Amigos e amigas.
É pública e notória a crença de que o povo judeu foi "eleito por D'us" e, a partir desta premissa, todos os outros povos estão abaixo dele. Em suma: o judeu pode e os não-judeus devem.
Vejam abaixo trechos de ensinamentos, declarações e afirmações feitas por proeminentes rabinos e figuras ilustres das tradições judaicas que compõem o Talmud.
É impossível, penso eu, permanecer passivo e alheio a tanto mal querer. Extraído daqui. E se quiserem ver bem mais, vejam AQUI.
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| "Sanhedrin 57a. Quando um judeu mata um gentio ("Samaritano"), não haverá pena de morte. O que um judeu roubar de um gentio, ele poderá ficar". |
Por Michael A. Hoffmann
Crianças
não-judaicas são sub-humanas.
Yebamoth 98a.- Todas as crianças
gentias são animais
Abodah Zarah 36b.- Garotas
gentias estão em um estado de niddah
(imundície) desde o nascimento.
Ataques
do Talmud a cristãos e livros cristãos.
Shabbat 116a.- Judeus devem
destruir os livros dos cristãos, p.e., o Novo Testamento: “Os livros dos minim (cristãos) não poderão ser salvos do fogo, pois devem ser queimados.”
Prof. Israel Shahak relata que os
israelenses queimaram centenas de bíblias com o Novo Testamento na Palestina
ocupada em 23 de março de 1980.
Ensinamentos
doentios ou insanos do Talmud.
Abodah Zarah 22a-22b.- Gentios
preferem sexo com vacas.
Yebamoth 63a.- Declara que Adão
teve intercurso sexual com todos os animais do Jardim do Éden.
Abodah Zarah 17a.- Declara que não
há uma prostituta no mundo que o sábio talmúdico Rabbi Eleazar não tenha com
ela mantido relações.
Gittin 69b.- Para curar a doença
da pleurisia (“catarrh”), um Judeu deveria “pegar
o excremento de um cachorro branco e misturar com bálsamo, mas se ele puder possivelmente evitá-lo, ele não deveria comer o excremento de um cachorro que perdeu os membros."
Pesachim 111a.- “É proibido para cachorros, mulheres ou
palmeiras estarem entre dois homens, nem podem outros caminhar entre
cachorros, mulheres ou palmeiras. Perigos especiais são envolvidos se as mulheres
estão menstruando ou sentadas em um cruzamento.”
Abodah Zarah 70a.- Um rabino diz
não haver razão para preocupação que o vinho seja permissível para uso judaico,
porque a maioria dos ladrões em Pumbeditha, o lugar de onde o vinho foi roubado,
é de Judeus (também em Rosh Hashanah 25b.)
Dr. Israel Shahak e seu
co-autor, Prof. Mezvinsky, qualificam essa injunção desta forma: “O Halacha permite que os Judeus roubem
não-Judeus naqueles locais onde Judeus são mais fortes que os não-Judeus. A
Halacha proíbe os Judeus de roubarem não-Judeus naqueles locais onde os
não-Judeus são mais fortes.” (Jewish Fundamentalism in Israel, op. cit. p.
71)
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| Dizem que tais "opiniões" são exceções... |
Ódio
aos gentios.
Kiddushin 66c.- Os melhores dos
gentios devem ser mortos. (Também em Soferim 15, regra 10, pelo Rabbi Simon ben
Yohai)
A injunção acima do Rabbi Simon
ben Yohai permeia o Judaísmo. Israelenses anualmente tomam parte em uma
peregrinação nacional ao túmulo do Rabbi Yohai, para honrar o rabino que
defendeu o extermínio de não-Judeus.
Essa obsessão com o corpo do
Rabbi Simon ben Yohai está no centro da peregrinação, que ocorre na primavera,
coincidindo com Lag b’Omer, que comemora a revolta de Bar Kochba contra os
romanos, cerca de 132-135 D.C., a partir do qual sobrevêm o aparente cânon da
“doutrina do Holocausto judeu de que ‘um terrível massacre de mais de meio
milhão de judeus’ se sucedeu”.
No propositado túmulo do Rabbi
Yohai, dez milhares de Judeus Khazares e Sefarditas reúnem-se para receber
“emanações” de seu corpo.
“Um milhão de árabes não valem a unha de um Judeu.” (Rabbi Yaacov
Perrin, NY Times, 28 de fevereiro de 1994, p. 1)
Yebamoth 61a.- [Ezequiel 34, 31] "Vocês são chamados homens (Adão), mas os idólatras não são chamados homens (Adão)".
Em Berakoth 58a., o Talmud usa
Ezequiel 23, 20 como prova do status sub-humano dos gentios. Também ensina que
quem quer que (mesmo um homem Judeu) revele esse ensinamento talmúdico a
respeito dos não-Judeus merece a morte, desde que revelando-o torne os Gentios
irados e cause a repressão do Judaísmo.
A citação talmúdica dessa
passagem de Ezequiel como uma “prova textual” causa espécie, haja vista que a
passagem não prova que Gentios sejam animais. A passagem de Ezequiel somente
diz que alguns egípcios tinham grandes órgãos genitais e copiosas emissões.
Isso não prova de nenhuma forma ou mesmo conota que os egípcios fossem
referidos na Bíblia como animais. Novamente, o Talmud falsifica a Bíblia por
meio de interpretação distorcida.
O professor rabínico Moses
Maimonides (“Rambam”) é honrado no Judaísmo como um “sábio” supremo da mais
alta estatura.
| Moses Maimonides - Rambam (1138-1204) |
Moses Maimonides é considerado
o maior codificador e filósofo na história Judaica. Ele é freqüente e
carinhosamente referido como o Rambam, relativo às iniciais do seu nome e
título, Rabenu Moshe Ben Maimon, “Nosso Rabbi Moses, filho de Maimon.”
De acordo com a introdução do
livro Maimonides Principles, p. 5 (editado por Aryeh Kaplan, União da
Congregação dos Judeus Ortodoxos da América), Maimonides gastou doze anos
extraindo toda decisão e lei do Talmud, e dispondo-as todas em 14 volumes
sistemáticos. A obra foi finalmente completada em 1180, e foi chamada Mishnah
Torah, ou “Código da Torah”.
Eis que Maimonides ensinou
exortando não salvar as vidas das pessoas, especialmente as vidas dos Gentios
e Cristãos, ou mesmo de Judeus que ousavam desafiar a “inspiração divina” do
Talmud:
“Conseqüentemente, se nós vemos um idólatra (gentio) sendo arrastado ou se afogando no rio, nós
não deveríamos ajudá-lo. Se nós vemos que sua vida está em perigo, nós não
devemos salvá-lo.” O texto hebraico da edição de
1981 de Feldheim, do Mishnah Torah, diz a mesma coisa.
Em seus escritos, Maimonides
ensinava que Cristãos deveriam ser exterminados. Imediatamente depois da
advertência de Maimonides que é um dever para Judeus não salvar um Gentio se
afogando ou perecendo, ele nos informa do dever talmúdico dos Judeus aos
Cristãos, e também aos Judeus que negam o Talmud. Maimonides, Mishnah
Torah (Capítulo 10), p. 184:
“É um mitzvah [dever religioso], porém,
erradicar traidores Judeus, minim e apikorsim e fazê-los descer até o buraco da destruição, na medida
em que eles causarem dificuldades aos Judeus e inclinarem as pessoas para longe de
Deus, como fez Jesus de Nazaré e seus estudantes, e Tzadok, Baithos e seus
estudantes. Possa o nome dos maus apodrecer.”
O comentário do editor Judaico
acompanhando o ensino precedente de Maimonides, declara que Jesus era um
exemplo de um min (plural: minim). O comentário também declara que os
“estudantes de Tzadok” eram definidos como aqueles Judeus que negam a verdade
do Talmud e que sustentam somente a lei escrita (em outras palavras, o Antigo
Testamento).
| O crime dessa senhora: ser palestina. |
Racismo judaico.
A Kabbalah ensina que a presença do Skekhinah
divino no mundo é exclusivamente devido à existência do povo Judeu.
As tradições orais dos antigos decretam que o
estudo para toda a vida da tradição rabínica não é somente um meio para ficar
mais íntimo de Deus; é um meio de se tornar Deus. De acordo com o Talmud, o
próprio Deus é um estudante das tradições dos rabinos – “Ele estuda o Talmud
três vezes ao dia.”
Cabalismo é imbuído com um elemento homicida pela
virtude de sua lendária origem com Rabbi Simon ben Yohai, que, de acordo com a
crença tradicional, é o autor do Zohar, o principal texto do misticismo
Judaico. Justamente antes de sua morte na Galiléia, ele revelou a alguns de
seus estudantes alguns dos maiores segredos da Kabbalah. Como registrado na
seção precedente do Talmud, Simon ben Yohai é o rabino que proclamou que “Mesmo
o melhor dos gentios deveria ser morto.”
A Kabbalah e seus devotos exibem pelo menos o mesmo
grau de hostilidade fanática rumo aos não-Judeus, como faz o Talmud.
“Um muito respeitado Cabalista dos anos de 1500 (foi) Issac
Luria, cujo Etz Chaim (“árvore da vida”) discute o olam
ha-tobu (“reino da confusão” – o mundo sub-humano não-Judaico) e
olam ha-tikkun (“reino da restauração” – o paradisíaco império mundial
sionista a vir)...” (Grimstad, op. cit. p. 252)
Tishbi continuou a citar adiante a obra de Vital em
enfatizar o ensinamento cabalístico de Isaac Luria de que não-Judeus são
satânicos: “As almas dos não-Judeus vêm inteiramente da parte feminina da
esfera satânica. Por essa razão, as almas dos não-Judeus são chamadas más.”
(Yesaiah Tishbi, Torat ha-Rave-ha-Kelippah be-Kabbalat ha-Ari “A teoria do
mal e a esfera satânica na Kabbalah”; 1942)
Pois é, como o famoso rabino judeu, Maimonides, aclamado
por muitos cristãos que defendem o sionismo como "o grande
homem de Deus", encoraja judeus a matar todos os gentios especialmente
cristãos, muçulmanos, palestinos, negros, etc... No Talmud (Hilkoth Akrum,
X, 1), Maimonides diz: "Não tenha piedade por eles. Não demonstre
nenhuma compaixão. Então, se você vê um se afogando, não vá ajudá-lo (...) é
seu direito matá-lo pelas suas próprias mãos, empurrando-o para o inferno ou
por outra forma."
O tratamento monstruoso e bárbaro que é dado por
Israel para Palestinos e outros árabes feitos prisioneiros é facilmente
entendido quando visto aos olhos do Talmud, que determina que "hereges e traidores" sejam assassinados sem demora (Abhodah
Zarah, 266) e os não-judeus feitos prisioneiros podem ser mortos "mesmo
antes que eles confessem (...) quanto mais rápido, melhor."
(Choschen Hammischpat, 388, 10).
O Talmud é cheio de expressões que retratam os
judeus como a "raça master escolhida por Deus (Moloch)" e
denigre todas as outras raças como sendo lixo e porcaria. Ele alerta os judeus
para ficarem longe dos cristãos, porque cristãos são "sujos" e
"assassinos".
Por outro lado, um judeu é descrito como membro do
"povo escolhido por Deus". O judeu possui tão grande dignidade
que nenhum outro, mesmo um anjo, pode ser igual a ele. De fato, o judeu é
descrito como sendo igual a Deus. O rabino Chanina diz que "aqueles
que resistem aos judeus agem como se estivessem dando uma bofetada na divina
majestade de Deus".
Segundo o talmud (David Libbre 37)
"Comunicar qualquer coisa para um goy sobre nossas relações
religiosas seria igual à morte de todos os judeus, pois se soubessem o que nós
ensinamos sobre eles, iriam nos matar abertamente. Se um judeu for chamado
para explicar qualquer parte dos livros rabínicos, ele deve dar apenas uma
explicação falsa. Quem alguma vez violar esta ordem deve ser condenado à
morte".
E, para completar: “Jeová
criou o não-judeu em forma humana para que os judeus não tenham que ser servidos
por bestas. O não-judeu é, consequentemente, um animal em forma humana e
comandado para servir ao judeu dia e noite”. (Midrash Talpioth, P-225 L.)
A empáfia e a impudicícia
talmúdica:
As decisões do Talmud são palavras do Deus vivo. O próprio Jeová pede as opiniões dos rabinos terrestres quando há
assuntos difíceis no céu.
Rabino Menachen, comentários para o quinto livro
O próprio Jeová no Céu estuda o Talmud em pé, pelo tanto de respeito que tem por esse livro.
Tractate Mechilla / Me'ilah
Quando o Messias vier, cada judeu terá 2.800 escravos.
Simeon Haddarsen, fol 56-D
Que a nação judaica é a única nação selecionada por Deus, enquanto todas as restantes são desprezíveis e odiosas.
Que toda a propriedade de outras nações pertencem à nação judaica e que,
consequentemente, tem direito a se apoderar sem quaisquer escrúpulos. Um judeu ortodoxo não está obrigado a observar os princípios de
moralidade para com as pessoas de outras tribos. Ele pode agir de forma contrária à moral, se rentável para si mesmo ou
para os judeus em geral.
Um judeu pode roubar um Goy, ele pode enganá-lo ao longo de um projeto
de lei, que não deve ser percebido por ele; caso contrário, o nome de Deus se
tornaria desonrado.
Schulchan Aruch, Choszen Hamiszpat, 348
Tudo o que um judeu precisa para o seu ritual da igreja não é
permitido ao goy fabricar, mas apenas a um judeu, porque isso tem que ser fabricado
pelos seres humanos e o judeu não está autorizado a considerar goyim como
seres humanos.
Schulchan Oruch, Orach Chaim 14, 20, 32, 33, 39
Um judeu pode fazer para uma não-judia que ele quiser fazer. Ele pode tratá-la como se trata um pedaço de carne.
Hadarine, 20, B; Schulchan Aruch, Choszen Hamiszpat 348
Um judeu pode violar, mas não se casar com uma moça não-judia.
Gad. Shas. 2: 2
Um menino-goy, depois de nove anos e um dia de idade, e uma menina, depois
de três anos e um dia de idade, são considerados imundos [Podem ter relações sexuais].
Pereferkowicz, Talmud tv, p. 11
R. José disse: Venha e ouça! Uma donzela com idades entre três anos
e um dia pode ser adquirida em casamento por coito [relação sexual], e se o
irmão de seu falecido marido coabita com ela, ela se torna sua. A pena de
adultério pode ser efetuada através dela; [se um niddah - imundícia] ela contamina
o que não tem conexão com ela, de modo que ele, por sua vez contamina aquele sobre a qual ele se encontra, como uma peça de vestuário que tem ficado em cima [a
pessoa atingida com gonorréia].
Sinédrio 55b
Rab disse: pederastia com uma criança abaixo de nove anos de idade não é
considerada, como pederastia com uma criança acima disso. Samuel disse:
pederastia com uma criança abaixo de três anos não é tratada como com uma
criança acima disto. Ou seja, Rab faz de nove anos um mínimo; mas se um cometeu sodomia com uma criança de menor idade, nenhuma culpa é
incorrida.
Sinédrio 54b
Leia mais aqui: http://rense.com/general86/talmd.htm

