Amigos e amigas.
Entre tantas carências que grassam pela humanidade, a falta de liberdade é uma constante. O "politicamente correto" é imposto a todo instante. Até contar piadas está sujeito à censura e outras excrescências similares.
Li uma notícia recentemente e vi que era necessário passá-la pra frente, num laivo de esperança que começa a brotar nesse negrume ditatorial da "Grande Mídia" e da "Nova Ordem Mundial".
Vejam que interessante! Que ela se alastre!
Durante 102ª Sessão do Comitê dos Direitos Humanos ocorrida em Genebra entre 11 e 29 de julho de 2011, a comissão decidiu claramente que a negação do holocausto pertence ao direito fundamental da humanidade de expressar livremente seu pensamento e não deve ser perseguida criminalmente!
No artigo nº 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, temos o seguinte texto:
“Todo o homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios, independentemente de fronteiras.”
Aqui não deveria haver mais dúvida quanto a este direito básico do ser humano. Todavia, diante das inúmeras perseguições contra historiadores, engenheiros, juristas, técnicos, professores e outros pesquisadores do suposto holocausto judeu, a ONU parece ter sido compelida a publicar algumas explicações sobre o artigo 19 em seu mais recente comentário de nº 34, nota 49:
“49 – Leis que penalizam a expressão de opinião sobre fatos históricos [116] são incompatíveis com a obrigação que a Declaração impõe aos países membros em relação ao respeito à liberdade de opinião e de expressão. A Declaração não permite a proibição geral de expressões a respeito de uma opinião errônea ou uma interpretação incorreta de eventos passados. Restrições da liberdade de opinião nunca devem ser impostas e no que diz respeito à liberdade de expressão, não deve ir além do que está previsto no parágrafo 3 ou exigido no artigo 20.”
E quais seriam estes fatos históricos? A menção da nota de rodapé nº 116 não deixa margem para qualquer questionamento.
“Assim denominadas “leis da memória”, veja Faurisson v. França, nº 550/93” [Nota 116 do Comentário Geral nº 34 do comitê dos Direitos Humanos da ONU, 21/07/2011]"
Robert Faurisson é um revisionista histórico que há mais de 40 anos afirma sobre a inexistência das câmaras de gás na 2ª guerra. Ele dizia: "Até 1960, eu acreditei na realidade desses massacres gigantescos nas câmaras de gás." Mas, indignado com a hipocrisia e ganância sionista, que lucrava (e ainda lucra) bilhões com o dito holocausto, até hoje palestra pelo mundo em busca da verdade e justiça históricas.
Podemos duvidar e contestar tudo neste mundo, mas o holocausto da 2ª guerra parece intocável. Na Europa, é crime contestá-lo. A ditadura velada da "Nova Ordem Mundial" precisa ser combatida. Precisamos ser senhores de nossas vontades e atitudes. Não permita que coloquem um cabresto em você.
Liberdade de ser, agir e pensar! O quanto antes!
FAB29