outro lado, se não existiram, não temos nenhuma evidência dessa tentativa de extermínio.

Pierre Vidal-Naquet, líder francês anti-revisionista, não tem ilusões. Para aqueles que estão a desistir da controvérsia das câmaras de gás, ele tem avisado que abandonar assim o argumento das câmaras de gás "é equivalente a nos rendermos em campo aberto" (Nouvel Observateur, 21 de setembro de 1984, p. 80). Nós só podemos concordar.

As câmaras de gás não são, contrariamente ao que disse um dia Jean-Marie Le Pen, "um mero detalhe da história da 2ª Guerra Mundial", pois aqueles que contestam a sua existência estão sujeitos a sanções judiciais na França e em alguns outros países; e nem poderia o monumental Museu norte-americano em memória das vítimas do holocausto, situado em Washington, que foi formalmente inaugurado a 22 de Abril de 1993, ignorar por si próprio as câmaras de gás nazistas.

A questão mantém-se: Que tipo de representação física dessa terrível arma iria o novo Museu apresentar? Nós agora sabemos a resposta, e é espantosa: Para que não faltasse nada, esse opulento museu — que custou aos contribuintes americanos e aos doadores da comunidade judaica americana mais de cento e cinqüenta milhões de dólares — limitou-se a mostrar-nos um modelo único de câmara de gás homicida, um modelo de câmara de gás do antigo campo de Majdanek, na Polônia: ou seja, uma câmara de gás para... despiolhamento. Como eu explicarei, até Jean-Claude Pressac, autor de um trabalho de  quinhentas e sessenta e quatro páginas publicado em 1989 em cooperação com a Fundação Beate Klarsfeld, de Nova Iorque, foi obrigado a reconhecer que aquela sala foi meramente uma câmara de desinfestação.

Isto não é nada de novo. Por volta de 1945, os americanos tentaram registrar quatro câmaras de despiolhamento do campo de Dachau (Alemanha) como câmaras de gás homicidas. Os responsáveis pelo novo Museu do Holocausto, em Washington, recorreram a tal impostura porque foram forçados a isso: eles não foram capazes de mostrar aos visitantes uma representação física de alguma forma possível de pelo menos uma, qualquer uma, das câmaras que os alemães teriam usado para matar multidões.

O meu desafio em Estocolmo e em Washington
A 17 de Março de 1992, lancei um desafio às organizações judaicas de todo o mundo. Nesse dia, depois de chegar a Estocolmo a convite do meu amigo Ahmed Rami, lancei um desafio em escala internacional à imprensa sueca. Consiste nesta frase de nove palavras: "Consigam mostrar-me ou desenhar uma câmara de gás nazista!Estas palavras foram acompanhadas por duas páginas de explicações.

De acordo com as minhas informações, os vários órgãos da imprensa sueca, ansiosos para responder ao meu desafio, contataram imediatamente todas as fontes possíveis no sentido de obterem fotografias das câmaras de gás nazistas. Para sua consternação, descobriram que não existem tais fotografias, e que as instalações ou salas normalmente mostradas aos turistas em Auschwitz e noutros lugares como câmaras de gás homicidas, não têm nenhuma das características de tais armazéns de matança química. Apesar da imprensa sueca ter lançado inúmeros ataques pessoais contra mim, o meu desafio não foi mencionado num único artigo de jornal, nem uma única palavra foi dita no rádio ou na televisão.

Com o passar dos meses, o embaraço aumentou entre aqueles que alardeavam a tese da exterminação física dos judeus durante a 2ª Guerra Mundial: daí o frenesi e a agitação que se alastrou às organizações judaicas em todo o mundo.

A 21 de Abril de 1993, renovei o meu desafio em Washington, desta vez dirigido aos responsáveis pelo Museu do Holocausto que estava para ser inaugurado no dia seguinte com a presença do Presidente Clinton, de diversas figuras de Estado, e de Elie Wiesel. Entre os responsáveis do  Museu, eu tinha em mente e estava a pensar principalmente em Michael Berenbaum, o Diretor de Investigação do Instituto.

O meu desafio em Washington pode ser resumido da seguinte maneira: Amanhã, o Museu norte-americano em Memória das Vítimas do Holocausto irá ser inaugurado em Washington. Eu desafio as autoridades do Museu a providenciarem-nos uma representação física da câmara de gás mágica. Procurei durante trinta anos por essa representação sem nunca a ter encontrado: nem em Auschwitz, nem em qualquer outro campo de concentração, nem num museu, ou num livro, nem num dicionário ou numa enciclopédia, nem numa fotografia, ou modelo, ou documentário.

Claro que fui confrontado com certas tentativas de representação, mas todas elas são ilusórias. Nenhuma resistiu aos exames. Em particular, quando compreendemos os perigos extremos do uso do Zyklon B (um inseticida comercial) ou ácido cianídrico (HCN), rapidamente percebemos que os lugares que por vezes são mostrados aos turistas como sendo câmaras de gás homicidas nunca poderiam ter servido como locais de matança química sem perigo para as pessoas em volta. Quando percebemos a extrema — e inevitável — complexidade de uma câmara de gás para execução de apenas um homem por gás cianídrico numa penitenciária americana, vemos imediatamente que os locais exibidos como "câmaras de gás nazistas" — onde, dia após dia, verdadeiras multidões de vítimas eram supostamente mortas — não mostram agora (porque nunca existiram) ao menos um pouco da complexa maquinaria e dos dispositivos que teriam sido imprescindíveis para um empreendimento de tal monta.

Para além do assunto da vedação das câmaras, um dos mais sérios problemas por resolver tem sido a explicação do acesso à câmara saturada de HCN depois da execução para remover os corpos, também eles saturados com o mesmo veneno. O ácido cianídrico penetra na pele, nas membranas mucosas e nos fluidos corporais. O corpo de um homem que acabou de ser morto por esse poderoso veneno é ele próprio uma perigosa fonte de envenenamento, e não pode ser tocado com as mãos descobertas. Para se entrar numa câmara saturada de HCN para remover o corpo, é necessário equipamento especial, assim como máscara de gás também com filtro especial. Porque o esforço físico deve ser mínimo (ele acelera a respiração, reduzindo a eficácia do filtro) e antes de entrar no recinto, é necessário acionar exaustores para esgotar o gás, e depois neutralizá-lo. Quanto a este assunto, refiro-me a documentos sobre câmaras de gás usadas nas penitenciárias americanas, que publiquei em 1980.

Avisei aos responsáveis do Museu norte-americano do Holocausto, em particular, ao Sr. Berenbaum, que amanhã, 22 de Abril de 1993, eles não precisarão oferecer como prova da existência das "câmaras de gás nazistas", uma câmara de gás de fumigação, ou de desinfestação de piolhos, ou uma área de chuveiros, ou um necrotério, ou um abrigo subterrâneo. Estou ainda menos interessado num pedaço de parede, numa porta, ou pilhas de sapatos, ou chumaços de cabelos, ou montes de óculos. Quero algo que retrate inteiramente uma câmara de gás nazista, algo que demonstre uma precisa idéia da sua técnica e operacionalidade.

Evasivas e logro
Eu sabia que este desafio não podia ser respondido porque, durante meio século, eles nos têm falado das câmaras de gás nazistas sem nunca nos terem mostrado uma. Eu também já esperava que o Museu iria forjar algum estratagema. Mas que tipo de estratagema?

A resposta viria no dia seguinte, 22 de Abril, a data da inauguração formal. (O Museu abriu ao público dia 26 de Abril.) No dia 22, obtive uma cópia de um livro com cerca de 250 páginas que se apresenta como sendo uma espécie de catálogo do novo Museu. Esse livro foi escrito por Michael Berenbaum, e é intitulado The World Must Know: The History of the Holocaust As Told in the United States Holocaust Memorial Museum ("O Mundo Tem Que Saber: A História do Holocausto Como é Contada no Museu Norte-americano em Memória do Holocausto") 1993, XVI, 240 páginas).

Na página 138 estão três fotografias:
● A primeira mostra-nos latas de Zyklon B e algumas pastilhas também de Zyklon B, que é descrito como um "inseticida altamente venenoso".
● A segunda mostra "um pedaço da porta da câmara de gás em Majdanek... do lado de fora, guardas SS podiam observar a matança através do pequeno postigo."
● A terceira fotografia mostra-nos "o interior de uma câmara de gás de Majdanek. As manchas azuis são os restos químicos do Zyklon B."
A primeira fotografia nada mais prova além do fato que os alemães usaram o inseticida Zyklon B. (Este produto comercial foi usado em todo o mundo.) A segunda e a terceira fotografia devem ser familiares aos visitantes do antigo campo de Majdanek na Polônia. Eles irão reconhecer a porta exterior e a porta interior, assim como parte do interior da primeira câmara mostrada aos visitantes como sendo uma câmara de gás para execução, apesar desse recinto ter todas as características de uma sala de despiolhamento. A esse respeito, eu não vou citar aqui a minha própria investigação, incluindo as minhas fotografias que mostram a sala por inteiro, incluindo o pequeno anexo contendo um forno para produzir o calor que era essencial para a evaporação do HCN do Zyklon B (Na segunda fotografia descrita acima, a abertura para a admissão do ar aquecido pela fornalha pode ser vista, bem no alto, à direita). Tampouco citarei aqui o relatório do especialista americano em câmaras de gás, Fred Leuchter, que concluiu definitivamente que essa instalação foi uma câmara de desinfestação onde, não seres humanos, mas piolhos transmissores do tifo foram mortos.
A admissão de J.C. Pressac
Atenho-me a referir Jean-Claude Pressac, protegido da Fundação Beate Klarsfeld, e autor do trabalho anti-revisionista de 1989, Auschwitz: Técnicas e Operações das Câmaras de Gás (a propósito, um título bastante enganador). Eis a opinião de Pressac sobre aquela mesma sala, a qual o Sr. Berenbaum se atreve a retratar como "câmara de gás nazista":
"Os tijolos avermelhados e manchados de azul escuro são, para ele [Bernard Jouanneau, um advogado que se opôs a Faurisson num caso de tribunal em 1982 em Paris] a prova material e visível da existência das câmaras de gás homicidas. O problema existente é que a câmara de gás apresentada tem todas as características de uma instalação de DESPIOLHAMENTO. Não estou a dizer que nunca foi usada para matar pessoas, pois isso é possível (aqui, Pressac está enganado.mas os traços de azul-da-prússia são a  indicação absolutamente certa do seu uso para despiolhamento. (p. 555.)
Pressac continua a apontar que a existência de uma vigia (pequeno postigo) não é prova de uma câmara de gás homicida, porque uma câmara de despiolhamento pode ser dotada de uma janela de verificação. Ele conclui:
Lamento dizer, e não sou o único no Ocidente, que as câmaras de gás homicidas e/ou de despiolhamento de Majdanek, ainda estão à espera de um verdadeiro historiador, o que é ligeiramente preocupante em virtude do fato que o campo caiu intacto nas mãos dos russos em 1944. (p. 555)
Na página 557, ele apresenta uma fotografia do exterior da câmara em questão e de uma outra câmara localizada no mesmo edifício. De acordo com o texto explicativo, isso é uma fotografia... mostrando uma câmara de desinfestação, fazendo crer tratar-se de uma câmara de gás homicida. Entre as duas portas com as suas janelas de verificação, os tijolos mais escuros são de cor azul-da-prússia, um sinal do uso prolongado de Blausäure (ácido azul), ou ácido cianídrico, ou ácido prússico, vendido como agente de despiolhamento sob o nome de Zyklon B.

Deve-se salientar que estas câmaras estavam situadas no edifício de Bad und Desinfektion (Banho e Desinfestação) localizado à direita da entrada do campo, e perfeitamente à vista. É compreensível que, nas suas "Notas Bibliográficas" (pp. 224-232), Berenbaum não faça menção à página 564 do livro de Pressac.

Um novo avanço para o revisionismo
Em 1978 o Presidente Jimmy Carter indicou uma comissão encarregada de criar um conselho central para o museu em memória do holocausto. Ele escolheu como presidente dessa comissão Elie Wiesel, o que inspirou Arthur Butz a fazer aquele comentário tão exato quanto sarcástico: "Era necessário um historiador, mas foi escolhido um 'melodramático'".

A escolha de Berenbaum como a "autoridade sábia" do Museu pertence à mesma natureza: Berenbaum é professor adjunto de teologia na Universidade de Georgetown. Quando era pretendido um historiador, foi escolhido um teólogo — o que é apropriado porque, de alguns anos para cá, em lugar de uma "história do holocausto", as organizações judaicas a substituíram pela "religião do holocausto".

O pilar central dessa religião, como eu costumo dizer, é a câmara de gás mágica que, como uma miragem, é a imagem do irreal.

Para retratar esse "pilar central", os funcionários do Museu selecionaram uma câmara de despiolhamento, e falsamente a rotularam como "câmara de gás homicida". Apesar de ter sido projetada e construída pelos alemães como instalação para proteger a saúde dos prisioneiros judeus e não-judeus, é-nos apresentada como um instrumento de tortura e assassínio desses detentos. Esse cenário resume a fraude e a arrogância dos fanáticos da "religião do holocausto".

Chegou a hora para uma maior honestidade intelectual e equilíbrio mental relativamente à história da desgraça do povo judeu durante a 2ª Guerra Mundial. Os visitantes do novo Museu do Holocausto em Washington — especialmente os contribuintes americanos, sem os quais ele não existiria — têm o direito de exigir do Sr. Berenbaum, e de seus amigos, um relatório das despesas. Contudo, um recente artigo do jornal Los Angeles Times, em 20 de abril de 1993, trazia esta manchete: "Sondagem revela que um em cada três americanos tem dúvidas se existiu o holocausto". Essas dúvidas só irão aumentar.

Alguns dias depois da inauguração do Museu, o Sr. Berenbaum revelou a um jornal: "Vocês estão cercados pela morte. É como trabalhar numa sala de emergências ou numa funerária.... Eu acabei como um analista de poltrona". (The Washington Post, 26 de Abril de 1993, p. B6.)

Não está fora de questão que Berenbaum regresse às suas análises de poltrona quando ele entender as graves conseqüências do seu engano. O dia 22 de Abril de 1993 era para ser a data para a consagração da "religião do holocausto" em solo americano. Na realidade, esta data ficará na História como um sinal de uma vitória extraordinária para os historiadores revisionistas. Umas duzentas pessoas reuniram-se em Washington, DC, a 22 de Abril para expressar a sua oposição ao Museu Americano em Memória do Holocausto.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Esses "istoriadores"...!

Amigos e amigas.
Em homenagem a um dos mais admiráveis exemplos de coerência, lisura e integridade do Revisionismo Histórico brasileiro, Alfredo Braga, que nos deixou há pouco mais de um ano, republico um de seus brilhantes ensaios sobre o tema que abraçou e dominou como poucos por aqui.

A simples leitura imparcial deste já seria suficiente para criar fissuras em muitas mentes fechadas hermeticamente pelo tsunami sionista de propagandas que afoga tantos desavisados, alienados e oligofrênicos. Enquanto me for possível, compartilharei tais aulas. São mais que recomendáveis os links em vermelho para abranger ainda mais o universo Braguiano.
FAB29

Em tempo: Estarei em férias até dia 20/11. Caso queiram postar um comentário, irei moderá-lo dia 21 e, salvo algum "problema problemático" com ele, publicá-lo. Abraço e até lá.

Liberté pour L'Histoire
ou
O lobo na pele de cordeiro
O título acima, Liberté pour L'Histoire, é o mesmo do manifesto que dezenove historiadores, e entre eles o furioso anti-revisionista Pierre Vidal-Naquet, subscreveram e publicaram em Paris, no dia 12 de dezembro de 2005.
Nada há de espantoso, ou inusitado, num grupo de acadêmicos a reivindicar condições para desenvolverem e divulgarem, sem constrangimentos, o resultado de seu trabalho. E esse tem sido exatamente o desafio, há várias décadas, de historiadores como os franceses Rassinier e Faurisson, o americano Arthur Butz, o alemão Wilhelm Stäglich, o italiano Carlo Mattogno, ou o espanhol Enrique Aynat.
O que soa estranho é que depois de vasto e desonesto silêncio, aqueles outros historiadores venham agora airosamente postular, como se fossem seus, exatamente, ponto por ponto, aqueles mesmos princípios e reivindicações que anteriormente sempre negaram aos pesquisadores do Revisionismo Histórico.
Esse novo e inopinado clamor por liberdade acadêmica, entretanto foi superficialmente noticiado pela imprensa de alguns países e, significativamente, ignorado por importantes órgãos de comunicação social como a Der Spiegel, na civilizada e democrática Alemanha, e isso para não falarmos da seletiva distração da mídia brasileira e de seus lúcidos e atentos jornalistas, articulistas e colunistas, ou dos competentes professores-doutores de nossas universidades que não puderam, ou não quiseram informar os seus alunos, nem discutir assunto tão importante.
Foi impressionante a súbita presteza — e isso depois de tantos anos — com que esses professores acordaram da longa inércia em suas torres de marfim e agora, em grande pompa, aparentam reassumir as suas responsabilidades e tomar a peito a perigosa tarefa de denunciar a ingerência de políticos venais, magistrados desonestos e agressivos lobistas na Universidade e nos Departamentos de História.
Eis o teor daquela manifestação, admiravelmente idêntico, item por item, ao que tem sido afirmado e reafirmado, reiteradas vezes, ao longo de décadas, por tantos historiadores revisionistas, caluniados e perseguidos em vários países:
Consternados pelas intervenções políticas cada vez mais freqüentes na análise de acontecimentos passados, e surpreendidos com as ações judiciais contra historiadores, pesquisadores e autores, queremos relembrar os seguintes princípios:
  1. A História não é uma religião. O historiador não aceita dogmas, não respeita proibições, não conhece tabus. Ele pode chocar.
  2. A História não é uma instância moral. A missão do historiador não é elogiar, nem condenar; ele explica.
  3. A História não é escrava do espírito da época. O historiador não sobrepõe o passado aos conceitos ideológicos do presente e não insere nenhuma sensibilidade atual nos acontecimentos do passado.
  4. A História não pode assegurar a tarefa da memória. Ao desempenhar o seu trabalho de pesquisa, o historiador reúne as recordações das pessoas, compara-as e confronta-as com documentos, objetos e vestígios, e determina os fatos. A História toma em consideração as recordações, mas não se limita a elas. ( ! )
  5. A História não pode ser objeto da Justiça. Num Estado livre, não cabe ao Parlamento, nem à Justiça, determinar a verdade histórica. ( ! )
  6. A política do Estado, por mais que esteja animada com a melhor das intenções, não é a política da História.
  7. A violação destes princípios por certos artigos de sucessivas leis – as de 13 de julho de 1990, de 29 de janeiro de 2001, de 21 de maio de 2001, de 23 de fevereiro de 2005 – têm restringido a liberdade do historiador que, sob pena de sanções, tem o seu trabalho limitado.
  8. Exigimos a abolição desses artigos da lei que são indignos de um regime democrático.
Que bonita é a democracia! E mais bonitos ainda são os discursos e os apelos à justiça, e essa aparência de honestidade que os seus arautos tentam exibir.
Centenas de universitários correram a assinar tão importante documento, mas não perceberam, ou fingiram não perceber, uma rápida frase que logo a seguir, já a 4 de fevereiro de 2006, circulou num esclarecedor Comunicado de Imprensa:
"A propósito disto, ela (l'association liberté pour l'histoire) tem a dizer firmemente que tomará todos os cuidados para evitar as armadilhas daqueles que, desvirtuando a história, neguem a realidade da Shoah."
Exatamente como aqueles rabinos que depois de cem anos só agora vieram "denunciar" o golpe sionista contra a humanidade, fica claro que esses historiadores "franceses", com os seus tardios pruridos de "seriedade científica", ou "honestidade acadêmica", não pretendem esclarecer os fatos da 2ª Guerra Mundial, e nem tampouco investigar a suposta realidade do "holocausto judeu" mas sim, evidentemente, é uma escandalosa manobra para se mostrarem perante a opinião pública como os honestos defensores e únicos donos da verdade histórica, e isto, sorrateiramente, contra pesquisadores como Paul Rassinier, Serge Thion, Robert Faurison e tantos outros, perseguidos ou encarcerados em países democráticos.
Repare-se que a promessa "... tomará todos os cuidados para evitar as armadilhas daqueles que, desvirtuando a história, neguem a realidade da Shoah." é mais do que suficiente para revelar a ladina manobra dessa estranha associação de historiadores que contraria seus próprios discursos de honestidade acadêmica.
Quem está por trás da orquestração desses esquisitos e sincronizados movimentos de rabinos e professores? E que espécie de gente é essa que postula uma liberdade para os historiadores, conquanto não questionem "realidades" como o pretenso "holocausto judeu", ou outras "verdades absolutas" e "incontestáveis" impingidas pelo sinistro Congresso Mundial Judaico?
Liberté pour L'Histoire!... Liberdade? mas para qual história?
É evidente e tudo indica que o lobo quer vestir a pele do cordeiro, a raposa tomar conta do galinheiro e os judeus querem abafar as pesquisas históricas e a apresentação das provas que denunciam a cínica farsa do "holocausto judeu".

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Física e quimicamente impossível

Amigos e amigas.
Nunca é demais relembrar aqueles pontos da História mostrados e demonstrados por profissionais como sendo absurdos grotescos, a despeito da turba oligofrênica e/ou vendida rosnar contrariamente.

Então, eis uma revisada nas palavras abalizadas do engº químico Germar Rudolf a respeito da pira crematória de Treblinka, demonstrando ser física e quimicamente impossível ela ter existido.
FAB29

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"Sem buracos, sem holocausto"
Em 16 de agosto de 1991, em pé sobre o teto desabado de uma alegada "câmara de gás" do Crematorium II em Birkenau, eu perdi minha fé no "holocausto" porque eu não consegui encontrar os buracos que merecessem o nome".
Obs.: Tudo o que Rudolf escreveu em seu imenso tratado se baseou em DADOS OFICIAIS. Tudo o que ele fez foi verificar suas autenticidades, confrontando o relatado com o que era possível ter ocorrido. Na maior parte dos casos, eles não se sustentavam, demostrando a má fé de quem os mantém como verdades ou "fatos notórios".

Rudolf.- Eu gostaria de abordar agora uma afirmação sobre a queima sem rastros das vítimas assassinadas em Treblinka.

Segundo a historiografia oficial, a maioria das vítimas mortas em Treblinka teria sido enterrada em covas coletivas antes que acontecesse sua cremação. Primeiro temos que perguntar: Qual característica tinham estas covas coletivas?

De acordo com investigações das covas coletivas de Hamburgo (bombardeio aéreo de 1943), Katyn (soviéticos assassinaram oficiais poloneses em 1940), assim como Bergen-Belsen (mortes em massa devido ao tifo no início de 1945), John Ball pôde chegar à conclusão que  se poderiam assumir, no máximo, seis cadáveres por metro cúbico. Baseado neste número, resultam nas seguintes características destas covas coletivas mostradas na tabela 13.


Tabela 13

Portanto, a necessidade de área, para aquilo que aconteceu lá, ultrapassou a dimensão daquele campo. Segundo o que foi relatado, lá teriam existido câmaras de gás, assim como covas e posteriormente teriam havido covas para incineração. De fato, a escavação das covas teria resultado numa montanha de terra que cobriria metade de todo o campo. (...)

Mas vamos apenas agora registrar algumas das características da legendária grelha de Treblinka, de acordo com os depoimentos das testemunhas. À vista da forte discrepância das informações prestadas nestes depoimentos, elaborou-se a tabela 14 com um resumo destes dados, apenas como valores referenciais. Eles devem nos servir somente para nos permitir uma noção do que se é afirmado sobre Treblinka.



Sem madeira entre as camadas dos cadáveres, cada uma das fogueiras deveria ter 9m de altura, e com a necessária madeira para uma queima adequada,acima de 26m, compreendendo uma massa de mais de 700 toneladas.

Obs.- Uma equipe de geólogos australianos fizeram, na década de 1990, uma varredura no subsolo de Treblinka usando sonares de alta resolução e concluíram que aquele subsolo NUNCA FOI REMEXIDO.
Curioso, não?