Amigos e amigas.
Hoje, 27/01/2015, data para se relembrar: comemora-se a "libertação do campo de extermínio de Auschwitz" pelos aliados. Ou daqueles prisioneiros que preferiram ficar lá para serem "salvos" pelos "amigos" bolcheviques. Segundo a testemunha-mor do holocausto, Elie Wiesel, que relatou em seu 'besta seller' "A noite", milhares preferiram fugir com seus "carrascos". Relembrando:
“‘- O que faremos, pai?’ Ele estava perdido em suas meditações. A escolha estava em nossas mãos. Por uma única vez, podíamos decidir por nós mesmos o nosso destino. Ficamos os dois no hospital, onde eu podia fazê-lo entrar como doente ou como enfermeiro, graças ao meu doutor; ou então, seguir os demais (junto com os alemães, que iam fugir dos russos). (...) ‘- Vamos sair com os outros!’ – eu lhe disse.” (...) "Os primeiros blocos puseram-se em marcha. Nós esperávamos. Tínhamos que esperar A SAÍDA DOS CINQUENTA E SETE BLOCOS que nos precediam.” Pág. 113, 114 e 115 (Mais detalhes do livro aqui.)
| O 1º livro "revisionista" do holocausto |
Hoje, a grande podre mídia está "desenterrando zumbis" para reforçar toda a historiografia dantesca que moldou a aura do holocausto, especialmente a de Auschwitz. Vocês, queiram ou não, se fartarão com dezenas de notícias em todas as mídias. Porém, percebe-se que há sutis diferenças do que sempre foi dito até o início deste século. Exemplos: o número de assassinados em Auschwitz (antigamente, era de 4 milhões) está em "cerca de 1,1 milhão de pessoas" enquanto as placas alusivas no local marcam 1,5 milhão. 400 mil de diferença não é nada pouco. Em outro post, falam que "os nazistas assassinaram cerca de 5,5 milhões de judeus". O mítico número 6 começa a oficialmente se esboroar.
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| Oficial anterior (até 1993): 4 milhões. |
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| Oficial atual: "cerca de 1,5 milhão". |
Daí, precisamos reforçar as discrepâncias notórias e sensíveis entre os depoimentos das "testemunhas fidedignas". Enquanto a maioria afirma que as câmaras de gás movidas a pesticida eram a principal arma para exterminar prisioneiros, Wiesel escreveu que eram verdadeiros 'holocaustos' em valas crematórias:
"Não longe de nós, de uma fossa, subiam chamas, chamas
gigantescas! Alguma coisa estava sendo queimada ali. Um caminhão se aproximou
do buraco e despejou sua carga: eram criancinhas. Bebês! Sim, eu vi, vi com
meus olhos... Crianças nas chamas”. 'A noite' - pág. 52
| Câmara de gás de Auschwitz |
Nunca sequer citou as câmaras de gás. Outra coisa que causa espécie são os exageros para os quais a Física e a Química torcem o nariz. Vejam os números da "sobrevivente" Olga Lengyel:
"Em seu
livro "Five chimneys" ("Cinco chaminés", Londres,
1959), olga lengyel diz ser uma ex-prisioneira de auschwitz e afirma que o
campo cremava “720 corpos por hora, ou 17.280 corpos a cada 24 horas”. Ela também afirma que, em adição, 8.000 pessoas eram queimadas todos os
dias em “covas coletivas da morte”, portanto, “em números redondos, cerca de 24.000 corpos eram destruídos todos os dias.” (p. 80-81). Isto dá uma taxa anual de mais de 8,5 milhões. Portanto,
entre março de 1942 e outubro de 1944, Auschwitz teria finalmente destruído
mais de 21 milhões de pessoas."
Mais exageros e desencontros:
"Havia quatro câmaras de gás subterrâneas; duas grandes cada uma acomodando 2000 pessoas, e duas menores, cada uma acomodando 1600 pessoas. (...) Cremar duas mil pessoas levava cerca de 24 horas nos cinco fornos. Geralmente, só conseguíamos cremar cerca de 1700 a 1800 pessoas". [Rudolf Höss, comandante de Auschwitz, em depoimento a Leon Goldensohn na prisão de Nuremberg em 08/04/1946]
http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/inferno/home.html
"Em Birkenau, havia três crematórios, cada um com uma câmara de gás. Neles podiam ser cremados até 4.756 cadáveres por dia, segundo documentos das SS".
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia/holocausto-pelo-menos-11-milhao-de-judeus-foram-mortos-em-auschwitz.htm
"Em Auschwitz, os nazistas liquidavam 2 mil pessoas em pouco mais de 15 minutos. Trancavam-se os condenados em câmaras escuras, enquanto o gás começava a penetrar no ambiente vindo do chão."
http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/holocausto-atrocidades-nazistas-434440.shtml
http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/holocausto-atrocidades-nazistas-434440.shtml
Temos aqui a
palavra do patologista Dr. Charles Larson que realizou milhares de necropsias
em vítimas dos campos de concentração da 2ª Guerra. Ele afirma que nenhum dos
que ele examinou morreu envenenado por gás. O que mais impressiona é que em
Auschwitz havia oficialmente muitas regalias aos prisioneiros: enormes cozinha
e refeitório, biblioteca, hospital, dentista, teatro, cinema, aulas de
arte, piscina e até um bordel! Veja detalhes aqui. Ah, tinha até ala infantil. Como os alemães conseguiram
conciliar o notório 'maior extermínio sistemático da História' com isso tudo?
Tão eficientes nos dois extremos a ponto de conseguirem enganar a Cruz
Vermelha, cujo relatório sobre o campo não mostrou nada de nada sobre
extermínios? Veja aqui
trechos desse relatório.
E pensar que nenhum dos três maiores nomes aliados da 2ª Guerra (Churchill,
Roosevelt e DeGaulle) escreveu sequer uma palavra sobre as câmaras de gás
alemãs em suas biografias que, somadas, dão mais de 7 mil páginas. Acharam
irrelevante?
Enfim, apesar de tantas nebulosidades acerca da
historiografia 'holocáustica' e de haver centenas de coisas muito mais
prementes para serem resolvidas modernamente, temos que aturar novamente cargas
emocionais provindas dessas tantas testemunhas e registros 'oficiais'. No dia
em que houver liberdade para se investigar e debater a fundo a 2ª Guerra e o
holocausto, estou certo de que todas essas homenagens serão substituídas por
novos julgamentos e a reescrita da História.
Bom, ao menos, sonhar é permitido e grátis.
FAB29.

