OSHO (Filosofia Sufi)
· Você jamais poderá conhecer uma pessoa, pois ela é um processo infinito.
· Você jamais poderá conhecer uma pessoa, pois ela é um processo infinito.
· Uma pessoa que vive de olhos abertos jamais se entedia.
· Quando diz “Sim”, você atira uma pedra de amor, de aceitação, de entrega, num lago e os círculos que se formam atingem todas as fronteiras.
· Um mestre não ensina; demonstra. E quando ensina é para persuadir seu interlocutor a vir à sua janela, ver uma nova perspectiva.
· Sexo é sem envolvimento; Amor é compromisso. Sexo é feito entre dois estranhos; Amor é entre pessoas íntimas, com afinidades.
· A bondade é compreendida na superfície; mesmo o maior ignorante e o maior pecador podem ser bons. A compaixão é centralizada e vem diretamente do coração.
· Muitas vezes, já o feri; muitas vezes irei feri-lo e você ficará chocado. Muitas vezes, poderá ver em mim um inimigo. Mas não é intencional. A vida é assim. É natural.
· Você pode sonhar sonhos lindos e tornar-se imperador neles, mas não deixará de ser um mendigo.
· Aprender é experimentar e nunca repetir o mesmo erro, ficando alerta e consciente.
· O ego é como os ramos que, por estarem próximos do céu, esquecem-se do tronco que os sustenta e das raízes que os nutrem.
· O ego não está em uma pessoa, mas, sim, entre duas.
· Igrejas e missionários são entediantes. Eles conseguiram transformar palavras lindas como DEUS, AMOR, MEDITAÇÃO e ORAÇÃO em banalidades.
· Perto de um sábio, torne-se um vale para ser preenchido por sua experiência. Não seja o pico do ego.
· Quando se olha no espelho, não é você que está ali refletido, pois você não é o que é visto, mas aquele que vê.
· Quando se encontra com alguém, você começa a interpretá-la, a criar uma imagem a seu respeito. Essa imagem é sua.
· Você se apaixona pela imagem que faz de alguém, não pela pessoa em si. Quando a realidade surge, o conflito é inevitável.
· Marido e mulher não podem se enxergar, pois parecem mortos um para o outro. Eles se toleram, se arrastam. O mistério se perdeu.
· O mistério da vida não é para ser resolvido. Apenas vivido.
· Ao nascer, uma palavra é viva por uns momentos. Ouça-a, faça-a parte do seu ser. Se deixar para mais tarde, a perderá.
· Uma vez rotulada, você pensa entender uma coisa. Rótulo é engodo.
· A verdade não é conhecimento; é experiência. Não é algo que você aprende, mas, sim, que você se torna.
· Nada muda tanto quanto a Verdade. Por isso que ela é eterna.
· Queres conhecer a Verdade? Conheças a Inverdade, que é onde estás. A partir daí, começa a tua jornada.
· A Verdade não pode ser ensinada. A sede por ela, sim.
· Quanto mais você se tornar consciente e silencioso, melhor verá que a sociedade o está envenenando.
· A vida nunca foi velha. Ela é nova e original! Só sua mente é velha. É daí que você passa a sentir falta da vida.
· Tudo é único! Nunca foi antes; jamais será outra vez! Cada momento que você perde, o perde para sempre.
· Viva, interiormente, uma vida errante, desapegada, sem passado. Apenas este momento; ele, como um total, como se ele fosse tudo.
· Uma oração verdadeira é uma celebração, uma eternidade em si.
· Religião é o que se pratica dentro de si, em total solidão.
· Religião não é uma transmissão de rádio que pode não estar sendo ouvida por ninguém. Ela é uma carta pessoal a alguém especial.
· Religião é algo que nasce em você. O resto é seita. Seitas são como pegadas de alguém que não está mais ali, mas que você ainda as adora.
· As pessoas realmente religiosas nunca pertencem ao sistema. Elas são livres. Quando o sistema torna-se demasiado, a liberdade morre.
· A mente vem do passado; a consciência vem deste momento. A mente é tempo; a consciência é eternidade.
· No julgamento, está o crítico, não o amante. Existe lógica, não amor. Superficialidade, não profundidade.
· Conhecimento é coisa morta, acumulada; sabedoria é viva, em constante movimento. O saber é parte do ser; o conhecimento, não.
· No momento em que a mente reconhece alguma coisa, esta já não é a mesma. A mente segue acumulando pegadas mortas.
· A mente está sempre fechada na experiência passada e a vida, aberta para a experiência futura.
· As mentes negativas só recebem compaixão; as positivas, amor.
· O conhecido é morto, como a margem. O desconhecido é fluido como o rio. Por medo, você se agarra ao que é familiar.