Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Apascentamento

Amigos e amigas.
Creio que muitos se lembram destes três dos mais célebres justiceiros do Cinema: Clint Eastwood ("Magnum 44" - Policial "Dirty" Harry Callaham - 1973); Charles Bronson (da franquia "Desejo de matar" - anos 70 e 80); e Sylvester Stallone (Tenente Marion "Cobra" Cobretti, de 1986 - "Você é a doença e eu sou a cura!").

Estes e todos os posteriores (culminando no "Justiceiro", da Marvel, um "anti-herói sociopata") correspondiam aos desejos inerentes e refreados de todos aqueles que ansiavam por uma "justiça pelas próprias mãos", já que a oficial nunca dava conta da violência dos degenerados e do seu aumento contínuo (inclusive, sendo cúmplice ou fomentadora dessa e outras iniquidades). Essa catarse proporcionada por esses personagens sempre trombou brutalmente com o politicamente correto, exortador da benevolência, da passividade, do desarmamento, do 'Paz e Amor', "Faça Amor, não faça a Guerra", etc.
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Salve-se se puder !
A necessidade dos supremacistas de manter sua boiada humana apascentada, passiva, inerte mental e emocionalmente fez com que, gradativamente, a "agenda dos super-heróis" (como Capitão América, Super-Homem, Homem-Aranha e tantos outros que controlam a violência de seus ataques mesmo nas mais brutais situações contra os mais nefastos assassinos, até salvando as vidas destes da sanha vingativa da turba) se tornasse a tônica dos filmes, revistas, novelas, etc. Urgia perpetrar na mentalidade do povinho a idéia de que o Estado é o único apto a cuidar das Leis e da Justiça, que 'violência gera violência', que 'não se combate fogo com fogo', que 'pena de morte não é solução', etc.

Para tanto, há décadas que qualquer reação mais veemente do povo aos ataques de degenerados (estupradores, traficantes, sequestradores,...) é punida com rigor ao menos similar ao imposto ao infrator. O cidadão é coagido a só se defender ficando nas cordas, acuado, suportando, sendo massacrado, espoliado, ou então, de outra maneira, seria condenado a alguma pena ou multa.

Desta maneira, com a massificação diuturna desse medo de perder o tão pouco que tem em todos os sentidos, a humanidade cada vez mais aceita seu papel de hospedeira e escrava, feliz e satisfeita com sua "prisão sem muros de Huxley", cada vez mais alienada e anestesiada por "facilidades e entretenimentos" cedidos por seus escravagistas. Muitos representantes dela não só defendem um exacerbado pacifismo como procuram analisar para descobrir "o que levou o indivíduo a se tornar um mal pra sociedade". Invariavelmente, a maioria chega à conclusão de que a culpa é da própria sociedade, na figura do "homem branco intolerante, racista, sexista, homofóbico, xenófobo, antissemita,...". Portanto, a inversão "agressor/vítima" tornou-se regra na sociedade contemporânea especialmente contra a raça branca.

Neste post, compartilhei uma dezena de casos no mínimo esdrúxulos que o câncer politicamente correto imputou a situações anódinas, triviais, e as transformou em um terato, uma quimera, um horror que não pode ser ignorado. O item 6 é um epitome do que já escrevi.

Está sobrando para nós um emaranhado imenso de mentiras, falsidades, opressões, distorções, supressões, alienações, algaravias e tudo o que mais houver de nocivo e estupidificante. Desde simplicidades, como imposições gramaticais patéticas ("risco de morte"), passando por distorções de cláusulas pétreas ("Somos inocentes até prova em contrário") até impossibilidades (heliocentrismo e holocausto) são regurgitadas e impostas diuturnamente na desmentalidade da boiada que, de tanto ver, ler e ouvir massivamente tais podridões, as assimila e passa a vê-las com absoluta normalidade, a ponto de achincalhar ou pior quem as contesta.

Parece que o "Cada um por si e Deus contra todos" será a lei pétrea da turba daqui a poucas décadas. "Bobagens" como amizade, bem querer, respeito, simplicidade, boa vizinhança e união não passarão de termos fugazes e etéreos na memória dos mais antigos que nem isso deixarão ao partirem. E o amálgama social que restar nessa Terra Devastada será definitivamente o Paraíso dos Parasitas.
FAB29