Amigos e amigas.
Pesquisei um bocado de opiniões acerca da mais controversa
personalidade da História. Paralelamente às opiniões impostas pela propaganda
sionista desde sempre na oligofrenia coletiva, é surpreendente o tanto de
outras que veem o "grande ditador alemão eleito duas vezes pelo povo" de forma quase impecável.
Confiram algumas dessas opiniões de pessoas e veículos imparciais.
FAB29
| Harold Sidney Harmsworth, 1st Viscount Rothermere |
Até 1933, Visconde Rothermere foi diretor do Ministério britânico
para Informação; ele representava alguns dos mais poderosos editores do mundo e
após 1945, fazia parte da diretoria da Reuters. Portanto, Rothermere não tinha
motivo algum para proferir qualquer elogio a favor de Adolf Hitler e com isso
advogar contra si próprio. E a vista disso, sua avaliação sobre Hitler foi
positiva e ele destacou o desejo de Hitler pela paz:
“Na Inglaterra, muitas pessoas imaginam Hitler como um canibal.
Por isso, eu quero esclarecer como eu o avalio. Ele incorpora a boa camaradagem.
Ele é modesto, natural e claramente sério. Não é verdade que, em um encontro
individual, ele conversa da mesma forma como discursa para um grande público.
Ele possui uma inteligência altíssima. Eu conheço apenas dois homens
com os quais poderia fazer uma comparação: Lord Northcliffe e Lloyd George.
Quando alguém pergunta alguma coisa a Hitler, imediatamente este recebe uma
resposta clara e brilhante. Não existe qualquer pessoa viva neste mundo, cujas
promessas em relação aos grandes acontecimentos eu dispensaria mais
credibilidade do que na palavra de Adolf Hitler. Ele acredita que o povo alemão
foi incumbido de uma missão divina e que a ele foi determinado proteger a
Europa do ataque revolucionário do comunismo. Ele coloca no mais alto pedestal
o valor da família, enquanto o comunismo é seu maior inimigo. Ele restabelece
os saudáveis preceitos morais e os bons costumes na Alemanha. Ele proíbe livros
com conteúdos obscenos, assim como representações discutíveis sobre o palco e em
filmes.
Eu conversei com Hitler há um
ano e meio, quando eu lhe disse que determinados círculos sociais ingleses o
denominavam um aventureiro. Sua resposta foi: aventureiros foram aqueles que
construíram o império britânico.
Nenhuma palavra pode descrever
seus bons modos; tanto para homens e mulheres, ele está da mesma forma
desarmado e conquista ambos os gêneros com seu sorriso conciliador e amigável.
Ele é um homem de uma cultura rara. Seu conhecimento em relação à música, arte
e arquitetura é completo.
Muitos podem imaginar apenas
com muita dificuldade tal homem, que ao mesmo tempo é capaz de tratar com
firmeza os mais diversos assuntos.
Caso fossem fazer uma pesquisa
de opinião sobre quem teria sido o maior político da história britânica,
Cromwell estaria disparado bem no topo da lista. Mas também Cromwell foi um
homem de grande determinação e se serviu de métodos e medidas inescrupulosas.” [V. Rothermere, “Warnings and Predictions”, Pág. 180-183]
“A política de Hitler baseava-se na conquista de seus
objetivos políticos sem derramamento de sangue. Ele conseguiu conquistar a mais
alta posição política na Alemanha, um país com 68 milhões de habitantes, sem um
considerável derramamento de sangue ou sacrifício de vidas humanas. A Áustria
foi anexada sem que um único tiro tenha sido disparado. Na Palestina, nos
últimos cinco anos, mais pessoas foram mortas nos distúrbios do que na Alemanha
desde a tomada de poder por Hitler.” (Daily Mail – 20/05/1938)
| Emrys Hughes |
“Quinze
anos depois (do término da guerra
contra a Alemanha), o ‘cabo e pintor’ conseguiu colocar a
Alemanha novamente na posição mais poderosa da Europa. Ele não apenas conseguiu
conquistar essa posição para seu país, mas também conseguiu tirar de cena os
resultados da Grande Guerra [...] Os vencidos tornaram-se vencedores e os
vencedores, os vencidos. [...] Seja como for o pensamento de cada um sobre
estas proezas, elas pertencem certamente às mais surpreendentes de toda a
história mundial.
As
conquistas de Hitler, as quais são
responsáveis por as coisas terem se voltado contra os satisfeitos, inúteis e
meios-cegos vencedores, merecem
ser reconhecidas como maravilhas da história mundial. E estas maravilhas
não podem ser separadas do esforço pessoal de um único homem. [...] Toda pessoa
que ficou frente a frente com Hitler, seja em público, em seu local de trabalho
ou em eventos sociais, estiveram confrontados com um ser humano extremamente
competente, tranquilo e bem informado, com modos agradáveis e um sorriso que
desarmava as pessoas. E muito poucos permaneceram intocados pelo seu
penetrante magnetismo pessoal. Não se deve acreditar que essas impressões
derivam da fachada do poder. Estas características deixaram seu efeito em todos
os adversários durante a conquista do poder. Mesmo então quando sua sorte
esteve soterrada. [...] Pode-se reprovar o sistema de Hitler, mas é inevitável
não admirar seu desempenho patriótico. Caso nosso país venha a ser vencido,
então eu espero que apareça um salvador deste mesmo calibre, que nos devolva
novamente a coragem e nosso lugar perante as nações.
Em
nossa liderança, não deve faltar o espírito do cabo austríaco que, quando tudo
ao seu redor estava em ruínas e parecia que a Alemanha estaria afundada no caos
para sempre, não hesitou a marchar avante. Ele marchou contra o tremendo
despotismo das potências vencedoras e hoje alterou as coisas contra elas de
forma decisiva.”
[Winston Churchill, citado por Emrys Hughes,
“Churchill – British Bulldog – His Carrer in War and Peace”, Página 140, 141,
144, 167]| Judeus Fiéis à Torah |
Para os judeus seguidores e fiéis à Torá,
Adolf Hitler foi um enviado (anjo) de Deus que devia punir os judeus por seus
pecados:
“É de conhecimento geral que
todos os sábios e santos da Europa da época de Hitler explicavam sua subida ao
poder, que se tratava de uma mensagem da ira de Deus, que ele foi enviado para
conduzir os judeus, devido ao desvio da fé por parte dos sionistas, até a
prometida redenção messiânica.” [http://jewsnotzionists.org/tenquestions.htm]
“Com esta política de exílio ateísta, eles (os sionistas)
provocaram o aumento do antissemitismo na Europa, que foi o estopim para a 2ª
Guerra Mundial (…) O boicote mundial contra a Alemanha em 1933 e a posterior
declaração de guerra contra a Alemanha foram iniciadas pelos líderes sionistas
e pelo Congresso Mundial Judaico…” Rabino Schwartz, dos Judeus Fiéis à Torah, New York Times, 30/09/1997.