Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Envenenamento

Amigos e amigas.
Já há muito é sabido que o ser humano é um animal essencialmente herbívoro, podendo toscamente (hoje em dia, nem tanto) ser carnívoro em condições e situações especiais de sobrevivência. Desde nossa dentição, com oito incisivos para cortar mato e doze molares para triturá-lo adequadamente, até a imensa extensão de nosso intestino delgado e suas vilosidades, nosso organismo se mostra todo adequado a assimilar perfeitamente frutas, verduras e legumes.
Segue abaixo um dos tantos artigos que mostra como a carne tem grandes malefícios que suplantam imensamente seus benefícios, o que a torna, no mínimo, dispensável. Os sublinhados são meus. Extraído e adaptado daqui.
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Maquiagem para não assustar os sensíveis

Carnes

São produtos ricos em toxinas (cadaverina, putrescina, indol, escatol, fenol, etc) o que os caracteriza como alimentos cujos malefícios superam os benefícios.

Nos indivíduos de trânsito intestinal lento e mais gravemente naqueles que sofrem de prisão de ventre, ao permanecer nos intestinos, a carne entra em intensa putrefação e difusão das citadas toxinas, que reduzem a resistência a infecções e dão tolerância maior às bactérias patogênicas, levando a uma maior tendência a inflamações e infecções diversas, como colite, dermatoses, apendicite, amidalite, fluxos e corrimentos, dentre outras, além de ser comprovadamente um importante agente cancerígeno.

É importante salientar que, nos grupos de indivíduos basicamente vegetarianos, quase não existe câncer. Independentemente de qualquer postura ou argumentação vegetariana, a carne animal industrial (exceto de caça e animais criados de forma natural) além das considerações supracitadas, é um alimento ainda menos saudável devido aos produtos químicos empregados em seu tratamento.

O sulfito de sódio (que confere a cor avermelhada à carne congelada), o nitrato de potássio (usado para aumentar o prazo de conservação) e o dietietilbestrol (hormônio sintético ministrado aos animais para que ganhem peso) são produtos químicos comprovadamente ligados à ocorrência de diversos problemas de saúde e de consequências imprevisíveis a médio e longo prazo.

Podem causar alterações hipofisárias, alterações hormonais, perturbações menstruais, impotência sexual masculina, problemas de próstata e tumores cancerígenos.

A adrenalina, despejada na corrente sanguínea dos bois (andrenolutina) durante o abate, causa irritabilidade, insatisfação e agressividade sem causa aparente.

Além dos relevantes fatos apontados acima, é importante salientar que a carne é constituída principalmente de músculos de difícil digestão e podemos até afirmar que o organismo humano não é adaptado para seu consumo regular. Isso pode ser comprovado pelo tamanho de nossos dentes e pelo comprimento do tubo digestivo.

A gordura da carne de vaca é altamente saturada e pode aumentar os níveis de colesterol no sangue e o risco de doenças cardiovasculares.

Uma dieta rica em carne pode elevar o risco de câncer de cólon e outros tipos de câncer.

A carne de vaca malpassada pode ser uma fonte de infecções por E. Coli e toxoplasmose.

Não há dúvidas sobre o fato da carne de vaca ser um alimento altamente nutritivo. Ela é uma fonte importante de proteína de alta qualidade. Uma porção de 115g fornece 100% de RDA (ingestão Dietética Recomendada) de vitamina B12, um nutriente essencial encontrado apenas em produtos de origem animal. A carne de vaca é também uma excelente fonte de Vitamina B6, niacina e riboflavina, assim como de minerais essenciais como ferro e o zinco.

Porém, quanto ao tão propagado potencial nutritivo da carne, vale salientar que todas as análises do produto são feitas com carne crua, não se levando em conta que o processo de cozimento retira cerca de 30% de seus nutrientes essenciais. E ela, ao contrário da maioria dos alimentos naturais, não pode ser comida no seu estado natural, pois pode provocar inúmeras doenças, como brucelose, teníase, etc.

Resumindo os malefícios que a carne provoca no homem:

- putrefação no intestino;
- perda de cálcio;
- depósitos de gordura e detritos de nitrogênio nas articulações e artérias;
- elevação do pulso e da pressão arterial, que estimulam artificialmente o organismo de forma passageira e esgotam progressivamente suas reservas energéticas nos processos digestivos.
- Aumento considerável dos riscos de câncer – hoje em dia, a carne contém hormônios sintéticos, antibióticos, corantes, conservantes, além de praguicidas absorvidos pelo gado. O consumo regular de carne é um fator cancerígeno tão importante quanto o cigarro.
- O excesso de carne pode provocar anemia perniciosa, que só existe em animais carnívoros e pessoas que se alimentam basicamente de carne. A razão disso é a falta do ácido fólico, que é necessário para absorção da vitamina B12.

Câncer de mama
A epidemiologista Janet Cade, da universidade britânica de Leeds, mostrou em outro estudo que o consumo de carne vermelha pode aumentar significativamente o risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa.

Câncer de pâncreas
Segundo estudo publicado no British Journal of Cancer, em janeiro de 2012, o consumo de grande quantidade de carne processada pode aumentar o risco de câncer de pâncreas. A pesquisa foi desenvolvida pela Fundação Sueca do Câncer e pelo Instituto Karolinska, na Suécia, e concluiu que ingerir todos os dias uma quantidade do alimento equivalente a apenas uma salsicha ou duas fatias de bacon já é suficiente para aumentar as chances das doenças.

Câncer de intestino e/ou reto
Um estudo realizado na Universidade da Carolina do Norte sugere que o consumo elevado de carne (mais de 600 gramas por dia), principalmente carne vermelha, aumenta risco de câncer de cólon, mas salienta que mais estudos a respeito são necessários para aumentar a certeza acerca do resultado. O jornal I-M Health Newsletter, citando pesquisas feitas nos EUA também alerta para a relação entre câncer de cólon e o consumo excessivo de carne vermelha (mais de 85 gramas por dia).