Eis um grande vídeo em que seu entrevistado resume precisa e categoricamente os mais nevrálgicos pontos sociais da humanidade. Por exemplo, a miséria não é um "acidente social", mas uma arma de opressão das elites parasíticas para manter seu domínio sobre sua hospedeira, a humanidade.
Convido-os a assisti-lo com atenção até mais de uma vez. Penso que vale bastante.
Segue abaixo um texto que retirei daqui sobre Medicina Invertida, contando resumidamente o que aconteceu para as indústrias farmacêuticas adquirirem gigantescos (e nocivos) poder e influência na vida da humanidade.
Tudo se resume às duas palavras que uso há muitos anos para essas ações dos grandes parasitas: LUCRO E DOMINAÇÃO. Não necessariamente nesta ordem.
E, como sempre, o que mais me dói e até enoja são o conformismo, o comodismo e a alienação dos hospedeiros dessa casta degenerada. Enquanto essas fraquezas forem aceitas passivamente pelo gado humano, seus parasitas agradecerão.
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Medicina Natural
Em finais do século XIX, a ciência médica era muito democrática nos Estados Unidos. As terapias naturais eram ensinadas e praticadas em grande número no país, fazendo concorrência à medicina alopática, que usava cirurgias e medicamentos químicos. A Medicina conservava ainda, em grande parte, suas bases greco-romano-judaico-cristãs, que consideravam o papel das emoções na formação das doenças e a força da natureza na cura. Então aconteceu um fato que inverteu inteiramente esse rumo, até os dias de hoje.
Nessa época, dois bilionários norte-americanos, Andrew Carnegie (1835-1919), magnata da siderurgia, e John D. Rockefeller (1839-1937), magnata do petróleo – interessados em investir na fabricação de remédios, utilizando os subprodutos da siderurgia e do petróleo – financiaram um estudo sobre a “Educação Médica nos EUA e Canadá”, encomendando-o ao seu amigo, o educador Abraham Flexner (1866-1959).
O financiamento resultou no “Relatório Flexner” de abril de 1910, que recomendou publicamente que todas as escolas de medicina, odontologia e enfermagem onde se ensinavam terapias naturais, deveriam ser fechadas; as escolas pequenas de medicina deveriam desaparecer e todo ensino deveria ser concentrado em universidades; o ensino da medicina e profissões similares, teria que estar baseado em “biomedicina”; Pasteur seria o paradigma, dando ênfase à microbiologia e farmacologia; as mulheres e negros deveriam ser impedidos de estudar medicina, alegando que havia um excesso de médicos no país.
Com este relatório, adotado pelo governo, prosperou astronomicamente a indústria farmacêutica. A Reforma Universitária Brasileira de 1968 e a das outras universidades e escolas de medicina de América Latina foi feita similarmente pela Fundação Rockefeller, seguindo quase a totalidade dos ditames do Relatório Flexner.
Infelizmente, hoje existem no mundo mais de 800 companhias farmacêuticas que disseminam suas vacinas e medicamentos por toda a face da terra, gerando a pandemia iatrogênica (doenças geradas pela Medicina).
Com o ensino médico oficial baseado em universidades, os poderosos da economia ligados aos laboratórios criaram hospitais-escola (como inúmeros deles financiados pela Fundação Rockefeller e organizações similares), com o fito de ensinar os estudantes a receitar os medicamentos que fabricam e a evitar o conhecimento da medicina natural e psicossomática (que não lhes dá lucro). O mesmo se diga de renomados institutos de pesquisa financiados por laboratórios para elogiar determinados produtos químico-farmacêuticos em detrimento de outros, promovendo viagens e “encontros científicos” destinados a aliciar as mentes dos estudantes.
Atualmente, Julian Assange, criador do Wikileaks, encontra-se em péssimos lençóis, acusado de "violar as condições de sua fiança". Desde 2010, estava sendo caçado até sua prisão recentemente.
No texto abaixo (retirado daqui), podemos relembrar 10 tópicos em que ele desnudou uma bilionésima parte das iniqüidades perpetradas pelos grandes parasitas da humanidade. Pequeninos exemplos das toneladas de motivos que o status quo nefasto têm para querer sua obliteração.
Não o tenho como um herói da humanidade, mas caras como ele valem bastante.
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1. Manual do Exercito dos EUA para a prisão de Guantánamo
Em dezembro de 2007, o WikiLeaks publica um manual do Exército dos EUA para os soldados responsáveis pela custódia dos prisioneiros do centro de detenção de Guantánamo.
O texto compila os “procedimentos operacionais padrão” que se aplicam aos internos, que incluem medidas como o uso de cachorros com a intenção de intimidá-los e a restrição de acesso ao local a membros do Comitê Internacional da Cruz Vermelha.
O aumento de problemas de saúde mental e o número de suicídios entre os presos também aparecem compilados no documento.
2. Ataque aéreo a civis em Bagdá
No dia 5 de abril de 2010, a organização comandada por Assange vazou um arrepiante vídeo que mostra como um grupo de civis são atacados com potentes armas de fogo a partir de um helicóptero estadunidense AH-64 Apache, no dia 12 de julho de 2007.
Os soldados a bordo da aeronave, cujas conversas – muitas vezes, joviais – se escutam na gravação vazada, atiraram contra um grupo de iraquianos, matando 12 deles, entre os quais se encontravam dois colaboradores da agência de notícias Reuters: Namir Noor-Eldeen e Saeed Chmagh.
3. O “diário da guerra do Afeganistão”
Foi o maior vazamento de documentos sigilosos na história militar estadunidense até o momento e se constitui como um grande marco no desempenho informativo do WikiLeaks: no dia 25 de julho de 2010, a organização dirigida por Assange publica 90 mil páginas, divididas em mais de 100 categorias, que coletam diversos incidentes e relatórios sobre a guerra do Afeganistão.
Os documentos revelaram, por exemplo, que os EUA ocultaram brutais massacres cometidos pelos talibãs (que resultaram em duas mil vítimas civis) e os casos de 195 pessoas desarmadas que morreram nas mãos da força de coalização, resultado de disparos motivados pelo medo de que fossem terroristas suicidas. A busca por Osama Bin Laden também está extensamente documentada nesses relatórios.
O WikiLeaks enviou, simultaneamente, esta informação ao jornal estadunidense The New Yortk Times, ao britânico The Guardian e ao Der Spiegel, na Alemanha.
4. Os registros da guerra do Iraque
O WikiLeaks supera sua própria façanha apenas três meses depois: no dia 22 de outubro de 2010, vaza quase 400 mil documentos sobre a guerra do Iraque, cujo conteúdo horroriza o mundo.
Esse vazamento massivo inclui uma recontagem de vítimas, elaborada pelo próprio Exército dos Estados Unidos, enumera os falecidos no Iraque em 109.032 e reconhece que cerca de 60% deles são civis. Os documentos também revelam vários casos de soldados estadunidense que mataram civis em postos de controle.
Outro aspecto escandaloso descoberto nessa impressionante remessa de documentos é a constatação de que os EUA tolerou abusos, torturas, estupros e até execuções sumárias de civis cometidas por forças iraquianas aliadas, as quais supervisavam e treinavam.
5. O “cabogate”: documentos da diplomacia estadunidenses
No dia 28 de novembro de 2010, o WikiLeaks volta a escandalizar o mundo com o vazamento de mais de 250 mil mensagens do Departamento de Estado dos EUA, que revelam episódios inéditos ocorridos em várias pontos conflituosos do mundo, assim como dados de grande relevância que evidenciam uma parte considerável da política exterior estadunidense, assim como suas obsessões, seus mecanismo e suas várias fontes.
Trata-se de umas das revelações mais profundas e importantes feitas pelo WikiLeaks, na medida em que contribui para a compreensão, por parte dos cidadãos, de como os Estados Unidos conduz de forma sombria suas relações internacionais.
Esses documentos contêm comentários e relatórios elaborados por diferentes funcionários da diplomacia estadunidense, em certas ocasiões escritos com uma linguagem muito sincera, e se referindo a personalidade do mundo todo. Também revelam conteúdos de conversas e reuniões de funcionários de alto escalão, e até relatam desconhecidas atividades que se relacionam diretamente com espionagem.
Em alguns casos, a própria natureza das expressões usadas nessas mensagens pôs em perigo as relações dos Estados Unidos com alguns de seus aliados; outras vezes, chegaram a dificultar certas estratégias estadunidenses na política exterior, como a aproximação com a Rússia ou com certos países árabes.
A documentação foi enviada do servidor do WikiLeaks aos jornais El País (Espanha), Le Monde(França), Der Spiegel (Alemanhã), The Guardian (Reino Unido) e The New York Times (EUA).
6. Os arquivos de Guantánamo
No dia 25 de abril de 2011, o WikiLeaks vazou quase 800 documentos secretos do Pentágono que revelavam que o governo dos EUA utilizou o centro de detenção de Guantánamo de forma ilegal para obter informações de seus presos, muitos do quais não tinham qualquer vínculo com o terrorismo.
Foram 4.759 páginas datadas entre 2002 e 2009, assinadas pelos mais altos comandos da Força Conjunta da base e dirigidas ao Comando Sul do Departamento de Defesa em Miami. Entre eles, havia dossiês confidenciais, entrevistas e memoriais internos que refletiam, por exemplo, o frágil estado mental de alguns presos, como o de uma criança de 14 anos ou de um idoso de 89.
Os EUA chegaram a admitir nesses relatórios que 83 dos 779 reclusos não ofereciam nenhum risco para a segurança da nação e, quanto a outros 77, reconheceu que é “improvável” que fossem uma ameça a seu pais ou para algum de seus aliados. O próprio Exército norte-americano estimou que aproximadamente 20% dos presos foram levados para a prisão de forma arbitrária.
7. Políticas de detenção em Guantánamo e Abu Ghraib
No dia 23 de outubro de 2012, o WikiLeaks revela em abundante documentação – mais de 100 relatórios – detalhes sobre os procedimentos empregados por autoridades militares estadunidenses contra prisioneiros sob sua custódia nas prisões de Abu Gharaib (Iraque) e, de novo, em Guantánamo (Cuba).
No dia em que fizeram esse vazamento, os EUA estavam na reta final da campanha eleitoral, próximo das eleições, previstas para o dia 6 de novembro desse mesmo ano, na qual sairia reelegido Barack Obama.
Assange, já recluso na embaixada do Equador, declarou que esses documentos “mostram a anatomia do mostro de detenção criado após o 11 de setembro, a criação de um espaço sombrio em que a lei e os direitos não existem, onde as pessoas podem ser presas sem deixar rastro somente pela vontade do Departamento de Defesa dos EUA”.
8. Espionagem na Europa
Em junho de 2015, o WikiLeaks publica cinco relatórios da Agência de Seguranção Nacional estadunidense (NSA, em sua sigla em inglês), elaborados a partir das comunicações interceptadas de ex-mandatários franceses como Jacques Chirac e Nicolas Sarkosy, assim como do então presidente Francois Hollande.
Os ciberativistas asseguravam que o “EUA implementaram uma política de espionagem econômica contra a França durante uma década”, por meio de mecanismos como a “interceptação de todos os contratos corporativos franceses e de negociações com valores superiores a 200 milhões de dólares”. Entre as comunicações espionadas pela agência norte-americana, havia discussões sobre a crise financeira na Grécia (inclusive sobre a possibilidade de que o país heleno abandonasse a União Europeia) ou conversas sobre as lideranças da Eurozona, assim como as relações que mantinham o governo de Hollande com o da chanceler Angela Merkel.
9. Espionagem a Netanyahu, Berlusconi e Ban Ki-moon
Apenas 7 meses mais tarde, em fevereiro de 2016, o WikiLeaks revelava novos documentos com mais ações de espionagem feitas pela NSA contra líderes mundiais. Nesse caso, os espionados foram o primeiro-ministro israelense, Benjamim Netanyahu, o ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi e o então secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
A agência norte-americana realizou escutas secretas em um encontro entre Ban Ki-monn e Angela Merkel, que também aparece nesses relatórios. Os documentos também apontaram uma conversa entre Netanyahu e Berlusconi e uma reunião privada entre Berlusconi, Merkel e o ex-presidente francês Nicolas Sarkozy.
Os relatórios da NSA reproduzem fielmente o conteúdo desses encontros. Asim, Merkel e Ban conversaram sobre a luta contra as mudanças climáticas; Netanyahu solicita ajuda a Berlusconi para lidar com a administração do presidente Barack Obama; e Sarkozy adverte ao primeiro-ministro italiano sobre os graves perigos que o sistema bancário de seu país enfrenta.
10. O e-mail de Hillary Clinton
No dia 16 de março de 2016, o WikiLeaks publicou um arquivo com mais de 30 mil e-mails recebidos e enviados por Hillary Clinton em seu servidor privado quando desempenhava o cargo de secretária de Estado. Os documentos abarcam um período compreendido entre o dia 30 de junho até o dia 12 de agosto de 2014.
Entre os vazamentos, se encontram 27 mil e-mails do Comitê Nacional Democrata (CND), que revelaram assuntos tão diversos e relevantes como as manobras de vários membros do Partido ou o fornecimento de armas para os extremistas da Síria, entre muitos outros. Os ciberativistas também divulgaram cerca de 50 mil e-mails de John Podesta, o chefe da campanha presidencial de Hillary Clinton, que expôs uma grande quantidade de informações confidenciais da cúpula do Partido Democrata, que incluía estrategias de campanha, transcrições completas de discursos e algumas disputas internas dentro do partido.
O texto a seguir é uma tradução livre que fiz de um vídeo que parece ter sido deletado do youtube. Mostra o quanto é hipócrita a liberdade que os donos do mundo permitem ao povinho. Creio ter conseguido recuperá-lo e postá-lo no fim deste.
Nesse vídeo, enquanto Djamel Bouras critica as charges ofensivas feitas com Maomé e o apresentador responde que "Aqui é a França. Temos liberdade de expressão", o comediante francês Dieudonnè é cobrado severamente por esse mesmo apresentador devido a uma crítica/paródia/sarro que fez a um judeu.
Vê-se que é mais uma prova de quem manda e que não aceita um A contra si.
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DEBATE NA FRANÇA SOBRE LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
(Um senhor) - Vivemos num mundo onde podemos criticar e ridicularizar. Você sabe: ridicularizamos nada e tudo. O fato de podermos fazer isto é satisfatório para mim. Porque significa que temos liberdade.
(Djamel Bouras) - Temos que ser um pouco sábios e não cairmos nesses tipos de provocações [Cartuns contra Maomé].
(Apresentador) - Mas se tivermos que evitar desenhar cartuns de seu profeta por causa da sensibilidade dos Muslims, isto se torna uma forma de autocensura.
(Djamel) - Para mim, liberdade de expressão e respeito ao próximo andam de mãos dadas. Eu sou pela liberdade de expressão, mas por que exercê-la magoando os outros?
(Apresentador) - Permita-me: eu faço uma caricatura de Maomé, Jesus ou de um rabino. Eu teria o direito de fazer isso, entende? Isto é a França!
(Djamel) - Quando você sabe que vai insultar milhões de pessoas, por que fazê-lo?
(Apresentador) - Tem a ver com liberdade. É disto que se trata.
O MESMO JORNALISTA ENTREVISTANDO DIEUDONNÈ, UM COMEDIANTE QUE BRINCOU IMITANDO UM JUDEU ORTODOXO:
(Apresentador) - Você não acha que deveria se desculpar pelo seu ato? Deveria dizer: “Sinto muito! Não foi engraçado! Desculpe ter ferido seus sentimentos! Fui estúpido!”
(Dieudonnè) - É parte do meu trabalho. A comédia que faço tem que ter esses pequenos limites.
(Apresentador) - Não posso entendê-lo! Estou chocado! Acho sua atitude indesculpável!
(Dieudonnè) - Vivemos num país onde podemos nos expressar livremente. Por que você é contra?
(Apresentador) - Vou lhe dizer por que você não tem o direito de se expressar livremente: é por causa do holocausto! Eis por que sua comédia causa um pequeno problema.
(Dieudonnè) - Mas por 400 anos, nós também tivemos 100 milhões de negros escravizados, mas isso não impediu de fazermos comédia com os tipos negros. Podemos ver o comediante stand up Michelle Led vestido de macaco, com olhos de vidro, como um negro. Ninguém o parou ou o criticou. Ele é até saudado como um herói.
(Apresentador) - Para alguém que teve toda a sua família exterminada em campos de concentração e vê alguém na TV dizendo “ISRA-HEIL!”. Você percebe a severidade da situação? Não sei se é capaz! (...) Há muitas situações onde dizemos para conhecidos: “Nós não poderemos tê-lo no programa; não é mais possível" Como Lanceral, que nunca será convidado a este programa. Por causa do que ele disse, não podemos mais convidá-lo para este programa. Você imagina o quão sério foi o que você disse?
(Dieudonnè) - Acho difícil de acreditar. Eu era apto a fazer comédia com qualquer grupo de pessoas. Faço uma piada com um israelense e, de repente, vira histeria.
(Apresentador) - Pra dizer a verdade, eu o acho um excelente comediante. Você é muito engraçado, talentoso, mas lamento informá-lo que esta é a última vez que você é convidado a este programa.
(Dieudonnè) - Se eu nunca mais for convidado, que seja. Tenho uma dignidade e uma consciência que não posso violar.
(Apresentador) - Você está pronto para admitir? Que desculpa você está pronto para fazer?
RESUMINDO... (DAQUI, INICIA-SE UMA COMPARAÇÃO DOS DOIS PROGRAMAS, MOSTRANDO O CLARO CASO DE “DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS”: AS CARICATURAS DE MAOMÉ CONTRA AS PIADAS SOBRE JUDEUS. NO PRIMEIRO CASO, DIREITO DE SE EXPRESSAR; NO SEGUNDO, UM CRIME, UMA CRUELDADE.) NO FINAL DESTA PARTE, HÁ UM OUTRO PRISMA DO DIÁLOGO ENTRE DIEUDONNÈ E O APRESENTADOR:
[Dieudonnè - "Eu não entendo por que você é contra a liberdade de expressão." Apresentador - "Você sabe bem por que não temos esse tipo de liberdade de expressão! (...) Você percebe a gravidade do que você disse? Acho sua atitude indesculpável, chocante! E você nunca mais será novamente convidado a este programa pelo que você disse."]
(Djamel) - Tem de haver igual liberdade para todos!
(Apresentador) - O que quer dizer?
(Djamel) - Liberdade a todos! Uma pessoa como Dieudonnè, que fez duas piadas de judeus e foi banido. Sua carreira acabou e ele é um bom comediante! Nós temos aprovado muitas leis contra o antissemitismo. Sugiro fazer uma contra a islamofobia.
O trecho postado é de um livro de Joaquín Bochaca que mostra como as garras do capitalismo apátrida mundial conseguiram tomar de assalto a economia dos EUA e, por conseguinte, a mundial.
Os vendilhões da humanidade estão entre as piores espécies que existem. Woodrow Wilson, o presidente vendilhão da vez que permitiu a excrescência abaixo, se arrependeu amargamente depois.
De lá para cá, os parasitas se alastraram e se enfronharam nos governos oficiais dos países, contando com as passividade e alienação da boiada humana.
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A
Constituição dos Estados Unidos tinha posto nas mãos do Congresso o direito de
criar e controlar a moeda do país. Mas, a 23 de Dezembro de 1913, com a maioria
dos membros do Congresso a passar férias de Natal em casa, foi votada, de
maneira quase sub-reptícia, uma lei conhecida com o nome de Federal
Reserve Act.
Esta lei autorizava,
grosso modo, a constituição de uma entidade com o nome de Federal
Reserve Corporation e um conselho de diretores (Federal Reserve
Board). Tal lei arrebatava ao Congresso o direito de criação e controle do
dinheiro e concedia-o à Federal Reserve Corporation. O pretexto
dado para a aprovação desta lei insólita foi de «separar a Política do
Dinheiro». A realidade foi que – nesta grande democracia que costuma
apresentar-se como o protótipo ideal dessa forma de governo – o poder de criar
e controlar o dinheiro foi arrebatado aos chamados «representantes do
povo» e concedido a uma empresa privada. E cremos não incorrer no
pecado de juízo temerário se dissermos que uma empresa privada tenderá, por
definição, a obter proveito próprio, coincida ou não este com o interesse geral
da Nação.
O mais grave,
juridicamente falando, deste Federal Reserve Act de 1913 é que
o acordo se arranjou com uma minoria de deputados que, segundo
tudo indica, foram pressionados e subornados; não existia o quórum
necessário... de modo que, mesmo do ponto de vista mais estritamente
democrático, era de todo impossível justificar aquela lei.
O caso, porém, é que
foi aprovada e, desde então, é uma empresa privada que emite o dinheiro do
país mais democrático – e poderoso – do planeta. Desde aquele Natal de 1913, um
número comparativamente pequeno de pessoas – cerca de 8000 – passou a
controlar, emitir, criar e destruir, segundo a sua própria conveniência, o
dinheiro de um país que se supõe ser o estandarte do Ocidente. Essas pessoas,
na sua imensa maioria, nem sequer são americanas de origem. O deus ex
machina deste nefasto Federal Reserve Act foi um
banqueiro de Hamburgo chamado Paul Warburg.
O Federal
Reserve Board emite o dinheiro do país e empresta-o, onerado com juros, ao
governo «legal» dos Estados Unidos. Se, por exemplo, o governo de Washington
necessitar de 1000 milhões de dólares para financiar obras públicas, renovar
armamento, ou o que quer que seja, deve dirigir-se ao Board e
pedir-lhe esse dinheiro. Então, o onipotente Board dá o
seu acordo, na condição do governo lhe pagar juros. Logo que o Congresso dá a
sua autorização, o Departamento do Tesouro imprime 1000 milhões de dólares em
bônus que são entregues ao Federal Reserve Board. Este paga os
gastos de impressão (que rondam os 500 dólares), retira os juros e faz o
câmbio. Então, o governo já pode dispor do dinheiro para cobrir as suas
necessidades.
Quais são os
resultados desta inverossímil transação? Pois, muito simplesmente, que o
governo dos Estados Unidos pôs os seus cidadãos em dívida para com o Federal
Reserve Board numa quantia de 1000 milhões de dólares, mais juros, até
que sejam pagos. O resultado desta demencial política financeira é que, em
menos de 60 anos – de 1913 até 1971 – o povo dos Estados Unidos deve aos
banqueiros do Federal Reserve Board um total de 350 bilhões
de dólares, tendo que pagar um juro de 1,5 bilhão mensais, sem nenhuma
esperança de poder pagar, nem a dívida propriamente dita, nem sequer os juros,
pois ambos aumentam continuamente. 195 milhões de americanos estão
irremediavelmente endividados relativamente a alguns milhares indivíduos mais
ou menos americanizados. O montante dessa dívida é superior ao
valor total de todas as riquezas do país.
Mas há mais: com este
sistema de «dinheiro-dívida», os bônus a que mais acima nos referimos,
são convertidos em valores bancários, com o apoio dos quais os bancos podem
fazer empréstimos a clientes privados. Como as leis bancárias dos Estados
Unidos exigem somente uma reserva de 20%, os bancos do Federal Reserve
Board podem fazer empréstimos até um total de cinco vezes o
valor do bônus que possuem. Ou seja, voltando à transação de 1000 milhões
de dólares que tomamos como exemplo, o Federal Reserve Board pode
emprestar 5000 milhões ao juro «legal». Isto dá-lhe direito aos juros de
6000 milhões... por um custo original de 500 dólares em despesas de impressão!
E como o Congresso abdicou – em tão excelsa democracia – do direito de emitir
dinheiro, a única saída que resta aos industriais, exploradores agrícolas e
comerciantes dos Estados Unidos, quando necessitam de dinheiro para desenvolver
as riquezas do país, é pedi-lo emprestado ao consórcio do Federal
Reserve Board... entregando-se de mãos atadas.
O caso abaixo foi uma reviravolta no processo que a filha de uma 'vítima
do holocausto' havia movido contra os bancos suíços, afirmando que estes
estavam escondendo uma conta de seu pai.
Após um 'teatro-dramalhão' que fez quando estava para perder o processo,
ela "ganhou" 100 mil dólares sem que nada tivesse sido provado.
Vejam o que ocorreu mais tarde, segundo este texto de David Irwing
de 2005 que traduzi.
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Inversão dramática no caso de Greta
Beer
"Foi sua performance que deu aos
banqueiros suíços dores de cabeça. Como o senador Alfonse D'Amato levou
à tribuna em 23 de abril de 1996, no âmbito das primeiras audiências sobre os
ativos não reclamados e deixou claro para o público com algumas frases curtas
qual era o certo e qual era o lado errado da justiça no caso. Greta
descreveu, com uma voz embargada pelas lágrimas, o tratamento humilhante que ela
teve que aturar em sua busca por contas de seu pai nos bancos suíços e como
essa dura magnanimidade destruiu suas chances de uma vida confortável.
A partir de então, o "Caso
Suíço" tinha um rosto: em Greta Beer, que repetiu as acusações contra
"os frios, arrogantes e poderosos" bancos suíços. Ela nunca
foi capaz de se recuperar deste ataque. Mesmo Paul Volcker, o presidente
da comissão que foi nomeado após ele, mais tarde, observou que suas acusações
foram "decisivas".
Hans Bär, o representante
do setor bancário que também estava presente nessas audiências, convidou a
principal testemunha no mesmo dia para vir à Suíça e ajudá-la com a sua
pesquisa com as contas que desapareceram. Ela voou para a Suíça algumas semanas
mais tarde, mas, apesar de uma intensa busca, não houve resultados positivos. E
assim se manteve: apesar de toda a investigação pela Comissão Volcker, não
havia nenhum sinal das contas de Siegfried Deligdisch - pai romeno de
Greta Beer.
Pesquisa israelense
Em suas memórias, Hans Bär assumiu que
essa conta já não existia; após a morte do pai de causas naturais
durante a guerra, seu irmão assumiu a sua empresa e, assim, também o poder de
representação em relação às contas - com a qual Bär implica sutilmente o
destino delas. Como resultado, Greta Beer estava prestes a deixar o processo
Volcker de mãos vazias. Por esta razão, o juiz novaiorquino Edward Korman
concedeu-lhe 100.000 dólares "como remuneração por sua ajuda em tornar
a solução possível" dos fundos de liquidação.
Mas a história não tinha acabado com
isso. Há poucos dias, Greta Beer recebeu uma notícia através do NZZ am
Sonntag (um jornal suíço), o que ela estava esperando há anos: uma conta
tinha aparecido, mas em vez de um banco suíço, no Banco Leumi, em Israel. Lá,
depois de uma pesquisa de quatro anos nos "Ativos do Holocausto"
em bancos israelenses, uma lista de 3595 contas foi publicada
no final de janeiro, entre as quais uma está sob o nome Siegfried Deligdisch.
Greta Beer, que mora em Boston, e seu
irmão Otto Deligdisch estão convencidos de que não há dúvida de que este
foi o relato de seu pai. Ele havia construído uma das maiores empresas têxteis
do Leste da Europa entre as duas guerras. Suas relações de negócios chegaram do
Egito até a Europa Ocidental, incluindo a Suíça, onde ele havia comprado
máquinas para suas fábricas, que tinha o nome de "Hercules". Em
suas viagens de negócios, muitas vezes ele viajou pela Palestina, e até comprou
uma casa em Jerusalém, em 1934. Essa conta está provavelmente relacionada com a
transação.
Precedente ameaçador
Apesar desse surpreendente achado,
Greta Beer e seu irmão ainda estão convencidos de que uma grande parte dos fundos
de seu pai está na Suíça. Beer também contradiz o relato de Hans Bär pelo qual
seu pai lhe deu a procuração. Burt Neuborne, o representante dos
advogados de acusação no processo Korman, que o CRT (Tribunal de pedidos
de restituição) está fazendo uma nova tentativa de encontrar contas de
Deligdisch na Suíça. As chances de sucesso não são boas.
A surpreendente virada do processo
Greta Beer é o resultado de uma clarificação em Israel, que tem sido
controversa. O membro do Knesset Colette Avital obteve, contra
uma grande dose de resistência, através de um projeto de lei dizendo que os
bancos israelenses também devem olhar para as contas não reclamadas do
Holocausto. Após os resultados, que foram publicados em janeiro de 2005,
uma série de bancos se opuseram, dizendo que as contas não pertenciam às
vítimas do Holocausto. Trata-se de "o princípio", disse o Ha'aretz.
Nenhum banco israelense quer admitir
abertamente, e ser visto em livros de História, como tendo fundos acumulados
pertencentes às vítimas do Holocausto durante tantos anos.
Greta Beer foi, entretanto, contatada
por Colette Avital e o Conselho de Inquérito sobre os próximos passos para
receber a posse da conta. Segundo informações do Yona Fogel, vice-presidente
do Banco Leumi, o processo de restituição ainda não foi esclarecido. Entre
outras coisas, o montante de juros sobre essas contas está em
discussão. No momento, uma taxa de 3 ou 4%, está a ser considerada. De
acordo com o Ha'aretz, é possível que esta taxa será reduzida, uma vez que é
provável que seja um precedente para o retorno dos fundos palestinos.
A História não necessariamente favorece
Greta Beer."
[PS- Só para reforçar, o que dizer das
quase 3600 "holo-contas" em Israel ?]
Hoje, sexta feira, 10/05/19, entro em férias por três semanas. Como de praxe, pretendo me desligar de todo contato virtual (exceto celular sem whatsapp) e dar uma desintoxicada com outros afazeres e em outros ares.
Qualquer comentário neste período será analisado para publicação assim que eu retornar em 03/06. Agradeço a todos os que participam salutarmente com suas opiniões e desejo tudo de bom, belo e saudável em suas vidas.
Abraços e até breve.
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"A vida necessita de pausas" - Drummond Porém, sem omissão ou fuga da guerra.