Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Degradação protegida

Amigos e amigas.
O maior dos crimes da humanidade é a pedofilia, que remonta desde a Grécia antiga e o Império Romano. Tenta-se atualmente tratá-la como doença, um "transtorno de preferência sexual", mas o código penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente a enquadram como crime, até mesmo adquirir imagens de pornografia com crianças e adolescentes.

Em vários países, atualmente se debate sobre os "níveis de pedofilia". Exemplo foi o estupro que ocorreu com uma menina de 11 anos na França em 2017. O degenerado de 28 anos está sendo processado por "atentado ao pudor" porque nesse país "evoluído" não existe uma legislação que prevê a idade mínima de consentimento para sexo entre menores e adultos.

Na Inglaterra, houve o caso Rotherham, onde mais de 1400 crianças sofreram abusos sexuais durante 10 anos sob o beneplácito das autoridades do condado de South Yorkshire. Outras 2500 crianças estão em "planos de proteção a menores" do governo inglês por estarem "sob sério risco de abusos". Mas a polícia inglesa já admite "dezenas de milhares" de vítimas de pedofilia por ano.

Seguem abaixo um vídeo brasileiro e mais algumas reportagens e artigos que coletei sobre o assunto. Mais um exemplo da degradação da humanidade está neste meu post.


A Interpol (Organização de Cooperação Policial Internacional) anunciou nesta quinta-feira (23) o desmantelamento de uma rede internacional de pedofilia que utilizava a chamada dark web, na qual a identificação dos usuários é mais difícil. Nove pessoas foram detidas na Tailândia, Austrália e nos Estados Unidos.
A investigação Blackwrist foi lançada em 2017, depois da descoberta de material de pornografia infantil em um site da dark web que contava com cerca de 63 mil usuários inscritos. Para acessar o site em sigilo, eles usavam programas criptografados. Os endereços na dark web não podem ser encontrados por ferramentas comuns de busca: é preciso ter previamente o link específico para poder acessá-los.
Investigadores de diversos países analisaram o conteúdo do site, inclusive imagens de abusos cometidos contra 11 meninos, todos menores de 13 anos. Os endereços de IP dos computadores que publicaram as imagens vinham dos três países nos quais ocorreram as prisões.
Além disso, o departamento de luta contra a cibercriminalidade da Bulgária desativou o servidor do site, no qual “novos conteúdos eram adicionados a cada semana, durante vários anos”, afirmou a polícia internacional.
Abusos a bebê de 15 meses
Entre os nove suspeitos detidos, está o principal administrador do site, Montri Salangam, que morava na Tailândia e foi identificado como o autor de vários abusos contra os 11 meninos. O sobrinho do homem está entre as vítimas.
Outro webmaster, Ruecha Tokputza, 31 anos, residente da Austrália, foi preso com milhares de imagens de pedofilia infantil, filmadas na Tailândia e na Austrália. Nas imagens, ele com frequência aparecia como o principal agressor das crianças – entre elas um bebê de apenas 15 meses.
Os dois homens haviam sido detidos em 2018 e já foram condenados a 146 anos e 40 anos de prisão, respectivamente, nos seus países de residência. A imprensa australiana relata que Tokputza admitiu as 50 acusações que pesam contra ele. “Você é o pior pesadelo das crianças. Você é o horror de todos os pais. Você é uma ameaça para a sociedade”, disse o juiz Liesl Chapman, no julgamento.
As identidades dos demais presos na operação não foram divulgadas. “Várias” ocorreram nos Estados Unidos, de “pessoas que ocupavam cargos de confiança, assim como um homem que abusou do seu meio-irmão de dois anos”, declarou Eric McLoughlin, diretor regional do Ministério da Segurança Interior americano, em Bangcoc, citado pela Interpol.
A investigação mobilizou quase 60 países integrantes da Interpol e ainda pode se prolongar por anos, já que as ramificações e a amplitude da rede são imensas, indicou a organização policial. Além das 50 crianças “salvas”, os investigadores tentam identificar cerca de 100 outras que podem ter sido vítimas de abusos da rede. Novas prisões são esperadas. (Extraído daqui )

O já famoso caso abaixo é um bom exemplo de qual destino deveria ter os estupradores, sejam favelados ou bilionários.

Jeffrey Epstein, o bilionário americano acusado de ter dirigido durante anos uma trama pedófila para explorar sexualmente menores, suicidou-se em sua cela numa prisão de Nova York. Há mais de duas semanas, Epstein, de 66 anos, foi achado inconsciente após tentar tirar a própria vida em outra ocasião. Repetiu a tentativa neste sábado. Segundo The New York Times, Epstein, que poderia pegar uma pena de até 45 anos de prisão, foi encontrado às 7h30 da manhã enforcado.
O investidor nova-iorquino estava detido na mesma prisão de segurança máxima em que esteve enclausurado durante mais de dois anos o narcotraficante mexicano Joaquín El Chapo Guzmán, o Centro Correcional Metropolitano de Nova York. Segundo a ABC News, Epstein estava sob vigilância especial por risco de suicídio. Durante recente vista a um tribunal, os advogados de Epstein advertiram o juiz que supervisiona o caso de que seu cliente recebia ameaças e que temia por sua segurança. O magistrado negou a liberdade sob fiança até a realização do julgamento. Segundo argumentou, Epstein representava um perigo para a comunidade, além de existir elevado risco de fuga. [Extraído daqui]