Amigos e amigas.
Neste Brasil, ocorrem coisas insólitas, burlescas, patéticas, dantescas, hipócritas,...! Em TODAS ELAS, a principal (quase única) vítima é o povo. Ele sofre, suporta, sustenta, reclama, paga, se exaspera, se mata,... TUDO ISSO ESSENCIALMENTE CALADO!! Quando a coisa extrapola o dobro do limite, ele reage explosivamente, causando muitos danos A SI MESMO, não afetando quem o parasita.
A reação mais comum é a depredação do patrimônio público ou de utilidades públicas, como ônibus e metrô. Há as greves, que paralisam escolas, hospitais, trânsito,... daí, mais transtornos ao povo.
O último requinte de crueldade inventado pelos belos inúteis encarregados de governar, legislar e julgar foi proibir as sacolinhas plásticas no comércio, com a explicação (ou desculpa esfarrapada!) que é necessário contribuir com a não-poluição do planeta.
Por que escrevi "DESCULPA ESFARRAPADA"? Pelo simples motivo que, se o plástico das sacolinhas é nocivo ao meio ambiente, TODOS OS SIMILARES também são: as garrafas PET, as caixinhas de leite longa vida, os maços de cigarro (e as bitucas), os copinhos de iogurte, as fraldas descartáveis, os "modess" e "ob" da vida, etc.
E eu pergunto: QUEM VAI PROIBIR a Coca-cola, a Parmalat, a Philip Morris, a Danone, a Procter & Gamble, etc, de continuar produzindo e comercializando seus produtos 'poluidores'? Ou, ao menos, convencê-las a encontrar 'alternativas ecológicas', a despeito dos bilhões de dólares necessários para pesquisa e produção de recepientes biodegradáveis?
Não sei se mais me decepciona ou me causa asco essas atitudes desses "aspones" que controlam (ou mais DESCONTROLAM) a vida pública. É mais do que claro que isso e tudo o mais de ruim e nocivo para a humanidade é financiado pelos grandes corruptores, que precisam manter seu 'gado' sob máximo controle, com a canga bem apertada e a rédea curta. Quanto menos estudo, informação, paz, liberdade, união, conhecimento e saúde, mais fácil de lidar com as massas 'zumbizadas'.
A última coisa que quero na vida é pegar em armas. Por isso, precisamos de uma "SILENCIOSA GUERRA CIVIL" para mudar as bases da idiossincrasia apodrecida do povo. Penso que o primeiríssimo passo é investir na união. Aquela já desgastada e quase bufa frase "O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!" é a síntese dessa necessidade premente. Dentro dessa união, facilmente brotariam a confiança, o bem querer e o progresso. Daí, "pegando gosto pela coisa", tudo seria mais simples e a evolução seria patente. E o melhor de tudo: a dependência de um poder central sumiria em pouquíssimo tempo!
Eu creio (e sempre crerei) que é possível. Mas a guerra contra esse estado de coisas seria a mais longa da história, mas, certamente, seria a mais doce e retumbante vitória do ser humano.
FAB29