Amigos e amigas.
Nas poderosas opiniões abaixo, vemos que a fabricação do "Hitler Demônio" precisou de toneladas de propaganda, doutrinação e imposição por décadas a fio. E ainda precisa, bem às palavras de Alexander Pope: "Infeliz de quem profere uma mentira, pois precisará de outras vinte para manter a primeira".
Conheça tais opiniões ou relembre-as.
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| David Lloyd George |
“Com justiça, ele (Hitler) explicou em Nuremberg que seu movimento
criou em quatro anos uma nova Alemanha.
Não é mais a Alemanha da
primeira década após a guerra, prostrada aos pés dos vencedores, sem coragem e
rebaixada pela dor e impotência. A Alemanha atual transborda esperança e
confiança. Está permeada com uma nova confiança em si mesma e decidida a viver
sem interferência estrangeira.
Pela primeira vez desde a
guerra, se estabeleceu um sentimento comum de segurança e paz. As pessoas estão
felizes. Por todo país nos deparamos com um povo satisfeito e cheio de vida. É
uma Alemanha renovada. Eu observo por toda parte. E ingleses, que encontrei
durante minha viagem pela Alemanha, que conhecem o país e as pessoas, também
estavam bastante impressionados diante desta enorme mudança. Este fenômeno
maravilhoso foi realizado por apenas um homem. [...]
Este é o espírito do jovem
alemão. Como possuídos por uma nova fé, eles acreditam no movimento e em seu
novo líder.
Mais do que tudo, foi esta
renovada atmosfera que impressionou nesta minha breve viagem pela Alemanha. Uma
atmosfera de despertar preencheu toda a nação.
Católicos e protestantes, prussianos e bávaros, patrões e
empregados, ricos e pobres estão unidos em um único povo. Orientações
religiosas, grupos e classes sociais não podem mais dividir a nação. Uma paixão
pela vida, um fogo sagrado, a vontade pela união, surgidos de uma amarga
necessidade.” Lloyd George escreveu em um artigo para o
“Daily Express”, 17/9/1936. Lloyd George (Primeiro Ministro britânico 1916-1922) foi reconhecido por ter
sido um homem duro contra a Alemanha na Primeira Guerra Mundial.
| Sir Winston Churchill |
A admiração de Winston Churchill por Hitler desapareceu durante a
guerra. Em suas memórias, ele esclareceu porque havia difamado Hitler durante a
guerra, chamando-o "A Encarnação do Mal": “Durante a guerra, a verdade é algo tão
valioso que ela deve ser protegida da mentira com uma guarda-pessoal”.
(Churchill em seu livro “The Second World
War”, Livro 5, Vol. II, “From Tehran to Rome”, Página 338). Após o término da 2ª
Guerra Mundial, Churchill disse publicamente: “Nós matamos o porco errado!” (spiegel.de, 01/01/2006). Deve ter lido o “Mein Kampf”.
Após 1945,
Churchill defendeu a política de Hitler.
Após uma
reunião de oito horas com Winston Churchill ao final de maio de 1945, Joseph E.
Davies, enviado especial de Truman e ex-embaixador norte-americano em Moscou,
relatou:
“Eu digo espontaneamente – após eu ter ouvido como ele se irritou
sobre a ameaça do domínio soviético e sobre a expansão do comunismo na Europa e
após eu ter me convencido da falta de sinceridade da liderança soviética – eu
teria me perguntado se ele (Churchill), o primeiro-ministro,
iria revelar ao mundo que ele e a Inglaterra teriam cometido um erro ao não ter
apoiado Hitler; pois ele defendia agora – como eu compreendi – a doutrina que
Hitler e Goebbels anunciaram e haviam sempre repetido nestes últimos quatro
anos (…) Justamente as mesmas condições, como ele descreveu e as mesmas
conclusões foram apresentadas por eles, como ele agora parece confirmar.” [Foreign
Relations of the United States – The Conference of Berlin – The Potsdam
Conference – Vol. I, pág. 73]
| John F, Kennedy |
“De Frankfurt, nós voamos
para Salzburg, onde o rei Leopold fora retido, e seguimos para a cidade de
Berchtesgaden. É uma cidade maravilhosa, nas montanhas – as casas foram
construídas seguindo um estilo alpino (…) Seguimos para o lendário ninho da águia
de Hitler. A vista é maravilhosa de qualquer direção, vista da sala. Após a
visita, podemos concluir facilmente como Hitler pode sair em poucos anos do
ódio que o circunda agora para se sobressair como o personagem mais
significante que já existiu. Ele empreendeu uma infinita força de vontade em
prol de seu país, o que o tornou uma ameaça à paz mundial, mas havia um
mistério sobre ele, na forma como vivia, no modo como morreu, um mistério que
mantém sua chama acessa e crescerá. Ele era feito daquela matéria-prima onde
lendas são construídas.. [...] Os russos duvidam que Hitler está morto.” [JFK, “Prelude to Leadership – Diário de J. F. Kennedy, Verão de 1945”,
Regnery Publishing, Washington DC, pág. 74 – Em Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]
Hugh Sidey, colunista de longa data do ‘Time’ e antiga pessoa
de confiança de JFK na Casa Branca, descreveu como ‘bizarra’ a admirável
profecia sobre Hitler. Sidey lembra-se de um fato estranho contado pelo amigo
de Kennedy, ‘Lem Billing’: "‘Jack’ (JFK) confidenciou a ele uma vez, como ele era fascinado
por Hitler, principalmente pela Juventude Hitlerista, ‘jovens com um objetivo
em um mundo desorientado’.” [Die Welt, 21/11/2003, pág. 10]
John F.
Kennedy desprezava aqueles que eram submissos aos vencedores, as garotas que se
jogavam nos braços dos invasores, aqueles que hoje são adeptos do politicamente
correto e aqueles que lideram e formam os partidos licenciados: “Ele rejeitava a ‘luxúria, como as garotas alemãs, que podiam ser
bastante atraentes, se atiravam nos braços dos americanos’. [...] Kennedy
também desprezava a submissão dos funcionários públicos alemães a serviço dos
norte-americanos.” [Die
Welt, 21/11/2003, pág. 10]