Hoje, sexta feira, 10/05/19, entro em férias por três semanas. Como de praxe, pretendo me desligar de todo contato virtual (exceto celular sem whatsapp) e dar uma desintoxicada com outros afazeres e em outros ares.
Qualquer comentário neste período será analisado para publicação assim que eu retornar em 03/06. Agradeço a todos os que participam salutarmente com suas opiniões e desejo tudo de bom, belo e saudável em suas vidas.
Abraços e até breve.
FAB29
"A vida necessita de pausas" - Drummond Porém, sem omissão ou fuga da guerra.
É realmente impressionante a quantidade de informações que nos são ocultadas. Tanto se fala do campo de concentração de Auschwitz/Birkenau/Monowitz e de todos os seus horrores, mas eis que aparece uma (para mim) novidade.
Vejam abaixo a resumida história do campo de Zgoda. E a dúvida: por que esse campo é totalmente omitido da historiografia oficial de Auschwitz? Certamente por mostrar uma migalha do lado sórdido dos Aliados e judeus sionistas.
FAB29
Campo de concentração Zgoda
Da Metapedia
O campo de concentração polonês Zgoda, em Schwientochlowitz, era anteriormente (de 26 de maio de 1943 a 23 de janeiro de 1945) um campo de retenção complementar do campo alemão de Auschwitz, com a denominação de Eintrachthütte.
Com a ocupação polonesa, a localidade e o campo receberam nova denominação e foram reorganizados para receber a população civil alemã aprisionada pelos poloneses após o final da guerra.
História
O campo desativado pelos alemães foi ocupado em 23 de janeiro de 1945 pelo exército soviético e renomeado para Zogda. Em fevereiro de 1945, foi entregue ao controle da policia secreta do "Ministério de Segurança Pública" do governo comunista polonês em Varsóvia (Warschau) e passou a ser utilizado para aprisionamento de alemães. Assim ativado, fez parte dos numerosos campos instalados na Polônia para aprisionamento da população alemã que vivia nos territorios alemães então ocupados pela Polonia. Ao total, calcula-se que foram aprisionados 120.000 cidadãos civis alemães, dos quais aproximadamente 20% perderam a vida.
O comandante do afamado campo de Zogda passou a ser Salomon Morel, um ex-partisan, membro da guerrilha comunista polonesa Armia Ludowa .
A quantidade de presos no campo chegou em agosto de 1945 a aproximadamente 6.000 pessoas. Do total, 60% eram mulheres; de 20 a 25% eram crianças e o restante, na sua maioria, idosos. Tratava-se na maioria de alemães expulsos de suas moradias após as regiões alemãs-orientais cairem sob domínio polonês; porém havia também outras nacionalidades, como, por exemplo, ucranianos.
Somente em Zogda, calcula-se, conforme o Instituto Polonês da Memória Nacional (IPN-Instytut Pamieci Narodowej), que pereceram 1855 pessoas; grande quantidade foi torturada sistematicamente.
O ex-comandante do campo, Salomon Morel, sendo cidadão judeu, refugiou-se no ano de 1994 em Israel. Foi procurado pelo governo polonês sob a acusação de crimes contra a humanidade . A Polonia solicitou sua extradição, porém o governo israelense negou-a, mantendo o criminoso sob a proteção do Estado. Salomon Morelfaleceu em 14 de fevereiro de 2007, sem ter sido responsabilizado pelos seus crimes.
(PS - Estranho como este país é pobre em biografias. Por exemplo: até hoje, não encontrei uma decente de Henry Ford. Mesmo as biografias em inglês são difíceis de se encontrar. Procurei sobre o 'distinto' carrasco judeu, mas 99,9% das informações estavam em inglês ou polonês. A única 'salvação da lavoura tupiniquim' foi a Metapedia. Se quiserem saber mais dele, acessem:)
Desde sempre, os vencedores de qualquer guerra mostram a que vieram e o que são pelo tratamento dado a seus prisioneiros. A 2ª Guerra foi, possivelmente, o mais terrível de todos os horrores modernos.
Além da tenebrosa atitude do general Eisenhower contra centenas de milhares de soldados alemães, que ele deixou morrer por inanição, como vemos no vídeo abaixo, existem centenas de acusações e depoimentos que atestam todos os tipos de brutalidades, covardias e sadismos nas torturas perpetradas pelos Aliados e judeus contra prisioneiros alemães.
Neste breve post, relembro alguns excertos desses depoimentos, os quais todos nós devemos utilizar como parâmetro para medir, ponderar e julgar a insanidade e degenerescência que grassam pela desmentalidade humana.
FAB29
Assustadores foram os métodos
utilizados em Nuremberg para obter sob pressão as confissões de culpa,
principalmente dos líderes SS, a fim de poder consolidar a acusação do
extermínio dos judeus. O senador norte-americano Joseph McCarthy chamou
a atenção em uma declaração que ele prestou à imprensa dos EUA, a 20 de maio de
1949, para diversos casos de tortura onde esclarecimentos repugnantes foram
obtidos através de espancamentos.
Confirmou-se que nas prisões de Schwäbisch
Hall, oficiais da Leibstandarte SS Adolf Hitler foram
espancados até que, ensanguentados, caíssem desmaiados. E quando estavam então
prostrados indefesos ao chão, tiveram suas genitálias pisoteadas. No
famoso Processo de Malmedy contra simples soldados, estes foram
pendurados no teto até que assinassem suas confissões, conforme lhes fora
exigido.
Uma comissão do exército sob
liderança do sr. jurista Gordon Simpson, da Suprema Corte do Texas, investigou
as queixas que afirmavam que “métodos de terceiro grau” teriam sido
utilizados. Ela chegou à conclusão que “discutíveis e indesculpáveis métodos
severos” haviam sido praticados para conseguir “provas” e “confissões”,
sobre as quais muitas condenações à morte tinham se fundamentado
durante o processo. O juiz Edward L. van Roden, que também pertencia à
comissão, forneceu uma descrição exata. Dentre estes “discutíveis métodos
severos”, ele nominou: “espancamentos, golpes brutais, dentes e queixos
quebrados; processos forjados, onde os ‘investigadores’ se passavam por
religiosos, solitárias com alimentação racionada."
Tal procedimento foi repetido durante
os processos em Frankfurt e Dachau e muitos alemães foram condenados pelos
crimes fundamentados em suas “confissões”. O juiz norte-americano Edward L. van
Roden, um dos três membros da Comissão Simpson do exército criada para
investigar a condução do processo em Dachau, revelou a 9 de janeiro de 1949 no
jornal de Washington, Daily News, os métodos com os quais
foram arrancadas as confissões. Seu relatório apareceu também no jornal
britânico Sunday Pictorial a 23 de janeiro de 1949. Lá,
ele descreve como alguém vestido de “padre” recebe as confissões dos detentos;
torturas com palitos de fósforos incandescentes sob as unhas; golpes nos dentes
e quebra de queixos; prisões solitárias e alimentação racionada. Van Roden escreveu:
“Os esclarecimentos apresentados como
provas foram arrancados de homens, os quais foram mantidos antes por 3,
4 ou 5 meses na solitária e no escuro. [...] Os interrogadores colocaram um capuz preto sobre as cabeças
dos acusados; então, estes foram pisoteados e golpeados na face com uma
barra de bronze. [...]Todos os 139 alemães cujos
casos foram analisados, com exceção de dois, tiveram o saco escrotal ferido de
tal forma que não foi mais possível curá-lo. Este foi o ‘modus operandi’ de
nossos investigadores norte-americanos."
Os aqui descritos responsáveis
inquisidores “norte-americanos” foram:
- Tenente-coronel Burton F. Ellis
(chefe do “Comitê de Crimes de Guerra”) e seus ajudantes, a saber:
- Capitão Raphael Shumacker;
- Tenente-coronel Robert E. Byrne;
- Tenente William R. Perl;
- Morris Ellowitz, Harry Thon e Kirschbaum (civis).
O conselheiro jurídico do tribunal
foi o coronel A. H. Rosenfeld. Podemos extrair de seus nomes que a maioria
deste pessoal tinha motivação racista e foi marcada pelo ódio. Segundo o juiz
Wenersturm:
“Eram judeus, e por isso, eles nunca
deveriam ter sido incumbidos da investigação.”
Sempre que assisto a
reportagens sobre as periferias, principalmente as dos 3º e 4º mundos, tantas
indagações me vêm à cabeça, além de sentimentos antípodas que vão da
comiseração à revolta.
Eu me imagino parado no
"ponto médio entre as
classes sociais". Olho para um lado e vejo uma pequena
quantidade de pessoas nadando na opulência e mordomias, ignorando olímpica
e soberbamente todo o resto. Olho pro lado oposto e vejo um verdadeiro
oceano de miseráveis se acotovelando no meio do lixo, lutando por migalhas
mofadas do banquete dos bilionários e olhando com desespero e inveja além
do quase inexpugnável abismo que os separa das benesses do mundo.
Passando por mim,
há muitos tubos: alguns descarregam tudo o que já foi usado pelos
"Altos" no fosso onde chafurdam os "Baixos". Outros tubos
estão conectados a máquinas que funcionam à base do trabalho escravo da massa
desvalida e sugam suas forças impiedosa e constantemente. Onde estou,
há uma grande quantidade de pessoas que tem condições de se sustentar,
ainda que a duras penas; outras, com mais tranquilidade. A maioria delas tenta
como pode sair desse limbo, acossada pela imensa turba de miseráveis e
desprezada pela "nata" da sociedade. Nessa situação, esses "Médios"
vivem a escorchante dicotomia de se apiedar dos decrépitos e almejar o
topo. Meu estômago embrulha.
Já na realidade, observo
aquela notória e inacreditável quantidade de barracos equilibrados em
palafitas, ou na encosta de morros, ou à beira de córregos poluídos, totalmente
vulneráveis a desastres e intempéries. A quantidade de pessoas por barraco é
espantosa; a situação do saneamento e da qualidade das construções é
alarmante; é criminoso ver a quantidade de crianças brincando nos únicos e
pútridos lugares de que dispõem, expostas às degenerescências (de doenças à
violência) que o mundo possui. A violência é um rastro de pólvora que
passa por quase todos os lugares, só esperando uma fagulha para se detonar. A
miríade de sentimentos que se misturam nos olhares, gestos, falas, risos,
choros e lamentos é tão densa que assusta, oprime e, às vezes, até causa
repulsa a quem quer que passe por ali. Mas seus habitantes parecem sedados a
tudo isso; arrastam suas vidas povoadas de problemas constantes,
esperanças baldadas, traumas encruados e sonhos. Apenas sonhos. Meu estômago
azeda.
Em contraste, vejo, escuto e assisto a tanta orgia em todos os sentidos:
corrupções, desvios de dinheiro, assaltos, desperdícios, ostentação, soberba,
sodomia, pornografia, pedofilia,... Tudo fazendo girar a Roda da Fortuna em
favor de uma casta de "eleitos privilegiados", pessoas medíocres que
são alçadas à notoriedade, ao glamour, aos holofotes. Extasiadas e embriagadas
com tanta atenção e fartura, essas bizarras criaturas recicladas, produzidas,
pasteurizadas e nos imputadas por uma mídia a serviço do "Poder das
Sombras" são o 'front' da guerra que esse "Poder" fomenta contra
a sanidade das massas. Sempre que nos deparamos com toda a pantomima
pantagruélica dessa estirpe torpe através dessa mídia vendida, sentimo-nos cada
vez mais alijados de tudo o que existe de saudável em todos os sentidos,
principalmente no espiritual. Este massacre mental e imoral tem a sórdida
intenção de assim dizer: "Vejam
todas as possibilidades que existem. Eles conseguiram. E você? O que está
esperando? O que você está disposto a fazer ou vender para ter tudo isso?"
Proporcionalmente ao que você oferece, eles o avaliam e "abrem o espaço
que você vale" ou equivalente ao lucro que sua 'alma entregue'
pode auferir a eles. Meu estômago revira.
E nós, pobres seres
que crêem possuir certo discernimento e consciência, nos vemos cada vez
mais enredados nessa teia de horrores, contando com a sorte e a Providência
Divina para nos mantermos vivos e bem. Através do suor do nosso trabalho,
conseguimos minimamente nos sustentar; com a boa educação que recebemos de quem
amamos, mantemos viva a chama da união e do bem querer; nos valendo de nossos
instintos e experiência adquirida, criamos um nicho de conforto para nossos
queridos, uma fonte de luz aos que buscam uma orientação e um exemplo de
civilidade e humanismo à grosseria, mau humor e ranços que exalam de cada
mentalidade deturpada por toda essa sanha há tanto cevada no seio da
humanidade.
Vemos e sentimos este
rancor na falta de gentileza no trânsito, na impaciência no comércio,
nas picuinhas no trabalho, na falsidade nos entretenimentos, no desamor no lar,
em cada recôndito. É uma panela de pressão que precisa que sua válvula de
escape não entupa ou estrague. O mais correto seria apagarmos o fogo que a faz
ferver, fogo este que foi ateado e é constantemente alimentado pelo "Poder
das Sombras" e seus asseclas, aqueles agentes insidiosos que se vestem de
cordiais transeuntes, colocam uma máscara para cada situação e se utilizam de
palavras bem ensaiadas para qualquer ocasião. Se houver medo, eles se fingem
protetores; se houver revolta, eles se mostram apoiadores; se houver certeza,
eles a minam tacitamente; se houver dúvida, eles a alimentam, tergiversando; se
houver perigo a seus donos, eles procuram demover o recalcitrante de suas
intenções, usando desde evasivas até ameaças. Assim, procuram garantir suas
posições de escudeiros dos "hómi" e capatazes da plebe. Meu estômago
trava.
Com tudo isso, como é possível continuarmos a ser tão cordatos e cordeiros? Que
passividade atroz tomou conta das pessoas? Esse comodismo já virou doença
crônica? A alienação chegou ao ponto de anestesiar mente e coração do povinho?
A ilusão chamada 'democracia' conseguiu 'doutrinar' a maioria a crer que
sua função social é votar e o resto, "deixa com eles"? Ainda crêem
que ela é a melhor forma de governo e nos proverá de tudo o que necessitarmos?
Culpar o poder público por tudo, mas não mover um dedo para mudar o status quo pode ser
classificado de quê? Até quando a miserabilidade cultivada que toma conta
da essência da humanidade vai perdurar? Até quando suportaremos? Se uma revolta
mundial eclodir, quantos sobreviverão, como estarão e qual será o
legado que herdarão desta "Era de Hipocrisia"?
Confesso não ter estômago nem para imaginar as respostas.
Qual é o valor da honestidade? Esta, que
deveria permear cada atitude humana em prol da evolução, do progresso e do bem
estar, é obliterada quando entram em cena a ganância e a sanha por dominância e
poder. Será que se pode afirmar que alguém fica milionário honestamente, sem
nunca ter cometido ou se beneficiado por alguma falcatrua? Afinal, a
corrupção está entronizada nas sociedades, política e economia mundiais que regem nossas
vidas. Seja por ignorância, omissão ou impotência, todos nós somos conspurcados
em algum nível pela imoralidade dessas criaturas malsãs. E quanto maior o
progresso financeiro, tanto maior é o contato com o dinheiro sujo da corrupção
generalizada: drogas, estelionatos, pornografia,...!
Qual é o valor da justiça? Esta, que
tem por premissa primária zelar pela lisura dos atos humanos, distribuindo culpas e inocências
bem ao estilo "A César o que é de César", quase sempre se vê
superlotada, distorcida, vilipendiada e mesmo intimidada e comprada pelo poder do Capital dominado pelos grandes parasitas. Nesse "Quem pode mais, chora menos", os miseráveis e menos abastados superlotam as penitenciárias (vários, injustamente) e a
maior das impossibilidades é um dos "grandes" pagar por seus crimes. Além do quê, o escravagismo que é fomentado e nutrido por essa casta degenerada é determinante na perpetuação e até na institucionalização da injustiça. O
corporativismo ("Salve o meu que eu garanto o seu") grassa sem o menor constrangimento nas altas rodas.
Qual é o valor da paz? Esta, que é
sinônimo de harmonia e equilíbrio, não serve para os usurários que vivem da podridão que causam com seu parasitismo ("A usura é um câncer no azul" - Ezra Pound). Ela não
gera os lucros que eles almejam (fáceis e estratosféricos). Assim como um lago
estagnado ou um céu todo azul, a paz não necessita de loucuras e atitudes
extremas e urgentes. Os "defensores da guerra" (lembram do Obama a
defendendo ao receber o Prêmio Nobel da Paz?) dizem que "a paz cria mofo na humanidade, atrasando em
muito a sua evolução. A guerra sacode a poeira, tira o povinho do marasmo e
injeta sangue novo à vida". Talvez para substituir o que verteu dos milhões de mortos... Então, o "Se vis pacem, para belum" torna-se absoluto.
Perceberam que os três tópicos são
inseparáveis? Se você é honesto, jamais cometerá injustiças. Assim, sempre
viverá em paz com seus semelhantes que não terão motivos para serem desonestos com você. Eu os vejo como o "Tripé de
Humanidade" porque a constante prática deles criaria uma confiança, respeito e
bem querer tão poderosos que tudo o que houvesse de bom brotaria dali.
Eu sempre serei um defensor intransigente
desses três pilares. E se tiver de guerrear para garantir que meu universo seja agraciado por eles, o farei. Tudo que eu acreditar ser uma nódoa sequer que manche seus
brilhos e transparência, eu contestarei, repelirei e combaterei, independente de qualquer vendido ou
coisa pior que venha se opor às minhas idéias e ideais, me combater, me condenar, tentar me dissuadir, me corromper. Se me provarem ou mesmo se eu crer que as contestações às minhas convicções forem mais corretas, não terei nenhum problema em acatá-las, mudar meu rumo. Assim é o dinamismo da vida.
Eu vivo e morrerei com minhas opiniões. Mais uma vez, o maior poeta estadunidense do
século 20, Ezra Pound: "Aquele que não está disposto a morrer por sua
opinião, ou sua opinião, ou ele próprio não vale nada!"
Uma entrevista de um professor reformado da USP, o
engenheiro eletrônico Valdemar Setzer, me levou a escrever este artigo abaixo.
Seu posicionamento com relação à permissividade da
educação moderna com relação aos computadores é muito interessante. Ele se posiciona
frontalmente contra a criança e o adolescente ter sua vida incluída nesse mundo
virtual, que nubla sua essência humana e atrapalha de sobremaneira seu
desenvolvimento em todos os sentidos.
EDUCAÇÃO
ROBÓTICA
Muito se discute a respeito da inclusão digital.
Como tudo na vida, há, no mínimo, três lados: o meu, o seu e a Verdade.
É bem sabido que o mundo moderno necessita
imensamente da informática. Não preciso evidenciar todas as facilidades que ela
proporciona, mas preciso evidenciar seu lado nefasto. Afinal, até o amor e o
oxigênio o têm. Vejamos:
Amor tem de ser dosado; em excesso, desvirtua e
pais precisam dar eventuais duras lições a seus filhos para que eles se
doutrinem a respeitar limites e a se precaver com o dito “mundo cão”, que nunca
alivia com ninguém. No caso do oxigênio, ele é imprescindível à vida, mas ele
pode causar os radicais livres que “enferrujam” o corpo, caso este não esteja
bem ajustado, nutrido e vitaminado.
O problema da informática me parece óbvio: ela é
“MUNDO VIRTUAL”! Quando damos às nossas crianças o livre acesso a esse mundo,
ela “deixa de viver”. Viver é ter contato FÍSICO com pessoas: olhar, conversar,
brincar, discutir, abraçar, trocar idéias, aprender, praticar, etc.
Pelo mundo virtual, é muito fácil enganar,
dissimular, desvirtuar, esconder-se, corromper, ser corajoso, etc. Ao
vivo, frente a frente e em cores é extremamente mais difícil. Só se consegue
após anos de prática. Exatamente por isto, as pessoas não “queimam
etapas", podendo amadurecer gradualmente, como a natureza manda.
Além de quê, cada um é cada qual. Quem tem contato
ao vivo com 10 pessoas confiáveis aprende muito mais da vida do que alguém que
tenha contato com 10 mil pessoas via MSN ou qualquer outra rede virtual. É
evidente: com esses amigos, você desenvolve várias coisas na prática:
- AUTOCRÍTICA, quando eles mostram que você está
extrapolando em alguma atitude;
- HUMILDADE, quando você vê que vários deles tem
conhecimentos e qualidades superiores;
- BEM QUERER, quando você se preocupa em encontrar
soluções para diversos problemas deles;
- ESPERTEZA, quando eles tentam lhe “sacanear”, no
bom sentido;
- TOLERÂNCIA, quando seus amigos estão naqueles
dias de “pé-no-saco”;
- PRAZER EM VIVER, quando eles demonstram com
gestos e/ou palavras o quanto você é querido e importante;
- SAÚDE EM TODOS OS SENTIDOS, quando vocês se
exercitam em todos os níveis e situações possíveis. E muitas coisas mais.
Sou a favor da inclusão digital e de se ter salas
de informática nas escolas. Mas as classes à moda antiga são intocáveis, só
precisando ser buriladas em suas atividades. As crianças e adolescentes NÃO
PODEM ser tolhidos disto! Tão importante para o ser humano do que o aprendizado
intelectual, o conhecimento, o raciocínio e a interpretação é a SOCIALIZAÇÃO!
Sabemos que “ninguém é uma ilha” (por mais que
queira e tente) e TODOS que desejam viver em sociedade precisam aprender a
viver nela, a ter limites, a ocupar nosso espaço sem invadir o de ninguém, a se
posicionar de acordo com a situação, etc. E como a escola é uma extensão de
nossa casa, o contato ao vivo e in loco com outras
mentalidades e personalidades é essencial e crucial nesse desenvolvimento e
evolução.
Em
tempo: vocês sabiam que os grandes executivos do Vale do Silício, berço e
quartel general da Microsoft, colocam seus filhos em escolas que NÃO POSSUEM
computadores como parte do material didático? Isso, até a HIGH SCHOOL, o nosso
2º grau! Portanto, eles só terão contato constante com computadores a partir
dos 16 ou 17 anos, quando já terão uma formação mental, moral e psicológica já
bem estabilizada.
Em outros posts, questionei o tamanho da influência judaica em vários planos da nossa vida cotidiana (hollywood, por exemplo).
Encontrei esta tradução de um trecho de uma entrevista de uma influente política israelense (já falecida) que corrobora essa predominância.
Eu e todos nós sabemos que os bastidores da política e as armas que utilizam para fazerem valer suas vontades e desmandos são sórdidas, hipócritas e tudo o mais. As clareza, desfaçatez e crueza de sua declaração são tão admiráveis quanto assustadoras. E sórdidas.
FAB29
Moderadora Amy Goodman:"Frequentemente, quando, nos EUA, dissidentes se expressam contra a política de Israel, as pessoas são rotuladas de antissemitas. O que você diz disso, como uma judia israelense?"
Shulamit Aloni (ex-ministra de Israel):"Bem, é
um truque que nós sempre utilizamos. Se alguém da Europa critica a
política israelense, nós utilizamos o
Holocausto; quando alguém deste país (EUA) critica Israel,
então nós a rotulamos de antissemita.
Nossa
organização é poderosa e dispõe de muito dinheiro e a
conexão entre Israel e os judeus norte-americanos é poderosa, e eles (os judeus
norte-americanos)são muito fortes neste país (EUA).
Como você sabe,
eles têm um grande poder, o que é legítimo; são pessoas capacitadas, eles
têm poder, dinheiro, a mídia e outras coisas e sua posição é: Israel,
meu país, indiferente se certo ou errado (my country
right or wrong).
Eles não
permitem críticas e é muito fácil rotular as pessoas que são contra a
política de Israel como antissemitas e ressuscitar o Holocausto e o
sofrimento do povo judeu; e com isso nós justificamos tudo que fazemos
contra o povo palestino.