Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 29 de março de 2019

Ao vivo e em cores

Amigos e amigas.
Uma entrevista de um professor reformado da USP, o engenheiro eletrônico Valdemar Setzer, me levou a escrever este artigo abaixo.

Seu posicionamento com relação à permissividade da educação moderna com relação aos computadores é muito interessante. Ele se posiciona frontalmente contra a criança e o adolescente ter sua vida incluída nesse mundo virtual, que nubla sua essência humana e atrapalha de sobremaneira seu desenvolvimento em todos os sentidos.

EDUCAÇÃO ROBÓTICA 
Muito se discute a respeito da inclusão digital. Como tudo na vida, há, no mínimo, três lados: o meu, o seu e a Verdade.

É bem sabido que o mundo moderno necessita imensamente da informática. Não preciso evidenciar todas as facilidades que ela proporciona, mas preciso evidenciar seu lado nefasto. Afinal, até o amor e o oxigênio o têm. Vejamos:

Amor tem de ser dosado; em excesso, desvirtua e pais precisam dar eventuais duras lições a seus filhos para que eles se doutrinem a respeitar limites e a se precaver com o dito “mundo cão”, que nunca alivia com ninguém. No caso do oxigênio, ele é imprescindível à vida, mas ele pode causar os radicais livres que “enferrujam” o corpo, caso este não esteja bem ajustado, nutrido e vitaminado.

O problema da informática me parece óbvio: ela é “MUNDO VIRTUAL”! Quando damos às nossas crianças o livre acesso a esse mundo, ela “deixa de viver”. Viver é ter contato FÍSICO com pessoas: olhar, conversar, brincar, discutir, abraçar, trocar idéias, aprender, praticar, etc.

Pelo mundo virtual, é muito fácil enganar, dissimular, desvirtuar, esconder-se, corromper, ser corajoso, etc. Ao vivo, frente a frente e em cores é extremamente mais difícil. Só se consegue após anos de prática. Exatamente por isto, as pessoas não “queimam etapas", podendo amadurecer gradualmente, como a natureza manda.

Além de quê, cada um é cada qual. Quem tem contato ao vivo com 10 pessoas confiáveis aprende muito mais da vida do que alguém que tenha contato com 10 mil pessoas via MSN ou qualquer outra rede virtual. É evidente: com esses amigos, você desenvolve várias coisas na prática:

- AUTOCRÍTICA, quando eles mostram que você está extrapolando em alguma atitude;
- HUMILDADE, quando você vê que vários deles tem conhecimentos e qualidades superiores;
- BEM QUERER, quando você se preocupa em encontrar soluções para diversos problemas deles;
- ESPERTEZA, quando eles tentam lhe “sacanear”, no bom sentido;
- TOLERÂNCIA, quando seus amigos estão naqueles dias de “pé-no-saco”;
- PRAZER EM VIVER, quando eles demonstram com gestos e/ou palavras o quanto você é querido e importante;
- SAÚDE EM TODOS OS SENTIDOS, quando vocês se exercitam em todos os níveis e situações possíveis. E muitas coisas mais.

Sou a favor da inclusão digital e de se ter salas de informática nas escolas. Mas as classes à moda antiga são intocáveis, só precisando ser buriladas em suas atividades. As crianças e adolescentes NÃO PODEM ser tolhidos disto! Tão importante para o ser humano do que o aprendizado intelectual, o conhecimento, o raciocínio e a interpretação é a SOCIALIZAÇÃO!

Sabemos que “ninguém é uma ilha” (por mais que queira e tente) e TODOS que desejam viver em sociedade precisam aprender a viver nela, a ter limites, a ocupar nosso espaço sem invadir o de ninguém, a se posicionar de acordo com a situação, etc. E como a escola é uma extensão de nossa casa, o contato ao vivo e in loco com outras mentalidades e personalidades é essencial e crucial nesse desenvolvimento e evolução.

Em tempo: vocês sabiam que os grandes executivos do Vale do Silício, berço e quartel general da Microsoft, colocam seus filhos em escolas que NÃO POSSUEM computadores como parte do material didático? Isso, até a HIGH SCHOOL, o nosso 2º grau! Portanto, eles só terão contato constante com computadores a partir dos 16 ou 17 anos, quando já terão uma formação mental, moral e psicológica já bem estabilizada.

Interessante, não ?!
FAB29

quarta-feira, 20 de março de 2019

Chantagem

Amigos e amigas.
Em outros posts, questionei o tamanho da influência judaica em vários planos da nossa vida cotidiana (hollywood, por exemplo).

Encontrei esta tradução de um trecho de uma entrevista de uma influente política israelense (já falecida) que corrobora essa predominância.

Eu e todos nós sabemos que os bastidores da política e as armas que utilizam para fazerem valer suas vontades e desmandos são sórdidas, hipócritas e tudo o mais. As clareza, desfaçatez e crueza de sua declaração são tão admiráveis quanto assustadoras. E sórdidas.
FAB29

Resultado de imagem para Shulamit Aloni

Moderadora Amy Goodman: "Frequentemente, quando, nos EUA, dissidentes se expressam contra a política de Israel, as pessoas são rotuladas de antissemitas. O que você diz disso, como uma judia israelense?"

Shulamit Aloni (ex-ministra de Israel): "Bem, é um truque que nós sempre utilizamos. Se alguém da Europa critica a política israelense, nós utilizamos o Holocausto; quando alguém deste país (EUA) critica Israel, então nós a rotulamos de antissemita.

Nossa organização é poderosa e dispõe de muito dinheiro e a conexão entre Israel e os judeus norte-americanos é poderosa, e eles (os judeus norte-americanos) são muito fortes neste país (EUA).

Como você sabe, eles têm um grande poder, o que é legítimo; são pessoas capacitadas, eles têm poder, dinheiro, a mídia e outras coisas e sua posição é: Israel, meu país, indiferente se certo ou errado (my country right or wrong).

Eles não permitem críticas e é muito fácil rotular as pessoas que são contra a política de Israel como antissemitas e ressuscitar o Holocausto e o sofrimento do povo judeu; e com isso nós justificamos tudo que fazemos contra o povo palestino.

Quem quiser assistir ao vídeo original: http://www.youtube.com/watch?v=jUGVPBO9_cA

segunda-feira, 11 de março de 2019

Um pouco de lucidez

Amigos e amigas.
Achei de bom alvitre postar mais uma vez esta declaração de um sobrevivente da 2ª Guerra. Só que do outro lado, ou seja, dos alemães.
Trata-se de uma carta de um senhor, à época, de 94 anos: sr. Friedrich Kurreck, de Offenbach, dirigida a uma funcionária da República alemã, senhora Lucia Schwarz, atuante na administração central da Câmara dos Deputados, em Berlim. Esta testemunha peculiar da história alemã traz uma gama de argumentos, dos quais as pessoas se esquecem com frequência ou os menciona somente individualmente. Aqui eles são apresentados numa carta dentro de um só contexto, como qualquer militante político alemão deveria saber e como dever-se-ia, por isso mesmo, repeti-los diariamente.
Toda história tem várias facetas. Quem as ignora não passará de um papagaio repetindo falácias, mentiras e imbecilidades. Leia com atenção que o escritor merece.
FAB29

Offenbach, 30 de junho de 2008.
Prezada senhora Schwarz,

Eu recebi sua carta de 27 de junho de 2008, onde você me comunica que minha carta de 7 de junho de 2008 foi protocolada no Gabinete do Presidente da Câmara dos Deputados e dada como ciente (também por parte de seu chefe, a qual ela foi direcionada?).

Você alega que minhas difusas opiniões e indiscriminadas suposições não oferecem qualquer fundamento para uma argumentação racional, mas mesmo assim não queria deixar tudo sem comentários. Argumentar racionalmente eu só posso, cara senhora Schwarz, somente com alemães que não foram vítimas da reeducação; agora não com aqueles corretos politicamente, que acreditam saber o que seja certo, veneram como dogma sua visão do Direito e excluem outras opiniões dadas como incorretas, para restringir o livre debate e consolidar tabus, onde seus argumentos sejam fracos.

E então você se permite a uma testemunha daquela época, que poderia ser seu bisavô, a ensinar que “não há dúvida alguma sobre a responsabilidade histórica da Alemanha na eclosão da Segunda Guerra e nas suas consequências”.

Ah, você, anjo desorientado, quem cochichou no seu ouvido tais típicas idiotices provenientes somente de pessoas doentes de espírito? Já ouviu algo sobre História Secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos? Ao que parece não!

Por isso eu lhe recomendo urgentemente que se ocupe dela, e não faça papel ridículo na frente de testemunhas daquela época. Somente o conselho de um vovô que vivenciou a República de Weimar e o Terceiro Reich, e agora tem que presenciar como nossa terra alemã está sendo levada ao abismo por políticos do pós-guerra, ignorantes em história, políticos estes que você serve no Gabinete do Presidente da Câmara.

Significa algo para você, senhora Schwarz, a palavra E. Barnes? Ele é um colega do historiador amestrado da ZDF, Guido Knopp, o qual enfia goela abaixo da juventude alemã com seus documentários, de forma análoga a uma oração tibetana, a culpa de seu povo pelo início da guerra em 1939. Este norte-americano já afirmava em 1951:

“Eu não conheço qualquer outro exemplo na história, onde um povo mostre este vício quase insano, em lhe perpetrar o lado escuro da culpa de um crime político que não cometeu, a não ser aqueles crimes que lhes imputem a própria culpa pela Segunda Guerra Mundial”.

Sessenta anos após os acontecimentos, para estar up to date em história alemã, eu recomendo somente ler o livro “A guerra da Inglaterra contra a Alemanha”. O autor é um historiador britânico (!), o escocês Peter H. Nicoll. Poucos livros sobre os “motivos, métodos e consequências da Segunda Guerra Mundial” são tão atemporais, solidamente fundamentados e tão próximos à verdade histórica, como esse seu livro. Embora ele tenha perdido dois filhos aviadores contra a Alemanha, seu senso fanático por justiça reconheceu quem levou a essa guerra desnecessária, e por isso, leva a maior parcela da culpa por esse trágico desenvolvimento com 50.993 milhões de mortos, 35 milhões de feridos e 4,3 milhões de desaparecidos (que podem ser computados aos mortos como consolo):

“Cegos políticos na Inglaterra, que apoiados pelo presidente Roosevelt, deram à Polônia em março de 1939 uma procuração em branco com plenos poderes e rejeitaram todos os esforços de paz do governo do Reich alemão”.

Da mesma forma o britânico Nicoll tratou a fundo os métodos de condução da guerra e o tratamento dado à Alemanha do pós-guerra por parte dos aliados e descreve a grande conta de dívidas dos aliados. Esta ousada obra põe em ordem as relações na forma em que os eventos históricos sejam descritos como realmente aconteceram.

Mais além, você menciona o “extermínio da inteligência polonesa e escravização da população polonesa” por nós, alemães, e indica o efeito de ação e reação para justificar a expulsão dos alemães em decorrência da eclosão da guerra por parte da Alemanha. Isso me prova que a reeducação ordenada pelos aliados, em relação a você, alguém com a benção de ter nascido depois, caiu em solo fértil, e que você não é mais capaz de discernir entre mentira e verdade.

Permita que uma testemunha que cresceu na fronteira teuto-polonesa, na área alemã de Eylau (Prússia Ocidental), do outro lado corredor polonês, diga que a Polônia desde seu renascimento com Estado, em 1918, pelo qual correu sangue alemão, sem contar o juramento via telegrama da fidelidade eterna, frequentemente desrespeitava as fronteiras e, o que é provado historicamente, procurava a guerra contra a Alemanha. Provas da culpa da Polônia na guerra?

O alemão Lutz Mauve, cujo pai possuía uma grande área de floresta nos arredores de Kielce, na Polônia, tornou-se forçosamente e de repente cidadão polonês devido ao Ditado de Versailles, de 1918. Como tal ele tornou-se em 1919 “Fähnrich-Feldweber”, ou seja, aspirante a oficial do Exército polonês. Em junho ou julho de 1939, ele presenciou uma reunião de oficiais poloneses, oficiais da reserva e aspirantes, num local entre Cracóvia e Kattowitz.

Lá discursava o marechal polonês Rydz-Smigly sob o seguinte espírito:
“Polônia quer a guerra contra a Alemanha, e a Alemanha não poderá evitá-la, mesmo que queira”.

Se você já menciona a relação entre ação e reação, então deveria saber também que o especialista ucraniano Dr. Stephan Horak, em seu livro “Poland and her national minorities 1918-1939”, descreve o comportamento dos poloneses, cujo extermínio nós realizamos segundo sua percepção a partir de 1939, sobre os alemães entregues a ela pelo Ditado de Versailles, ou seja, entre o período das duas Guerras: ignorando todos os acordos e promessas de boa vontade que se repetiam gerando repetidamente o protesto dos representantes dos grupos alemães na Polônia, esta dá continuidade à sua política de violação até o último dia de sua existência como nação independente. Para o historiador, é clara falta de boa vontade por parte do jovem Estado polonês – talvez as relações entre Polônia e Alemanha tenham caminhado para outra direção caso a Polônia não tivesse desejado utilizar a violência para desfazer um desenvolvimento de mais de 800 anos. Os acontecimentos de 1919 até 1939 parecem apoiar a visão de que a Polônia perdeu uma oportunidade de ouro para provar sua paciência e afiada percepção polonesa.

Ocupados com o extermínio dos grupos nacionais alemães na Polônia, os poloneses esqueceram de considerar que seu vizinho ocidental não podia ser obrigado a esquecer tudo que acontecia por lá.

A 15 de junho de 1932 quando não havia nenhum Hitler em Berlim, cara senhora Schwarz, a Câmara Alta inglesa se ocupava do uso do terror na política polonesa para minorias. Lá foi constatado entre outras, que 45% das crianças alemãs de Thorn e Posen tiveram suas escolas confiscadas e foram enviadas para escolas polonesas, e houve uma redução de 50% no total das escolas alemãs. Lord Cecil, que como delegado do governo britânico, participou desta reunião, caracterizou o uso do terror na política polonesa para minorias como comovente e afirmou concluindo ainda:

“Nós não devemos esquecer que a Polônia tem motivo especial para respeitar este contrato: pois nele, as anexações permitidas foram somente possíveis sob a condição de que a autonomia fosse concedida nesses territórios”.

Permita, senhora Schwarz, que uma testemunha daquela época lhe mostre ainda o seguinte:

O povo polonês em sua totalidade se encontrava desde março de 1939, segundo a garantia britânica, em um ascendente e contínuo clima de guerra. Em inúmeros artigos e cartas de leitores era desejada a guerra, até suplicado no púlpito. Através de ações como a mensagem para um comando de torpedos vivos segundo modelo japonês incompreendido e através de palestras de oficiais poloneses, que louvavam a qualidade do soldado polonês às alturas e descreviam o armamento alemão como inferior (tanques de papelão), foi criado um clima que deixava sonhar com uma rápida marcha sobre Berlim. Conduzidos através destes mirabolantes sonhos, a cavalaria polonesa cavalgou com seus sabres à mão atacando nossos tanques de papelão e receberam uma mancha roxa. Portanto, sua repetida lenda sobre a culpa alemã pela guerra é nula, prezada senhora Schwarz, pois o Professor Dr. M. Freund também constatou:
“Os poloneses foram o único povo infeliz na Europa que exigia o campo de batalha”.

Um jornal belga enviou um de seus jornalistas no verão de 1939 para o país que só almejava a paz,para informar seus leitores sobre a situação local a partir de primeira mão. Aqui o relato de Ward Herrmann:

“Os poloneses perderam toda a idéia da situação. Cada estrangeiro que observa os novos mapas do país, onde uma grande parte da Alemanha até as proximidades de Berlim, indo além para a região da Boêmia, Moravia e Eslováquia e uma enorme parte da Rússia e todo o Báltico, tenham sido já anexados dentro da rica fantasia dos poloneses, deve pensar que a Polônia se tornou um grande manicômio”.
Mapa que “provaria” o direito da Polônia a mais de metade do território da Alemanha.

Então não é de se estranhar que até meados de agosto de 1939, 76.535 alemães da Polônia tenham se refugiado no Reich, e isso não porque Hitler os tivesse obrigado.

O que você, senhora Schwarz, ainda tem a aprender sobre a guerra é, que o culpado é somente aquele que força seu oponente a se lançar às armas. E isso, sem dúvida alguma, em 1939, como comprovado por diversos historiadores, foram os poloneses, quer você aceite isso ou não.

Inacreditável que 63 anos após o final da guerra, existam ainda alemães que repitam as lendas dos aliados, se deleitem com elas e as divulguem inescrupulosamente, ao invés de incorporar e publicar aquelas vozes que segundo Goethe, ajudam a tornar vitoriosa a verdade:

“Tem que se repetir sempre a verdade, porque o errado nos é sempre novamente ensinado, não apenas por alguns, mas pela massa. Em jornais e enciclopédias, nas escolas e universidades, por toda parte o erro está a tona, e isto lhe é cômodo e confortável, no sentimento da maioria que está ao seu lado”.

Caso eu não tenha me expressado claramente, senhora Schwarz, para que mesmo você veja a história alemã como ela realmente aconteceu, e no futuro você venha ainda a atuar como costumeira pichadora (Nestbeschmutzerin), então eu lhe peço finalmente para meditar sobre a seguinte citação de Churchill, publicado no final da Primeira Guerra Mundial pelo jornal londrino “The Times”, em maio de 1919, o qual não deixa dúvidas pela sua clareza e verdade, uma citação de um político que consegue mostrar a qualquer um quem foi o verdadeiro culpado (também) pela Segunda Guerra Mundial, a “Segunda Guerra de 30 anos” em solo europeu:
“Caso a Alemanha volte a negociar nos próximos 50 anos, então nós fizemos essa guerra em vão”.

E como nós, apesar do saque da República de Weimar com ajuda do Ditado de Versailles, começamos novamente a participar do comércio mundial durante o Terceiro Reich e nos tornamos um forte concorrente no mercado mundial para a Inglaterra, os salafrários do Themse se viram obrigados a arranjar novamente uma guerra contra a Alemanha. Nesta guerra imposta a nós em 1939 – sim, imposta, e eu participei dela , cara senhora Schwarz, do primeiro dia até o último (final de abril de 1945) e vivenciei conscientemente a República de Weimar e o Terceiro Reich, e onde estou na condição ainda, como uma das últimas testemunhas vivas, de avaliar tudo que deu errado na primeira república e, por outro lado no hostilizado Terceiro Reich, tudo que era melhor do que a atual República Federal da Alemanha, a qual muitos cidadãos denominam República das Bananas. Por isso, ninguém “abençoado por ter nascido depois” pode me acusar de algo. Apesar de toda a difamação, eu estou orgulhoso de minha pátria, que se chama Alemanha, e além disso, de ser alemão.

Por isso eu protesto pela Alemanha, não porque foi vencida, esfacelada e despojada de poder. Eu protesto pela Alemanha, porque foi abandonada, está insegura e atrapalhada, sua alma traída. Eu protesto pela Alemanha, porque esquece sua origem, daquela Alemanha, onde tradição era agradecida e fazia parte de uma herança protegida, onde a palavra era palavra, direito ainda era direito, fidelidade fidelidade, traição traição, e vergonha vergonha. Onde se reconhecia uma ovelha negra, mas havia força e coragem para sobrepô-la. Onde corrupção e oportunismo eram condenados. Onde o dever falava mais alto que o prazer e pobreza ou riqueza não eram medidas de valor. Onde ainda não foi perguntado: produzir é correto?, mas sim onde produzir pesava mais que prestígio e “mais ser, ao invés de parecer” era o lema da elite. Onde valia viver de tal forma, que servisse de exemplo. Onde ser alemão era uma honra para o ocidente e mundo afora. Onde só havia uma Alemanha. Onde lar e pátria não eram vocábulos estranhos, mas sim valores inestimáveis. Onde o caráter pesava mais que ser membro do partido. Onde confiança e sinceridade eram sinônimos infalsificáveis de ser alemão. Onde a célula mater da nação, a família, era sagrada e o bom casamento era exemplo e não motivo de chacota. Onde pedir conselhos aos mais velhos era natural. Eu protesto pela Alemanha, onde poesia e literatura eram a chama da alma, e não a politicalha. Onde não havia vergonha de dizer poesia alemã, pois um ou outro poderiam achar aqui algo restaurador. Eu protesto não por uma nação produto da ficção, sonhada ou que nunca existiu, mas sim por uma que eu vivi, uma nação – ora mais fraca, ora mais forte – no Império, na República de Weimar e também no Terceiro Reich, e que existiu depois. E que agora, pouco a pouco, um ano após o outro, desaparece.

Sendo assim, com saudações amistosas,
Friedrich Kurreck
Notizen aus der Schweiz 77 – 14/11/2008
Dr. Max Wahl – drmaxwahl@bluewin.ch
8401 Winterthur
Suíça

sexta-feira, 1 de março de 2019

Mr. Fraude Wiesenthal

Amigos e amigas.
Sei que o personagem do título é um ser pra lá de batido e abatido na História, mas até hoje, uma grande parte das pessoas (em sua oligofrenia e comodismo) o vê como um paradigma de moralidade e justiça (aquelas pessoas que têm Hollywood como paradigma de credibilidade). Por isso, vale um eventual 'chute-na-bunda' para reforçar verdades.

Apresento-lhes um artigo que traduzi do escritor Guy Walters, publicado no Daily Mail de 10/09/2010, sobre Simon Wiesenthal, que chegou à conclusão após 4 anos de pesquisas que o "nobre sionista" foi um "preclaro falsário". Os sublinhados, negritos e algumas aspas são meus.

Acho que vale a pena dar uma olhada nas impressões sionistas a respeito dele, dadas num programa da tv alemã ARD intitulado "Panorama", apresentado no dia 08/02/2008, às 21:00 h, e que reproduzi AQUI.

Triste figura!...
FAB29


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"Para milhões de pessoas ao redor do mundo, Simon Wiesenthal é visto como um herói. 
Muitas vezes creditado por trazer à justiça cerca de 1100 criminosos de guerra, o 'caçador de nazistas' e 'sobrevivente do Holocausto' é considerado quase como um santo, um homem que fez mais do que qualquer governo para prender os autores de alguns dos piores crimes que o mundo tem testemunhado.

Indicado para o Prêmio Nobel da Paz, para a Ordem dos Cavaleiros e mais de 50 outras honras, Wiesenthal é particularmente lembrado por seu papel em rastrear o famoso 'arquiteto do Holocausto', Adolf Eichmann.

Depois que ele morreu com a idade de 96, em setembro de 2005, os elogios choveram de todo o mundo. Wiesenthal foi elogiado como o "representante permanente das vítimas", um homem que não apenas havia procurado a justiça, mas se orgulhava de nunca ter esquecido os seus seis milhões de "clientes", como ele chamou aqueles que 'morreram no Holocausto'.

Aqueles que leram suas memórias só podiam se maravilhar com seu heroísmo durante a guerra e as incríveis fugas da morte nas mãos dos nazistas. Era como se a missão de Wiesenthal fosse quase dada por Deus, os deuses poupando a sua vida por algum propósito maior.

Os relatos de suas caçadas a fugitivos não eram menos sensacionais, como Wiesenthal contou como ele se envolveu em uma batalha de inteligência contra as redes de nazistas do pós-guerra e seus sinistros simpatizantes. Era a última história de "vingança do bem estar" e o mundo a abraçou.

Foram feitos programas de TV e filmes, e logo Wiesenthal tornou-se um nome familiar, um símbolo para o triunfo da esperança sobre o Mal. Aqueles que se emocionaram com sua história de vida agora podem fazê-lo mais uma vez, graças a uma nova biografia escrita pelo historiador israelense Tom Segev.

A figura que emerge do livro é muito mais complexa do que se poderia esperar. Dr. Segev demonstra que o relato de Wiesenthal sobre sua vida foi o produto de exageros e auto-mitologia. Aparecendo no programa Today, da Radio 4 esta semana, o autor disse que Wiesenthal era "um contador de histórias, um homem que viveu entre a realidade e a fantasia." Desculpou a inclinação de Wiesenthal para fabricar histórias sobre o seu passado, dizendo que era sua maneira de tornar mais fácil lidar com as atrocidades reais que havia experimentado nos campos de concentração.

Sinto muito, mas esta abordagem compassiva simplesmente não me comove. Pois a verdade é que o grande caçador de nazistas é muito, muito pior do que o Dr. Segev apresenta. No meu ponto de vista, Simon Wiesenthal era um mentiroso e uma fraude. Na verdade, eu iria tão longe a ponto de dizer que ele foi um dos maiores vigaristas do século 20.

Passei quatro anos trabalhando em uma história do nazi-caçador, que foi publicada no ano passado, e o material que reuni sobre Wiesenthal foi o suficiente para me fazer gritar bem alto. Quando eu comecei meu livro, eu também acreditava que o grande homem era apenas isso - grande.

Mas quando eu olhei para todas as suas memórias, biografias e material de arquivo original, eu percebi que, como tantos outros, a imagem que eu tinha construído de Simon Wiesenthal era irremediavelmente incorreta. Havia muitas distorções e incongruências, muitas mentiras deslavadas - nenhuma das quais podia ser explicada pelo simpático psico-balbuciar oferecido por nomes como Dr. Segev. O fato é que Wiesenthal mentiu sobre quase tudo em sua vida.

Vamos, por exemplo, começar no início e olhar para o seu registro educacional. Se você visitar o site do Simon Wiesenthal Center, vai saber que ele foi indicado para a admissão ao Instituto Politécnico de Lvov, mas foi recusado "por causa de restrições de quotas de estudantes judeus". O site, em seguida, afirma que ele foi para a Universidade Técnica de Praga, na qual recebeu seu diploma em engenharia arquitetônica em 1932. Outras biografias - publicadas durante a vida de Wiesenthal - afirmam que ele tinha, de fato, ido para Lvov (entre 1934 ou 1935) e ganhou um diploma de engenheiro arquitetônico em 1939. Todos esses relatos são lixos.

O Arquivo do Estado de Lvov não tem nem um registro de Simon Wiesenthal ter estudado na Universidade Técnica de Lvov. Os arquivos tem registros de outros alunos desse período, mas não de Wiesenthal - e não havia restrições de quotas de estudantes judeus naquela época. Nem dele ter se graduado em Praga. Embora ele tenha se matriculado em 21 de fevereiro de 1929, Wiesenthal nunca completou a sua licenciatura. Ele passou em seu primeiro exame do estado em 15 de fevereiro de 1932, e, em seguida, saiu no mesmo ano.

Apesar da falta de credenciais acadêmicas, ele iria usar de forma fraudulenta sua suposta diplomação de engenharia em sua carta de apresentação para o resto de sua vida.  Durante a guerra, Wiesenthal afirmava ter passado anos dentro e fora de uma sucessão de campos de concentração. Embora ele certamente tenha passado um tempo em campos como Mauthausen, ele também disse que esteve em Auschwitz - uma afirmação para a qual não há nenhum registro.

Depois, há sua suposta carreira como um bravo partizan. Em duas das suas memórias, ele afirma ter se juntado a um grupo de partizans depois de escapar de um campo em outubro de 1943. De acordo com uma entrevista que ele deu ao exército norte-americano em 1948, ele alegou que foi imediatamente feito um tenente "na base do meu intelecto." Ele logo foi promovido a major e ele foi fundamental na 'construção de bunkers e linhas de fortificação.' "Nós tivemos construções de bunkers fabulosas", disse ele. "Minha posição não era tanto como um especialista estratégico, mas como um técnico especializado."

Só precisamos de uma compreensão básica da história militar da Segunda Guerra Mundial para saber que as alegações de Wiesenthal são altamente duvidosas. Grupos partizans não construíam 'fabulosos bunkers'. Eles, ao invés disso, confiavam em mobilidade para despistar o inimigo. Como judeu, também é altamente improvável que ele tenha sido feito um oficial de tal grupo, que normalmente era antissemita.
(...)
Uma vez que existem pelo menos quatro relatos descontroladamente diferentes das atividades de Wiesenthal entre outubro de 1943 e meados de 1944, sérias dúvidas sobre o que ele realmente foi devem certamente ser levantadas. Alguns daqueles que duvidaram de sua versão dos fatos - como o antigo chanceler austríaco Bruno Kreisky - foram tão longe como acusar Wiesenthal repetidamente nos anos 1970 e 1980 de ser um colaborador com a Gestapo
(...)
Dois depoimentos feitos por ex-membros do exército alemão também afirmaram que o caçador de nazistas era um colaborador, mas tais alegações devem ser tratadas com extrema cautela. 
(...)
No entanto, eu não tenho pudores em afirmar que a maior mentira que ele propalou foi sobre o seu envolvimento na caça e eventual captura de Adolf Eichmann, um suposto golpe de Estado com o qual ele estará sempre associado - e bastante injustificadamente. De acordo com o mito, Simon Wiesenthal iniciou sua caçada a  Eichmann tão logo a guerra acabou.

No início da década de 1950, ele tinha tudo, mas desistiu, até que ele teve um encontro casual, supostamente com um nobre austríaco chamado Baron Mast, no final do outono de 1953. Baron Mast mostrou a Wiesenthal uma carta que havia recebido em maio daquele ano de um antigo companheiro do exército que agora vivia na Argentina, onde o escritor tinha cruzado com o 'porco Eichmann’, que estava morando em Buenos Aires e trabalhando nas proximidades. 
(...)
Poucos meses depois, em 30 de março de 1954, Wiesenthal finalmente enviou um dossiê sobre Eichmann para o Congresso Mundial Judaico e ao cônsul israelense em Viena, em que ele compartilhou o conteúdo da carta do Barão e revelou que o criminoso estava trabalhando na construção local de uma estação de energia a 65 milhas de Buenos Aires. Infelizmente, a inteligência de Wiesenthal era inútil. Não só ele foi incapaz de fornecer o pseudônimo de Eichmann - Riccardo Klement - mas no momento da carta do Barão, Eichmann estava, na verdade, trabalhando a mais de 800 quilômetros de Buenos Aires e, em março de 1954, ele estava morando na capital argentina tentando estabelecer seu próprio negócio. No entanto, o pior estava por vir.

Em 1959, quando a busca por Eichmann estava esquentando, o serviço de inteligência israelense, Mossad, perguntou a Wiesenthal se tinha mais alguma informação sobre o criminoso. Em 23 de setembro, ele escreveu para os israelenses e disse-lhes que suspeitava que Eichmann estava no 'norte da Alemanha' e que ele "fazia visitas à Áustria ao longo do tempo". Mais uma vez, ele estava fornecendo informações inúteis.

De outras fontes, os israelenses haviam estabelecido que o fugitivo estava, na verdade, em Buenos Aires e a informação de Wiesenthal foi outro beco sem saída. Depois que Eichmann foi sequestrado no ano seguinte por agentes do Mossad, Wiesenthal, pelo menos teve a graça de dizer que ele, "pessoalmente, não tinha algo a ver com a prisão de Eichmann", e que ele havia depositado todos os seus arquivos em Jerusalém.

No entanto, com os israelenses permanecendo calados sobre seu envolvimento, ele decidiu preencher o vácuo de informações e começou a colocar-se bem no coração da caçada. Ele escreveria que, embora tivesse dito que tinha enviado todos os seus arquivos para Israel, tinha realmente sempre mantido consigo o arquivo Eichmann. Isto era completamente falso.

Talvez a mentira mais chocante de Wiesenthal sobre o caso Eichmann foi a alegação de que ele disse aos israelenses em sua carta de setembro de 1959 que o nazista estava, na verdade, na Argentina. Como vimos, ele lhes disse que Eichmann estava possivelmente na Alemanha - uma pequena diferença de vários milhares de quilômetros

Curiosamente, o Dr. Segev viu tanto a carta de setembro de 1959 como a reclamação mais tarde, mas ele optou por ignorar as diferenças em seu livro.

Os fatos simples são que Wiesenthal mentiu sobre a sua licenciatura, suas experiências de guerra e sua "caçada" a Adolf Eichmann. Qualquer homem que profere tantas inverdades não merece ser reverenciado. Embora alguns desculpem Wiesenthal 'contador de histórias', há simplesmente muitas outras mentiras para levá-lo a sério.

Além disso, afirmar que Wiesenthal "viveu entre a realidade e a fantasia para lidar com suas experiências reais de guerra" é um insulto a todos os 'sobreviventes do Holocausto' que apenas disseram a verdade."
• Guy Walters é o autor de "Hunting Evil (Bantam)"