Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Um contra contrariado

Amigos e amigas.
Correndo o risco de ser mal visto ou tachado de alguns adjetivos pejorativos ou vítima de impropérios, lá vou eu de novo. Sou contra o cidadão comum contribuir em dinheiro com qualquer um esses tipos de casas de caridadeasilos, hospitais, creches, etc. É inegável que todas elas merecem apoio, atenção e que faz parte da nossa responsabilidade garantir que eles tenham condições dignas de vida. Mas tenho vários motivos (a saber) para ratificar o que disse: eu NÃO CONTRIBUO com essas entidades.

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CERCA DE 70
1- Existe uma COISA chamada "governo", que nos espolia diariamente através de uma montanha de impostos e encargos tributários. Você se lembra para que servem esses 'trecos'? A idéia precípua é garantir todos os benefícios necessários e obrigatórios aos cidadãos. Se fossem de fato e direito revertidos a essa causa, SUMIRIA A NECESSIDADE de haver entidades para ajudar os desamparados em todos os sentidos! Preciso lembrar as toneladas de benesses, facilidades e poderes que são concedidas aos políticos, aqueles seres eleitos por nós que têm a obrigação de zelar e encaminhar tudo isso a seus devidos lugares? Eles têm muito mais do que merecem e necessitam para viver e praticamente só legislam e executam as leis essencialmente em causa própria;

2- Existe outra COISA chamada "própria vida"que é nossa maior maravilha e patrimônio e é um desafio diário mantê-la num nível que minimamente nos satisfaça. É desnecessário relatar o custo dela (em qualquer sentido); só deixo claro que ela é sumamente prioritária pra mim. É realmente egoísmo da minha parte, mas tenho como filosofia básica de vidaNão posso ajudar ninguém se não estou em condições de me ajudar. Independência e liberdade (duas inefáveis palavras) são conquistas que penamos muito para conseguir. A maioria só as consegue em termos, com ressalvas, em parte. Porém, quando não se sabe usá-las, nos perdemos nelas ou nos enforcamos. Nesta ordem: primeiro, soluciono meus problemas imediatos. Depois, tento auxiliar os meus próximos e queridos. Conjuntamente, planejo e guardo recursos para os problemas secundários. Por fim, fico antenado e de prontidão para evitar problemas vultosos.

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NUNCA FI-LA !
3- Mais uma COISA chamada "má fé", que é a tônica de quase tudo quando nos referimos à política da caridade. A começar de super shows tipo "Criança Esperança" e "Teleton", passando por ajudas aos flagelados pela seca no Nordeste ou pelas enchentes no Sul, chegando aos mais simples e cotidianos pedidos de ajuda para fulana ou beltrano que precisa de uma operação urgente ou qualquer coisa assim (daí, mostram uma foto do infeliz, se é que se trata do 'beneficiado'). Basta uma pesquisa ou apenas um esforço de memória para lembrarmos o tanto de "ixpertezas", desvios e  sem-vergonhices que há por trás de tudo isso. Quantos políticos desviaram os alimentos para montarem cestas básicas e utilizá-las em suas eleições? Quantas empresas se arvoraram nessas caridades só para aliviar suas barras tributárias? Quantos voluntários roubaram roupas, calçados, etc, enviados aos flagelados de enchentes? E por aí vai!...

Em suma: nossa maior função política é constantemente VIGIAR, COBRAR E EXIGIR que a classe política cumpra seu papel! Por outro lado, outra filosofia de vida minha: Penso globalmente; ajo localmente. Procuro ajudar e confortar quem eu posso e que eu veja in loco sua necessidade, seja humano ou animal. Doação em dinheiro às cegas para pessoas distantes, na confiança de que os intermediários cumprirão sua função limpamente, de jeito nenhum! Se não houvesse tanta corrupção (que só existe pelo comodismo e a estupidez cevada das 'massas QI de ameba')praticamente não haveria carências tão acentuadas como as que vemos hoje.

Existem 'N' exemplos de comunidades que solucionagrande parte de seus problemas (fome, doenças, falta de moradia, desemprego,...) com união e dedicação de seus moradores e SEM A AJUDA DO GOVERNO! Esta é a verdadeira Anarquia: A AUSÊNCIA DE UM PODER CENTRAL! Basta que cada um faça o melhor do que é capaz enquanto os outros fazem aquilo que esses não conseguem. Ao mesmo tempo, todos se respeitam e se protegem, evitando a agregação de parasitas e agentes nocivos no seio da comunidade. Torna-se um exercício diário de amizade, bem querer, honestidade e justiça. Nesta sinergia, tudo prospera e conspira para dinamitar governos corruptos lotados de políticos inúteis.

Ajudo, sim e sempre! Quem estiver ao meu alcance.
FAB29 

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Origem escusa

Amigos e amigas.
Quando o historiador judeu Shlomo Sand publicou suas pesquisas sobre as origens do seu povo, causou um rebuliço monstro na comunidade judaica.

Mostrou que os sionistas são os responsáveis por toda a maquiagem e casuísmo presentes na historiografia do povo judeu. Pior do que as invencionices sionistas sempre será a passividade alienada e comodista do povinho.
Leia mais aqui.
FAB29 

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"Qualquer israelense sabe que o povo judeu existe desde a entrega da Torá no monte Sinai e se considera seu descendente direto e exclusivo. Todos estão convencidos de que os judeus saíram do Egito e se fixaram na Terra Prometida, onde edificaram o glorioso reino de Davi e Salomão, posteriormente dividido entre Judéia e Israel. E ninguém ignora o fato de que esse povo conheceu o exílio em duas ocasiões: depois da destruição do Primeiro Templo, no século VI a.C., e após o fim do Segundo Templo, em 70 d.C.
Foram quase 2 mil anos de errância desde então. A tribulação levou-os ao Iêmen, ao Marrocos, à Espanha, à Alemanha, à Polônia e até aos confins da Rússia. Felizmente, eles sempre conseguiram preservar os laços de sangue entre as comunidades, tão distantes umas das outras, e mantiveram sua unicidade.
As condições para o retorno à antiga pátria amadureceram apenas no final do século XIX. O genocídio nazista, porém, impediu que milhões de judeus repovoassem naturalmente Eretz Israel, a terra de Israel, um sonho de quase 20 séculos.
Virgem, a Palestina esperou que seu povo original regressasse para florescer novamente. A região pertencia aos judeus, e não àquela minoria desprovida de história que chegou lá por acaso. Por isso, as guerras realizadas a partir de 1948 pelo povo errante para recuperar a posse de sua terra foram justas. A oposição da população local é que era criminosa."

De onde vem essa interpretação da história judaica, amplamente difundida e resumida acima? Trata-se de uma obra do século XIX, feita por talentosos reconstrutores do passado cuja imaginação fértil inventou, sobre a base de pedaços da memória religiosa judaico-cristã, um encadeamento genealógico contínuo para o povo judeu. Claro, a abundante historiografia do judaísmo comporta abordagens plurais, mas as concepções essenciais elaboradas nesse período nunca foram questionadas.


Paralisia unilateral

Quando apareciam descobertas suscetíveis de contradizer a imagem do passado linear, elas praticamente não tinham eco. Como um maxilar solidamente fechado, o imperativo nacional bloqueava qualquer espécie de contradição ou desvio em relação ao relato dominante. E as instâncias específicas de produção do conhecimento sobre o passado judeu contribuíram muito para essa curiosa paralisia unilateral: em Israel, os departamentos exclusivamente dedicados ao estudo da “história do povo judeu” são bastante distintos daqueles da chamada “história geral”. Nem o debate de caráter jurídico sobre “quem é judeu” preocupou esses historiadores: para eles, é judeu todo descendente do povo forçado ao exílio há 2 mil anos.


Esses pesquisadores “autorizados” tampouco participaram da controvérsia trazida pela revisão histórica do fim dos anos 1980. A maioria dos atores desse debate público veio de outras disciplinas ou de horizontes extra-universitários, inclusive de fora de Israel: foram sociólogos, orientalistas, lingüistas, geógrafos, especialistas em ciência política, pesquisadores em literatura e arqueólogos que formularam novas reflexões sobre o passado judaico e sionista. Dos “departamentos de história judaica” só surgiram rumores temerosos e conservadores, revestidos por uma retórica apologética baseada em idéias preconcebidas.

Ou seja, após 60 anos recém-completos, a historiografia de Israel amadureceu muito pouco e, aparentemente, não evoluirá em curto prazo. Porém, os fatos revelados pelas novas pesquisas colocam para todo historiador honesto questões fundamentais, ainda que surpreendentes numa primeira abordagem.

Considerar a Bíblia um livro de história é uma delas. Os primeiros historiadores judeus modernos, como Isaak Markus Jost e Léopold Zunz, não encaravam o texto bíblico dessa forma no começo do século XIX: a seus olhos, o Antigo Testamento se apresentava como um livro de teologia constitutivo das comunidades religiosas judaicas depois da destruição do Primeiro Templo. Foi preciso esperar até 1850 para encontrar historiadores como Heinrich Graetz, que teve uma visão “nacional” da Bíblia. A partir daí, a retirada de Abraão para Canaã, a saída do Egito e até o reinado unificado de Davi e Salomão foram transformados em relatos de um passado autenticamente nacional. Desde então, os historiadores sionistas não deixaram de reiterar essas “verdades bíblicas”, que se tornaram o alimento cotidiano da educação israelense.


Mas eis que, ao longo dos anos 1980, a terra treme, abalando os mitos fundadores. Novas descobertas arqueológicas contradizem a possibilidade de um grande êxodo no século XIII antes da nossa era. Da mesma forma, Moisés não poderia ter feito os hebreus saírem do Egito nem tê-los conduzido à “terra prometida” pelo simples fato de que, naquela época, a região estava nas mãos dos próprios egípcios! Aliás, não existe nenhum traço de revolta de escravos no reinado dos faraós nem de uma conquista rápida de Canaã por estrangeiros.


                             O exílio de poucos

Tampouco há sinal ou lembrança do suntuoso reinado de Davi e Salomão. As descobertas da década passada mostram a existência de dois pequenos reinos: Israel, o mais potente, e a Judéia, cujos habitantes não sofreram exílio no século VI a.C. Apenas as elites políticas e intelectuais tiveram de se instalar na Babilônia, e foi desse encontro decisivo com os cultos persas que nasceu o monoteísmo judaico.


E o exílio do ano 70 d.C. teria efetivamente acontecido? Paradoxalmente, esse “evento fundador” da história dos judeus, de onde a “diáspora” tira sua origem, não rendeu sequer um trabalho de pesquisa. E por uma razão bem prosaica: os romanos nunca exilaram povo nenhum em toda a porção oriental do Mediterrâneo. Com exceção dos prisioneiros reduzidos à escravidão, os habitantes da Judéia continuaram a viver em suas terras mesmo após a destruição do Segundo Templo.



Uma parte deles se converteu ao cristianismo no século IV, enquanto a maioria aderiu ao Islã durante a conquista árabe do século VII. E os pensadores sionistas não ignoravam isso: tanto Yitzhak ben Zvi, futuro presidente de Israel, quanto David ben Gurion, fundador do país, escreveram sobre isso até 1929, ano da grande revolta palestina. Ambos mencionam, em várias ocasiões, o fato de que os camponeses da Palestina eram os descendentes dos habitantes da antiga Judéia.

Mas, na falta de um exílio a partir da Palestina romanizada, de onde vieram os judeus que povoaram o perímetro do Mediterrâneo desde a Antigüidade? Por trás da cortina da historiografia nacional se esconde uma surpreendente realidade histórica: do levante dos macabeus, no século II a.C., à revolta de Bar Kokhba, no século II d.C., o judaísmo foi a primeira religião prosélita (que abraça outra. N.E.). Nesse período, a dinastia dos hasmoneus converteu à força os idumeus do sul da Judéia e os itureus da Galiléia, anexando-os ao “povo de Israel”. Partindo desse reino judeu-helenista, o judaísmo se espalhou por todo o Oriente Médio e pelo perímetro mediterrâneo. Assim, no primeiro século de nossa era, surgiu o reinado judeu de Adiabena, no território do atual Curdistão, e a ele seguiram-se alguns outros com as mesmas características.

Os escritos de Flávio Josefo são apenas um dos testemunhos do ardor prosélito dos judeus: de Horácio a Sêneca, de Juvenal a Tácito, vários escritores latinos expressaram seu temor sobre a prática da conversão, autorizada pela Mixná e pelo Talmude.

               A expansão para o leste europeu 
No começo do século IV, o êxito da religião de Jesus não colocou fim à expansão do judaísmo, mas empurrou seu proselitismo para as margens do mundo cultural cristão. Cem anos depois, surgiu o vigoroso reino judeu de Himiar, onde atualmente está o Iêmen. Seus descendentes mantiveram a fé judaica após a expansão do Islã e preservam-na até os dias de hoje. Da mesma forma, os cronistas árabes nos contam sobre a existência de tribos berberes judaizadas: contra a pressão árabe sobre a África do Norte no século VII, surgiu a figura lendária da rainha judia Dihya-el-Kahina. Em seguida, esses berberes judaizados participaram da conquista da península Ibérica e estabeleceram ali os fundamentos da simbiose particular entre judeus e muçulmanos, característica da cultura hispano-arábe. 

A conversão em massa mais significativa ocorreu, no entanto, entre o mar Negro e o mar Cáspio, no imenso reino Cazar do século VIII. A expansão do judaísmo do Cáucaso até as terras que hoje pertencem à Ucrânia engendrou várias comunidades que seriam expulsas para o Leste Europeu pelas invasões mongóis do século XIII. Lá, os judeus vindos das regiões eslavas do sul e dos atuais territórios alemães estabeleceram as bases da grande cultura ídiche.


Esses relatos sobre as origens plurais dos judeus figuram, de forma mais ou menos hesitante, na historiografia sionista até o início dos anos 1960. Depois disso, foram progressivamente marginalizados e, por fim, desapareceram totalmente da memória pública israelense. Afinal, os conquistadores de Jerusalém em 1967 deveriam ser os descendentes diretos de seu reinado mítico, e não de guerreiros berberes ou cavaleiros cazares. Com isso, os judeus assumiram a figura de éthnos específico que, depois de 2 mil anos de exílio e errância, voltava para a sua capital.



E os defensores desse relato linear e indivisível não mobilizam apenas o ensino de história: eles convocam igualmente a biologia. Desde os anos 1970, uma sucessão de pesquisas “científicas” israelenses se esforça para demonstrar, por todos os meios, a proximidade genética dos judeus do mundo inteiro. A “pesquisa sobre as origens das populações” representa hoje um campo legítimo e popular da biologia molecular, e o cromossomo Y masculino ganhou um lugar de honra ao lado de uma Clio (Clio é a musa da história e da criatividade, aquela que divulga e celebra as realizações. N.E.) judia na busca desenfreada pela unicidade do “povo eleito”.



Essa concepção histórica constitui a base da política identitária do Estado de Israel e é exatamente seu ponto fraco. Ela se presta efetivamente a uma definição essencialista e etnocentrista do judaísmo, alimentando uma segregação que mantém a distância entre judeus e não-judeus.



Israel, 60 anos depois de sua fundação, não aceita conceber-se como uma república que existe para seus cidadãos. Quase um quarto deles não é considerado judeu e, de acordo com o espírito de suas leis, esse Estado não lhes pertence. Ao mesmo tempo, Israel se apresenta como o Estado dos judeus do mundo todo, mesmo que eles não sejam mais refugiados perseguidos, e sim cidadãos com plenos direitos, vivendo como iguais nos países onde residem. Em outras palavras, um etnocentrismo sem fronteiras serve de justificativa para uma severa discriminação ao invocar o mito da nação eterna, reconstituída para se reunir na “terra dos antepassados”. 

Escrever uma nova história judaica, para além do prisma sionista, não é tarefa fácil. A luz que se refrata ao passar por esse prisma se transforma, insistentemente, em cores etnocêntricas. Mas, se os judeus sempre formaram comunidades religiosas em diversos lugares e elas foram, com freqüência, constituídas pela conversão, obviamente não existe um éthnos portador de uma mesma origem, de um povo errante que teria se deslocado ao longo de 20 séculos. 

Sabemos que o desenvolvimento de toda historiografia e, de maneira geral, da modernidade passa pela invenção do conceito de nação, que ocupou milhões de seres humanos nos séculos XIX e XX. Recentemente, porém, esses sonhos começaram a ruir. Cada vez mais pesquisadores analisam, dissecam e desconstroem os grandes relatos nacionais e, principalmente, os mitos da origem comum, caros aos cronistas do passado. Certamente os pesadelos identitários de ontem darão espaço, amanhã, a outros sonhos de identidade. Assim como toda personalidade é feita de identidades fluidas e variadas, a história também é uma identidade em movimento.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Serena ? Tá bom !...


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Amigos e amigas.
Mais uma vez, a verdadeira Serena Williams mostrou sua índole e, com ela, toda a hipocrisia do povinho jacó estadunidense e a conivência da mídia degenerada e congêneres. No último sábado, 08/09, a "rainha do tênis" para os amebas protagonizou outra das suas histrionices ao proferir uma saraivada de impropérios digna de uma desequilibrada mental contra o árbitro de cadeira, o português Carlos Ramos, que a havia punido perfeitamente dentro das regras três vezes: primeiro, quando seu técnico praticou o "coaching" (deu instruções a ela durante a partida); depois, quando ela arrebentou a raquete ao ter seu serviço quebrado; e novamente, quando ela o acusou de ser sexista e ladrão.

Então, vejamos: ainda durante a partida, a repórter da ESPN entrevistou o técnico de Serena, que confirmou o "coaching", mas tentou pateticamente minimizar afirmando que "100% dos técnicos o fazem" e que "o técnico da Naomi Osaka também fez durante a partida". Consideremos que isso seja a mais pura verdade, mas E DAÍ, CARA PÁLIDA ?! Isso o absolve ou mesmo diminui seu delito ? Além do quê, o árbitro não tem condições de ficar vigiando os técnicos durante a partida e só pode punir alguém quando o pega em flagrante, que foi o seu caso. Portanto, primeira advertência corretamente aplicada, não cabendo à Serena o grotesco de exigir que o árbitro lhe pedisse desculpas por "tê-la chamado de trapaceira", coisa que em momento algum ocorreu.

Pouco tempo depois, a "rainha" tem seu saque quebrado pela deslumbrante japonesa e, desvairada e destemperada, arrebenta sua raquete, atitude que, pelas regras, é punível com advertência. Mais uma vez, o árbitro cumpriu sua função. Com a segunda advertência, automaticamente a adversária ganhou um ponto, o que fez a "injustiçada" subir nas tamancas e passar a ofender abertamente o árbitro, chamando-o de sexista e ladrão e que ele "nunca mais apitaria uma partida dela". Ou seja, chegou ao cúmulo de misturar tudo no seu cerebrozinho de feminista (de ostra), julgando-se perseguida só por ser "uma mulher vencedora", fato inaceitável por "sexistas".

Com essa atitude digna de seres inferiores, sofreu a terceira advertência e, sempre pelas regras que valem para todos, foi punida com a perda de um game inteiro. Daí pra frente, o burlesco se instalou de vez, com o canhão exigindo aos prantos a presença do supervisor do torneio, a torcida entrando na onda da infeliz e vaiando e xingando o árbitro e, alguns até, a jovem japonesa.

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Amebas acreditam.
Advertências são dadas o tempo todo a todos os tenistas pelos mais diversos motivos. Nem Federer, Nadal ou Djokovic se livraram delas. Todos eles reclamaram, mas nenhum se arvorou a tal e tamanha demonstração de ridículo e imoralidade. Hoje, dois dias depois do ocorrido e com tudo devidamente comprovado (ou seja, que o árbitro foi correto e preciso em suas atitudes), ainda assim, a grande podre mídia e a WTA mostram a que vêm e se esmeram em defender a "rainha", até agradecendo a ela por "suscitar a luta pela igualdade de tratamento". Disse a feminista-mor do Tênis, Billie Jean King: "Obrigado, Serena, por invocar esse duplo padrão. Mais vozes são necessárias para fazer o mesmo".

É claro que nenhum deles sequer resvalou no assunto "Quem está certo nisso tudo?", senão a moral de uma das "deusas do politicamente correto" (Madonna é a outra ridícula) seria arrasada pela avalanche de evidências contra seu temperamento grosseiro, que já foi visto outras duas vezes: em 2009, ela, protestando com toda sua peculiar delicadeza de hipopótamo com uma juíza de linha no mesmo US Open, disse que iria fazê-la engolir a bolinha. Em 2015, após ser fragorosamente derrotada por Roberta Vinci (de novo, no US Open ! Deve ser carma ruim) e ter perdido a chance de fechar o Grand Slam, a "coitadinha", toda abalada, abandonou a entrevista coletiva pós-jogo porque os repórteres insistiram para que ela falasse dessa sua frustração.

Disso tudo, só fica uma coisa maravilhosa: o surgimento de Naomi Osaka, nova "deusa" do Japão e, se mantiver esse ritmo, do Tênis. E uma coisa tenebrosa: o canhão ainda não vai se aposentar porque seu ego torpe colocou no seu miolinho de ameba que "precisa" vencer pelo menos mais um Slam para se eternizar na "Istória do Isporte". E esta a merece.
FAB29

Em tempo: ela vociferou que "prefere perder a trapacear". Significa que ela não considera trapaça fazer uso de medicamentos proibidos a atletas, como potentes anti inflamatórios e anti histamínicos prescritos a pacientes com câncer. E tudo com o aval e o beneplácito da agência mundial anti dopagem (WADA), tratamento que a coloca acima das outras. Dá-lhe, hipócritas !!

Em tempo 2: Reverberações patéticas como essa serão a tônica para blindar o canhão:
https://globoesporte.globo.com/tenis/noticia/cartunista-de-desenho-polemico-de-serena-nega-ofensa-racial-nada-a-ver-com-raca.ghtml

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Mas, quantos consideram ?


Amigos e amigas.
Mais um artigo que traduzi do sítio do Jeff Rense. Desta feita, escrito por Theodore J. O'Keefe sobre detalhes interessantes do final da 2ª Guerra, quando os aliados "libertaram os prisioneiros das garras nazistas". Uma das boas novidades é o depoimento do ÚNICO legista aliado afirmando que não encontrou nenhum corpo com sintomas de envenenamento por gás.
Os destaques em negrito ou verde são meus.
FAB29


A libertação dos campos
Fatos a se considerar
por Theodore J. O'Keefe

Nada tem sido mais eficaz no estabelecimento da autenticidade da história do Holocausto nas mentes dos americanos do que as terríveis cenas que as tropas americanas descobriram quando eles entraram campos de concentração alemães no final da II Guerra Mundial.

Em Dachau, Buchenwald, Dora, Mauthausen e outros campos de trabalho e de detenção, horrorizados homens da infantaria dos EUA encontraram montes de detentos mortos e moribundos, magros e doentes. Sobreviventes contavam histórias de torturas e abates de arrepiar os cabelos e apoiavam as suas reivindicações, mostrando aos soldados fornos crematórios, alegadas câmaras de gás, supostos implementos de tortura e até mesmo cabeças encolhidas e abajures, luvas e bolsas supostamente feitas a partir de pele esfolada de detentos mortos.

Autoridades do governo dos EUA, conscientes de que muitos estadunidenses se lembravam das histórias de atrocidades alimentadas durante a I Guerra Mundial ainda duvidavam da propaganda aliada dirigida contra o regime de Hitler, resolveram "documentar" o que os soldados haviam encontrado nos campos. Proeminentes jornalistas e políticos foram levados para ver a evidência angustiante, enquanto a Army Signal Corps dos EUA filmou e fotografou as cenas para a posteridade. Famoso jornalista Edward R. Murrow informou, em tom de horror, mas já não de descrença, o que tinha sido dito e mostrado, e Dachau e Buchenwald foram marcados nos corações e mentes da população americana como nomes de infâmia incomparável na triste e sangrenta história deste planeta.

Para os americanos, o que foi "descoberto" nos campos - os mortos e os doentes, as terríveis histórias dos detentos, todos os adereços de tortura e terror - tornou-se a base não apenas de uma campanha de propaganda transitória, mas da convicção de que, sim, era verdade: os alemães fizeram exterminar seis milhões de judeus, a maioria deles em câmaras de gás letal.

O que os soldados encontraram foi usado, por meio de filmes que eram visualização obrigatória para a população vencida da Alemanha, a "re-educar" o povo alemão para destruir seu orgulho nacional e sua vontade de um estado nacional unido, independente, impondo em seu lugar sentimentos de culpa coletiva e impotência política. E quando os testemunhos, e o veredicto, do Tribunal de Nuremberg incorporaram a maioria, se não todas, das histórias de horror de que os americanos foram informados sobre Dachau, Buchenwald e outros lugares capturados pelo Exército dos EUA, o Holocausto poderia passar por um dos mais documentados, um dos mais autenticados, um dos episódios históricos mais comprovados na memória humana.

Uma realidade diferente

Mas sabe-se hoje que, logo após a libertação dos campos de concentração, as autoridades americanas estavam cientes de que a verdadeira história dos campos era bastante diferente daquela em que estavam treinando militares, funcionários públicos de informação, porta-vozes do governo, políticos, jornalistas, e outros porta-vozes.

Quando as forças americanas e britânicas invadiram as partes ocidental e central da Alemanha na primavera de 1945, eles foram seguidos por soldados encarregados de descobrir e fixar qualquer evidência de crimes de guerra alemães.

Entre eles, estava o Dr. Charles Larson, um dos principais patologistas forenses da América, que foi atribuído ao Departamento do Juiz Advogado-Geral do Exército dos EUA. Como parte de uma Equipe de Investigação de Crimes de Guerra dos EUA, Dr. Larson realizou autópsias em Dachau e em cerca de vinte outros campos alemães, examinando em alguns dias mais de 100 cadáveres. Depois de sua obra sombria em Dachau, ele foi interrogado durante três dias pelo Ministério Público do exército dos EUA.

As descobertas do Dr. Larson? Em uma entrevista ao jornal 1980, ele disse: "O que ouvimos é que foram exterminados seis milhões de judeus. Parte disto é uma farsa." E qual parte foi a farsa? Dr. Larson, que disse ao seu biógrafo que, em seu conhecimento, ele era “o único médico legista de plantão em todo o teatro europeu" das operações militares aliadas, confirmou que "nunca foi descoberto um caso de gás venenoso." 

Tifo, não gás venenoso!

Se não foi por gaseamento, como é que as infelizes vítimas de Dachau, Buchenwald e Bergen-Belsen pereceram? Elas foram torturadas até a morte ou deliberadamente esfomeados? As respostas a estas perguntas são conhecidas, também.

Como o Dr. Larson e outros médicos aliados descobriram, a principal causa de morte em Dachau, Belsen e em outros campos foi doenças, sobretudo tifo, um antigo e terrível flagelo da humanidade que até recentemente, floresceu em lugares onde as populações foram amontoadas em circunstâncias em que medidas de saúde pública eram desconhecidas ou haviam se perdido. Tal foi o caso nos campos de internamento superlotados na Alemanha no final da guerra, onde, apesar de medidas como o sistemático despiolhamento, quarentena de doentes e cremação dos mortos, o virtual colapso de alimentos da Alemanha, do transporte e do sistema de saúde pública levou à catástrofe .

Talvez a confirmação mais autoritária dos fatos como o tifo e a mortalidade nos campos foi feita pelo Dr. John E. Gordon, MD, Ph.D., professor de medicina preventiva e epidemiologia na Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, que estava com as forças dos EUA na Alemanha, em 1945. Dr. Gordon relatou, em 1948, que "Os surtos em campos de concentração e prisões compunham a grande massa de infecção por tifo encontrada na Alemanha." Dr. Gordon resumiu as causas dos surtos da seguinte forma:

A Alemanha, nos meses de primavera de abril e maio [1945], era uma visão surpreendente, uma mistura de humanidade viajando desta forma e daquela, sem-teto, muitas vezes com fome e levando o tifo com eles...

A Alemanha era um caos. A destruição de cidades inteiras e o caminho deixado pelos exércitos avançados produziram uma interrupção das condições de vida que contribuíram para a propagação da doença. Saneamento era de baixa qualidade, os serviços públicos foram gravemente perturbados, fornecimento de alimentos e distribuição de alimentos eram pobres, a habitação era inadequada e ordem e disciplina estavam em todos os lugares faltando. Ainda mais importante, a mudança de populações estava ocorrendo, como alguns países e algumas vezes tinham experimentado.

As descobertas do Dr. Gordon são corroboradas pelo Dr. Russell Barton, hoje um psiquiatra de renome internacional, que entrou em Bergen-Belsen com as forças britânicas como um jovem estudante de medicina em 1945. Barton, que se ofereceu para cuidar dos sobreviventes doentes, testemunhou sob juramento em um tribunal de Toronto em 1985, que "os milhares de prisioneiros que morreram no campo de concentração de Bergen-Belsen, durante a Segunda Guerra Mundial não foram deliberadamente mortos de fome, mas morreram pela erupção de doenças.

Dr. Barton declarou ainda que, ao entrar no campo, havia acreditado nas histórias de fome deliberada, mas decidiu que essas histórias eram falsas depois de inspecionar as cozinhas bem equipadas e os livros meticulosamente cuidados, que remontam a 1942, de alimentos cozidos e dispensados ​​a cada dia.

Apesar de reivindicações ruidosamente divulgadas e noções populares generalizadas em contrário, nenhum pesquisador foi capaz de documentar a política alemã de extermínio pela fome nos campos alemães.

Abajures de 'Pele Humana'

Qual das histórias macabras de presos dos campos de concentração marcados por suas tatuagens, esfolados para se fazer abajures e bolsas ou outros artefatos? Qual dos inúmeros “instrumentos de tortura", "ganchos de carne", surras de chicote, forca e outras ferramentas de tortura e morte que são relatados como abundantes em cada campo alemão? Essas alegações, e outras ainda mais grotescas oferecidas pelos promotores soviéticos, encontraram seu lugar nos registros em Nuremberg.

As acusações sobre abajur e pele tatuada foram feitas contra Ilse Koch, apelidada pelos jornalistas de "Maldita de Buchenwald", que relatava ter decorado sua casa com objetos fabricados a partir das peles curtidas de detentos infelizes.

Mas o general Lucius Clay, governador militar da zona americana da Alemanha ocupada, que analisou o caso dela em 1948, disse a seus superiores em Washington: "Não há nenhuma evidência convincente de que ela [Ilse Koch] selecionou detentos para o extermínio, a fim de garantir peles tatuadas ou que ela possuía todos os artigos feitos de pele humana". Em uma entrevista que general Clay deu anos mais tarde, ele falou sobre o material para os infames abajures: "Bem, descobriu-se que era, na verdade, carne de cabra Mas, no julgamento, ainda era carne humana Era quase impossível ela ter conseguido um julgamento justo."  Ilse Koch se enforcou em uma prisão alemã, em 1967.

Seria fastidioso enumerar e refutar as milhares de alegações bizarras quanto às atrocidades nazistas. Que houve casos de crueldade contra os alemães, no entanto, é clara a partir do testemunho do Dr. Konrad Morgen, um investigador legal ligado à Polícia Criminal do Reich, cujas declarações como testemunha em Nuremberg nunca foi contestada pelos defensores da história do holocausto judeu. Dr. Morgen informou ao tribunal que a ele tinha sido dada plena autoridade por Heinrich Himmler, comandante da SS de Hitler e da 'terrível' Gestapo, para entrar em qualquer campo de concentração alemão e investigar casos de crueldade e corrupção por parte do pessoal do campo.

Como ele explicou em depoimento jurado em Nuremberg, Dr. Morgen investigou cerca de 800 casos, resultando em mais de 200 condenações. As punições incluíam a pena de morte para os piores criminosos, incluindo Hermann Florstedt, comandante de Lublin (Majdanek) e Karl Koch (marido de Ilse), comandante de Buchenwald.

Enquanto comandantes alemães do campo, em certos casos, infligiam castigos físicos, tais atos tinham de ser aprovados pelas autoridades em Berlim, e era necessário que um médico do campo primeiro atestasse a boa saúde do prisioneiro para ser disciplinado e estar à disposição da surra real. Afinal de contas, durante a maior parte da guerra, os campos eram importantes centros de atividade industrial. A boa saúde e moral dos presos eram fundamentais para o esforço de guerra alemão, como é evidenciado em uma ordem de janeiro de 1943, emitida pelo general SS Richard Glücks, chefe do escritório que supervisionou os campos de concentração. Considerou os comandantes dos campos "pessoalmente responsáveis por esgotar todas as possibilidades de preservar a força física dos detentos."

Sobreviventes dos campos: meras vítimas?

Investigadores do Exército dos Estados Unidos, trabalhando em Buchenwald e outros campos, rapidamente verificaram o que era de conhecimento comum entre os detentos veteranos: que os piores criminosos, os mais cruéis habitantes dos campos, não foram os guardas, mas os próprios presos. Criminosos comuns da mesma faixa como aqueles que povoam as prisões americanas hoje cometeram muitas vilanias, principalmente quando ocuparam cargos de autoridade; e comunistas fanáticos, altamente organizados para combater os seus muitos inimigos políticos entre os presos, eliminando seus inimigos com crueldade stalinista.

Dois investigadores norte-americanos do exército em Buchenwald, Egon W. Fleck e Edward A. Tenenbaum, cuidadosamente investigaram as circunstâncias no campo antes de sua libertação. Em um relatório detalhado apresentado aos seus superiores, eles revelaram, nas palavras de Alfred Toombs, seu comandante, que escreveu um prefácio para o relatório: "a forma como os presos se organizaram num terror mortal dentro do terror nazista."

Fleck e Tenenbaum descreveram o poder exercido pelos criminosos e comunistas, como segue:

Os trusties, que na época tornaram-se quase que exclusivamente alemães comunistas, tinham o poder de vida e morte sobre todos os outros detentos. Eles poderiam sentenciar um homem ou um grupo para uma morte quase certa... Os trusties comunistas foram diretamente responsáveis ​​por uma grande parte das brutalidades em Buchenwald.

Coronel Donald B. Robinson, historiador-chefe do governo militar americano na Alemanha, resumiu o relatório Fleck-Tenenbaum em um artigo publicado em uma revista americana logo após a guerra. Coronel Robinson escreveu de forma sucinta sobre as conclusões dos investigadores norte-americanos: "Parecia que os prisioneiros que concordavam com os comunistas comiam; aqueles que não, morriam de fome."

Corroboração adicional de brutalidade com detentos foi fornecida por Ellis E. Spackman que, como chefe da contra-inteligência de prisões e detenções para o Sétimo Exército dos EUA, estava envolvido na libertação de Dachau. Spackman, mais tarde, um professor de história em San Bernardino Valley College, na Califórnia, escreveu em 1966 que em Dachau "os prisioneiros eram os instrumentos reais que infligiram as barbaridades em seus companheiros de prisão."

"Câmaras de gás"

Em dezembro de 1944, oficiais do Exército dos EUA, coronel Paul Kirk e tenente-coronel Edward J. Gully inspecionaram o campo de concentração alemão em Struthof-Natzweiler na Alsácia. Eles apresentaram as suas descobertas aos seus superiores, que posteriormente encaminharam seu relatório para a Divisão de Crimes de Guerra dos EUA. Enquanto que, de forma significativa, o texto integral do seu relatório nunca foi publicado, ele foi revelado por um historiador que apóia as reivindicações do Holocausto, que os dois pesquisadores tiveram o cuidado de caracterizar os equipamentos expostos a eles por informantes franceses como uma "alegada câmara de gás letal", e afirmam que ela foi "supostamente usada como uma câmara de gás letal."

Tanto a fraseologia cuidadosa do relatório Natzweiler e sua supressão eficaz estão em contraste com a credulidade, a confusão e a propaganda aos berros dos relatórios oficiais que acompanhavam as supostas câmaras de gás em Dachau. Na primeira, uma foto do Exército dos EUA representando um GI olhando para uma porta de aço marcada com uma caveira e ossos cruzados e as palavras em alemão para: "Cuidado: Gás! Perigo Mortal! Não abra!", foi identificada como que mostrando a arma do crime [John Cobden, Dachau: Reality and Myth (IHR, 1994), pp. 25-29]

Mais tarde, no entanto, foi evidentemente concluído que o aparelho em questão era meramente uma câmara de desinfestação padrão para roupas e outra suposta câmara de gás (esta habilmente disfarçada como uma casa de banho) foi exibida aos congressistas e jornalistas americanos como o local onde milhares deram seu último respiro. Enquanto existem inúmeros relatos na imprensa quanto ao funcionamento desta segunda "câmara de gás", nenhum relatório oficial de investigadores treinados do Exército ainda surgiu para conciliar problemas, como a função dos chuveiros: eles eram "modelos" ou passava fluxo de gás cianeto letal através deles? (Cada teoria tem apoio apreciável na literatura jornalística e historiográfica).

Assim como em Dachau, também em Buchenwald, Bergen-Belsen e os outros campos liberados pelos Aliados na Alemanha ocidental. Não havia fim para a  propaganda sobre "câmaras de gás", "fornos a gás", e assim por diante, mas até agora, nem uma única descrição detalhada da arma do crime e sua função, e nem um único relatório, do tipo que é obrigatório para o sucesso de julgamento de qualquer agressão ou assassinato nos Estados Unidos,  naquela época e hoje, veio à luz.

Além disso, uma série de autoridades do Holocausto já decretou publicamente que não houve gaseamento, nem campos de extermínio na Alemanha, afinal. (Estamos agora dizendo que campos de "extermínio" e de "gaseamento" estavam localizados exclusivamente no que hoje é a Polônia, em áreas capturadas pelo Exército Vermelho soviético e feitos fora dos limites para os investigadores ocidentais.)

Dr. Martin Broszat, do Instituto com sede em Munique para a História Contemporânea, que é financiado pelo governo alemão, afirmou categoricamente em carta de 1960 ao semanário alemão Die Zeit: "Nem em Dachau, nem em Bergen-Belsen, nem em Buchenwald eram os judeus ou outros prisioneiros gaseados". O "profissional caçador de nazistas" Simon Wiesenthal declarou em 1975 e novamente em 1993 que "não existiam campos de extermínio em solo alemão".

A "câmara de gás" No. 2, em Dachau, uma vez apresentada a um mundo atordoado e de luto como uma arma que custou centenas de milhares de vidas, é agora descrita no folheto emitido para turistas no "memorial" moderno de Dachau, com estas palavras: "Esta câmara de gás, camuflada como um chuveiro, nunca foi usada."

A Propaganda se intensifica

Mais de 50 anos depois que as tropas americanas entraram em Dachau, Buchenwald e outros campos alemães, e os investigadores americanos treinados estabeleceram os fatos, como o que tinha ocorrido neles, o governo de Washington, a mídia de entretenimento em Hollywood e os meios de comunicação impressos, em Nova York continuam a produzir milhões de palavras e imagens anualmente dos horrores dos campos de concentração e a infâmia do Holocausto. Apesar do fato de que, com a exceção da Confederação derrotada, nenhum inimigo da América sofreu uma derrota tão completa e devastadora como a Alemanha em 1945; os meios de comunicação e os políticos e burocratas se comportam como se Hitler, suas tropas, e seu campos de concentração continuassem a existir em um eterno presente, e os nossos formadores de opinião continuam a distorcer, por ignorância ou malícia, os fatos sobre os campos.