Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Serena ? Tá bom !...


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Amigos e amigas.
Mais uma vez, a verdadeira Serena Williams mostrou sua índole e, com ela, toda a hipocrisia do povinho jacó estadunidense e a conivência da mídia degenerada e congêneres. No último sábado, 08/09, a "rainha do tênis" para os amebas protagonizou outra das suas histrionices ao proferir uma saraivada de impropérios digna de uma desequilibrada mental contra o árbitro de cadeira, o português Carlos Ramos, que a havia punido perfeitamente dentro das regras três vezes: primeiro, quando seu técnico praticou o "coaching" (deu instruções a ela durante a partida); depois, quando ela arrebentou a raquete ao ter seu serviço quebrado; e novamente, quando ela o acusou de ser sexista e ladrão.

Então, vejamos: ainda durante a partida, a repórter da ESPN entrevistou o técnico de Serena, que confirmou o "coaching", mas tentou pateticamente minimizar afirmando que "100% dos técnicos o fazem" e que "o técnico da Naomi Osaka também fez durante a partida". Consideremos que isso seja a mais pura verdade, mas E DAÍ, CARA PÁLIDA ?! Isso o absolve ou mesmo diminui seu delito ? Além do quê, o árbitro não tem condições de ficar vigiando os técnicos durante a partida e só pode punir alguém quando o pega em flagrante, que foi o seu caso. Portanto, primeira advertência corretamente aplicada, não cabendo à Serena o grotesco de exigir que o árbitro lhe pedisse desculpas por "tê-la chamado de trapaceira", coisa que em momento algum ocorreu.

Pouco tempo depois, a "rainha" tem seu saque quebrado pela deslumbrante japonesa e, desvairada e destemperada, arrebenta sua raquete, atitude que, pelas regras, é punível com advertência. Mais uma vez, o árbitro cumpriu sua função. Com a segunda advertência, automaticamente a adversária ganhou um ponto, o que fez a "injustiçada" subir nas tamancas e passar a ofender abertamente o árbitro, chamando-o de sexista e ladrão e que ele "nunca mais apitaria uma partida dela". Ou seja, chegou ao cúmulo de misturar tudo no seu cerebrozinho de feminista (de ostra), julgando-se perseguida só por ser "uma mulher vencedora", fato inaceitável por "sexistas".

Com essa atitude digna de seres inferiores, sofreu a terceira advertência e, sempre pelas regras que valem para todos, foi punida com a perda de um game inteiro. Daí pra frente, o burlesco se instalou de vez, com o canhão exigindo aos prantos a presença do supervisor do torneio, a torcida entrando na onda da infeliz e vaiando e xingando o árbitro e, alguns até, a jovem japonesa.

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Amebas acreditam.
Advertências são dadas o tempo todo a todos os tenistas pelos mais diversos motivos. Nem Federer, Nadal ou Djokovic se livraram delas. Todos eles reclamaram, mas nenhum se arvorou a tal e tamanha demonstração de ridículo e imoralidade. Hoje, dois dias depois do ocorrido e com tudo devidamente comprovado (ou seja, que o árbitro foi correto e preciso em suas atitudes), ainda assim, a grande podre mídia e a WTA mostram a que vêm e se esmeram em defender a "rainha", até agradecendo a ela por "suscitar a luta pela igualdade de tratamento". Disse a feminista-mor do Tênis, Billie Jean King: "Obrigado, Serena, por invocar esse duplo padrão. Mais vozes são necessárias para fazer o mesmo".

É claro que nenhum deles sequer resvalou no assunto "Quem está certo nisso tudo?", senão a moral de uma das "deusas do politicamente correto" (Madonna é a outra ridícula) seria arrasada pela avalanche de evidências contra seu temperamento grosseiro, que já foi visto outras duas vezes: em 2009, ela, protestando com toda sua peculiar delicadeza de hipopótamo com uma juíza de linha no mesmo US Open, disse que iria fazê-la engolir a bolinha. Em 2015, após ser fragorosamente derrotada por Roberta Vinci (de novo, no US Open ! Deve ser carma ruim) e ter perdido a chance de fechar o Grand Slam, a "coitadinha", toda abalada, abandonou a entrevista coletiva pós-jogo porque os repórteres insistiram para que ela falasse dessa sua frustração.

Disso tudo, só fica uma coisa maravilhosa: o surgimento de Naomi Osaka, nova "deusa" do Japão e, se mantiver esse ritmo, do Tênis. E uma coisa tenebrosa: o canhão ainda não vai se aposentar porque seu ego torpe colocou no seu miolinho de ameba que "precisa" vencer pelo menos mais um Slam para se eternizar na "Istória do Isporte". E esta a merece.
FAB29

Em tempo: ela vociferou que "prefere perder a trapacear". Significa que ela não considera trapaça fazer uso de medicamentos proibidos a atletas, como potentes anti inflamatórios e anti histamínicos prescritos a pacientes com câncer. E tudo com o aval e o beneplácito da agência mundial anti dopagem (WADA), tratamento que a coloca acima das outras. Dá-lhe, hipócritas !!

Em tempo 2: Reverberações patéticas como essa serão a tônica para blindar o canhão:
https://globoesporte.globo.com/tenis/noticia/cartunista-de-desenho-polemico-de-serena-nega-ofensa-racial-nada-a-ver-com-raca.ghtml