Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Se for verdade,...

Amigos e amigas.
O texto abaixo é falsamente atribuído ao jornalista Luis Nassif. Tal esquema é há muito disseminado pelas redes sociais: frases, denúncias, artigos que seriam completamente desprezados e se perderiam dentro do oceano de desinformações, distorções e digressões que grassam pela internet e, para se evitar isso (para que ao menos ele seja lido e até compartilhado), assinam com o nome de um famoso.

E o intuito varia bastante entre o bem geral e o mal total. Eu creio que a opinião abaixo (extraída e adaptada daqui) não se trata somente de meras ilações de um desocupado. Possui várias informações que eu venho lendo em dezenas de sítios alheios ao politicamente correto et caterva e acrescenta pontos que me parecem condizentes com a realidade que a grande podre mídia oculta.

Podemos ver o cuidado dele em fazer um apanhado de pontos conhecidos da história recente e mais antiga. E, vendo as iniquidades saindo da Caixa de Pandora (vulgo desgoverno bolsonático, via Globosta e lixos afins) em apenas um mês e meio de governo, achei por bem apresentar a opinião abaixo, esperando que floresçam outras opiniões para enriquecer as lacunas e dúvidas que o artigo suscita.
FAB29

Em tempo: como 'bônus', ouçam neste áudio um trecho em que a jornalista do establishment Eliane Cantanhêde solta inadvertidamente que o "mito" tem câncer. Atenção aos 27 segundos do áudio ("Ele vai tomar a última dose da quimioterapia ao meio dia")

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FAMILIONÁRIA

1. A gangue dos Bolsonaro é um grupelho criminoso da, digamos, ralé. Nasceram ligados às milícias, que operam o controle de serviços, como tv a cabo, venda de gás, transporte clandestino, etc..., em bairros da periferia do Rio de Janeiro. O líder sempre foi um político do baixo clero, acostumado a pequenos crimes, como a extorsão de servidores públicos lotados em seu gabinete ou dos filhos. A maior parte dos funcionários lotados em seus gabinetes é fantasma. Recebiam salários com dinheiro público na condição de devolver parte substancial aos empregadores, via Queiroz, aparentemente operador financeiro da quadrilha. Uma vez arrecadada dos salários de fantasmas, a verba era redistribuía para os chefes, inclusive a esposa de Bolsonaro. 

2. A força da chegada do clã em Brasilia, precisamente ao Palácio do Planalto, amparado em milhões de votos e aliançado com militares e Sergio Moro, provocou um abalo no tradicional sistema de divisão dos cofres da União, que cada quadrilha tem acesso, algumas instaladas desde o império.
Explico. Existem no governo federal territórios ocupados por antigas quadrilhas muito bem estruturadas e infiltradas, que dão acesso às gordas tetas dos grandes cofres públicos, como Petrobras, Bancos do Brasil, Caixa e BNDS, ou das grandes licitações do Ministério da Educação, Saúde, Transporte, etc... A maioria do pt não teve coragem de enfrentar. Com algumas, se aliançou, como a do PMDB de Temer, Geddel e Cunha, que mamavam há trinta anos nas tetas do Ministério dos Transportes. 

3. Os Bolsonaros, é obvio, querem sua parte. E querem muito. Mas são amadores e foram com muita sede ao pote. O senador eleito pelo Rio, Flavio Bolsonaro, ficou responsável pelas operações dos interesses da família e das outras gangues aliadas. A cada uma foi garantida uma parte do butim. São militares, agentes da justiça, lideranças de partidos nanicos do baixo clero e empresários, cada um buscando se posicionar para agarrar sua teta. 
Só que a velha turma não vai deixar isso fácil. São bilhões que estão em jogo. Amadores, e muito mal assessorados, a gangue da primeira família foi convencida a partir para um enfrentamento com a Globo, dona de um quinhão que gira em torno de setenta por cento das verbas de publicidade do governo, inclusive das empresas estatais. Bilhões e bilhões de reais. Tudo deveria ser só jogo de cena, os Bolzos xingavam a Globo, entrevistas exclusivas para o SBT e Record, mas manteriam as verbas publicitárias da 'vênus platinada' intocável. Só que o amadorismo dos caras e suas alianças malucas com gente que não tem nada a perder, como Silas Malafaia e Alexandre Frota, precipitaram uma guerra.

4. A Globo é uma especie de cartório que tem poder de legitimar ou deslegitimar as figuras que ascendem ao poder, principalmente se tais figuras ocupam cargos chaves nas áreas financeiras de onde saem os grandes contratos do governo. Ou na área politica, que, em última análise, são os chefes de quem assina.  Enfrentar a Globo foi um mau negócio para os amadores dos Bolsonaros, que para completar cometeram muitos erros na montagem do governo. O maior deles colocar um homem de confiança da Globo no ministério da Justiça, o ex-juiz Moro.

5. Não era para as coisas se precipitarem dessa maneira, mas a diarreia verbal da família, principalmente do presidente, que expôs publicamente o plano de aniquilar a Globo, abrindo várias iniciativas com este objetivo, forçou a família Marinho reagir imediatamente. O alvo escolhido foi Flávio Bolsonaro, operador financeiro da gangue da primeira família. Flávio é um garotão com baixo nível intelectual e visão rudimentar do funcionamento dos grandes esquemas da República. Foi tragado para o olho do furacão criado pela Globo e agora está com uma faca no pescoço.  Com um rastro visível de muitos erros cometidos nos esquemas criminosos de baixo impacto, que até então não chamavam atenção da mídia, Flávio é uma presa fácil para Globo e aliados. Desconstruídos e acuados, o próximo passo é  obrigar os Bolsonaros a negociar um rendimento sem exigências. Um dos principais aliados da Globo nesta ofensiva tem sido o Ministro Sergio Moro. É ele que está vazando as informações sigilosas do COAF sobre o Flávio Bolsonaro para a emissora.

6. Nos próximos dias, o sangue dos Bolsonaros pode jorrar em praça pública até que aceitem sentar para um acordo, a ser costurado o mais breve possível, sob pena da situação se tornar irreversível e o pai presidente ser tragado para dentro do escândalo, empurrado inclusive por militares interessados em colocar o General Mourão no comando.