Amigos e amigas.
| A revolta se aproxima!... |
Das tantas preocupações que existem, possivelmente a que mais merece atenção é sobre o lixo. Toda e qualquer espécie dele: do visual ao nuclear. O primeiro (menos agressivo) se resume às grandes cidades e à televisão; o segundo pode destruir a biosfera num instante. Entre os dois, a nocividade vai aumentando: o lixo sonoro (insidioso, que invade cada recôndito e tem razoável alcance, podendo enlouquecer quem ficar à sua mercê), o lixo plástico, o hospitalar, o químico,... a diversidade parece infindável.
E ele se espalha por tudo lugar: lixo nos ares (fumaças e rastros químicos), lixo na terra (todos os tipos possíveis) e lixo nas águas (o destino final de quase tudo que se joga fora). O acúmulo em certos pontos é brutal por culpa das autoridades que pouco se importam com isso (exceto quando as atinge) e da população, que crê não ser sua responsabilidade, exceto deixar seu respectivo lixo à frente de casa para o lixeiro levar.
Então, é muito comum vermos a baixa eficiência dos governos em otimizar o recolhimento e destinação do lixo e a grotesca atitude de milhões que simplesmente jogam o lixo em terrenos baldios, transformando-os em pequenos lixões, focos de todo tipo de ajuntamento de animais nocivos e/ou peçonhentos, não nos esquecendo das enchentes, que trazem tudo de volta aos infratores e a quem não tem culpa nenhuma.
| "Convivência pacífica"... |
| Seria bom...! |
E, nesta tabela, dados interessantes: o país mais consumista do mundo não é tão mais que o Brasil:
| Impressionante como tem lixo em Brasília!... |
E, estranhamente deixado de lado, temos o acidente nuclear em Fukushima, ocorrido em 11/03/2011. Sua nocividade é calculada como crítica, mas a grande podre mídia, há um ano, talvez, o deixou de lado. O lixo radioativo da usina liberado pelo tsunami que matou quase 16 mil pessoas continua bem ativo e abrange uma área respeitável. Veja:
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| Fukushima: "Mapa do impacto radioativo nas águas do mar" |
É bem certo que os 7,5 bilhões de humanos não produzem lixo suficiente para abalar o planeta e que a natureza sabe perfeitamente lidar com as extrapolações pontuais: se nesses pontos, a coisa desandar de vez e as condições de vida se degradarem a um nível desastroso, seus habitantes se verão obrigados a abandonar a região, permitindo que a natureza a cure, ou se extinguirão. Porém, tal capacidade da Mãe Terra não nos dá a liberdade, o direito e nem mesmo a opção de grotescamente poluir onde vivemos.
O egocentrismo, comodismo e/ou estupidez da maioria da humanidade transforma as cidades e, por extensão, todo o resto, num asqueroso ambiente, perfeito para os parasitas (disfarçados de humanos) se refestelarem. Fato: ambientes saudáveis em todos os sentidos são a desgraça para eles, não lhes permitindo proliferar e dominar. Portanto, urge limparmos a consciência do lixo que eles nos impõem para entronizar essa verdade, melhorando nossas atitudes para consertar o presente e garantir um futuro desinfestado.
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