Amigos e amigas.
Encontrei uma reportagem do "Guardian" de 03 de maio de 2013, mostrando o retorno do judeu revisionista David Cole.
Traduzi boa parte do artigo e coloco para vocês verem o que ele fez nesses anos de anonimato e o que os sionistas fizeram contra ele pelas suas próprias palavras. Principalmente sobre sua famosa "retratação".
Boa leitura.
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"(...) Havia apenas um problema.
Stein não era quem dizia ser. Seu nome verdadeiro pôde ser revelado pela primeira
vez publicamente - um círculo de confidentes só descobriu a verdade
recentemente - como DAVID COLE. E, sob esse nome, ele foi uma vez um
revisionista do Holocausto que questionou a existência de câmaras de gás
nazistas. Ele mudou de identidade em janeiro de 1998.
"Foi
quando David Cole expirou oficialmente", disse
ele ao Guardian em uma entrevista esta semana.
"Esse foi o fim de Cole. Ou assim pensava eu. Foi quando David Stein foi
trazido a este mundo. Por
15 anos, eu fui David Stein. Agora, o gênio está fora da garrafa. Eu estou
farto. Estou acabado. Eu não vou tentar permanecer como David Stein.”
A descarada reinvenção de
Cole como um networker comentarista social e político enganou alguns denominados políticos conservadores, cineastas, jornalistas e emissoras que não
tinham nenhuma pista sobre seu passado. A briga com um amigo o levou a ser
desmascarado em seu círculo social há duas semanas, quando a um grupo de
ex-apoiadores foram mostrados clipes incendiários de Cole no YouTube e - até
então esquecidas - aparições na televisão na década de 1990.
Como um jovem combativo com cabelo preto despenteado, ele foi um dos convidados mais difamados nos
bate-papos hospedados por Phil Donahue, Montel Williams e Morton Downey, entre
outros, e foi descrito como um neo-nazista.
"Meus amigos estão horrorizados",
disse Cole, agora aos 44 anos e com cabelos grisalhos. "Eles ligaram e
mandaram emails para perguntar se era realmente eu. Os
tipos de Hollywood são os mais feridos agora, porque eles poderiam ser
prejudicados por isso. Estou sentindo uma certa quantidade de culpa."
O desmascaramento chocou e
irritou uma pequena comunidade conservadora de Hollywood, deixando seus grupos
no Facebook em chamas e levando a reuniões de emergência.
Alguns dos amigos de
outrora de Stein/Cole são figuras da mídia com blogs, colunas de jornais e
programas de rádio sindicalizados. Eles colocaram uma tampa sobre a história.
Nem uma palavra foi publicada ou divulgada. "Quando
as pessoas descobriram quem era, 'Oh meu Deus, vá para longe dele!’.
Houve um debate sobre se todos iriam se ver culpados por associação",
disse um artista da indústria de entretenimento, um membro do Partido
Republicano Animal, que pediu anonimato. (...)
Uma razão adicional para
tentar conter a história, disse o artista, era privar Cole de maior destaque.
"Ninguém quer dar-lhe a
satisfação de fazer ele se sentir maior do que ele realmente era."
Cole, e meia dúzia de
antigos amigos e conhecidos entrevistados para este artigo, salientam que
ninguém suspeitava do seu segredo e que ninguém deveria ser solapado em seus
pontos de vista.
Cole, que insiste ser um
verdadeiro conservador, disse que sua traição iria triturar tudo o mais, porque
os conservadores em Hollywood são uma "minoria perseguida", que deve
esconder suas convicções políticas dos liberais intolerantes que dominam o
setor: “Eu não os culpo por me abandonarem. Todo
mundo está morrendo de medo. Eles não querem que isso vá além do Facebook.”
Cole concordou em atender
ao "Guardian", a fim de dar o seu lado da história. Ele estava triste por ter
sido revelado e irônico sobre o seu futuro. "Eu
não espero muitas pessoas na minha festa de aniversário este ano",
disse ele.
Nascido em 1968, em Los Angeles,
de pais judeus liberais de mentalidade secular, o pai de Cole, Leon, era um
médico que se tornou polêmico por receitar Demerol para Elvis Presley. "Ele foi acusado de introduzir Elvis nas
drogas, de matar Elvis." Cole não foi para a
universidade - "Eu
queria começar a trabalhar" - mas na década de 1980, ele
ficou fascinado pela ideologia política, especialmente o trabalho de
estudiosos, então conhecidos como “Revisionistas do Holocausto”.
Ele se convenceu de que,
em alguns pontos, eles estavam certos e que, como judeu, ele iria realizar uma
busca quixotesca para "corrigir" o registro histórico, argumentando
que Auschwitz não era um campo de extermínio, na forma de Treblinka, Sobibor,
Chelmno e Belzec - que ele reconhecia fazer parte de um programa de genocídio
contra judeus poloneses; que o holocausto terminou em 1943, quando os nazistas
perceberam que precisavam dos judeus como trabalhadores em suas fábricas; e que
não havia um plano abrangente, genocida. (...)
O jovem Cole tornou-se uma
celebridade famosa, o traidor judeu, transportado de estúdio para estúdio,
alegremente colidindo com historiadores e representantes judeus. No entanto,
ele ficou desconfortável quando supremacistas brancos e radicais islâmicos se
apropriaram do seu “trabalho",
disse ele, e ele parou com aparições públicas após o atentado de Oklahoma City,
em 1995.
Outro fator foi a ameaça
de morte por parte da Liga de Defesa Judaica, um violento grupo militante. Em
janeiro de 1998, querendo começar de novo, Cole escreveu uma carta para o JPL, se
retratando de suas opiniões.
A ameaça foi levantada. Cole,
com sua credibilidade retalhada em todos os lados, adotou o nome de Stein,
escolhido porque era simples e curto, disse ele. Somente alguns amigos íntimos
sabiam o segredo.
“A retratação
era falsa.”, disse ele. Cole ainda hoje desafia as ‘verdades do
Holocausto’ estabelecidas, incluindo a certeza sobre as câmaras de gás
nazistas. "O melhor palpite é que houve câmaras de gás. Mas
ainda há muita nebulosidade sobre os campos. Eu não mudei a minha opinião. Mas
eu lamento não ter a facilidade com a linguagem que eu tenho agora. Que eu era
apenas uma criança", disse ele esta semana.
Como Stein, no entanto,
ele protegeu seus pontos de vista, e não apenas durante a fase seguinte da
odisseia de sua carreira: o fabricante de respeitáveis documentários convencionais
sobre o Holocausto. Ele sabia do assunto, precisava de uma renda e as escolas e
universidades americanas tinham orçamentos para contratar tais projetos. Ele
disse: "Eu dei ao
público mainstream o que eles queriam."
Ao mesmo tempo, ele
começou a escrever artigos de opinião usando Stein e outros pseudônimos,
expressando o que ele dizia sobre o fervor crescente de uma política externa
beligerante, um Israel forte e da política social conservadora. Posts em seu amargo blog foram apanhados por agências de notícias tradicionais.
Quando Barack Obama foi
eleito presidente em 2008, Cole percebeu a oportunidade. Inspirado pela marca
do escritor PJ O'Rourke, ele disse que lançou o Partido Republicano Sensual, um
círculo de rede para os libertários e conservadores sociais que prometia ‘pimenta’
- "mulheres com pouca roupa, bebida, diversão, música alta" -
mas não muito. Não haveria cocaína ou ilegalidade. (...)
Foi um sucesso.
Congressistas como Thaddeus McCotter e Mike Kelly participaram de eventos, assim
como luminares neo-con, como Frank Gaffney. A festa de verão Hollywood
Boulevard 2011 incluiu Larry Elder, um apresentador de rádio sindicado; Bill
Whittle, um comentarista e roteirista; Stephen Kruiser, um comediante; Lloyd
Lee Barnett, um artista de efeitos visuais para Avatar; Nick Searcy, um ator; e
William Sachs , um diretor. Outros convidados de Hollywood mantiveram suas
participações em tais eventos discretas, para evitar o rótulo de conservadores.
O erro de Cole, disse ele,
foi confiar o seu segredo a um amigo com quem ele brigou. O amigo foi
"central" e o revelou para o seu círculo conservador.
Sitiado pelos seguidores
exigindo respostas, Cole na semana passada fechou grande parte de sua presença
on-line e se retirou da vista. Um bilhete de despedida em seu blog anunciou o
fim do seu envolvimento com o Partido Republicano Sensual, dizendo que ele tinha
sido "assassinado" por
"um jovem extremamente vingativo". (...)
Scott Edwards, um homem de
negócios baseado em Oregon, disse que ele fundou Partido Republicano Sensual em
2009 e que Cole, dizendo ser um figurão de Hollywood, assumiu o site e estava
envolvido na organização de apenas alguns eventos. "Ele nunca liderou o grupo. Coisas começaram a acontecer nos bastidores
para que eu o expulsasse em fevereiro de 2012." Cole, no entanto,
continuou controlando o site, contatando e organizando eventos sob a
bandeira do Partido Republicano Sensual até o mês passado.
Especialistas do
Holocausto e os grupos judaicos que se lembravam do Cole da década de 1990
expressaram espanto por ele ter ressurgido e ainda professado o revisionismo do
Holocausto.
Michael Shermer, um historiador
que publica a revista Skeptic, disse que a visão de Cole sobre o Holocausto era
simplista e parecia destinada a criar controvérsia.
Shermer debateu e
entrevistou Cole várias vezes em sua juventude. "Achei que ele era muito inteligente e simpático em algum nível, embora
um pouco irritante. Mas ele era
esperto demais para seu próprio bem. Ele não tinha formação como historiador.
Tive a impressão de que ele gostava de agitar as coisas apenas para infernizar,
para ser um do contra por uma causa contrária.”
O rabino Abraham Cooper,
diretor associado do Centro Simon Wiesenthal, disse que a visão de Cole sobre o
Holocausto já não podia ser atribuída à ingenuidade juvenil. "Estou muito decepcionado por alguém que
abusou de sua condição de judeu para conseguir seus cinco minutos de fama ainda
estar de pé com suas mentiras. É nojento e o coloca no campo da intolerância."
Eu sei que vc vai dizer que é tudo falso. Mas, posto só pra mostrar como vc é filho da puta.
ResponderExcluirhttp://holocaustcontroversies.blogspot.de/2010/10/mass-graves-and-dead-bodies.html
Caro Ninguém.
ExcluirSó digo que algo é falso quando não se consegue provar sua veracidade.
Essa pilha de fotos mostrando milhares de cadáveres são reais, sim. Afinal, tratou-se de uma grande guerra com milhões de mortos por diversos meios (não incluo câmaras de gás ou eletrocussões em série).
Nessas fotos, vemos corpos exumados (Vilna, Cracóvia, Varsóvia, etc), várias covas coletivas, cadáveres e mais cadáveres. Pergunto: quantos são comprovadamente de judeus (a foto 1.108 afirma que até aqueles OSSOS são de judeus!!)? Quantos já foram necropsiados para se determinar a "causa mortis"? Quantas dessas mortes foram de fato causadas por alemães?
Resumindo: imagens para comover o povinho, vitimizando o povo judeu. E legenda aceita qualquer coisa. Mas valeu o link para registro. Que tal falar do post, agora?
PS - Tem as fraudes, tipo a 1.8, mas quem liga, né?
Idiota das fotos,
ExcluirEstas fotos são uma farsa,podemos basear no garoto de Varsóvia,neste link:
http://www.ihr.org/jhr/v14n2p6.html
Eu ainda digo que grande parte das fotos são verdadeiras, mas todas usadas mal e porcamente pela hipócrita propaganda de guerra sionista até hoje.
ExcluirO problema é que não faltam comodistas, alienados e imbecis que ajoelham no milho por essa sordidez.
No dia 18/07 tal artigo já havia sido vinculado no inacreditável na tribuna livre, a mesma que vc. usa para divulgar vosso blog, seria bom e saudável citar as fontes.............................
ResponderExcluirO link no Inacreditável remetia ao artigo do "Guardian". Esta é a fonte que traduzi e eu a cito no início do post.
ExcluirSeria bom e saudável você citar seu nome.