Amigos e amigas.
Estou refazendo este post devido ao anterior ter sido "contaminado" e se desconfigurado completamente, atrapalhando seu entendimento. E aproveito para pedir aos visitantes que os comentários para este post sejam SOBRE O ASSUNTO do post para ser publicado.
Após o afamado discurso de Madonna ao receber o título "Mulher do
Ano 2016", escrevi algumas coisas esparsas sobre o fato. Aos poucos,
outras situações me fizeram acrescentar vários detalhes que aproveitei para
alinhavá-los e externar minha visão das palavras da "Rainha do Pop".
Triste ver como uma extrema e quase inigualável celebridade, vencedora
na vida pode se expor a um vitimismo patético.
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Por que afirmo que Madonna não me serve de bom exemplo para nada em
quase todos os sentidos? Certamente por eu ser um careta, daqueles que
valorizam os bons costumes, as coisas sadias e organizadas, a graça, o respeito
ao próximo, a delicadeza e sensibilidade,... Tudo aquilo que a maior parte da
“arte” de Madonna não me passa.
Não pretendo me aprofundar em análises, opiniões ou julgamentos a
respeito de sua idiossincrasia. Cada qual que se ame ou se suporte como é e
age. Simplesmente quando vejo uma artista (e tantos outros, eles e elas)
degradando visual, auditiva, mental, espiritual e moralmente as coisas que mais
prezo, eu imediatamente desprezo e procuro eliminar de minha vida.
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| "Minha liberdade" |
Tipinhos como Madonna se esmeram em polemizar, agredindo e subvertendo aquilo
que o asqueroso status quo apregoa como "hipocrisia" e "valores
arcaicos" (família, retidão, pudicícia, etc) sob os auspícios de “liberdade
de expressão”, “politicamente correto”, “meu corpo, minhas regras”,
“vê quem quer”, etc. E a grande podre mídia que a financia se esbalda
com “ícones nefastos” como ela, criando mil tipos de obscenidades e depravações
que visam obliterar tudo o que há de bom para o desenvolvimento,
principalmente, da juventude.
Apresentações como as das fotos mais abaixo e ao lado, ela tem todo o direito de fazer (e o fez N
vezes!). Toda liberdade de expressão. Mas ela ficar magoada pela torrente de
críticas a essas suas atitudes beira o deboche. Ela quer respeito? Acredita que
isso das fotos é respeitar? "Vê quem quer"?! A grande podre mídia
regurgita porcarias como essas o tempo todo, cercando e tangendo a boiada humana
(especialmente a juventude, a parte mais indefesa), obrigando quem não quer ver
a se limitar, se recolher e se desviar o tempo todo. Isso é respeitar?
Tudo o que pensamos é exclusivamente nosso. Qualquer ação prática passa a ser
de todos. Muitos irão apoiar, muitos irão execrar e a grande maioria irá
relevar, ignorar, "Que se dane!", "Tô nem aí!". Ela fez o
que quis e aceitou todo o risco de sofrer o que não quis, como acontece com todo
mundo.
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| Mais liberdade ou libertinagem ? |
Ouso apostar que a grande maioria das mães e pais não vê com bons olhos
a maior parte das performances dela (assim como as de Miley Cyrus, Nicki Minaj,
Anitta e tantas outras) e jamais gostaria que suas filhas as seguissem ou
imitassem. Afinal, bons, belos e saudáveis exemplos para se mirar não faltam.
(Reiterando: não faltam exemplos masculinos execráveis, também. No momento, me
atenho a elas).
Muitas pessoas a têm como exemplo de guerreira, de superação, de
vencedora. Sem dúvidas, ela o é! Nos quesitos realizações pessoais e
influência, é uma das maiores (senão, a maior) da História do Pop. Confiram
neste link exemplos do seu poderio: (https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_recordes_de_Madonna).
Em vários tópicos, supera Elvis e os Beatles.
Porém, naquele discurso de “Mulher do ano 2016” (https://www.youtube.com/watch?v=67j0r-3EYlE),
tão incensado, aplaudido, etc, ela expôs alguns horrores que sofreu na vida, em
nada diferentes dos que milhões também sofrem pelo mundo e nem por isso, ficam
se apiedando. Citou opressões, preconceitos e mazelas do dantesco show business
que ela alegremente aceitou e abraçou para se tornar a celebridade milionária
que é.
É dito que ela tentou se usar como exemplo, "tomar as dores das pessoas oprimidas" e "denunciar seus algozes". Como se
seu "desabafo" tivesse algum poder para mudar algo. Nem as palavras
do Papa têm.
Pensem: quantas mulheres são obrigadas a se submeter a muitas coisas
até piores do que ela suportou (e por muito mais tempo), perdem muito mais
do que ganham e não se expõem num discurso egocêntrico, “coitadista”, vitimista
como aquele, optando por se manterem firmes na luta por melhorias e progresso?
Todos sabemos que o show business é uma podridão só, infestado de parasitas,
injusto, cruel, etc, etc. E daí?! Ele é assim com tudo e todos. Afirmar que é
pior com mulheres, negros e gays pode ser verdade, mas o tanto de posses que
possuem os representantes dessa turma citada (que estão muito bem de vida por
causa desse mesmo show de podridões) supera o que a grande maioria da
humanidade possui junta.
Além do quê, qual local no mundo-cão não tem muito dessa gama de
iniqüidades em maior ou menor grau, vitimando uma quantidade imensa de pessoas
de todas as raças e gêneros? Atitudes bisonhas como a dela não determinam
nenhuma evolução e bom desenvolvimento nas atitudes desses mesmos parasitas que
financiaram e sustentam toda a sua carreira artística. Somente ações
solidárias, conscientes e contundentes das pessoas o farão. No mínimo, que cada
um lute por si e pelos seus (como ela o fez e venceu) e PARE com esses
discursinhos emotivos de “sofrência” para angariar bons olhares das massas!
Sou infinitamente mais amante das grandes mulheres, mães de família ou
não, que se baseiam em tudo o que houver de sadio em todos os sentidos e
constroem uma vida ou contribui com ela para que a formação de uma sociedade
aprazível, digna e progressista aconteça. E que jamais perderão seu tempo e seu bem estar junto aos seus queridos se expondo em auto piedade e egocentrismo.
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