Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Raul Hilberg, o crente

Amigos e amigas.
Quero compartilhar com vocês trechos do livro "A destruição dos judeus europeus", do decantado e incensado “maior historiador do holocausto”, Raul Hilberg. Apesar de ser sabido que ele só visitou os "campos de extermínio nazistas" duas vezes e, em ambos os casos, por um dia apenas e para participar de cerimônias, ele é o "top de linha", um suprassumo da historiografia do holocausto. E olha que o preclaro nem historiador era, mas, sim, cientista político. E, só por curiosidade, veja aqui as "toneladas de informações" que a wikipédia nos brinda deste "grande homem".

Conclui-se que tudo o que ele escreveu em sua colossal obra de 1273 páginas é derivado unicamente de documentos e testemunhos, diferentemente de muitos revisionistas, que escarafuncharam o quanto lhes foi permitido tais campos.
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"Os  judeus são a consciência do mundo.
Eles são as figuras paternas, severas, críticas e proibitivas"
Nos três trechos abaixo, Hilberg  explica (ou melhor, tenta fazê-lo) como funcionou a imensa "maquinaria da Solução Final". Cada qual que creia, se puder. Os sublinhados são meus.

“Em última análise, a destruição dos judeus não era tanto um produto das leis e dos comandos como se fosse uma questão de espírito, de compreensão compartilhada, de consonância e de sincronização. Quem compartilha deste compromisso? Que tipo de máquina foi utilizada para essas tarefas? A máquina de destruição era um conjunto - Nenhum organismo foi encarregado de toda a operação[...]

Nenhuma agência especial foi criada e não tem um orçamento especial planejado para a destruição dos judeus da Europa. Cada organização estava a desempenhar um papel específico no processo, e cada um foi para encontrar os meios para realizar sua tarefa.”

“Aos poucos, a notícia da “Solução Final” escoou através das fileiras da burocracia. O conhecimento não veio para todos os funcionários de uma só vez. O quanto que um homem sabia dependia de sua proximidade com as operações destrutivas e da sua visão sobre a natureza do processo de destruição. Raramente, no entanto, a compreensão foi registrada em papel. Quando os burocratas tiveram que tratar de assuntos de deportação, que se referia a uma “migração de judeus”. Em correspondência oficial, os judeus eram ainda “errantes”. Eles foram “evacuados” (evakuiert) e “reassentados” (ausgesiedelt, umgesiedelt). Eles “se afastaram” (wanderten ab) e “desapareceram” (verschwanden). Estes termos não eram o produto de ingenuidade, mas ferramentas práticas de violenta repressão psicológica”.

E, de brinde, esta pérola muito conhecida:

"O que começou em 1941 foi um processo de destruição não planeado com antecedência, não organizado centralmente por qualquer agência. Não havia nenhum projeto e não havia orçamento para medidas destrutivas. Eles foram levados, passo a passo, um passo de cada vez. Assim, não foi tanto um plano que estava sendo realizado, mas um incrível encontro de mentes, uma leitura da mente de consenso por uma vasta burocracia.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Se for verdade,...

Amigos e amigas.
O texto abaixo é falsamente atribuído ao jornalista Luis Nassif. Tal esquema é há muito disseminado pelas redes sociais: frases, denúncias, artigos que seriam completamente desprezados e se perderiam dentro do oceano de desinformações, distorções e digressões que grassam pela internet e, para se evitar isso (para que ao menos ele seja lido e até compartilhado), assinam com o nome de um famoso.

E o intuito varia bastante entre o bem geral e o mal total. Eu creio que a opinião abaixo (extraída e adaptada daqui) não se trata somente de meras ilações de um desocupado. Possui várias informações que eu venho lendo em dezenas de sítios alheios ao politicamente correto et caterva e acrescenta pontos que me parecem condizentes com a realidade que a grande podre mídia oculta.

Podemos ver o cuidado dele em fazer um apanhado de pontos conhecidos da história recente e mais antiga. E, vendo as iniquidades saindo da Caixa de Pandora (vulgo desgoverno bolsonático, via Globosta e lixos afins) em apenas um mês e meio de governo, achei por bem apresentar a opinião abaixo, esperando que floresçam outras opiniões para enriquecer as lacunas e dúvidas que o artigo suscita.
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Em tempo: como 'bônus', ouçam neste áudio um trecho em que a jornalista do establishment Eliane Cantanhêde solta inadvertidamente que o "mito" tem câncer. Atenção aos 27 segundos do áudio ("Ele vai tomar a última dose da quimioterapia ao meio dia")

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FAMILIONÁRIA

1. A gangue dos Bolsonaro é um grupelho criminoso da, digamos, ralé. Nasceram ligados às milícias, que operam o controle de serviços, como tv a cabo, venda de gás, transporte clandestino, etc..., em bairros da periferia do Rio de Janeiro. O líder sempre foi um político do baixo clero, acostumado a pequenos crimes, como a extorsão de servidores públicos lotados em seu gabinete ou dos filhos. A maior parte dos funcionários lotados em seus gabinetes é fantasma. Recebiam salários com dinheiro público na condição de devolver parte substancial aos empregadores, via Queiroz, aparentemente operador financeiro da quadrilha. Uma vez arrecadada dos salários de fantasmas, a verba era redistribuía para os chefes, inclusive a esposa de Bolsonaro. 

2. A força da chegada do clã em Brasilia, precisamente ao Palácio do Planalto, amparado em milhões de votos e aliançado com militares e Sergio Moro, provocou um abalo no tradicional sistema de divisão dos cofres da União, que cada quadrilha tem acesso, algumas instaladas desde o império.
Explico. Existem no governo federal territórios ocupados por antigas quadrilhas muito bem estruturadas e infiltradas, que dão acesso às gordas tetas dos grandes cofres públicos, como Petrobras, Bancos do Brasil, Caixa e BNDS, ou das grandes licitações do Ministério da Educação, Saúde, Transporte, etc... A maioria do pt não teve coragem de enfrentar. Com algumas, se aliançou, como a do PMDB de Temer, Geddel e Cunha, que mamavam há trinta anos nas tetas do Ministério dos Transportes. 

3. Os Bolsonaros, é obvio, querem sua parte. E querem muito. Mas são amadores e foram com muita sede ao pote. O senador eleito pelo Rio, Flavio Bolsonaro, ficou responsável pelas operações dos interesses da família e das outras gangues aliadas. A cada uma foi garantida uma parte do butim. São militares, agentes da justiça, lideranças de partidos nanicos do baixo clero e empresários, cada um buscando se posicionar para agarrar sua teta. 
Só que a velha turma não vai deixar isso fácil. São bilhões que estão em jogo. Amadores, e muito mal assessorados, a gangue da primeira família foi convencida a partir para um enfrentamento com a Globo, dona de um quinhão que gira em torno de setenta por cento das verbas de publicidade do governo, inclusive das empresas estatais. Bilhões e bilhões de reais. Tudo deveria ser só jogo de cena, os Bolzos xingavam a Globo, entrevistas exclusivas para o SBT e Record, mas manteriam as verbas publicitárias da 'vênus platinada' intocável. Só que o amadorismo dos caras e suas alianças malucas com gente que não tem nada a perder, como Silas Malafaia e Alexandre Frota, precipitaram uma guerra.

4. A Globo é uma especie de cartório que tem poder de legitimar ou deslegitimar as figuras que ascendem ao poder, principalmente se tais figuras ocupam cargos chaves nas áreas financeiras de onde saem os grandes contratos do governo. Ou na área politica, que, em última análise, são os chefes de quem assina.  Enfrentar a Globo foi um mau negócio para os amadores dos Bolsonaros, que para completar cometeram muitos erros na montagem do governo. O maior deles colocar um homem de confiança da Globo no ministério da Justiça, o ex-juiz Moro.

5. Não era para as coisas se precipitarem dessa maneira, mas a diarreia verbal da família, principalmente do presidente, que expôs publicamente o plano de aniquilar a Globo, abrindo várias iniciativas com este objetivo, forçou a família Marinho reagir imediatamente. O alvo escolhido foi Flávio Bolsonaro, operador financeiro da gangue da primeira família. Flávio é um garotão com baixo nível intelectual e visão rudimentar do funcionamento dos grandes esquemas da República. Foi tragado para o olho do furacão criado pela Globo e agora está com uma faca no pescoço.  Com um rastro visível de muitos erros cometidos nos esquemas criminosos de baixo impacto, que até então não chamavam atenção da mídia, Flávio é uma presa fácil para Globo e aliados. Desconstruídos e acuados, o próximo passo é  obrigar os Bolsonaros a negociar um rendimento sem exigências. Um dos principais aliados da Globo nesta ofensiva tem sido o Ministro Sergio Moro. É ele que está vazando as informações sigilosas do COAF sobre o Flávio Bolsonaro para a emissora.

6. Nos próximos dias, o sangue dos Bolsonaros pode jorrar em praça pública até que aceitem sentar para um acordo, a ser costurado o mais breve possível, sob pena da situação se tornar irreversível e o pai presidente ser tragado para dentro do escândalo, empurrado inclusive por militares interessados em colocar o General Mourão no comando.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Um coração a menos.

Amigos e amigas.
Quero registrar um exemplo que mostra o que pode ocorrer com pessoas que lutam contra o degenerado status quo. Viver um inferno é a certeza e as consequências dessa ostensiva pressão serão sempre indeléveis. Até terminantes.

Liberdade de expressão, livre arbítrio, direito de ir e vir, autodeterminação, todos meros e até risíveis conceitos que a realidade NOM logo prima por obliterar, mostrando a senda estreita e vigiada que nos é permitida.

O texto abaixo, retirei e adaptei daqui. Os negritos são meus.
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Adendo (21/02/2019): Pelo jeito, Vapera tinha razão. O Paulo encontrou esta pérola do dia 18/02/19: eis a doce moçoila respondendo a Paulo Pavesi. Manterei o post para deixar claro o quanto a manipulação de nossas mentes é sórdida.

Adendo 2 (29/102019): E todos os vídeos do Pavesi sobre a Sabrina foram deletados do YouTube. Impressionante como o mainstream é tão sórdido quanto mestre em moldar as coisas.


Sabrina Bittencourt, a ativista que desmascarou os abusos sexuais de João de Deus e do guru Prem Baba, cometeu suicídio no sábado 2. A morte de Bittencourt, que tinha 38 anos, foi confirmada em nota por Maria do Carmo Santos, presidente da ONG Vítimas Unidas.
Antes de cometer suicídio, Bittencourt escreveu um post de despedida no Facebook: “Marielle, me uno a ti. Eu fiz o que pude, até onde pude. Meu amor será eterno por todos vocês. Perdão por não aguentar, meus filhos.
Não importa o que fizeram com você”, disse Jean-Paul Sartre, “Importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você”. Um pouco da história dessa corajosa moça.
De família mórmon, Sabrina foi abusada desde os 4 anos por integrantes da igreja frequentada pelos pais e avós. Aos 16, ficou grávida de um dos estupradores. Abortou. Aos 37, mãe, militou numa causa ao mesmo tempo universal e particular e na organização e preparação de denúncias contra líderes religiosos abusadores, para os quais seria melhor evitar a incontornável ideia do 'santo do pau oco'.
De sua parte, sempre preferiu “psicopata” e “predador sexual”, entre outras menos lisonjeiras. Bittencourt foi a mulher por trás das centenas de denúncias de abuso contra João de Deus e Prem Baba. Sob sigilo, preparou o material a desmascarar outros 13 gurus espirituais brasileiros.
Filha de imigrantes uruguaios e espanhóis, ela foi uma ativista reconhecida internacionalmente, experimentada em agruras diversas.
Envolveu-se na busca por crianças desaparecidas no Brasil, lidou com jovens carentes acometidos de problemas renais, trabalhou com crianças cegas, surdas e mudas em países da África, defendeu indígenas ameaçados no México.
Foi eleita por unanimidade para um posto de direção no Partners of the Americas, uma das maiores organizações de voluntários do mundo. Especializou-se no então nascente conceito do empreendedorismo social, aquele que permitiu ao Terceiro Setor livrar-se do assistencialismo e ganhar dinheiro para o financiamento de suas atividades.
Em 2013, assoberbada por mais de 30 projetos sociais em quatro continentes, foi atingida por uma amnésia que lhe apagou 11 anos de memórias. Virou, por isso, personagem do Fantástico.
Bittencourt foi uma das criadoras do “movimento” Coame, sigla para 'Combate ao Abuso no Meio Espiritual', plataforma que concentra denúncias de violações sexuais cometidas por padres, pastores, gurus e congêneres.
Sabrina atraiu mulheres dispostas a contar suas experiências de assédio com Prem Baba e João de Deus. Com o imprescindível apoio das Vítimas Unidas de Roger Abdelmassih, de ativistas espalhados pelo mundo e de jornalistas brasileiros que investigavam tanto o incensado guru quanto o poderoso curandeiro, organizou depoimentos, investigou crimes paralelos, articulou com imprensa e promotores.
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João de "Qual ?" Deus
Aprendiz de Chico Xavier, João de Deus está preso desde o domingo 16, e contra ele se acumulam até o momento 506 denúncias.
Dono de sete fazendas, atuante no garimpo de pedras preciosas, teve sua casa em Abadiânia (GO) revirada pela Polícia na quarta-feira 19. Foram encontradas uma quantidade vultosa de dinheiro vivo e armas ilegais.
Localizada no meio do caminho entre Brasília e Goiânia, a pequena cidade de Abadiânia é a “cidade de João de Deus”. Com pouco mais de 15 mil habitantes, tudo nela gira, ou girava, em torno da Casa Dom Inácio de Loyola, onde o médium João Teixeira de Faria supostamente operava milagres em “cirurgias” toscas que abdicavam de anestesia.
Com a prisão de João de Deus, os moradores de Abadiânia temem ver a localidade transformada em cidade fantasma, afetando seus negócios. Culpam Sabrina pelo repentino ocaso. Ela diz: “Não tem um Cristo lá que não sabia dos malfeitos do médium. São coniventes”.
Mudava de casa a cada 10 ou 12 dias; mudava de país sem registrar o ingresso na fronteira.

Abusada pelos religiosos

É algo endêmico essa absurda quantidade de líderes de várias religiões que abusam de crianças, jovens e, principalmente, mulheres. Desde os quatro anos fui abusada diversas vezes pelos mórmons da igreja que frequentávamos, contra os quais não foi tomada nenhuma providência. O meu caminho foi traçado a partir da dor do outro e da minha dor. Eu sabia desde sempre que tinha privilégios que outros não tinham. Então, para poder me curar dessas dores, fiz trabalho social intensamente por 20 anos.

modus operandi das denúncias

Prem Baba
As coisas que faço são muito organizadas. As denúncias contra Prem Baba e João de Deus deram certo porque fui vendo as variáveis de cada um dos grupos. O que interessa para as vítimas? Falar. Aos policiais? Descobrir outros crimes, entre aspas, mais importantes. Para os jornalistas, o furo. Então vou pegando as informações de pessoas de grupos vulneráveis, organizo. Marco o ritmo, o tom e o código ético de como tratar as vítimas daquele líder espiritual.

Treze novos abusadores

Jamais imaginei que a partir do lance do Prem Baba eu ia conseguir receber 103 relatos de 13 líderes espirituais diferentes a partir de um único post no Facebook. Com João de Deus, estamos tratando de uma elite, de celebridades, de pessoas que viajam para a Índia, que podem ficar três meses em Abadiânia apenas sendo voluntária. Estrategicamente, vou apresentando os mais favorecidos. Agora, quando consigo mostrar para a sociedade que mesmo João de Deus, que há 40 anos é o intocável, que já mandou matar uma porrada de gente, que é multimilionário, e mesmo assim a gente conseguiu desmascarar, aí as mulheres que são abusadas por pastores e padres, mulheres negras de uma camada menos favorecida, elas vão criar coragem para falar.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Propaganda sionista

Amigos e amigas
Nada é mais onipresente tanto na nossa vida moderna quanto na História da Humanidade do que a propaganda judaica, sempre atribuindo aos judeus o protagonismo dos maiores benefícios e conquistas do ser humano. Bem ao estilo Rubens Ricúpero ("Eu não tenho escrúpulos: o que é bom a gente fatura; o que é ruim, a gente esconde."), ela garante ao povo judeu tanto a aura de beneméritos como a pose de "eternas vítimas da inveja e do ódio mundiais".

Atualmente, vemos neste vídeo editado essa propaganda tosca e nociva querendo delegar uma ação de um socorrista sírio à salvadora presença de "soldados israelenses que vieram ajudar no resgate das vítimas da tragédia de Brumadinho",  imbuídos dos mais nobres intentos e sentimentos.

Bastou um especialista brasileiro afirmar que a 'tenicologia' trazida de israel não funciona na situação em que se encontra a região para o embaixador israelense no Brasil afirmar que os profissionais brasileiros "estão com ciúmes". Só hipocrisia ? Pra mim, sordidez e desprezo em última escala. Mas a maioria dos eleitores do 'mito' concordam com o sionista e o defendem.

Há pouco tempo, mais um vídeo do genocida Bibi Netanyahu faz a famosa inversão de valores, atribuindo aos palestinos uma covardia inaudita e papagaiando que os israelenses fazem exatamente o contrário, exortando o poveco oligofrênico a louvá-los. Veja-o:



Vê-se logo abaixo mais um exemplo desse desvirtuamento da verdade na figura de, talvez, a maior vitrine judaica da História: Einstein. Uma relação de 10 frases que foram atribuídas (erroneamente ou pura pilantragem ?) ao preclaro disléxico para elevar a moral dele e de seus pares. As explicações e comentários a cada frase (que retirei daqui.) são responsabilidade do autor. Este post é só para dar uma idéia de como funciona essa propaganda pró-judaica.

Nessa toada (perdão, Lavoisier !), vemos que "Na natureza (humana), nada se perde, nada se cria, tudo se distorce (e se lucra)". Quem melhor que a tropa sionista/khazariana para conseguir isso?
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Top 10 frase atribuídas a Albert Einstein que ele nunca falou
The Super Super Genious

1. "A definição de loucura é fazer a mesma coisa uma vez e outra esperando obter resultados diferentes".
Einstein nunca disse isso. Nem também Benjamin Franklin. O site Salon realizou uma boa compilação de pessoas que utilizaram esta frase em diversos contextos, sobretudo políticos, onde esta frase causa sensação. A página The Ultimate Quotable Einstein estabelece seu primeiro uso no livro de 1983 "Sudden Death", de Rita Mae Brown, mas é quase certo que foi utilizada antes. Ademais, está claro, que essa também não é a definição de loucura.

2. "Tudo é energia e isso é tudo o que há. Sintonize a realidade que você deseja e inevitavelmente essa é a realidade que você terá. Não tem como ser diferente. Isso não é filosofia. É Física!"
Não. Isso é burrice! Das grossas! Não há em absoluto nenhuma prova de que Einstein tenha dito isto. Esotéricos adoram falar merda sem ao menos razoar que não há como a realidade se adaptar ao que queiramos. Bom, não ao menos sem a ajuda de algo que cause dissonância cognitiva e um bom punhado de alucinógenos.

3. "As leis internacionais existem só nos tratados de leis internacionais."
Não foi Einstein. Essa frase foi dita pelo antropólogo Ashley Montagu em uma entrevista com o próprio cientista.

4. "O mal é o resultado da humanidade não ter deus presente em seus corações. É como o frio que se produz em ausência de calor, ou a escuridão que reina em ausência de luz."
Esta frase, ou algumas de suas variantes segundo quem a traduza, é um dos medíocres argumentos favoritos para limpar discussões sobre Deus. Einstein nunca disse nada disso. A frase pertence a uma corrente de e-mail na qual contam a história de um brilhante menino discutindo com seu professor sobre Deus e a natureza da maldade. No relato, o garoto humilha o malvado professor demonstrando que Deus existe e, ao final, em uma teatral virada dos acontecimentos, revela-se que esse menino era um jovem Einstein. Só que não! No ótimo E-Farsas explicam mais detalhes sobre este mal razoado e-mail.

5. "Todos são gênios. Mas se você julgar um peixe pela sua habilidade de trepar em uma árvore, ele viverá a sua vida inteira pensando que é estúpido."
Não, esta citação, própria de livros e cartazes de auto-ajuda e motivação, que pretende nos fazer sentir melhor quando falhamos em algo, não pode ser atribuída com certeza a Einstein. Quote Investigator explica que este tipo de frases com animais são ditas já há séculos.

6. "Eu não posso acreditar que deus tenha escolhido jogar dados com o Universo."
Não exatamente. A frase real aparece em uma carta que Einstein escreveu ao matemático de Princeton Cornelius Lanczos. Segundo recolhe o livro: "Albert Einstein, the human side: new glimpses from his archives", a frase é a seguinte: "Você é a única pessoa que conheço que tem a mesma atitude para a Física que eu tenho: a crença no entendimento da realidade através de algo basicamente simples e unificado... Parece difícil dar uma olhada nas cartas de Deus. Mas se ele joga os dados e usa métodos 'telepáticos'... é algo que não posso crer nem por um momento".

Em verdade, os religiosos adoram atribuir frases a Einstein, como a "Ciência sem religião é manca. Religião sem ciência é cega", "A ciência nos afasta de deus, mas a ciência pura nos aproxima de um criador" e um grandessíssimo etcétera que renderia pelo menos mais uns dois posts... de mentiras. Einstein era ateu.

7. "Qualquer tolo inteligente pode fazer coisas maiores, mais complexas e mais violentas. É preciso um toque de gênio e muita coragem para se mover na direção oposta."
Não, também não é de Einstein. É de um livro intitulado: "Small is Beautiful". Um estudo econômico escrito pelo economista E.F. Schumacher nos anos 70. De forma inexplicável a autoria falsa foi parar até no BMJ: The British Medical Journal, volume 319, 23 de outubro de 1999, na página 1102.

8. "Nem tudo o que pode ser contado conta, e nem tudo o que conta pode ser contado."
Bonita frase, mas não é de Einstein. Quote Investigator aponta a uma simplificação de uma frase que aparece em um documento escrito em 1963 pelo sociólogo Edward Bruce Cameron. A frase exata é: "Seria bom se todos os dados que requerem os sociólogos pudessem ser enumerados, porque então poderíamos executá-los através das máquinas de IBM, e desenhar gráficos como os que fazem os economistas. No entanto, nem tudo o que se pode contar conta, e nem todo o que conta pode ser contado".

9. "Há duas coisas que me admiram: o céu estrelado fora e a ordem moral dentro de mim."
Esta frase é de Kant e em verdade diz: "Duas coisas enchem o ânimo de crescente admiração e respeito, veneração sempre renovada quanto com mais freqüência e aplicação delas se ocupa a reflexão: por sobre mim o céu estrelado; em mim a lei moral". Aparece em seu livro "Crítica da razão pura".

10. "Seria a minha maior tristeza ver os sionistas fazerem para os árabes palestinos o mesmo que os nazistas fizeram para os judeus."
Ainda que me agrade desta frase, não há provas que Einstein tenha a elaborado. A motivação por trás desta citação seria mostrar que um modelo de sabedoria, e um judeu, foi também pró-palestinos e/ou anti-sionista.

A frase também compara sionistas com nazistas, o que não deixa de ser uma realidade atual, mas há que dizer que Einstein era um defensor do sionismo trabalhista. De qualquer forma ele assinou sim uma carta aberta de intelectuais judeus, em 1948, que dizia: "Entre os fenômenos políticos perturbadores de nossos tempos, o mais desorientador é a emergência no recém criado Estado de Israel pelo 'Partido da Liberdade', um partido político muito próximo, em sua organização, métodos, filosofia política e apelo social dos partidos Nazistas e fascistas". Muito possivelmente daí tenha surgido esta frase.