Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


terça-feira, 12 de junho de 2018

Fischer

Amigos e amigas.
O enxadrista estadunidense Bobby Fischer foi um daqueles fenômenos tipo tsunami: surgem, abalam todas as estruturas, vão-se embora e deixam marcas dificílimas de se apagar. Tais fatos foram vistos em seu esporte e em suas opiniões.
Foi um perseguido político, estigmatizado e taxado de antissemita, polemizou um monte e precisou ir viver e morrer no exílio.
Os mais contundentes e ácidos ataques se concentraram na figura do judeu e seu domínio mundial. Abaixo, excertos de suas opiniões a respeito deles. Traduzido por mim daqui.
FAB29

Imagem relacionada
"Não, não. Absolutamente não, não. Eu espero coisas piores para ocorrer.
O aperto dos judeus nos EUA está ficando mais e mais apertado todo dia.
Você sabe, eles fizeram incontáveis bilhões e trilhões com Hollywood."
Notas de Fischer sobre os judeus:
- Os judeus são anti-sociais, destrutivos, intolerantes, mesquinhos, enganadores e assim por diante. Eles querem destruir, governar e matar, roubar quem cruzar seu caminho. Para conseguir o que querem, desenvolveram um estilo de vida perverso, antinatural, destrutivo e maligno.
- Embora eles vivam de não-judeus como parasitas, eles os odeiam e desejam destruí-los. Os judeus odeiam a natureza e a ordem natural, porque é pura e bela, e também porque é maior e mais forte do que eles e sentem que não podem controlá-los completamente. A beleza e a harmonia da natureza contrastam com sua miséria e fealdade, e isso os faz odiá-los ainda mais.
- Os judeus são destrutivos. Eles são anti-humanos O judeu anti-humano odeia e quer destruir todos os não-judeus. Ele também destruirá até mesmo outros judeus que são menos destrutivos e maus que ele, se eles se puserem no caminho dele.
- Aparentemente, o mal do judeu tem uma base genética. Os judeus são destrutivos. Eles são anti-humanos. Pelo ato da circuncisão, o judeu mostra seu ódio à natureza e à ordem natural. Através deste ato sangrento, cruel e tolo, ele mostra sua crueldade e sadismo, e ele não vai parar em nada para obter seus fins. Sem dúvida, os judeus também estão por trás da circuncisão islâmica, que serve como uma cobertura ideal e uma distração de seu próprio mal a esse respeito.
- Os judeus são verdadeiramente anti-humanos e antinaturais. Os judeus são intensamente egoístas, intolerantes e anti-sociais, e assim por diante. Eles estão cheios de ódio, ganância, malícia e assim por diante. Naturalmente, outras pessoas, isto é, aquelas que não são judias, não gostam que os judeus as desloquem, roubem e matem e, mais cedo ou mais tarde, elas resistirão. É aí que entram as mentiras e o engano dos judeus.

Caso queiram escutá-lo:

2 comentários:

  1. Olá Fab, sua postagem me traz à memória 2 fatos, um relativo ao Fischer e e outro à Islândia (Reykjavik). Já fui enxadrista e sempre acompanhei as partidas de Fischer. Alem disso eu tinha uma amiga na Islândia (Reykjavik), desde minha juventude através de um clube de correspondência chamado Pen Pall, para melhorar o idioma inglês. Por esse motivo tive a oportunidade de acompanhar a história de Fischer até sua morte, em janeiro de 2008. Só não conhecia essas notas sobre os judeus, que fazem minha admiração crescer muito em relação ao Fischer.

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    1. Caro Walfrido.
      Seu comentário mostra o quanto somos criminosamente alijados de informações pontuais e cruciais para o bom discernimento das coisas e dos fatos.

      A despeito de tanta e tamanha experiência e capacidade, mesmo você desconhecia esse ponto fulcral da história do grande Fischer. Nossa luta por aprender e conhecer é tão maravilhosa quanto vital e, com a Graça de Deus, a temos e mantemos à flor da pele e da consciência.
      Abraço.

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