Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Justiça e preconceitos

Amigos e amigas.
Vejam essas duas reportagens abaixo. O assunto é o mesmo: violência. O tratamento dado a cada caso é que causa, no mínimo, revolta.
Mais detalhes aqui.

O que um pastor e uma dupla gay têm em comum? O pastor, depois que sua filha sofreu tentativa de estupro num posto de saúde, foi denunciado por uma agente do Conselho Tutelar que é parente do agente tarado do posto de saúde, sob a alegação de tortura.
O pastor foi preso em condições desumanas, sem nenhum defensor para ajudar. A dupla gay foi presa por maltratar e estuprar um menino, mas contou com quatro defensores públicos para ajudar.
AMAZONAS, Brasil, 28 de março de 2011 — Um pastor brasileiro da região do Amazonas ficou mentalmente doente depois de ser preso acusado de bater em suas duas filhas, de acordo com reportagens dos meios de comunicação locais. Até recentemente, conforme noticiaram as reportagens, o pastor estava algemado a uma cama de hospital presidiário, onde ele era forçado até mesmo a fazer necessidade em frente dos funcionários.
  
Jeremias Rocha permaneceu preso durante meses por bater em suas filhas, na total ausência de de evidências ou até mesmo uma condenação

Jeremias Albuquerque Rocha, que acabou de completar 26 anos, era um atuante pastor evangélico na cidade de Carauari até maio do ano passado, quando uma agente do conselho tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Passaram-se meses sem nenhuma solução. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física [no caso de suas filhas] nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela. Quando foi levado a um hospital próximo e diagnosticado com doença mental, o juiz Jânio Tutomu Takeda se recusou a acreditar no diagnóstico, afirmando que Rocha estava “fingindo”, e ordenou que ele fosse algemado à cama do hospital.
E, para complementar esta 'pérola' de vilania:
Em 7 de março de 2012, a Band noticiou sobre um menino de 5 anos que sofria agressões e estupro de uma dupla homossexual em São Paulo. A faxineira da casa percebeu que o menino estava com febre e como a dupla gay não estava, a mulher o levou para casa. Durante o banho do garoto, ele contou que estava com muita dor. O menino contou para a faxineira que sofria maus tratos e abuso sexual.
A mulher levou o menino para o hospital, onde o garoto deu entrada com desidratação, desnutrição, broncopneumonia e tinha marcas de agressão pelo corpo.
A ocorrência foi registrada no 13º DP e o Conselho Tutelar foi acionado. Contudo, o governo do Estado de São Paulo interveio fortemente no caso, designando quatro defensores públicos para defender a dupla gay. O acompanhamento do caso por quatro defensores públicos espantou até o delegado, que disse:
“Em trinta e quatro anos de polícia, esse é o primeiro caso na minha carreira que eu vejo que a Defensoria Pública vem acompanhar dois indivíduos que estão sendo investigados e com quatro integrantes”.
Primeiramente, quero fazer umas ponderações:
- Chamar alguém bem branco de "leite azedo", "Gasparzinho", "heroína" ou coisa parecida é só tiração de sarro que não merece sequer atenção. Chamar um negro de "apagão", "petróleo", "creolina" ou coisa assim é racismo e chamar um homossexual de "fruta", "bicha", "queima-rosca" ou similar é homofobia, ambos com direito a processo, multa e, até, prisão;
- Chamar um magrelo de "cegonha" ou "girafão"; um gordo, de "baleia" ou "hipopótamo"; um baixinho, de "jóquei de chiuhaua" ou "fiofó de cobra"; um fanhoso, de "pato" ou "marreco"; uma loira, de "anta" ou "burra" (não esquecendo que "Manuel" e "Joaquim" também já viraram quase sinônimos de "asno"), tudo normal, sem problemas! Ouve-se isso o tempo todo, inclusive na TV. Chamar um negro de "macaco", "tiziu" ou "mutum" ou chamar um homossexual de "veado", "pirilampo" ou "mariposa", de novo: processo, multa e prisão.
- Na Avenida Paulista, é proibido qualquer tipo de passeata (Marcha para Jesus, Direitos Humanos, etc). Exceções ainda são a Parada Gay e a Marcha da Maconha.
Eu não tenho preconceito contra ninguém! Tenho, sim, minha idiossincrasia, minha escala de valores e meus níveis de tolerância. Respeito os de todos e exijo que os meus também sejam respeitados. Isto posto, preciso demonstrar meu desacordo com esse 'tratamento diferenciado' que é dado aos gays, judeus e negros. Por que eles são 'quase intocáveis'? Ao contrário dos outros, eles não podem ser contestados, sacaneados, segregados, repelidos, mal quistos ou qualquer coisa que não os agrade sem que isso renda horrores ao infeliz que ousar fazer isso ?

Um negro com uma camiseta estampada "100% Black!!" é visto com admiração e aplaudido. Um branco com uma, estampada "Superwhite!!" será tachado de neonazista e similares !
Definitivamente: já que parece não haver leis que punam especificamente o preconceito contra brancos, orientais, loiras, portugueses, gaúchos, etc (visto que não é visto como preconceito), não deveria haver tal privilégio para os gays, judeus e negros! Eles não são melhores que os outros, não são superiores em nada, suas coragem, capacidade, moral, inteligência, etc, estão, NO MÁXIMO, no mesmo nível que as dos outros! É claro que eles precisam ser respeitados em suas dignidades, liberdades e opções de viver. MAS O MESMO TEM DE VALER para todos os outros!
Portanto, o "casal" gay precisaria ser punido de qualquer jeito, COM ABSOLUTO RIGOR! A atitude do status quo de blindá-los é tão criminoso quanto o ato que cometeram. Seviciar qualquer pessoa é hediondo; seviciar uma criança, é, na menor das hipóteses, prisão perpétua (que nem existe neste país). Já no caso do pastor, restaria apenas à família pedir indenização, que iria, ridiculamente, reduzir as terríveis sequelas da injustiça cometida com seu parente.

"A Justiça é cega" no sentido de NÃO ENXERGAR distinções de cor, credo, classe social ou qualquer outra coisa quando precisar punir um iníquo. Mas, para todo o horror e exasperação, ela tem sido LITERALMENTE cega há muito e muito tempo! Nos últimos anos, prenhe de precedentes eméticos.
FAB29

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Motivos e desdobramentos

Amigos e amigas.
Há muito tenho para mim (muitos coadunam com isto) que o famigerado "11 de Setembro" foi uma armação do governo norte americano para ele usar como desculpa quando fosse encetar uma fase mais aguda de seu imperialismo.

O artigo abaixo é de um ano após o "ataque terrorista". Vê-se nele que tal esquema foi levado a sério pela potência ianque-sionista. Para "inibir" o terrorismo, os EUA militarizaram o mundo e começaram a 'desalojar' ditadores. O primeiro "país-vítima" da sanha estadunidense foi o Afeganistão e os 'tenebrosos talibãs'! A "limpa" vem aumentando: passou pelo Iraque, Egito, Síria, Líbia,... Pelo jeito, o último na mira é o Irã, pátria do "nefasto" Ahmadinejad, o "Hitler do séc. 21".
Uma década de horrores e não se vislumbra um fim aceitável.
FAB29


Uma rede militar global
Juan Carlos Galindo – 02/07/2002

A presença militar dos EUA no mundo aumentou uns 20 por cento desde os atentados de 11 de Setembro. Cerca de 300 mil soldados presentes em mais de 140 países velam pelos interesses da única potência mundial.
Alemanha e Japão, sem perdão
Os EUA aproveitaram a cobertura da operação militar conhecida como "Liberdade duradoura" para instalar bases no Uzbequistão (1000 soldados), Tadjiquistão e Quirguistão (mais de 3 mil). Presença essa que se vê fortalecida pelos 5 mil soldados estacionados nas bases do Afeganistão. Deste modo, os EUA asseguram-se uma influência decisiva e certa capacidade de controle na zona do Mar Cáspio: a região com reservas de recursos naturais inexplorados mais rica do mundo. Acaso? Altruísmo dos Estados Unidos? Defesa mundial da democracia?

No Golfo Pérsico, os Estados Unidos, em conivência com as despóticas monarquias que governam a zona, mantêm mais de 20 mil soldados:
- Mais de mil entre Omã, Emirados Árabes Unidos e Qatar;
- Outros mil no Bahrein (que, além disso, abriga o Estado Maior da Quinta Frota da Marinha)
- 4800 no Kuwait;

Mas é, sem dúvida, a Arábia Saudita o caso mais significativo. Neste emirado, os EUA têm três bases militares e mais de 5 mil soldados, caças F-15 e F-16, aviões "invisíveis" F-117 e aviões de espionagem U-2 e Awacs. Se excetuarmos a base "Príncipe Sultan", que está próxima de Ryad, a capital, as duas restantes situam-se no início ou no fim dos dois gasodutos que cruzam o país. E mais: uma delas, a base militar de Al Khobar, está junto ao porto petrolífero de Ras Tanura.

O controle militar da zona completa-se com a base Diego Garcia. Estas instalações militares, situadas na pequena ilha do Oceano Índico que lhe dá o nome, abrigam 4 mil soldados norte-americanos, caças e super-bombardeiros B-52. Os habitantes originários da ilha, de propriedade britânica e explorada em conjunto pelos EUA e pela Grã-Bretanha a partir dos acordos confidenciais assinados em 1964 pelas duas potências, foram "transferidos" em 1971 para as ilhas Maurício, a 1500 quilômetros da ilha Diego Garcia.

As bases militares de Morón e Rota (Espanha) e Aviano (Itália) realizam um trabalho logístico indispensável às operações dos EUA no Médio Oriente e na Europa. O mesmo acontece com os 2 mil soldados que as forças armadas norte-americanas mantêm na Turquia, lugar de onde decolam os caças que bombardeiam o norte do Iraque.

Na América Latina e no Caribe, encontram-se as bases militares de Aruba - Curaçao (Antilhas Holandesas), Comalapsa (El Salvador) e Manta (Equador). Esta última, situada no noroeste do Equador, permite às forças armadas norte-americanas controlarem toda a região andina e realizar trabalhos de vigilância em colaboração com o exército colombiano, ao mesmo tempo que serve de apoio para o desenvolvimento norte-americano na Colômbia.

Pior ainda é o caso da ilha de Vieques, a sudoeste de Porto Rico, utilizada há 60 anos como polígono de tiro da Força Aérea norte-americana e como zona de ensaio para as operações anfíbias das forças especiais da Marinha. Por causa destas ações, a saúde e a qualidade de vida dos seus habitantes viu-se brutalmente deteriorada. O controle indireto do Canal do Panamá é o objetivo das instalações militares dos EUA neste país. Além disso, as forças armadas norte-americanas contam com bases no território cubano (Guantanamo), Honduras e Barbados.

Em suma, mais de 100 mil soldados repartidos por todo o continente europeu. Na África, os EUA mantêm tropas no Egito, sócio tradicional da superpotência, que, além disso, é, depois de Israel, o segundo beneficiário das ajudas financeiras norte-americanas. O mapa da presença de tropas dos EUA no mundo completa-se com aquelas deslocadas no sudeste asiático. O domínio das águas do Pacífico é um objetivo estratégico tradicional dos EUA, acentuado na atualidade pelo aumento da importância da China.

O exército norte-americano mantém 37 mil homens e 100 aviões de combate da última geração na Coréia do Sul, 50 mil soldados no Japão (sobretudo na base de Okinawa) e 600 soldados, dentre eles 130 dos corpos de elite, deslocados recentemente para as Filipinas. Operações realizadas no sul das Filipinas repetiram-se no Iêmen e na Geórgia, onde mais de 200 soldados norte-americanos instruem o exército nas luta contra os "extremistas islâmicos".

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Decepções e vislumbres

Amigos e amigas.
Neste Brasil (é claro que no mundo também), ocorrem tantas coisas insólitas, burlescas, patéticas, dantescas, hipócritas,...! Em TODAS ELAS, a principal (talvez única) vítima é o povo escravo hospedeiro. Ele (estupidamente) sofre, suporta, sustenta, pensa em reclamar, aceita, paga por tudo, se exaspera, se mata de trabalhar,... essencialmente CALADO, como é do feitio de belos comodistas alienados e bem ao gosto de seus feitores. Somente quando a coisa extrapola o dobro do seu limite, ele reage explosivamente, causando muitos danos A SI MESMO, não afetando quem o parasita.

A reação mais comum é a depredação do patrimônio público ou de utilidades públicas, como ônibus e metrô. Há, também, as greves, que paralisam escolas, hospitais, trânsito, atrasando de sobremaneira a vida funcional das cidades. Daí, mais e mais prejuízos e transtornos que o povo causa a si mesmo, num efeito dominó. É uma teia urdida (falei dela aqui) lentamente há mais de século da qual só se consegue sair se isolando completamente dessa triste sociedade.

Outro exemplo, lembram-se daquele requinte de deboche inventado pelos belos degenerados encarregados de (des)governar, legislar e julgar que foi proibir as sacolinhas plásticas no comércio (hoje em dia, a guerra é contra os canudinhos), com a explicação esfarrapada de que "é necessário contribuir com a despoluição do planeta" ?

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Escrevi "ESFARRAPADA" pelo simples motivo que, sendo o plástico das sacolinhas nocivo ao meio ambiente, TODOS OS SIMILARES também o são: as garrafas PET, as caixinhas de leite longa vida, os maços de cigarro (e as bitucas), os copinhos de iogurte, as fraldas descartáveis, os "modess" e "OBs" da vida, etc.

E eu pergunto: QUEM VAI PROIBIR a Coca-cola, a Parmalat, a Philip Morris, a Danone, a Procter & Gamble, etc, de continuar produzindo e comercializando seus produtos 'poluidores'? Ou, ao menos, convencê-las a encontrar 'alternativas ecológicas', a despeito dos bilhões de dólares necessários para pesquisas e produção de recipientes biodegradáveis? Nem em sonhos ou pesadelos. Tudo é o poveco que tem de arcar com.

Tais atitudes (escárnios) desses "aspones" que controlam (o certo é DESCONTROLAM) a vida pública existem advindas da passividade humana, uma das maiores decepções que me assolam. É escancarado que isso e tudo o mais de ruim e nocivo para a humanidade é financiado pelos grandes parasitas corruptores (e eles não se furtam em tripudiar), que precisam manter sua boiada sob máximo controle, com a canga bem apertada e a rédea curta. Quanto menos estudo, informação, paz, liberdade, união, conhecimento e saúde, mais fácil de lidar com as massas 'zumbizadas'.

A última coisa que quero na vida é precisar pegar em armas (mas jamais hesitaria em fazê-lo). Por isso, há a urgência de uma "SILENCIOSA GUERRA CIVIL" para mudar as bases da idiossincrasia apodrecida do povo. A desobediência civil (recusar-se a votar, por exemplo) também seria excelente para reforçar a e o moral da sociedade.

Se bem que o primeiro passo seria investir na união. Aquela verdadeira, porém, já desgastada e quase bufa frase, "O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!" é a síntese dessa necessidade premente. Dentro dessa união, facilmente brotariam a confiança, o bem querer e o progresso. Daí, tudo se tornaria mais simples e a evolução seria patente e inexorável. E o melhor de tudo: a dependência de um poder central sumiria em pouquíssimo tempo. Nem presidente, governador, rei, tirano,... Apenas e tão somente líderes de fato e de mérito.

As chances disso ocorrer são infinitesimais, mas eu creio (e sempre crerei até meu fim) que é possível. Porém, a guerra contra esse estado de coisas seria a mais longa da História, e, certamente, seria a mais doce e retumbante vitória do ser humano. Apesar de todos os pesares, consigo vislumbrar tal mundo.

Sonhar é "de grátis".
FAB29

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Índices petistas

Amigos e amigas
Devido a mais de centena de comentários nas últimas semanas por aqui sobre os governos do PT, suas realizações ou descalabros, resolvi adentrar nesse assunto espinhoso, nevrálgico e minado. Afinal, estamos sentindo na pele do que um desgoverno é capaz. Nove meses de 'mito' no poder e vejo que ele está parindo um terato social sob a égide de patriotismo, salvação e amor à liberdade.

Fim da CLT, deforma (com 'd') da Previdência, aumento exponencial na liberação de agrotóxicos, privatização (entrega de patrimônio público) em massa,...! O 'grotesco e o arabesco' ficam por conta dos que vêem tudo isso como "uma necessidade para reequilibrar o país devastado pela Era PT".

Aquela turma que só enxerga as mazelas de UM partido em UMA esfera de governo, desprezando imbecilmente as imensas culpas metastizadas nos desgovernos estaduais e municipais, assim como as dos Poderes Legislativo e Judiciário.

Resolvi pesquisar alguns dos principais dados sociais e econômicos da Era PT para poder analisar e concluir até que ponto essa turma tem razão ou não. Ei-los, retirados em parte daqui. Nenhum deles dá motivos para louvar ninguém, nem mesmo soltar rojões, mas merecem respeito.
FAB29

- O salário mínimo (que poderia ser chamado "salário-miséria") teve uma sequência de aumentos reais durante toda a Era PT. Após a reeleição da Dilma e a promessa do aécio de impedi-la de governar (que juram ser fake news), ele se estagnou e começou a perder mais ainda seu já microscópico poder de compra. Atualmente, o 'mito' já prometeu que ele será de R$ 1039,00, só "repondo" a dita e hipócrita inflação.

- A dívida pública em relação ao PIB sofreu quedas sequenciais a partir de 2002 (início da Era PT), tendo um aumento após a crise de 2007-2008 e tornando a cair, chegando ao seu mais baixo índice em 2013. Novamente, após a promessa cumprida do aécio et caterva, a dívida "estratosferizou", estando hoje perto de 90% do PIB.

- Após um primeiro mandato petista vacilante, a partir de 2006, a economia brasileira só acumulou recordes no quesito reservas internacionais, atingindo mais de US$ 380 bilhões em 2018. Atualmente, Paulo "Tchutchuca" Guedes anunciou que "o Banco Central (BC) venderá dólares à vista das reservas internacionais, atualmente em US$ 388 bilhões. A autoridade monetária leiloará US$ 550 milhões por dia entre 21 e 29 de agosto". Por 'culpa do Petê", é claro.


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- Mais uma vez, se vê que a economia na Era PT tinha sua robustez. O aumento constante do PIB simbolizava que o dinheiro no país estava girando e gerando riqueza. Pode-se discutir que a distribuição da mesma continuava desigual ou coisa pior, mas o esforço do governo federal era visível e cabia a todos os outros governos e Poderes garantirem que essa evolução chegasse à população. Só após o "golpe verbal" do aécio em 2014 é que a coisa começou a ruir.
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- Este índice é um tanto cruel pelo valor com que se calcula a miséria. A despeito disto, o percentual de miseráveis no país, que sempre foi bem alto, só a partir da Era PT baixou sensivelmente até chegar ao seu menor índice no final do 1° mandato da Dilma (é calculado que 30 milhões de pessoas foram tiradas da pobreza ou da extrema pobreza, tendo Lula recebido vários prêmios por isso). Pode-se dizer que o alento que esses dados causaram foi muito bom e poderiam melhorar ainda mais se não fossem "aécio e seus Blue Caps" a partir de 2014, quando os números voltaram a aumentar.

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- Só para reforçar os dados acima, comparando-os com os de outros países. Os dois representantes do BRICS estavam em recuperação, mas seus parasitas resolveram acordar e...

- Para finalizar, esta medida de desigualdade só vem a confirmar os dados apresentados mais acima.

Portanto, a menos que todos os dados acima tenham sido fraudados (não é impossível, mas duvido, até provas em contrário), como se pode crer nas palavras do 'mito' e seus aspones que alardeiam aos borbotões que o Brasil está à beira do precipício econômico, da bancarrota total, da miséria geral, sem perspectivas de se salvar sem medidas nada ortodoxas, como as citadas no início do post ? E tudo, sempre, por "culpa do PT".

Dos governos pós-ditadura militar, os números mostram que a Era PT foi a que angariou mais conquistas sócio-econômicas em prol da população, mesmo que os bancos tivessem continuado a obter lucros fantásticos com suas operaçõesNão tenho dúvidas de que a atávica ladroagem tupiniquim se manteve acesa com a onipresente assistência dos grandes parasitas.

Aos que afirmam "Foi muito pouco ! Podia ter feito bem mais !", nunca se esqueçam que este país é dos maiores alvos da ganância desses grandes parasitas, que jamais permitirão que seu hospedeiro se acostume a facilidades, tranquilidades e bonança, por menores que sejam. Quem abusa, tentando "pôr as manguinhas de fora", não dura nada no posto. Então, dentro dessa permissividade dos supremacistas, houve uma sensível melhora na Era PT, maior que todos os governos ditos democráticos das últimas décadas.

No mais, vejamos o quanto e em que o (por enquanto) desgoverno do 'mito' conseguirá ser superior. Por enquanto, o medo da entrega total do país assombra nossa vida, como na opinião deste senhor.

FAB29

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Não fala de Chico !

Amigos e amigas.
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O mestre
Quero fazer esta colocação para mostrar o que penso, como vejo e o quanto repudio as sutis grotescas colocações que pseudos em geral se arvoram em regurgitar, possivelmente por narcisismo torpe ("Falem mal, mas falem de mim").

O título é uma referência a uma canção de Chico Buarque ("Não fala de Maria"). Com ele, quero chamar atenção à estupidez, mesquinharia, hipocrisia, maledicência e sordidez de tantas correntes que visam achincalhar e solapar a Arte e a Cultura brasileiras.

São "N" exemplos, mas vou me ater a dois, referentes justamente a Chico Buarque. Há uns 15 anos, a Folha de São Paulo publicou o resultado de uma enquete que revelou quais as melhores músicas da história da MPB. Dezenas de jornalistas, críticos e artistas foram convidados a votar nessa eleição.

A campeã foi "Águas de março", de Tom Jobim, seguida de "Construção", do Chico. É óbvio que todo e qualquer resultado daria margem à contestação e desagrada a estes e àqueles. O que me pegou foi uma declaração do Erasmo Carlos, que afirmou que "Construção" não merecia figurar na lista porque "é uma bela letra, mas tem uma melodia muito fraca".  Além de quê, vários a taxam de "muito chata". [Detalhe: ele, Erasmo, foi um dos votantes da enquete e, na sua lista, figurava uma música dele próprio. Quanta modéstia!...]

Eis como vejo a referida canção: imaginem a construção de uma casa. Ela tem três etapas (como na música). A primeira é suas fundações e o erguimento de suas paredes ("Tijolo com tijolo num desenho lógico") e telhado. É sempre a mesmíssima coisa, extremamente enfadonha, repetitiva, monocórdica, metódica. Percebam que Chico demonstrou exatamente tudo isso na melodia da primeira parte. (Não que eu a ache tudo isso. Eu adoro a música! É apenas uma análise pura e simples.)

Na segunda parte, a construção se refina: há a colocação de massa corrida, azulejos, portas, pisos, janelas, conjunto de louças, encanamento, fiação,...  que exigem muita precisão e zelo. E a segunda parte da canção também é mais elaborada, com a entrada de uma orquestração, de outras vozes auxiliando Chico e a alteração da última palavra de cada verso, enriquecendo ainda mais o sentido da letra (por exemplo, trocou "Seus olhos embotados de cimento e LÁGRIMA" para "TRÁFEGO").

E qual é a terceira parte de uma construção? O toque final? A pintura. E, em geral, no lado de fora, se acrescentam floreiras, cimentados, pedras ou outras milongas. E, na música, há suas "milongas": Chico e o MPB4 se intercalam nos vocais de cada verso e finalizam com um trecho de "Deus lhe pague".

Notaram que a música "CONSTRUÇÃO" denota exatamente uma CONSTRUÇÃO? Para mim, coisa de gênio!


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Manuscrito do mestre
O segundo exemplo se refere a uma das mais recentes canções do Chico: "Querido Diário". Eis a estrofe que gerou tanta polêmica e exacerbações da turminha especializada em procurar pêlo em ovo:

"HOJE, PENSEI EM TER RELIGIÃO.
DE ALGUMA OVELHA, TALVEZ, FAZER SACRIFÍCIO;
POR UMA ESTÁTUA, TER ADORAÇÃO.
AMAR UMA MULHER SEM ORIFÍCIO"

Entre tanta porcaria que falaram, um belíssimo imbecil classificou o último verso como "O PIOR VERSO DA MPB DE TODOS OS TEMPOS!". Confesso que, quando escutei a música pela primeira vez, levei um choque nesse verso (Óbvia intenção do autor). Mas não estamos falando de um coió (Luan Santana, Sorocaba, Latino, Ivete,...) que faz qualquer coisa para aparecer. Vejo o rapaz como o maior ícone da MPB de todos os tempos. Isso sempre me fará analisar suas palavras com toda a atenção, por mais que, a priori, me causem espécie. Meu irmão classifica Chico como "um cara que causa cosquinhas no cérebro".

Após reler a estrofe e ponderar, não consegui resistir a um "FILHO DA MÃE!!" Isto porque acredito ter compreendido a intenção do moço. (Claro que posso estar quadradamente enganado, mas não creio): nós só estamos vivos por causa de nossos orifícios. Através deles, respiramos, comemos, cheiramos, ouvimos, enxergamos, excretamos, suamos, transamos, nascemos. Essa simples ponderação buarquiana é uma ode à vida!

Analisando cada verso: No primeiro, ele demonstra que nunca seguiu nenhuma religião e cogita começar a fazê-lo. Daí, começa a ponderar as possibilidades. No segundo verso, alude ao judaísmo, com seus holocaustos. No terceiro, ao cristianismo, que louva imagens. De repente, no quarto verso, pára e comenta uma conclusão que lhe assaltou a mente.

E é um comentário que QUALQUER PESSOA NORMAL faria! Eu mesmo nunca fiquei à vontade louvando e reverenciando uma estátua sacra quando ainda frequentava missas na adolescência. Isto porque eu tenho toda a fé nas pessoas, na vida, na natureza, na Criação. ENERGIA VIVA!! Chico também! Ao proferir o último verso, ele apenas exprimiu que essa adoração a uma coisa inanimada iria contra tudo o que ele sempre pensara e fizera.

Viver é uma eterna troca de idéias, sentimentos, fluidos, entre seres VIVOS. O simbolismo de transferir sua fé para coisas frias, sem reação, e nelas, cultivá-la, não lhe é atraente.

Conclusão: está cada vez pior viver numa sociedade tão medíocre (educadamente falando) que relega tantas capacidades monumentais como Chico à ralé cultural! Essa mesma sociedade que faz vistas grossas a tanta incultura e vilipêndios à arte em geral. Que se esbalda com tanto funk, axé, "sertanojo" e tantas 'expressões artísticas' que priorizam o inútil, o banal, a "bagaceira". O que têm de vermes, baratas e parasitas à espreita, esperando qualquer oportunidade para sair à luz e "se dar bem" não é pouca coisa! E nada como aproveitar um "deslize" (que ELES acreditam assim ser) de um gigante para ter seus segundinhos de fama!...

Daí, reforço o título: NÃO FALA DE CHICO! É crime de lesa-Arte reduzi-lo à insignificância que os "Prostituidores do Mundo" constantemente impõem à vida, impedindo-nos de evoluir mental, emocional e espiritualmente! Minha mãe sempre me ensinou assim: "
Meu filho, se você não tiver nada de bom, útil ou producente para dizer, fique quieto!".

Mas, para nossa infelicidade, os "Prostituidores" jamais permitirão evoluir. Por isso, cabe a cada um desenvolver um ou mais filtros que impeçam a invasão de tanto lixo que a Grande Mídia vomita diuturnamente em nossos orifícios!
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terça-feira, 17 de setembro de 2019

O Carniceiro sionista

Amigos e amigas.
Falar deste senhor Ariel Sharon é particularmente espinhoso. Não há tons de cinza. Enquanto os fundamentalistas sionistas e seus aspones o vêem com brilho nos olhos, eu só vejo trevas. Nada do que já li sobre ele me causou um mínimo de simpatia. Fiz uma pesquisa e constatei que não tenho motivo algum para simpatizar. Sua frieza, fanatismo, crueza, violência, impiedade,... cada atitude me desalentava ou me enojava. Não deixa nada a dever às atitudes delegadas aos piores criminosos da História.

Desde 2006, o 'desinfeliz' esteve em coma, vindo a falecer quase 8 anos depois, em janeiro de 2014. Há quem fale o famoso "Aqui se faz, aqui se paga!" ou em "Justiça Divina". Há muito tempo, venho me desapegando desse espírito revanchista. Afinal, quem disse que ele agiu sozinho, por pura vontade própria ou que era ele que mandava em tudo? Corruptores e corruptos são o que não falta na geopolítica do mundo. Vide Netanyiahu, Macron, Merkel, Bolsonaro,...

Tenham uma ideia de sua personalidade nefasta nesses excertos abaixo. Alguns são de seus compatriotas.
FAB29

"A história de Sharon nos oferece um arquivo de corrupção moral, com documentos provando crimes de guerra no início dos anos 50. (...) A primeira ação militar de Sharon foi em agosto de 1953 no Campo de Refugiados de El-Bureig, ao sul de Gaza. Um arquivo israelense da Unidade 101 registra que 50 refugiados foram assassinados; outras fontes alegam terem sido 15 ou 20. O Major-General Vagn Bennike, comandante das Nações Unidas, relatou que “bombas foram lançadas pelos homens de Sharon “através de janelas das cabanas nas quais os refugiados estavam dormindo e, assim que alguns destes saíam, eram atacados por armas de pequeno porte e automáticas”.

Em outubro de 1953, ocorreu o ataque da Unidade 101, comandada por Sharon, a vila jordaniana de Qibya, cuja “mancha” segundo o Ministro de Relações Exteriores de Israel à época confidenciou ao seu diário, “estará grudada em nós e impossível de ser lavada por muitos anos”. Ele estava errado. Posto que vários comentários ainda mais fortemente pró-israelenses no ocidente o compararam com Lidice (cidade da Tcheco Eslováquia que dizem ter sido destruída pelos nazistas na 2ª Guerra. N.A.). Qibya e o papel de Sharon são dificilmente evocados no ocidente hoje, a não ser por jornalistas como Deborah Sontag, do New York Times, que escreveu recentemente uma nota 'chapa branca', descrevendo-o como 'corajoso'; ou o representante do Washington Post em Jerusalém, que ternamente o invocou, após sua fatal excursão aos locais sagrados em Jerusalém, como o 'grandioso guerreiro'.


O historiador israelense Avi Shlaim descreve assim o massacre: “A ordem de Sharon era para penetrar Qibya, explodir casas e causar grandes danos aos habitantes. O sucesso obtido pro suas ordens superou todas as expectativas. A completa e macabra história do que aconteceu em Qibya foi revelada somente durante a manhã posterior ao ataque. A vila foi reduzida a ruínas: quarenta e cinco casas foram explodidas e sessenta e nove civis, dois terços mulheres e crianças, foram mortos. Sharon e seus homens afirmaram que acreditavam que todos os habitantes haviam fugido e de que não imaginavam que havia pessoas se escondendo dentro das casas”. (...)

E o que dizer sobre a conduta de Sharon quando esteve na direção do Comando do Sul das Forças de Defesa de Israel no inicio dos anos de 1970? A “passagem” de Gaza foi vivamente descrita por Phil Reeves em um artigo no The London Independent em 21 de janeiro desse ano:


Eles (soldados de Sharon) vieram pela noite e começaram marcando as casas que queriam demolir com tinta vermelha”, disse Ibrahim Ghanim, 70, um trabalhador aposentado: “Pela manhã eles voltaram e ordenaram que todos saíssem. Eu me lembro de todos dos soldados gritando para as pessoas, Yalla, yalla, yalla, yalla! Eles atiravam os pertences das pessoas na rua. Então, Sharon trouxe tratores e começaram a pavimentar a rua. Eles fizeram todo o trabalho praticamente em um dia. E os soldados batiam nas pessoas, você pode imaginar? Soldados com armas batendo em pequenas crianças!”

Assim que o trabalho do exercito israelense terminou, centenas de casas estavam destruídas, não somente na Rua Wreckage, mas por todo o campo, com cancelas de “segurança” instaladas por Sharon nas suas vias de segurança. Muitos refugiados se abrigaram em escolas ou se apertaram nas já lotadas casas de parentes. Outras famílias, geralmente aquelas com um ativista político palestino, foram colocadas em caminhões e levadas ao exílio em uma cidade no coração do Deserto de Sinai, controlada por Israel”. (...)

Em agosto de 1971 sozinhas, tropas sob o comando do Sr. Sharon destruíram cerca de 2000 casas na Faixa de Gaza desalojando 16.000 pessoas pela segunda vez em suas vidas. Centenas de jovens palestinos foram presos e deportados para a Jordânia e o Líbano. Seiscentos parentes de guerrilheiros suspeitos foram exilados no Sinai. Na segunda metade de 1971, 104 guerrilheiros foram assassinados. 'A polícia naquele tempo não prendia os suspeitos, mas os assassinava', disse Raji Sourani, diretor do Centro Palestino de Direitos Humanos na Cidade de Gaza”. (...)

Como ministro da defesa do segundo governo de Menachem Begin, Sharon foi o comandante que liderou plenamente o assalto ao Libano de 1982, com a ordem expressa de destruir a OLP, levando tantos palestinos quanto fosse possível para a Jordânia e fazendo do Líbano um estado “cliente” de Israel. Este foi um plano de guerra que custou um sofrimento incontável (cerca de 20.000 vidas Palestinas e Libanesas), e também a morte de aproximadamente 1000 soldados israelenses. Os israelenses bombardearam populações civis à vontade. Sharon também comandou os terríveis massacres dos campos de refugiados de Sabra e Shatilla. O governo do Líbano contou 762 corpos descobertos e, mais tarde, 1200 enterrados privadamente pelos parentes. (...)


O massacre dos dois campos contíguos de Sabra e Shatilla ocorreu das 18:00h. de 16 de setembro de 1982 até às 08:00h de 18 de setembro de 1982, em uma área sob o controle das Forças de Defesa de Israel. Os assassinos eram membros da Milícia Phalange, a força Libanesa que foi armada e intimamente aliada a Israel desde o primeiro ataque da guerra civil Libanesa em 1975. As vitimas do ataque de 62 horas incluiam bebês, crianças, mulheres (inclusive grávidas) e idosos, alguns dos quais foram mutilados e decapitados antes ou depois de serem mortos.

Uma comissão oficial israelense de inquérito – liderada por Yitzhak Kahan, presidente da Suprema Corte de Israel – investigou o massacre e, em fevereiro de 1983, publicou suas conclusões (sem o Apêndice B, que permanece secreto até hoje). (...)

Sharon sempre foi contra qualquer acordo de paz, a menos que em termos inteiramente impossíveis de aceitação pelos Palestinos. Assim como Nehemia Strasler assinalou em Ha’aretz em 18 de janeiro deste ano, em 1979, como membro do gabinete de Begin, ele votou contra o tratado de paz com o Egito. Em 1985, ele votou contra a retirada das tropas de Israel da, assim chamada, zona de segurança no Sul do Líbano. Em 1991, ele se opôs à participação de Israel na Conferencia de Paz de Madri. Em 1993, ele votou “não” em Knesset no Acordo de Oslo.

No ano seguinte, ele se absteve no Knesset em uma votação sobre o tratado de paz com a Jordânia. Ele votou contra o acordo de Hebron em 1997 e se opôs ao meio pelo qual a retirada do sul do Líbano estava sendo conduzida. Como Ministro da Agricultura de Begin no final dos anos de 1970, ele estabeleceu muitos dos acordos da Cisjordânia que são hoje a maior obstrução para qualquer negociação de paz."

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Pequeno respiro

Amigos e amigas.
Nos próximos 4 dias (de 12 a 15/09), estarei em "recesso internético" para resolver pequenas "questãs". Quaisquer comentários serão lidos e possivelmente publicados na segunda, 16/09.

Antecipadamente grato a todos pelas visitas e participações, abraços a vocês e lhes desejo muita saúde e tudo de bom. Até breve.
FAB29
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Contemplar é preciso.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Desamparos

Amigos e amigas.
Não se pode negar que o maior intuito dos grandes parasitas é a absoluta dominação de sua humanidade hospedeira. Nada menor que sua total subserviência (a perfeita escravidão) irá lhes satisfazer. Para tanto, eles se valem de toda e qualquer atitude lesiva, nociva, opressora, degradante, etc, para garantir seu intento.

O tripé desse esquema é: Educação, Economia e Saúde. Criar todo tipo de dificuldade de acesso a estes três quesitos faz com que as pessoas restrinjam seus mundos, impedindo-as de evoluir. Os dois primeiros se resumem na ignorância da realidade e na fome pura e simples. O terceiro é mais insidioso: exaurindo as condições de acesso à plena saúde (principalmente pela nutrição), os grandes parasitas garantem que sua hospedeira não desenvolva defesas contra eles.

No texto abaixo (retirado daqui), podemos vislumbrar como tal esquema consegue afetar até a população da dita "maior economia do mundo". Leiam e constatem tal degeneração.
FAB29

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Na manhã do dia 7 de agosto deste ano, às 8:23, Brian Jones ligou para o serviço de emergência 911 e disse que ia se matar. A polícia ainda tentou fazer contato por telefone e enviou um robô com uma câmera. Era tarde demais. Os corpos foram encontrados em um dos quartos, com tiros, um do lado do outro. Ele tinha 77 anos e ela, 76. No local, os detetives encontraram bilhetes dele citando problemas de saúde da esposa e dizendo que não tinha dinheiro para pagar as dívidas médicas.

Noticiada em todo o país, a morte do casal provocou indignação em pessoas que se identificaram com a dificuldade de acesso à saúde e as dívidas astronômicas que podem ser contraídas mesmo por quem já paga um plano de saúde nos Estados Unidos. Um estudo publicado em março no American Journal of Public Health mostrou que, dos pedidos de falência feitos no país entre 2013 e 2016, 66,5% (parcela que representa 530 mil famílias) estavam ligados a problemas de saúde. “Somos um dos países mais ricos do mundo e não deveríamos deixar as pessoas chegarem a essa situação”, disse à piauí o xerife Bill Elfo, que acompanha as investigações do caso. 
Os Estados Unidos não têm um sistema universal de saúde, como o SUS no Brasil. O sistema americano é público-privado. O governo subsidia o seguro de alguns grupos específicos – Medicare para maiores de 65 anos e pessoas com deficiência e Medicaid para população de baixa renda –, mas mesmo esses grupos precisam pagar por medicamentos, hospital e tratamentos especiais. O seguro para idosos não cobre cuidados em casas de repouso, onde idosos e pessoas com deficiência recebem tratamentos específicos. O número de pessoas com seguro-saúde  aumentou muito após o então presidente Barack Obama aprovar a lei Affordable Care Act, também conhecida como Obamacare. Em 2010, 16% da população não tinha seguro; hoje são menos de 10%, ou 30,4 milhões de pessoas. O presidente Donald Trump vem cortando fundos para a divulgação e iniciativas para cadastro de novos beneficiários. Pessoas da família acreditam que eles tinham Medicare, mas o casal era bastante reservado e preferia não falar muito sobre essas questões.
Mesmo os programas públicos são realizados pelos planos dos seguros de saúde privados ou com algum nível de assistência deles”, explica Cheryl Camillo, pesquisadora americana na Universidade de Regina, no Canadá, que trabalhou no Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo dos Estados Unidos e no Departamento de Saúde e Higiene Mental do estado de Maryland. “Mesmo idosos que possuem Medicare ainda pagam o prêmio do seguro-saúde e coparticipação pela cobertura”, explica. Poucas operadoras de planos controlam o mercado, e, ao mesmo tempo, oferecem centenas de opções de planos, tornando a escolha difícil por parte do consumidor. Mesmo com Medicare, os pacientes precisam pagar o seguro suplementar de medicação. Sem esse seguro, o preço dos medicamentos fica ainda mais alto.
Os Estados Unidos são o país que gasta maior porcentagem do PIB (Produto Interno Bruto) em saúde (17,9%, segundo o Centro para Serviços de Medicare e Medicaid). Pesquisadores da Universidade de Harvard publicaram em 2018 um estudo comparativo do sistema de saúde americano com outros dez países que gastam muito com saúde, como Suíça, França, entre outros, e descobriram que, nos Estados Unidos, os valores pagos por remédios com receita e pela mão de obra são muito mais altos do que nesses outros países. Mas, mesmo assim, a expectativa de vida dos americanos é mais baixa que de outros países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) – resultado que pode estar associado às maiores taxas de pobreza e obesidade entre os americanos. Uma análise da instituição independente Kaiser Family Foundation realizada em agosto de 2019 mostrou que o gasto médio de uma família com saúde cresceu 18% nos últimos seis anos, passando de 6 571 dólares  em 2013 para 7 726 dólares em 2018. Já a inflação aumentou 8% e os salários, 12%. A maioria da população depende do seguro-saúde pago pelos empregadores.
Os altos custos da saúde nos Estados Unidos também vêm pesando mais no bolso de idosos e aposentados. Estudo publicado em agosto de 2018 no Jornal de Direito da Faculdade de Indiana mostrou um aumento de 204% de pedidos de falência pessoal para pessoas entre 65 e 74 anos de 1991 a 2016. Para pessoas acima de 75 anos, o aumento foi de 345%. A redução da renda na aposentadoria e os gastos exorbitantes com saúde são citados como alguns dos principais fatores para o número de falências de idosos ter mais que dobrado na última década. Segundo o estudo, os maiores gastos ocorrem com saúde: os idosos acabam pagando exames, medicamentos e outros gastos com cartão de crédito e isso faz as dívidas se acumularem com juros altíssimos. 
No Brasil, os idosos também são os mais penalizados pelos preços altos dos planos de saúde privados, e, sem condição de pagar, acabam saindo desses planos. Hoje, segundo o Ministério da Saúde, quase 80% dos idosos brasileiros não têm planos privados e procuram tratamento no SUS. Para quem, em qualquer idade, não pode pagar pelos planos, o atendimento universal do sistema público se transforma em opção viável, apesar das filas e dos problemas. O governo Bolsonaro tem falado em rever normas do SUS e, ainda que mantendo o acesso universal, previsto na Constituição, quer discutir conceitos como a equidade em saúde, que obriga o governo a fornecer medicamentos de alto custo. Em julho, o Ministério da Saúde rompeu contratos com laboratórios de produção de dezenove remédios distribuídos gratuitamente no SUS.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Raças Humanas

Amigos e amigas.
Urge ser ensinado nas escolas o que são espécies, raças e etnias. O esquema fomentado pelos grandes corruptores em degenerar o entendimento sobre isso está causando estragos indeléveis no seio da humanidade e está ajudando a transformá-la naquele amálgama amorfo onde "ninguém é de ninguém", sendo, assim, fácil de se moldar. Longe de ser um especialista, mas aqui, tenciono esclarecer alguns pontos básicos dessa questão.

A Antropologia define "etnia" simplesmente como uma "coletividade de indivíduos que se diferencia por sua especificidade sociocultural, refletida principalmente na língua, religião e maneiras de agir." Só no Brasil, há, p. ex., dezenas de etnias indígenas. Comecei por esta definição porque era mais simples de pôr termo e passar para os dois pontos principais. Já escrevi sobre diferenças raciais, que tantos tipinhos inúteis insistem por aí em negar que existem.

Diversidade é belo. Homogeneidade também.
As discussões inócuas que o 'politicamente correto' e asseclas adoram fomentar a respeito de raça (confundindo-a sordidamente com espécie) são propositadamente perniciosas! Tentam a qualquer custo eliminar tal conceito sempre que se vai referir a humanos, como se passasse uma borracha num simples rabisco. "Raça" ou "sub-espécie" é usado correta e perfeitamente para especificar as claramente diferentes comunidades, sociedades, grupos em geral que têm sua genética característica. A grotesca desculpa que a aceitação dessas diferenças genéticas gera preconceitos e outras convulsões sociais só tem eco nos cérebros de ameba (que não são poucos) ou seres de má índole. A eliminação que tentam criminosamente impor do conceito é que geraria um desastre. O termo "raça" não muda em nada a idiossincrasia das pessoas, a menos que se faça uma lavagem cerebral desde a infância, realizando uma odiosa campanha de separatismo ou de obliteração da ancestralidade.

Sigam os tópicos a seguir que compilei de uma dúzia de fontes para montar o post. Neles, procuro demonstrar a realidade e realeza das raças.

Espécie é um conceito fundamental da Biologia que designa a unidade básica do Sistema Taxonômico utilizado na classificação científica dos seres vivos. Trata-se de um conjunto de organismos semelhantes entre si, capazes de se cruzar e gerar descendentes férteis. Espécies mais aparentadas entre si do que com quaisquer outras formam um gênero.

Vejam: o gato-do-mato, encontrado em todas as florestas do Brasil, pertence a espécie Leopardus wiedii; a nossa jaguatirica, o maior entre os pequenos felinos silvestres brasileiros, pertence à espécie Leopardus pardalis; e o gato-do-mato-pequeno, o menor dos pequenos felinos silvestres brasileiros, pertence à espécie Leopardus tigrinus. Todos esses animais são de espécies diferentes, porque NÃO SÃO capazes de se cruzar entre si gerando descendentes férteis. Mas como estas espécies são mais aparentadas entre si do que com quaisquer outras, elas formam um gênero chamado Leopardus.
Para entendermos melhor as categorias taxonômicas, vamos utilizar como exemplo o reino Animal, tendo como referência o cão.

Ótimo resumo.

Vimos que a espécie "Cão doméstico" se destacou. Em seguida, podemos constatar dezenas de sub-espécies ou raças, que vão do chiuaua ao mastif napolitano. Respeitando-se as proporções, todas elas podem se cruzar e gerar descendentes férteis. Abaixo, a mesma idéia com os humanos. Resumidamente, temos o homem:

REINO: Animalia
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Primates
FAMÍLIA: Hominidae
GÊNERO: Homo
ESPÉCIE: H. sapiens


Vejamos a ramificação da família até chegar ao homem:
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Bem especificado
O mais próximo de nós é o chimpanzé, que possui 99,45% da nossa genética. Uma diferença geneticamente abissal, como a realidade deixa evidente. Entre as raças humanas, é dito que a diferença é de 0,01%, percentual aparentemente desprezível, mas geneticamente relevante a ponto de, por exemplo, se saber que há remédios para brancos que não funcionam em negros. Há cientistas que afirmam: essa "diferença microscópica" possibilitará em pouco tempo criar-se armas biológicas que diferenciarão grupos raciais. Ou seja, os grandes corruptores poderão controlar a "boiada racial" com mais facilidade.

Líbio, Núbio, Asiático e Egípcio
Tumba de Seti I - 13 séc. A/C
A primeira diferenciação conhecida de grupos humanos fundamentada em suas características físicas aparentes é, certamente, a dos antigos egípcios: Os Rot ou Egípcios, com cabelos crespos e pintados em vermelho; os Namou, amarelos com nariz aquilino; os Nashu, negros com cabelos crespos; os Tamahou, loiros de olhos azuis.

Mas a pontual colocação é: existem raças para todas as espécies de animais, porém o politicamente correto quer eliminar tais diferenciações em relação aos humanos, à guisa de mil preconceitos que afirmam sem nenhuma evidência advir dessa distinção.

Exemplo: por que os negros tem melhor capacidade de correr e saltar? Primeiro, menor percentual de gordura (logo, músculos ligeiramente mais densos); segundo, articulações e tendões um pouco mais amplos (ou seja, melhores alavancas); terceiro, mais facilidade de metabolizar o alimento; e quarto, seu organismo consegue gerar bastante proteína alpha-actinina-3, que alguns até chamam de "o gene da velocidade", proteína que as outras raças produzem bem menos e cerca de 25% dos brancos e amarelos sequer produzem. Conclui-se que, por toda essa característica genética, os negros se destacam grandemente no pedestrianismo e em provas de salto. Já os brancos são quase absolutos em competições de força (do tipo "O homem mais forte do mundo") e na natação.

Um cientista chegou a questionar se era justo colocar para competir numa corrida de cem metros todas as raças juntas, já que os negros têm essas vantagens genéticas, semelhantes a um doping. Outro cientista afirmou que há menos diferenças entre um lobo do Alasca e um cocker spaniel do que entre as raças humanas. Outros afirmam que as populações humanas descendem de grupos ancestrais que estiveram ISOLADOS uns dos outros há cerca de 50 mil anos. Assim, as raças não podem ter a mesma origem, sendo geneticamente diferentes. Resumindo: não descendemos todos daqueles macaquinhos que um belo dia resolveram descer das árvores e "chutar o balde", conseguindo, por isto, galgar as etapas da evolução.

E se tantos outros animais continuam quase idênticos ao que eram há milhões de anos (peixes, répteis, a baleia, a barata,...), como foi que só nós aceleramos e nos desenvolvemos de sobremaneira a mais que todos os outros? E foi naturalmente? Que sorte a nossa, não? Mas essa evolução está ameaçada:


Daí, para pior
Enquanto a agenda de degeneração das raças e dos valores morais iniciada e financiada pelos grandes parasitas continuar a pleno vapor, nosso presente continuará sentindo na pele suas funestas nuances. Reforçando a legenda da primeira imagem, viva a diversidade natural, baluarte da pujança e do poder da Criação. Tenha orgulho de ser o que é: branco, negro, amarelo, vermelho ou pardo. Você é único e divino, com enorme potencial para muitas coisas. Basta que encontre sua vocação e se dedique a ela com devoção, disciplina e perseverança. Esteja certo de que você, cuidando da própria vida e sendo pertinaz na busca do seu ideal e do seu ápice, será bem quisto na maioria dos lugares a que for.

Porém, jamais seja patético de querer ser querido por todos. Nem mesmo dois dos mais proeminentes seres humanos da História (Buda e Jesus) conseguem isso. Portanto, aprenda a se limitar à sua respectiva insignificância ou você será merecidamente tachado de BABACA e congêneres. E olhe que estou sendo muito bem educado.
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